domingo, 1 de abril de 2018

SER PASTOR!

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!

Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.

Eu sou pastor.

Obrigado, Senhor!

Autor: Pr. Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

quinta-feira, 15 de março de 2018

PENIEL - UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

Mensagem pregada no Retiro Espiritual da Igreja Metodista em São Pedro - 2012


PENIEL - UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

Gênesis 32:22-31

INTRODUÇÃO:

ü      A Bíblia nos revela que é da vontade de Deus nos usar para sua glória.

ü      Porém, vemos que antes Dele nos usar como instrumentos em suas mãos, precisamos ser tratados e curados por Ele.

ü      E nesta passagem, vemos que Jacó estava disposto a receber algo a mais de Deus em sua vida.

ü      Então, ele passa por Peniel e neste lugar Ele tem um encontro com Deus.

ü      Ele entra de uma maneira e saí de outra.

ü      Espiritualmente falando, Peniel é lugar de luta e de guerra, de acerto de contas e de transformação.



DESENVOLVIMENTO:

ü      Então, o que acontece quando passamos por Peniel?



1º SOMOS DESARTICULADOS POR DEUS

ü      "Vendo este que não podia com ele, tocou-lhe na articulação da coxa; deslocou-se a junta da coxa de Jacó, na luta com o homem." – vs. 25

ü      Ser desarticulados por Deus é quando Deus nos fere e nos mostra o quão frágil somos.

ü      Jacó até então tentou "fazer de conta" que era um homem de Deus.

ü      Agora era preciso vencer sua hipocrisia e justiça própria, e confrontá-lo com a verdade.

ü      Se você entrar em Peniel cheio de justiça própria, Deus vai derrubar você – Ele precisa lhe levar a um profundo arrependimento, ainda que para isso ele tenha  que "desarticular" você.

ü      Tiago 4:10 – Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos Exaltará.



2º SOMOS CONFRONTADOS POR DEUS

ü      v.s. 27 “Perguntou-lhe o homem: Qual é o teu nome? E ele respondeu: Jacó.”

ü      Quando lhe é perguntado o nome, enfaticamente ele responde: Jacó.

ü      Com aquela resposta é como se ele estivesse dizendo: “meu nome é suplantador, usurpador (pois Jacó significa suplantador, usurpador), etc”,

ü      Essa pergunta foi um confronto para o seu caráter.

ü      Naquele momento Jacó poderia ter disfarçado e não ter confessado o que realmente ele era, porém ele confessou quando foi confrontado.

ü      Assim somos nós quando pela fé estamos em Peniel, ou seja, face a face com Deus,

ü      Nós somos confrontados pelo Senhor, e quando esse confronto vier até nós, que venhamos ser transparentes e confessar o que realmente somos.

ü      “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mais o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. Provérbios 28:13)



3º SOMOS TRANSFORMADOS POR DEUS

ü      v.s. 28 “Então o homem disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel, porque lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste.”

ü      De enganador, usurpador, ele passou a ser chamado Israel. Israel significa “aquele que luta com Deus”, CAMPEÃO DE DEUS!

ü      Que transformação! Transformação que Deus deseja fazer em nossas vidas!



CONCLUSÃO:

ü      Jacó levava uma vida relaxada diante de Deus, pois Jacó era um enganador.

ü      Jacó já havia experimentado algo com Deus quando o mesmo passou por Betel (Gênesis 28).

ü      Betel significa “casa de Deus”, ou seja, Jacó estava na casa de Deus, porém continuava sendo Jacó (suplantador, usurpador, enganador, etc),

ü      Faltava o manifestar do poder de Deus na vida de Jacó, e isso acontece pois Jacó se dispôs a essa mudança.

ü      A experiência de Jacó em Betel e Peniel nos fala da não acomodação espiritual.

ü      Deus tem algo a mais para nossas vidas.

ü      Que nossa oração seja como o Cântico: “Leva-me além - A um nível mais profundo de intimidade contigo ó senhor. Leva-me além, que a minha vida flua mais da tua unção, mais do teu poder.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

REAVIVAMENTO ESPIRITUAL

A tendência natural é ao “sono” e ao relaxamento espiritual.

