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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PREFEITO, VICE-PREFEITO, VEREADORES E SUPLENTES DE VEREADORES SÃODIPLOMADOS EM BARRA MANSA

A juíza Ana Carolina Fucks Anderson Palheiro, da 91ª Zona Eleitoral, diplomou todos os eleitos em outubro no Salão do Tribunal do Júri, situado na Rua Argemiro de Paula Coutinho, às 17h30min. Além do prefeito eleito Jonas Marins (PCdoB), seu vice, o Pastor Jorge Costa (PRB), os 19 vereadores eleitos e os suplentes receberam os diplomas. A cerimônia foi realizada na sala de audiências do Fórum da cidade.

O vice-prefeito eleito reforçou a jornada traçada até a conquista. “Nós trabalhamos muito para chegar aqui. No início poucos acreditaram que conseguiríamos, pouco depois muitos se juntaram a nós para a vitória”, disse emocionado.

Para preceder a diplomação do prefeito e do vice, a juíza ministrou um discurso forte e reflexivo que perpassou a soberania da democracia, a responsabilidade dos representantes eleitos, os setores mais carentes do município, o caminho das eleições 2012 e o incansável trabalho dos servidores da 91ª zona eleitoral.

Ao passar a palavra para o prefeito então diplomado, Jonas Marins, ovacionado de pé pelos presentes, agradeceu o prestígio e reconhecimento de todos. “Vou me esforçar tremendamente para ser o melhor prefeito que Barra Mansa já teve. Não será fácil, mas o olhar de esperança de cada barramansense me motiva. Não privilegiarei nenhum partido, agora não há mais distinções, somos um conjunto pra uma Barra Mansa mais feliz”, concluiu.

DIPLOMADOS

Foram diplomados: prefeito Jonas Marins e o vice-prefeito Jorge Costa e os vereadores Rodrigo Drable, Leiteiro, Luis Antônio Cardoso, Baianinho, Roque, Pissula, Luiz Furlani, Beleza, Vicentinho, Marcelo Borges, Paulo Xuxu, Denilson Câmara, Ricardo Arbex, José Marques, Chris, Ivan de Rialto, Pedrinho, Uéslei da Farmácia e Lia Preto.

Foram diplomados ainda os suplentes Zé Abel, Russo, Ademir Miranda, Elias da Corbama, Wellington Pires, José Mauricio, Lenimar, Teixeirinha, Waguinho, Alexandre do Banco, Serginho Bombeiro, Zélio Show, Marquinhos 88, Jaime Alves, Tainha, Marcos Pitombeira, Lindolfo Camargo, Gustavo Gomes e Paula Nader.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

COMUNICADO DO PR. MARCO FELICIANO A TODOS OS EVANGÉLICOS


A noite passada passei em vigília e em oração. Busquei entendimento no Senhor sobre os assuntos que pautaram os noticiários de ontem, e o que me veio ao coração foi preocupante demais.

Existe uma proposta de lei que foi (PL.122), na qual tem como um de seus alvos, retirar das prateleiras todos os escritos tidos por um grupo como Escritos Homofóbicos.

Para o leigo, tal proposta é legitima, afinal, qualquer tipo de preconceito deve sim ser combatido e repudiado. Todavia para os que conhecem a fundo o assunto, sabem muito bem que o alvo é banir do nosso país o Livro dos Livros, A Bíblia Sagrada! Pois esta contem textos que condenam a pratica da homossexualidade.

Mas depois de meditar, pois fui bombardeado por um assunto que foi deturpado, compreendi. Ontem eu citei a bíblia num assunto puramente teológico que fala abertamente sobre maldições e nada mais, e acabei sendo acusado maldosamente de ser racista e preconceituoso, isso, confesso, me da nojo, angustia e revolta e fico pensando até onde vai a maldade de alguns.

E pensei. Qual será o próximo ataque?

Será que eu, ou um outro líder religioso estaremos pregando sobre a CRUZ e falando que o sofrimento de Jesus nos libertou do mal, e alguém ira nos processar, dizendo que estamos fazendo apologia a TORTURA? Ou nos rotulando de MASOQUISTAS?

Será que ao ministrarmos sobre o nascimento virginal de Jesus, dirão que apoiamos a GRAVIDEZ INDEPENDENTE?

Que ao citarmos o patriarca Abraão e o sacrifício de Isaque irão dizer que apoiamos a VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA?

Que quando pregarmos contra a feitiçaria, seremos taxados de intolerantes?

Acordemos! De maneira subliminar e sorrateira começam a desconstruir a nossa fé cristã. Começam a manipular a opinião publica contra nossas bases.

Abra sua Internet e procure sobre perseguição religiosa no mundo. Você encontrará pastores presos por pregarem a palavra, serem processados por sustentarem suas posições cristãs!

Pastor nesse país é sinônimo de ladrão, padres, sinônimo de pedofilia! Será que ninguém percebe o que esta acontecendo aqui? Estamos sendo perseguidos, estamos sofrendo PRECONCEITO RELIGIOSO!

Em uma reunião da Frente Parlamentar da Família, (da qual sou o segundo secretario), com o Ministro da Justiça, ouvi o presidente da frente, o Senador Magno Malta algo que me deixou assustado, pois eu não tinha o conhecimento, de que, o programa evangélico do Pr. Silas Malafaia sofreu uma retaliação e tem classificação especial. Não pode ser exibido em horário normal, pois foi rotulado como impróprio. Mas algumas novelas, que mostram, nudez, sexo, violência, não sofrem com esse problema. Que país é esse, onde a palavra de Deus não pode ser pregada como ela é?

Acordemos repito! Nossos conceitos, nossos valores, nossa fé esta sendo posta a prova e não nos atentamos a isso. E quando falo nossa fé não me dirijo a uma vertente A ou B do cristianismo, e sim a todos os cristãos do Brasil. A CNBB deve tomar conhecimento do anunciado ontem via mídia on-line, que, a Igreja Católica foi citada no episódio, pois afirmaram que já houve preconceito no passado usando o mesmo texto bíblico.