É muito fácil desviar-se de Deus. 

É muito fácil fazer concessões espirituais.
O que é natural e fácil é também muito perigoso e desastroso para alma.
É preciso um profundo reavivamento espiritual.
O salmista orou no Salmo 80.17-19, dizendo: “Seja a tua mão sobre o povo… 
E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome. 
Restaura-nos, ó SENHOR…”
Na Bíblia “avivar” tem o significado de “reacender”, “florescer novamente” e “manter vivo”.
Tudo isso ocorre quando o Espírito Santo é acionado e age, revitalizando e avivando uma pessoa.
Nós podemos ser reavivados sempre!
Reavivamento espiritual ocorre em sua vida quando você sai da inércia, reconhece 
seu distanciamento de Deus e volta-se para Ele arrependido de seus pecados, 
disposto a se comprometer com Ele e com Seu reino.
Você experimentará um verdadeiro reavivamento espiritual quando seu amor 
por Deus voltar de uma forma intensa e forte e quando sua alma descobrir 
a importância de obedecer, adorar e servir só a Ele.
O reavivamento espiritual vem quando você é despertado do seu sono e letargia espiritual.
Nesse momento sua alma é vivificada e revigorada.
Você é despertado com um novo desejo por Deus e por Sua palavra.
Há uma nova obediência, novas decisões, novas disposições para abandonar o que pensa, 
acha e faz, e uma nova prontidão para se submeter somente ao que Deus quer.
Andrew Murray afirmou: “Um verdadeiro reavivamento significa nada menos 
do que uma revolução, expulsando o espírito de mundanismo e egoísmo, 
e fazendo Deus e Seu amor triunfar no coração e na vida.”
Você já experimentou um verdadeiro reavivamento espiritual?
Hoje pode ser o dia! Deseje por isso e peça por isso a Deus, agora.
Rev. Ednaldo Breves e Família 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

MORRE BILLY GRAHAM



Billy Graham, o “pastor da América”, um padre evangélico norte-americano que foi conselheiro de uma dezena de presidentes dos Estados Unidos e pregou a literalidade da palavra da Bíblia, a 200 milhões de pessoas em 185 países, de viva voz, e a muitas mais pela rádio, televisão e Internet, morreu aos 99 anos, na sua casa, na Caralina do Norte.
Ao longo da sua carreira de mais de 70 anos foi ouvido por políticos tão variados como Al Gore e Sarah Palin. Tornou-se o capelão "de facto" da Casa Branca para vários Presidentes - sobretudo para Richard Nixon. Levou a mensagem de que "só Jesus Cristo podia resolver os problemas do mundo" desde a sua Carolina do Norte até à Coreia do Norte.
Desde 1955, apareceu na lista de Gallup dos homens mais admirados pelos norte-americanos mais de 60 vezes, diz a NBC – basicamente, desde que esta questão começou a ser feita.
"Foi provavelmente o líder religioso mais importante do seu tempo", comentou à Reuters William Martin, autor da biografia A Prophet With Honor: The Billy Graham Story. "Não terá havido mais do que um dois Papas, ou talvez uma ou duas outras pessoas, que se tenham aproximado do que ele conseguiu." 
Encheu estádios, em eventos aos quais chamou “cruzadas”, recorda o New York Times, e espalhou a sua influência através de “convicção religiosa, presença de palco e perspicaz uso dos meios e tecnologias de comunicação”, diz o jornal.
Encorajou os evangélicos a reconquistar influência social face aos católicos e protestantes, invertendo a tendência de recuo que se iniciou após o célebre julgamento Scopes, em 1925, em que radicais religiosos tentaram desafiar a teoria da Evolução através da Selecção Natural de Charles Darwin, e impedi-la de ser ensinada.
No entanto, nos últimos anos Graham afastou-se do movimento político evangélico que ajudou a criar e evitou os temas polêmicos caros aos conservadores religiosos.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Estresse no ministério pastoral: saiba como evitar

Fonte: Expositor Cristão / julho 2010, p.8 e 9.

Quem nunca teve um dia de estresse no trabalho? Quando este tema vira rotina e os sintomas se tornam crônicos é preciso ficar em alerta. Quando o assunto é o estresse em clérigos(as) é mais grave ainda porque estes se sentem responsáveis por uma gama de atividades e funções. Quando não dá para desempenhar todas as funções, automaticamente surge a cobrança pessoal. Se o trabalho se transforma em um tormento, você pode estar sofrendo a Síndrome de Burnout, um distúrbio psíquico causado por esgotamento físico e mental intenso associado ao trabalho. Isso sugere que quem tem esse tipo de estresse sente-se consumido física e emocionalmente, e começa a apresentar comportamento agressivo e irritado.
A matéria que você está lendo se refere ao estresse na vida dos clérigos(as). Para tal, a redação do Expositor procurou o psicólogo e pastor, Cesar Roberto Pinheiro que fez seu mestrado na PUC – Campinas. O pastor Cesar entrevistou 74 pastores(as) da 3ª Região Eclesiástica para chegar aos dados precisos do nível de estresse em clérigos(as) metodistas. O resultado do nível de estresse das pessoas pesquisadas foi maior, percentualmente, que o nível da população de São Paulo, ou seja, 50 por cento para os pastores(as) e 35 por cento para São Paulo. Isso é preocupante! Também procuramos o pastor e psicólogo, Josias Pereira, que tem uma ampla experiência em psicologia clínica e pastoral e, por fim, o ex-professor titular da faculdade de teologia e pastor aposentado, Rev. Ronaldo Sathler Rosa, por agregar uma larga experiência na área do cuidado pastoral.
Na pesquisa realizada pelo pastor Cesar, ele identifica que os pastores em geral têm uma grande dificuldade para lidar com esse tipo de tensão, pois o trabalho pastoral “constituiui-se em um dos mais polêmicos da sociedade, exigindo um conjunto de qualidades e responsabilidades às vezes, muito acima do que é exigido em outras profissões como, por exemplo: integridade ética e moral; equilíbrio emocional em todos os momentos; conduta exemplar; conhecimento em diversas áreas (musical, administrativa, legal, relacional); dedicação exclusiva; proximidade relacional (costuma-se dizer no meio eclesial metodista que ‘o pastor/a precisa ser um amigo/a’); saúde física plena (‘o/a pastor/a não pode ficar doente’); e senso de empatia”.
Destaque
O resultado do nível de estresse das pessoas pesquisadas foi maior, percentualmente, que o nível da população de São Paulo, ou seja, 50 por cento para os pastores(as) e 35 por cento para São Paulo.



O serviço pastoral, então, gera estresse? Ao citar alguns pesquisadores da área do estresse ocupacional, Cesar Pinheiro, afirma que “qualquer tipo de trabalho possui agentes potencialmente estressores para o indivíduo”. Nesse sentido, “o trabalho pastoral também está sujeito ao estresse. Os dados obtidos indicam que 50 por cento da população pastoral metodista [dentre 74 clérigos(as) entrevistadas], tende a estressar-se no exercício do ministério. Este percentual obtido é sobremaneira elevado, considerando-se dados de pesquisas recentes sobre o tema. De acordo com o estudo realizado pela Dra. Marilda Lipp, do Laboratório de Estudos Psicofisiológicos de Stress, da PUC-Campinas, a média do nível de stress na cidade de São Paulo é de 35 por cento. Logo a presença de estresse na amostra pesquisada encontra-se significativamente acima da média da população geral de São Paulo, e isto é muito preocupante”. Vale ressaltar, também, a orientação do psicólogo Josias Pereira: “uma pessoa estressada afeta as outras com as quais convive dispersando o seu mal estar entre os demais, pois o relacionamento inter e intrapessoal é altamente afetado”, portanto, o estresse pode interferir no lar.