Eu conclamo a todos os que professam a fé cristã a se posicionarem agora, para não chorarmos amargamente amanhã! Caminhamos para o caos como uma sociedade sem regras, onde os valores estão deturpados e o certo passa a ser o errado.

Estou Parlamentar, eleito pelo povo de Deus, e sou Pastor por vocação divina. Se for pelo evangelho, não temo. Lutarei sempre. Não me intimidarei ante estes ataques. Agora acabei descobrindo o real motivo pelo qual fui constituído pastor pelo Senhor e parlamentar pelo povo brasileiro. Essa é minha bandeira, a minha fé!

Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a Salvação de todo aquele que crê... Romanos 1:16.

Pastor Marco Feliciano
Deputado Federal - PSC/SP Membro da Frente Parlamentar Evangélica

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

MINISTROS DO GOVERNO DILMA ROUSSEFF

Confira o ministério de Dilma:



PT


Guido Mantega (Fazenda)
Alozio Mercadante (Ciência e Tecnologia)
Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral)
José Eduardo Cardozo (Justiça)
Antonio Palocci (Casa Civil)
Paulo Bernardo (Comunicações)
Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
Miriam Belchior (Planejamento)
Ideli Salvatti (Pesca)
Maria do Rosário (Direitos Humanos)
Fernando Haddad (Educação)
Alexandre Padilha (Saúde)
Luiza Bairros (Igualdade Racial)
Tereza Campelo (Desenvolvimento Social)
Luiz Sérgio (Secretaria de Relações Institucionais)
Iriny Lopes (Secretaria das Mulheres)
Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)

PMDB

Wagner Rossi (Agricultura)
Pedro Novais (Turismo)
Garibaldi Alves (Previdência)
Edson Lobão (Minas e Energia)
Moreira Franco (Secretaria de Assuntos Estratégicos)
Nelson Jobim (Defesa) - Cota pessoal


PR


Alfredo Nascimento (Transportes)


PDT


Carlos Lupi (Trabalho)


PP


Mário Negromonte (Cidades)


PC do B


Orlando Silva (Esporte)


PSB


Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional)
Leônidas Cristiano (Portos)

Sem filiação partidária


Alexandre Tombini (Banco Central)
Helena Chagas (Comunicação Social)
Antonio Patriota (Relações Exteriores)
Izabella Teixeira (Meio Ambiente)
Ana de Hollanda (Cultura)
Luís Inácio Lucena Adams (Advocacia-Geral da União)
Jorge Hage (Controladoria-Geral da União)
José Elito Carvalho Siqueira (Gabinete da Segurança Institucional)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

TIRIRICA CONSEGUE LER E ESCREVER EM TESTE DE ALFABETIZAÇÃO


Segundo o site http://www1.folha.uol.com.br/poder/829195-tiririca-consegue-ler-e-escrever-em-teste-de-alfabetizacao.shtml, o deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva (PR-SP), o palhaço Tiririca, conseguiu ler e escrever em teste de alfabetização feito nesta quinta-feira pela Justiça Eleitoral.

Segundo o presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, Walter de Almeida Guilherme, o deputado eleito fez um ditado tirado da página 52 do livro "Justiça Eleitoral, uma retrospectiva", editado pelo tribunal.

Ele teve que escrever: "A promulgação do Código Eleitoral, em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral".

Tiririca também foi obrigado a ler o título e subtítulo de duas reportagens, uma sobre o Procon e outra sobre o filme de Ayrton Senna. Ele teve de fazer uma interpretação do que leu e escreveu.

O deputado eleito se recusou a fazer uma perícia do documento que apresentou ao registrar a candidatura para provar que era alfabetizado.

O presidente do tribunal lembrou que ninguém é obrigado a produzir uma prova contra si mesmo.

De acordo com Guilherme, o comediante será diplomado, qualquer que seja o resultado.

"Não se constatou nada que pudesse indeferir o registro de sua candidatura. Por isso, o seu registro foi considerado legítimo", afirmou.

Na tarde de hoje, estão sendo ouvidas quatro testemunhas, duas de defesa e duas de acusação.

A decisão sobre o teste será do juiz Aloízio Silveira, que cuida do caso.

Recordista de votos nestas eleições, Tiririca chegou para a prova por volta das 9h ao lado do advogado e não falou com a imprensa.

Ele saiu para almoçar pouco depois das 12h e voltou cerca de duas horas depois. O sigilo do processo foi suspenso.

Tiririca foi acusado pelo Ministério Público de entregar à Justiça Eleitoral declarações falsas sobre sua alfabetização e seus bens.

A denúncia levou à abertura de uma ação penal sob a acusação da prática de falsidade ideológica contra o humorista, eleito no último dia 3, com 1,3 milhão de votos --o recorde deste ano para as vagas da Câmara dos Deputados.

A perícia levantou a suspeita de que a declaração de alfabetização não foi redigida pelo humorista.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

TSE TOTALIZA OS VOTOS PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA - 2º TURNO

Às 15:24 desta segunda-feira (1º), foi finalizada a totalização de votos para presidente da República, quando foi encerrada a apuração no estado do Acre. A última urna apurada foi a pertencente ao município de Mâncio Lima, localizado a aproximadamente 650 km da capital Rio Branco.

A totalização foi encerrada em 21 estados e no Distrito Federal ainda ontem, dia do segundo turno das Eleições 2010. Além do Acre, finalizaram a apuração dos votos nas primeiras horas de hoje outros quatro estados: Bahia (00:47), Minas Gerais (00:17), Piauí (1:05) e São Paulo (1:46).

Com o encerramento da apuração nesta segunda-feira, o resultado da eleição presidencial foi o seguinte: Dilma Rousseff (PT) obteve 55.725.529 votos válidos (56%) e José Serra 43.711.388 votos (44%). 2.452.597 eleitores (2,3 %) votaram em branco e 4.689.428 (4,4 %) nulo. A abstenção ficou em 21,5%, o que corresponde a 29.197.152 eleitores.