Período mais estressante

Para Cesar o período mais estressante no ministério está entre os primeiros cinco anos. Ele afirma: “De acordo com minha pesquisa, os primeiros 5 anos do ministério pastoral tendem a ser os mais estressantes. Dentre a amostra estudada, 50 por cento relatou que os primeiros cinco anos foram os mais estressantes no ministério pastoral. Cabe destacarmos ainda que a parte do grupo (17 por cento) referiu o período entre 6 e 10 anos como o mais estressante do seu ministério”. Para Josias Pereira, sua experiência pastoral e psicológica indica que não é somente no início do ministério que o estresse atinge o pastor(a), mas também quando se aproxima da aposentadoria: “a rigor não podemos definir no início do ministério, pois tudo depende muito das condições pessoais e circunstanciais, bem como das contingências. No entanto, a experiência indica que é mais provável nos primeiros anos de ministério e nas proximidades da aposentadoria, talvez pela insegurança do porvir, que também se apresentam com freqüência em outras atividades”, e acrescenta: “quanto maior convicção do chamado divino, menor é o risco de estresses, pois o principal fator determinante são os conflitos de valores, embora esteja sempre inconsciente, pois quando conscientizados os sintomas podem a ser resolvidos”.
Também nesse sentido é reveladora a pesquisa de Roseli Margareta K. de Oliveira que aponta em sua dissertação de mestrado, numa pesquisa envolvendo 38 pastores da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) que, o nível de estresse está presente nos primeiros cinco anos do ministério, inclusive alguns dos pastores entrevistados pela pesquisadora, já se encontram com a síndrome de Burnout, ou como define o psicólogo Josias Pereira, “o esgotamento nervoso”. Se você é uma pessoa extremamente exigente e perfeccionista e que não mede esforços para atingir bons resultados, é preciso tomar cuidado, pois essas pessoas são as mais vulneráveis à síndrome. 

Sintomas com maior frequência

Os sintomas mais presentes de acordo com Cesar Pinheiro são definidos da seguinte forma: “sintomas físicos, por exemplo, dores de cabeça, boca seca, tensão muscular entre outras; sintomas psicológicos: ansiedade, vontade de fugir de tudo, hipersensibilidade emotiva...; sintomas físico-psicológicos (quando os anteriores estão presentes). Desta forma ao verificarmos a prevalência de sintomas, descobrimos que 48,65 por cento do grupo com estresse, apresentou sintomas psicológicos (com predominância entre as mulheres), 37,84 por cento, sintomas físicos e 13,51 por cento, estavam entre aqueles com ambos os sintomas. Um detalhe significativo é que, dentre as mulheres participantes da pesquisa, o segmento das clérigas casadas revelou maior índice de estresse (78,5 por cento) em relação às clérigas solteiras (45,45 por cento)”.
Para Josias Pereira pode-se considerar “os sintomas em função de suas conseqüências, isto é, há manifestações somáticas que são graves, porém, não apresentam urgência, pois suas conseqüências ocorrem a longo prazo, tais como fenômenos digestivos ou dermatológicos e outros tantos. Já as agudas são as crises circulatórias ou cardíacas, são os casos de AVC’s (acidente vascular cerebral, isto é, derrame cerebral ou infarto cerebral) que exigem atendimento com muita urgência, pois qualquer demora pode ser fatal”. Entretanto, ressalta o pastor, “é bom saber que para todos estes casos a prevenção ainda é o melhor remédio”.

Principais estressores ocupacionais em clérigos(as)

A pesquisa realizada pelo psicólogo Cesar Pinheiro revela dados surpreendentes, pois os maiores estressores em clérigos(as), os três mais importantes foram: “preocupação com a educação dos filhos frente às mudanças de residência; ter que sujeitar ao processo de nomeação pastoral e, por fim, ter que negociar os subsídios pastorais com a administração da Igreja”. Além do mais, as mulheres casadas tiveram um maior índice de estresse, possivelmente, “por estar relacionada aos múltiplos papéis sociais que elas precisam assumir, principalmente com respeito à vida pessoal”, conclui Cesar.
Acúmulo de funções também pode ser uma fonte de estresse, pois mesmo que a pessoa dê conta de realizar os trabalhos que lhe são designados, “quando ele não é reconhecido, a satisfação acaba se transformando em compulsão. Isso leva ao esgotamento, depressão ou transtornos ansiosos", como define a psicóloga Fernanda Elpes Nakao em uma entrevista na Revista Vida e Saúde em setembro de 2009.

Dicas de como prevenir o estresse

Existem meios de prevenir o estresse? O pesquisador Cesar Pinheiro dá algumas dicas: “É preciso considerar alguns aspectos importantes no controle e prevenção do estresse: alimentação, descanso, exercícios físicos, apoio psicológico e o cuidado pastoral”. Cesar afirma, ainda, que “a fé é um aliado poderoso no processo de enfrentamento do stress”.
O professor Ronaldo Sathler Rosa afirma que “a prática rotineira de atividades físicas, devidamente orientadas e ajustadas à condição particular de cada um, é fator positivo para a eliminação de cansaços desproporcionais e para o equilíbrio da personalidade. A vida sedentária atinge, obviamente, o humor, a vitalidade, e pode comprometer o exercício prudente e responsivo do ministério pastoral”. O professor lembra ainda que “em nossa cultura brasileira os homens, em geral, não dão muita importância ao aspecto preventivo para o seu próprio bem-estar integral. O ‘cuidar de si’, tanto corretiva como preventivamente, é condição para ‘cuidar de outrem’ por meio do cuidado pastoral”.
Sathler conclui que outro fator que contribui para que não se dê maior atenção à saúde entre pastores, “é a ausência de uma Teologia da Saúde: a saúde considerada como inserida na mensagem cristã da salvação. Não se restringe, portanto, às curas das patologias individuais e da sociedade. A mensagem da salvação visa à criação de novo modo de vida, de renovação da mente, de novas atitudes em linha com os ensinamentos das Escrituras. Uma causa provável da pouca atenção da teologia sobre a saúde, deve-se à ênfase unilateral na ‘união da alma com Deus’. O corpo, é, então, ignorado. Sofre a alma com o corpo danificado; sofre o corpo com a alma ferida!”.

Algumas regrinhas básicas para evitar o estresse:

Peça ajuda para resolver os problemas; fragilidades? Não tenha medo ou receio de expô-las; repense se você é uma pessoa perfeccionista. Ninguém consegue ser perfeito em tudo e controlar todas as situações; jamais se sobrecarregue, delegue funções; mantenha organizada sua rotina de trabalho, como por exemplo, horários para ler e responder e-mail’s, estudo, visitação, separe a sua folga pastoral para a família; desfrute do lazer, atividade física e vida social. Enfim, a vida de qualquer pessoa, independente de ser clérigo(a) ou não, precisa de um equilíbrio entre o prazer e as obrigações. Essa seria, em nossa conclusão, o segredo para uma vida saudável, tanto pastoralmente profissional como pessoal.

Pr. José Geraldo Magalhães Jr.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

10 MOTIVOS PARA CELEBRAR O NATAL



1 – Porque a Bíblia, em nenhuma parte, proíbe a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

2 – Porque, pelo fato de ninguém saber a data correta do nascimento de Jesus, a data foi estipulada em 25 de dezembro. Se não fosse esta data a escolhida, poderia ser qualquer outra. Então em pergunto: Se ninguém sabe a data correta, qual o problema de comemorarmos no dia 25 de dezembro?

3 – A Bíblia diz: “Quero trazer a memória o que me pode trazer esperança” (Lamentações de Jeremias 3:21) É melhor recordar o nascimento de Jesus, expressão maior do amor de Deus, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, que entregar, em breve, esta data para celebração de Maitreya, o avatar da Era de Aquário. Já perceberam que no dia 31 de outubro, dia da comemoração da Reforma Protestante, a maioria das Igrejas Evangélicas deixaram de recordar e muitas nem sabem o que significa, tem sido ocupado para a comemoração da festa de halloween? ACORDA IGREJA!

4 – Se o natal tem tido desvios na sua maneira de celebrar, onde está a voz profética da Igreja para ensinar o povo que a vinda de Jesus ao mundo teve outro objetivo? Não seria este momento, onde a família se reúne, uma ótima oportunidade para o evangelismo comprometido?

5 – Porque, apesar do apelo comercial, posso me educar e ensinar minha família a ter domínio próprio e vivermos conforme as nossas posses.

6 - Porque a criação desta festividade foi a destronização do deus sol, para dar lugar ao verdadeiro sol da Justiça, que é o nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.