Neste domingo, às 20:04, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, anunciou à imprensa que a candidata Dilma Rousseff (PT) estava matematicamente eleita presidente do Brasil, com 55,39% dos votos válidos, considerada a totalização de 92,23% das urnas. De acordo com o presidente, o boletim com este resultado foi gerado às 20h04.

O resultado da eleição pode ser conferido no sistema de “Divulgação de Resultados das Eleições 2010”, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTE ELEITA - DILMA ROUSSEFF

Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

•Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.

•Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.

•Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.

•Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.

•Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.

É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.

Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.

Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.

Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredí-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.

Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada.

GOVERNADORES ELEITOS EM 2010

Acre      PT      Tião Viana             170202

Alagoas PSDB Teotonio Vilela       705403

Amapá   PSB   Camilo Capiberibe 170067

Amazonas PMN Omar Aziz           943955

Bahia       PT       Wagner             4101270

Ceará     PSB     Cid Gomes        2436940

Distrito Federal   PT       Agnelo     875612

Espírito Santo PSB Renato Casagrande 1502070

Goiás      PSDB     Marconi Perillo        1551132

Maranhão    PMDB     Roseana            1459792

Mato Grosso PMDB  Silval Barbosa       759805

Mato Grosso do Sul PMDB Andre Puccinelli 704407

Minas Gerais    PSDB    Antonio Anastasia  6275520

Paraná         PSDB   Beto Richa                  3039774

Paraíba      PSB     Ricardo Coutinho           1079164

Pará     PSDB       Simao Jatene                   1857123

Pernambuco     PSB    Eduardo Campos      3450874

Piauí       PSB          Wilson Martins                911656

Rio de Janeiro   PMDB  Sergio Cabral          5217972

Rio Grande do Norte  DEM  Rosalba Ciarlini  813813

Rio Grande do Sul    PT    Tarso Genro        3416460

Rondônia    PMDB    Confucio Moura            422707

Roraima     PSDB           Anchieta                   107215

Santa Catarina   DEM   Raimundo Colombo  1815304

Sergipe           PT         Deda                           537223

São Paulo      PSDB        Geraldo Alckmin   11519314

Tocantins   PSDB    Siqueira Campos               349592

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

QUOCIENTE ELEITORAL - NÚMERO DE VAGA POR PARTIDO - COMO FUNCIONA?

O quociente eleitoral é resultado da divisão do número de votos válidos pelo total de lugares em disputa.

Feito o cálculo do quociente eleitoral, é realizado o cálculo do quociente partidário, que vai dizer a quantidade de cadeiras que cada partido ou coligação vai ter.

Para chegar ao quociente partidário, divide-se o número de votos de partido ou coligação pelo quociente eleitoral.

Quanto mais votos as legendas conseguirem, maior será o número de cadeiras destinados a elas.

As cadeiras devem ser preenchidas pelos candidatos mais votados do partido ou coligação, até o número apontado pelo quociente partidário.

DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS - RIO DE JANEIRO - ALTERAÇÃO PELO TRE

TRE-RJ altera lista dos deputados estaduais eleitos após retotalizar votos

O deferimento do registro de candidatura Claudiocis Francisco da Silva, o Claudiocis das Ambulâncias (PSL) levou o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) a alterar a listagem dos eleitos para as 70 vagas de deputado estadual.

Os votos de Caludiocis deveriam ser provisoriamente contabilizados até a decisão definitiva do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Por equívoco, o registro do candidato foi lançado no sistema como "indeferido com recurso", ao invés de "deferido com recurso".

Isso fez com que os votos fossem provisoriamente anulados e totalizados à parte, até que o TSE julgue o recurso. O PSL identificou o problema e pediu para que os votos do candidato fossem retotalizados, o que modificou o quociente partidário do PSL e o quociente eleitoral.

O PSL ganhou o direito a mais uma vaga a deputado estadual com o aumento do quociente partidário. A vaga foi preenchida por Átila Nunes, que obteve 21.366 votos.

Até então, quem ocuparia a cadeira seria Rogério Cabral (PSB), que obteve 43.215 votos e havia entrado pela média alcançada pela coligação PSB/PMN.

Caso o registro de candidatura de Claudiocis das Ambulâncias seja rejeitado definitivamente pelo TSE, os 10.284 votos do candidato serão anulados, o que obrigará o TRE-RJ a uma nova retotalização.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

EM CARTA A RELIGIOSOS, DILMA DIZ SER CONTRA O ABORTO E DEFENDE A FAMÍLIA

Pressionada pelos segmentos religiosos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, assinou uma carta em que afirma ser "pessoalmente contra o aborto".

O documento não cita diretamente a polêmica em torno da união civil entre homossexuais e opta por compromissos genéricos em relação a outros temas-tabus sustentando que, se eleita, não pretende promover "nenhuma iniciativa que afronte à família".

Na carta, Dilma afirma que se o projeto que criminaliza a homofobia, o chamado PLC 122, for aprovado no Senado, o "texto será sancionado nos artigos que não violem liberdade de crença, culto e expressão". O temor dos cristãos é que o projeto impeça sermões e pregações contra homossexuais.

Em relação ao aborto, Dilma afirma que não partirá dela nenhuma iniciativa para legalizar o procedimento e que ela defenderá "a manutenção da legislação atual sobre o assunto", que só permite a prática em casos de estupro e risco de morte para a mãe.

Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática --o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista "Marie Claire".

Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.

Sobre o PNDH 3 (3º Plano Nacional de Direitos Humanos), que causou polêmica por tratar do aborto, legalização da prostituição e defender que hospitais conveniados ao SUS façam operação de mudança de sexo, entre outros pontos, Dilma diz que o programa é uma "ampla carta de intenções" e que está sendo revisto. Dilma diz ainda que a família será o foco de seu eventual governo e que defende a liberdade religiosa.