7 – Esta festa é um ótimo momento para glorificarmos a Jesus Cristo com nossa família, amigos e Igreja. Num tempo de tanta correria e atropelos, o Natal é um momento especial para buscarmos comunhão, reconciliação ou simplesmente estarmos juntos.

8 – Porque os adereços (enfeites) de natal, excluída a figura de papai noel e outras que destoam dos ensinos bíblicos, alegram qualquer ambiente e nos fazem rememorar a primeira noite de natal.

9 – O natal de Jesus nos dá uma excelente oportunidade para ensinarmos sobre a sua segunda vinda, assunto que anda muito esquecido nestes tempos de teologia da prosperidade.

10 – É interessante que a festa de natal traz em seu bojo um clima de muita alegria. É lógico que é também um momento de reflexão e saudade de pessoas que nos deixaram e deixaram um espaço vazio na mesa. Por isso, natal é, também, tempo de abraço, consolo, cura e de esperança.

COMEMORE O NATAL COM TODA INTENSIDADE!

Aproveite para orar junto com seus queridos.

Aproveite para presentear o aniversariante com a sua vida.

Dê graças pelo grande amor do Pai por todos nós.

Feliz Natal!

Rev. Ednaldo Breves

sábado, 9 de dezembro de 2017

O NATAL DE WESLEY


Uma rápida olhada no Journal (Diário Público) de John Wesley é suficiente para percebermos que a maneira dele celebrar o Natal esteve em chocante contraste com o pinheirinho e o Papai Noel dos nossos dias. Escolhemos o período de 1778 a 1791, quando a Capela Nova já era a sede de Wesley em Londres e as celebrações peculiares do Metodismo já haviam tomado sua forma característica.

Veremos que os três momentos altos no Natal de Wesley, que giravam em torno da tal “Capela Nova”, sugerem uma profunda apreciação pelo sentido da encarnação de Jesus. Nessa celebração tríplice, somos levados a contemplar com gratidão a realidade de que Jesus Cristo, na sua pessoa, é plenamente divino e plenamente humano; que, para se fazer homem, para identificar-se com a nossa condição, ele se esvaziou, abdicando da honra e da glória que lhe pertenciam por direito (Filipenses 2,5); e que ele nos chama para participar, de corpo e alma, com ele, na sua missão divina.

Wesley nos fornece um excelente retrato de seu dia 25 de dezembro de 1778, no seu Journal. As atividades do dia tiveram início às 4 da madrugada, “como de costume, na Capela Nova”. A seguir, o próprio Wesley, na qualidade de presbítero da Igreja da Inglaterra, “leu orações”, ou seja, dirigiu o culto e ministrou o sacramento, na Capela da Rua Oeste (templo da Igreja da Inglaterra, arrendado por Wesley).
De tarde, ele pregou novamente na “Capela Nova, totalmente repleta em cada canto”. Ele concluiu as celebrações desse concorrido Natal, expondo a Palavra de Deus no templo anglicano do Santo Sepulcro, um dos maiores templos paroquiais de Londres e que, apesar do frio do inverno londrino, se encontrava “repleto”. Tendo completado este roteiro de celebrações, Wesley, com seus 74 anos, observou que se sentia “mais forte depois de pregar o quarto sermão do que depois do primeiro”.
Ele registrou no Journal do dia 31 de dezembro do mesmo ano: “Concluímos o velho ano com solene vigília e começamos o novo com louvor e ações de graça”. Mas, além da vigília de passagem do ano, que nunca falta no Metodismo Wesleyano, havia ainda um outro evento marcante, o “Culto da Renovação do Pacto com Deus”. A princípio, celebrava-se este culto no dia 1º de janeiro de cada ano, mas, a partir de 1786, o evento ocorria às 15 horas do primeiro domingo do novo ano.
Vejamos, no entanto, o registro do Journal do dia 2 de janeiro de 1785, quando Wesley escreveu: “Esteve presente maior número de pessoas esta noite na renovação do nosso pacto com Deus do que jamais fora visto antes em outra ocasião”. Tendo presente a idade de Wesley na ocasião (ele nasceu em 1703), um registro no dia 4 do mesmo mês e ano se torna especialmente significativo: “Nesse tempo do ano, geralmente distribuímos carvão e pão entre os pobres da sociedade. Mas entendi que agora eles precisam também de roupa. Portanto, hoje (dia 4) e nos dias seguintes, eu andei (na neve) pela cidade e mendiguei 200 libras, a fim de vestir aqueles que tinham maior necessidade”. Após esse sacrifício, ele caiu de cama, seriamente doente.
O “Natal de Wesley” incluía, portanto: o Natal propriamente dito; a Vigília de Passagem de Ano e a Renovação do Pacto com Deus, formando conjuntamente uma abençoada trindade de celebração.
Natal: Ação de Graças pela dádiva de Jesus Cristo, Deus que se fez homem, visando nossa salvação e plena humildade; Vigília: Em 31 de dezembro, a alegre recordação de um ano de bênção e proteção divina.
Renovação do Pacto: No primeiro domingo do ano novo. A celebração pelo povo metodista do chamado divino para “reformar a nação, particularmente a Igreja, e espalhar a santidade bíblica por toda a Terra”, e o resumir desse pacto por parte de cada metodista para ser co-participante de Deus em sua missão no mundo que Ele tanto amou.