A redação da carta é uma saída para evitar desgastes para a petista que foi cobrada por religiosos para se declarar contra o casamento homossexual, a adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo, além da regulamentação da função de profissionais do sexo.

A carta é uma tentativa de minimizar os boatos que circulam contra a candidata nos templos e igrejas e foram apontados como um dos fatores que provocaram o segundo turno. No meio religioso, rumores associaram seu nome a descriminalização do aborto e a uma fala, que ela não disse, de que nem Jesus Cristo tiraria dela a vitória.

"Com estes esclarecimentos, espero contar com vocês para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada. Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós", afirma a candidata.

O documento foi encaminhado a lideranças evangélicas e está sendo repassado por e-mail a fiéis. A carta será impressa em forma de um panfleto que será distribuída em cultos e missas.

Reprodução


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

GAROTINHO EXIGE REVOGAÇÃO DO PNDH 3 PARA APOIAR DILMA ROUSSEFF


Garotinho diz que nem em casa consegue pedir votos para a petista.

Deputado federal eleito com a maior votação no Rio, o ex-governador Anthony Garotinho (PR) condicionou seu apoio à candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, à revogação imediata, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do decreto que instituiu o PNDH 3 (Plano Nacional de Direitos Humanos).

Evangélico, da denominação pentecostal Assembleia de Deus, Garotinho diz que a questão do aborto, que surgiu fortemente na campanha eleitoral, não é o único problema do Plano. "O PNDH 3 ainda propõe a legalização da prostituição e obriga os hospitais conveniados ao SUS a fazer operação de mudança de sexo, sob pena de perder o convênio. Os hospitais não têm remédio e nem médico. É um absurdo esse tipo de exigência", disse Garotinho.

O ex-governador estima ter recebido 500 mil dos seus 695 mil votos de eleitores evangélicos e diz que nem em casa consegue pedir votos para a petista. "Princípio não se negocia. Fui seguramente o deputado mais votado entre os evangélicos, mas tenho dificuldades até dentro de casa. Meus filhos, por exemplo, votaram na Marina (Silva, do PV)", disse o líder do PR, partido que, graças em grande parte à sua votação, elegeu oito deputados federais no Estado do Rio.

Em favor de Dilma, os deputados federais reeleitos Eduardo Cunha (PMDB) e Filipe Pereira (PSC), e o vice-presidente nacional do PSC, pastor Everaldo Dias, assumiram a defesa da petista durante culto na Assembleia de Deus de Madureira. Segundo eles, panfletos apócrifos eram distribuídos do lado de fora do templo associando a candidata ao movimento gay.

"Vou a todos os cultos que eu puder para esclarecer esse tipo de boataria. Todo mundo tem o direito de se posicionar. O que não pode é mentir. Isso é baixaria. Vou chamar a polícia quando tiver panfleto apócrifo", afirmou Cunha. O pastor Dias contou que está precisando convencer os fiéis de que Dilma jamais disse que nem Jesus Cristo tiraria sua vitória no primeiro turno

Já o pastor Silas Malafaia, líder do ministério Associação Vitória em Cristo, divulgou em seu site depoimento gravado em que declara voto no tucano e acusa Dilma e o PT de terem defendido abertamente a legalização do aborto e o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Segundo ele, a candidata e o partido dissimulam seus princípios para atrair os eleitores evangélicos.

"Nós evangélicos somos cidadãos, como os católicos, e temos direito de opinar e o direito de interferir (no processo eleitoral), sim senhor", disse Malafaia com veemência. "Quem tem a competência para dirigir esse País? Para mim, é pessoal, é meu voto, eu acredito que é o Serra. A Dilma merece o meu respeito, mas para mim Serra é o mais preparado para dirigir essa nação", disse o pastor.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Líderes evangélicos cobram de Dilma 'carta à nação' sobre temas polêmicos

Em meio à polêmica sobre a descriminalização do aborto na corrida presidencial, líderes evangélicos cobraram nesta quarta-feira que a candidata do PT, Dilma Rousseff, apresente uma "carta aberta à nação" com compromissos firmes contra temas-tabus para os religiosos.

O apelo é para que Dilma seja mais contundente em relação ao aborto, casamento homossexual, adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo e liberdade religiosa.

Alguns líderes religiosos chegaram a garantir que, se eleita, ela vetará qualquer iniciativa que afronte algumas dessas pautas.

A sugestão foi apresentada hoje durante um encontro da candidata com 51 representantes dos segmentos evangélicos. "Falar mal é fácil. Para falar bem você precisa de argumentação. [...] O problema é que estamos perdendo a guerra por falta de contundência", disse o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que nos últimos dias visitou 12 templos defendendo o voto em Dilma.

No discurso aos aliados, Dilma pediu o empenho das bases à sua campanha e, segundo relatos, teria repetido ser contra o aborto. No início de sua intervenção, a candidata declarou precisar primeiro da ajuda de Deus e dos votos cristãos para ganhar.

A avaliação dos aliados é de que é preciso executar ações de mídia para rebater os boatos que circulam nos segmentos religiosos contra a candidata. Após a reunião, políticos e líderes evangélicos gravaram depoimentos para serem usados na propaganda eleitoral.

"Ela não vai encaminhar nem sancionar qualquer coisa que ofenda os direitos religiosos, que descriminalize o aborto ou que promova o casamento homossexual", afirmou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

Dilma deixou o encontro sem falar com a imprensa.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/813929-lideres-evangelicos-cobram-de-dilma-carta-a-nacao-sobre-temas-polemicos.shtml

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

ABORTO X PRESIDENCIÁVEIS

DECLARAÇÕES SOBRE ABORTO

DILMA ROUSSEFF

Em 2007, quando ocupava o cargo de ministra-chefe da Casa Civil, Dilma afirmou em sabatina no jornal "Folha de S.Paulo" que era um “absurdo” que o Brasil não houvesse descriminalizado o aborto. Em maio de 2010, questionada pela revista "IstoÉ", defendeu o amparo do estado "para quem estiver em condições de fazer o aborto, ou querendo fazer o aborto ou precisando". Quatro meses depois, em debate promovido por televisões católicas, disse que não sabe se acha necessário ampliar os casos em que a lei já permite o aborto.

4 de outubro de 2007 - “Olha, eu acho que tem que haver a descriminalização do aborto. Hoje, no Brasil, isso é um absurdo que não haja a descriminalização.”

- Em sabatina à Folha de S. Paulo

Abril de 2009 - “Abortar não é fácil para mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos. Existem várias divisões no país por causa dessa confusão, entre o que é foro íntimo e o que é política pública. O presidente é um homem religioso e, mesmo assim, se recusa a tratar o aborto como uma questão que não seja de saúde pública. Como saúde pública, achamos que tem de ser praticado em condições de legalidade.”

- Revista Marie Claire

7 de maio de 2010 - “Eu duvido que alguma mulher (...) defenda e ache o aborto uma maravilha. O aborto é uma agressão ao corpo. Além de ser uma agressão, dói, além de doer, imagino que a pessoa saía de lá muito baqueada. Eu não tive de fazer aborto porque eu tive de, na vida eu tive um problema, depois que minha filha nasceu eu tive uma gravidez tubária. Então eu não podia ter filho. Antes disso, eu não cheguei nunca a engravidar, só uma vez que eu perdi o filho por razões normais. Tive uma hemorragia. (Jornalista pergunta: “Foi logo no ínício da gravidez?”) Foi logo no inicinho da gravidez, não teve maiores efeitos físico não. (Jornalista pergunta: “Mas isso foi antes da sua filha nascer?”) Antes da minha filha nascer. Tanto é que eu fiquei com muito medo quando minha filha nasceu, de perder. Mas, todas minhas amigas que vi passar por experiência assim entraram chorando e saíram chorando." (Jornalista pergunta: “A senhora é contra criminalizar isso?”) "Eu acho que, o aborto, do ponto de vista de um governo, é uma questão não é de foro íntimo, é uma questão de saúde pública. E que você não pode hoje segregar mulheres e deixar que certos métodos, que hoje são encontrados na população de mais baixa renda, você vê uma porção de gente, principalmente nos grupos de mulheres você vê essa conversa muito forte... O uso da tal das agulhas de tricô, aquelas compridas, o uso de chás absurdos, o uso de métodos absolutamente medievais... Enquanto isso segmentos, há uma certa falsidade social, que as mulheres de mais alta renda vão para hospitais, clínicas privadas ou qualquer coisa assim e lá fazem o aborto. Então acho que, do ponto de vista de um governo, não é uma questão e não pode ser tratada como questão de foro íntimo. É uma questão necessariamente de saúde pública e tem de ser seriamente conduzida desse jeito." (Jornalista pergunta: Como a senhora vê um ex-ministro da Saúde se posicionando tão veementemente contra o aborto?) "Contra? Mas contra em que nível? No pessoal dele ou no atendimento a uma pessoa a uma pessoa que está tendo um... Porque tem que distinguir isso. Não estou discutindo aqui a posição individual de ninguém e acho estranhíssimo alguém falar assim: ‘eu acho que o aborto é ótimo’. Eu olho com... Porque não é. Você entende. É bom falar isso se não é seu corpo. Agora, uma coisa é isso. Outra coisa é enfrentar a realidade que existe. E a realidade que existe é essa que eu estou dizendo: uma parte da população não tem acesso a esse serviço." (Jornalista pergunta: “A senhora é legalmente a favor de uma legislação que não criminalize o aborto?) "Que obrigue a ter tratamento para as pessoas para não correr risco de vida igual os países desenvolvidos do mundo inteiro.” (Jornalista pergunta: “Tratamento pós-aborto, não? Ou atendimento público para quem quer abortar?). “Para quem estiver em condições de fazer o aborto, ou querendo fazer o aborto ou precisando. Acho que tem que ser tratado com uma questão de saúde pública.” (Jornalista pergunta: E a posição da Igreja Católica?) "Eu entendo perfeitamente, acho que ela, a Igreja Católica, vivemos em uma democracia, tem absoluto direito de externar sua posição.”

- Revista IstoÉ

(Observação: este trecho não está publicado na íntegra na revista, mas o áudio estava disponível nesta quinta-feira, 7, e o G1 fez a transcrição.)

12 de maio - “Aborto é uma coisa que nenhuma mulher defende, ninguém fala ‘eu quero fazer aborto’. Não é uma questão de foro íntimo, meu seu, da igreja, de quem quer que seja. É algo que eu acredito que é política de saúde pública. Acho que a legislação brasileira nesse ponto é muito clara.”

- Painel RBS

1º de outubro - “Nunca escondi que acho que a questão do tratamento das mulheres, principalmente das milhares de mulheres pobres que recorrem ao aborto, não é uma questão de polícia, é de saúde pública.”

- Entrevista coletiva no Rio de Janeiro

24 de setembro - “Eu também tenho uma posição clara em defesa da vida. Nós seres humanos temos que respeitar, temos que honrar e sobretudo temos que perceber a dimensão transcendente dela. Por isso, eu não acredito que mulher alguma seja favorável ao aborto. O aborto é uma violência contra a mulher. Eu pessoalmente, não sou favorável ao aborto. Como presidente da República, eu terei, se eleita, que tratar da questão das milhares de mulheres pobres desse país que usam métodos absolutamente, eu diria assim, bárbaros, e que correm sistematicamente risco de vida. Elas tem que ser protegidas. E é nesse sentido que eu falei sempre que isso é uma questão de saúde pública. Não é uma questão que pode confundir-se com a minha opção por um processo de favorecimento do aborto. Não acho que isso resulte em nenhum benefício para a sociedade. Agora, considero também que a legislação vigente já prevê os casos em que o aborto é factível e eu não sei se acho que seria necessário ampliar esses casos. Não vejo muito sentido.”