Texto: Duncan A. Reily – historiador do metodismo, publicado no Mosaico – dez/1995

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

NOMEAÇÕES PASTORAIS PARA O BIÊNIO 2018/2019 - DISTRITO DE NOVA IGUAÇU


8 – DISTRITO DE NOVA IGUAÇU

Superintendente Distrital: Rev. Ednaldo Breves

AUSTIN
Ducinea Nascimento Silveira Class, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (15)

FERRAMENTA
Joadir Silveira, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (3) Titular

BANDEIRANTES
José Targino de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

COMENDADOR SOARES
Felipe de Mattos Itaboraí, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2)

v      Congregação da Tenda
Adílio, Evangelista, Tempo Parcial, (2)

CORUMBÁ
Alexandre Teixeira de Almeida, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

JARDIM ALVORADA
Osmani Bandeira da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)

MONTE CASTELO
Wallace de Moraes Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

NOVA BRASÍLIA
Israel Aguiar da Silva, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (11)

NOVA IGUAÇU
Ednaldo Breves, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

PARACAMBI
Ana Jarvis Fernandes da Costa Carvalho, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (3)

QUEIMADOS
Edison Teixeira da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1), Titular
Maurício Ramos Cartonilho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3) Coadjutor

RANCHO NOVO
Geison Luiz Ribas de Paulo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

SANTA AMÉLIA
José Francisco Soares Pinto Leal, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1), Titular
Rute Lemos Nogueira Leal, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1) Coadjutora

SANTA EUGÊNIA
Sônia Maria Correa Soares, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (4)

SÃO BERNARDO
Flávio Soares Pinto, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7), Titular
Eunice dos Santos Brandão, Pastora Ativa, Tempo Parcial, (1), Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DA POSSE
Márcia Tavares do Carmo Ramalho, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DE BANDEIRANTES II
Denilson de Assis Moraes, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE CERÂMICA
Ana Virgínia da Silva Costa, Aspirante ao Pastorado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JAPERI
Isaías de Souza Cerqueira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (4)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM CANAÃ
Paulo Roberto Acciole de Melo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (11)

CAMPO MISSIONÁRIO EM JARDIM LUCIANA
Daniele de Oliveira Couto Costa, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial,(4)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM NOVA ERA
Ademir Simões Correa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM PARAÍSO I
Dilcéa Cunha Dias, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM PARAÍSO II
Jean Carlos Delminio, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DE LAJES
Ari Eugênio de Oliveira, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO EM SAL DA TERRA
Washington Luiz da Silva Nuñez, Missionário Designado, Tempo Parcial, (3), Titular
Moisés Gomes Caetano, Missionário Designado, Tempo Parcial, (3), Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SÃO BARTOLOMEU
Rogério José de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (14), Titular

·                     Congregação Jardim Marajoara
Rogério José de Souza, Presbítero Ativo,Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO EM TINGUÁ
Ezequiel Apolinário de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Sem Ônus, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL ENGENHEIRO PEDREIRA
Ednaldo Breves, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)