- Debate na CNBB/Rede Vida

29 de setembro - “Sou a favor da valorização da vida. Eu já disse no debate da CNBB que sou pessoalmente contra o aborto. É uma violência contra a mulher”

- Após encontro com religiosos

7 de outubro - "Eu sou contra o aborto porque o aborto é uma violência contra a mulher. Não acho que nenhuma mulher seja a favor do aborto. Como presidente da República, eu tenho de encarar o fato que há milhares de jovens, de adolescentes, que, diante do aborto, desprotegidas, fazem e adotam práticas, por que elas estão abandonadas"

- Em entrevista coletiva em Belo Horizonte

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JOSÉ SERRA

Quando ocupava o Ministério da Saúde em 1998, assinou norma técnica que orienta método de aborto em casos de estupro. Em sabatina realizada pela "Folha de S.Paulo" em 2002, lembrou que foi “muito atacado por isso”. Na pré-campanha, em maio de 2010, voltou a se dizer contrário ao aborto e admitiu a possibilidade de que deputados possam propor a mudança. Durante a campanha, posicionou-se contrário ao aborto.

Novembro de 1998 - “O braço executivo das ações de saúde é formado pelos Estados e municípios. É a eles que o Ministério da Saúde oferece subsídios para medidas que assegurem a essas mulheres (vítimas de violência) a harmonia necessária para prosseguirem, com dignidade, suas vidas.”

- Na introdução da Norma Técnica do Ministério da Saúde sobre procedimentos adotados para aborto em casos de estupro (nesses casos, o aborto é permitido por lei)

16 de agosto de 2002 - “No caso de estupro, o Ministério da Saúde até regulamentou a, digamos, o aborto que é permitido por lei. Eu fui muito atacado por isso, defendendo a generalização do aborto, os abusos, etc. Agora se me pergunta sou a favor do aborto, não.”

- Em sabatina à Folha de S. Paulo

10 de maio de 2007 - “Ninguém pode ser a favor do aborto, mas essa é uma questão que ainda vai ser debatida no Brasil.”

- Após recepção para Bento XVI no Palácio dos Bandeirantes

13 maio de 2010 - “Eu não sou a favor do aborto. Não sou a favor de mexer na legislação. Agora, qualquer deputado pode fazer isso. Como governo, eu não vou tomar essa iniciativa.”

- Em entrevista após Programa do Ratinho, do SBT

21 junho - “Eu não mexeria na atual legislação. (...) Eu pessoalmente acho o aborto uma coisa terrível, mas independentemente disso, em um país como o nosso, hoje, nas condições atuais, isso liberaria coisa de uma verdadeira carnificina. ”

- Em Sabatina à Folha de S. Paulo

6 de outubro - “Nunca disse que sou contra o aborto porque eu sou a favor, ou melhor, nunca disse que sou a favor, porque eu sou contra. Tenho amigos que me acham atrasado, mas tenho meus valores históricos sobre isso e sou contra.”

- Em entrevista coletiva em Brasília, na qual ele iniciou a frase com a afirmação em um sentido e depois esclareceu sua posição

7 de outubro - "O que está em questão agora nessa campanha não é apenas ser contra ou a favor. É a mentira. Quem é a favor , de repente diz que é contra por motivos eleitorais. Isso está errado. Acho que cada um tem suas crenças e a gente deve respeitar a crença das pessoas. Agora, a questão é dizer a verdade. Eu sempre disse isso há muitos anos, todos conhecem minha posição a esse respeito"

- Em entrevista coletiva em São Paulo

FONTE: G1

RELATORA DO PLC 122/06 NÃO SE REELEGE



A senadora Fátima Cleide, relatora do PLC 122/06, não se reelegeu ao Senado. Embora os líderes do movimento homossexual tenham feito aguerrida campanha em seu favor, ela obteve 16,05% dos votos, a metade do segundo colocado. Soube que a senadora buscou apresentar-se durante a campanha como defensora dos princípios cristãos, mas o povo de Rondônia não enguliu o discurso e mandou-a de volta para casa pelas posições claramente assumidas em favor da agenda gay.

Fátima Cleide colheu o que plantou. Sua derrota demonstra que o povo cristão está cada vez mais atento ao trabalho dos legisladores nas casas legislativas. Não custa lembrar que a senadora agora derrotada fez uso de todos os meios possíveis para aprovar a famigerada lei, forçando, inclusive, a sua entrada em pauta numa madrugada com a presença de poucos senadores no plenário. Queria aprová-la na calada da noite. Por pouco conseguiu o seu intento.

Certamente a derrota de Fátima Cleide dificultará a tramitação do PLC 122/06 no Senado. Mas todos os que estamos na trincheira da resistência não abriremos a guarda, pois os estrategistas que querem impor sobre o brasileiro o ¨delito de opinião¨, coisa inexistente como figura jurídica, buscarão outras formas para forçar a sua aprovação.

Fonte: Blog Geremias do Couto

NOMES TRADICIONAIS DA POLÍTICA BRASILEIRA DEIXARÃO O SENADO EM 2011

Nomes tradicionais da política brasileira como Marco Maciel (DEM), Tasso Jereissati (PSDB), Heráclito Fortes (DEM), Aloízio Mercadante (PT) e Arthur Virgílio (PSDB), entre outros, deixarão o Senado a partir de fevereiro de 2011, já que não se reelegeram nesse domingo, 3. No caso de Mercadante, ele disputou o governo de São Paulo e perdeu em primeiro turno para Geraldo Alckmin (PSDB).

Maciel, por exemplo, foi eleito senador pela primeira vez em 1983. O parlamentar, oriundo da Arena, participou ativamente do processo de redemocratização do país e ocupou cargos importantes nesse período como ministro do governo Sarney e vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) por dois mandatos.

Os tucanos Arthur Virgílio e Tasso Jereissati, que tentaram a reeleição ao Senado, foram nos oito anos de governo Lula alguns dos mais combativos parlamentares de oposição. Ambos participaram de articulações de votação de temas importantes no Senado, como a derrubada da Contribuição sobre a Movimentação Financeira (CPMF).

O Senado também perderá parlamentares importantes da base governista, que deixaram seus mandatos para concorrer a governos estaduais, como Aloízio Mercadante (PT-SP), Ideli Salvatti (PT-SC) e Hélio Costa (PMDB-MG). Mercadante é o atual líder do partido e já ocupou a liderança do governo na Casa.

Salvatti, por sua vez, era líder do governo no Congresso, responsável pela articulação para aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), no primeiro semestre. Caso permaneça no cargo ao retornar para o fim de mandato, terá como missão negociar a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (LOA) para o próximo governo.

O candidato derrotado ao governo de Minas, Hélio Costa (PMDB-MG), é outro senador que ocupou cargos estratégicos no governo Lula. Foi, por exemplo, ministro das Comunicações, quando coordenou a implantação do sistema de sinal digital no país.

Em contrapartida, o Senado ganha nomes importantes na nova legislatura e terá a representação de três ex-presidentes: José Sarney (PMDB-AP), Fernando Collor (PTB-AL) e Itamar Franco (PPS-MG). Também foram eleitos nomes de peso como Aécio Neves (PSDB), ex-governador de Minas Gerais e ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Outros ex-governadores que assumirão vagas no Senado são Roberto Requião (PMDB-PR), Eduardo Braga (PMDB-AM), Blairo Maggi (PR-MT), Marcelo Miranda (PMDB-TO), Jorge Viana (PT-AC) e Ivo Cassol (PP-RO).

Outro nome importante na renovação do Senado é o de Marta Suplicy (PT-SP), ex-prefeita de São Paulo. No início do segundo mandato, Marta foi ministra do Turismo do governo Lula. Ela deixou o primeiro escalão do governo para disputar, em 2008, a prefeitura de São Paulo, quando perdeu para Gilberto Kassab (DEM).

Data: 4/10/2010

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 5 de outubro de 2010

DILMA ARMA OFENSIVA PARA ATRAIR VOTO DOS CRISTÃO NO SEGUNDO TURNO

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, vai se aproximar mais dos cristãos no segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto, visitando igrejas e templos evangélicos, e partirá para o confronto político com o adversário do PSDB, José Serra, auxiliada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nova estratégia, aprovada por Lula, foi acertada ontem em reunião da candidata do PT à Presidência com coordenadores de sua campanha.

Mais tarde, Dilma se reuniu com governadores e senadores eleitos da base aliada em um hotel de Brasília. Foi um ato para mostrar unidade em torno de sua campanha. A portas fechadas, a candidata do PT pediu a todos que a ajudem a combater a "tática de guerrilha" que circula na internet contra ela.

Na avaliação do comando da campanha, Dilma perdeu votos para Marina Silva (PV), evangélica, por conta da polêmica em torno da legalização do aborto.

"Vamos disputar palmo a palmo, a partir de agora, todos os fatos e versões", avisou a candidata, na reunião com os eleitos. Sem citar o nome de Serra, ela disse que a oposição vai querer transformar o segundo turno em uma batalha entre éticos e não éticos. "Eu não vou aceitar isso", afirmou Dilma, aplaudida pelos aliados. "Tenho 25 anos de vida pública e nunca tive nenhum processo. Esse vale-tudo não é para nós e não vamos entrar nessa baixaria."

Nove governadores e 20 senadores eleitos gravaram mensagens para a propaganda de TV da petista. O horário eleitoral gratuito - agora apenas com Serra e Dilma - recomeça amanhã.

FONTE: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PT ESTUDA TIRAR O ABORTO DE PROGRAMA PARA ESTANCAR A QUEDA DE DILMA ENTRE OS RELIGIOSOS

Acuado pela perda de votos de evangélicos na reta final do primeiro turno, o PT ensaia deixar de lado a defesa programática da descriminalização do aborto e já planeja retirar a proposta do programa do partido, aprovado em congresso.

A medida deve ser discutida em reunião da Executiva do PT, como forma de responder aos rumores contra a candidata à Presidência, Dilma Rousseff, apontados como o principal motivo para o crescimento de Marina Silva (PV), contrária à legalização do aborto, e a consequente ida da disputa presidencial ao segundo turno.

O primeiro contra-ataque partiu do secretário de Comunicação do PT, André Vargas. "O Brasil verdadeiramente cristão não votará em quem introduziu a pílula do dia seguinte, que na prática estimula milhões de abortos: Serra", disse em seu Twitter.

A pílula do dia seguinte é um dos métodos contraceptivos criticado pela Igreja Católica e distribuída pelo Ministério de Saúde. Diferentemente do que Vargas sugere, sua adoção foi decidida antes de o tucano José Serra, rival de Dilma no segundo turno, ser titular da pasta.

O secretário de Comunicação do PT defende ainda o isolamento da ala do partido pró-legalização. "Agora é hora de envolver mais dirigentes na campanha. Foi um erro ser pautado internamente por algumas feministas. Eu e outros fomos contra".

Um dos coordenadores da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, reconhece que a resolução do PT, pró-descriminalização do aborto, não é unânime no partido e não é a posição de Dilma.

Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática --o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista "Marie Claire".

Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.

O tema se tornou tão incômodo que ontem, ao "Jornal Nacional", Dilma o citou mesmo sem ter sido questionada (ela teve um minuto e meio para "dar uma mensagem aos eleitores").

"Eu tenho uma proposta de valores. Um princípio nosso de valorizar a vida em todas as suas dimensões".

A senadora eleita Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a defesa da descriminalização do aborto pode até ser defendida por algumas alas do partido, mas pode "custar a Presidência da República".

Já o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), puxador de votos evangélicos, disse que chegou a perder votos porque defendia Dilma, que "erroneamente" era associada a afirmações anticristãs.

Além do PT, o PMDB também defende uma ação para combater a associação de Dilma ao tema aborto, que virou onda de e-mails e comentários em meios religiosos.

Os peemedebistas querem que a candidata divulgue, enfim, um programa de governo deixando claro ser contra a legalização.

Ontem, Dilma reconheceu que a campanha percebeu muito tarde a onda associando seu nome ao tema do aborto e a uma fala, que ela não disse, de que nem Jesus Cristo tiraria dela a vitória.

Sobre a presença do presidente Lula na campanha, Dilma não precisou seu papel. "O presidente Lula a gente não pode falar em dose, ele não é o remédio é solução", disse.

SENADORES EVANGÉLICOS ELEITOS EM 2010

Espirito Santo
  1. Magno Malta
Rio de Janeiro
  1. Marcelo Crivela
Bahia
  1. Walter Pinheiro

BANCADA EVANGÉLICA - 2011-2014 (DEPUTADOS FEDERAIS)

A Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional para o período 2011-2014 - nova legislatura -  deve chegar a casa dos 30 parlamentares.

Na legislatura de 2003-2006, ocorreu o recorde de deputados federais assembleianos eleitos: 22.

Na legislatura seguinte (2007-2010), esse número caiu drasticamente para 5 deputados federais.

Abaixo, veja a lista dos deputados federais evangélicos com eleição confirmada até às 7h da manhã do dia 04 de outubro, segundo dados do TSE.

Na lista, não constam os candidatos eleitos ligados à Igreja Universal, e que divergem em algumas questões defendidas pela Frente Parlamentar Evangélica. (O Bispo Macedo, infelizmente, defende o aborto)

O destaque da Universal, mais uma vez, foi o senador Marcelo Crivella, reeleito senador como segundo mais votado no Rio de Janeiro, com 3.332.886 votos.

Fora da Universal, outro destaque no Senado é o Senador Magno Malta - PR, Reeleito pelo Estado do Espírito Santo

Evangélicos com eleição confirmada para deputados federais para legislatura 2011-2014:

São Paulo -
  1. Marco Feliciano (12º - 211.803 votos);
  2. Paulo Freire (24º, 161.083 votos);
  3. Missionário José Olimpo (26º)
  4. Newton Lima (55º, 110.205 votos);
  5. Marcelo Aguiar (57º).
Rio de Janeiro -
  1. Garotinho (1º);
  2. Eduardo Cunha (5º);
  3. Arolde de Oliveira (13º);
  4. Filipe Pereira (14º);
  5. Benedita (30º);
  6. Washington Reis (9º), 138.811 votos);
  7. Liliam Sá (43º),
  8. Áureo (44º)
Espírito Santo -
  1. Lauriete (8º, com 69.918 votos)
Distrito Federal -
  1. Ronaldo Fonseca (7º, 67.920)
Goiás -
  1. João Campos (7º, 135.968 votos)
Pará -
  1. Zequinha Marinho (7º, 147.429 votos)
Pernambuco -
  1. Pastor Francisco Eurico (5º, 185.870 votos)
Paraná -
  1. Takayama (14º, 109.895 votos);
  2. André Zacharow (20º)
Amazonas -
  1. Silas Câmara (4º, 126.688 votos)
Sergipe -
  1. Pastor Heleno (6º)
Rondônia -
  1. Nilton Capixaba (3º, 32.016 votos)
Paraná -
  1. Edmar Arruda - PSC
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Oremos para que este Grupo possa honrar a Deus e a procuração que receberam do povo evangélico e que possam representá-los com a dignidade esperada de um(a) servo(a) de Deus.
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Fonte: Creio.com.br - (com correções - Deputado Áureo do Rio de Janeiro - Igreja Metodista)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

SENADORES ELEITOS - 2010


Conheça os eleitos e os respectivos partidos:

AC
Jorge Viana (PT)
Petecão (PMN)

AL
Benedito de Lira (PP)
Renan (PMDB)

AM
Eduardo Braga (PMDB)
Vanessa Grazziotin (PC do B)

AP
Randolfe (PSOL)
Gilvam Borges (PMDB)

BA
Walter Pinheiro (PT)
Lídice (PSB)

CE
Eunício (PMDB)
Pimentel (PT)

DF
Cristovam Buarque (PDT)
Rollemberg (PSB)

ES
Ricardo Ferraço (PMDB)
Magno Malta (PR)

GO
Demóstenes Torres (DEM)
Lúcia Vânia (PSDB)

MA
Lobão (PMDB)
João Alberto (PMDB)

MG
Aécio Neves (PSDB)
Itamar Franco (PPS)

MS
Delcídio (PT)
Moka (PMDB)

MT
Blairo Maggi (PR)
Pedro Taques (PDT)

PA
Flexa Ribeiro (PSDB)
Marinor Brito (PSOL)

PB
Vitalzinho (PMDB)
Wilson Santiago (PMDB)

PE
Armando Monteiro (PTB)
Humberto Costa (PT)

PI
Wellington Dias (PT)
Ciro Nogueira (PP)

PR
Gleisi (PT)
Requião (PMDB)

RJ
Lindberg (PT)
Marcelo Crivella (PRB)

RN
Garibaldi Alves Filho (PMDB)
José Agripino (DEM)

RO
Valdir Raupp (PMDB)
Ivo Cassol (PP)

RR
Romero Jucá (PMDB)
Angela Portela (PT)

RS
Paim (PT)
Ana Amélia Lemos (PP)

SC
Luiz Henrique da Silveira (PMDB)
Paulo Bauer (PSDB)

SE
Eduardo Amorim (PSC)
Valadares (PSB)

SP
Aloysio Nunes (PSDB)
Marta Suplicy (PT)

TO
João Ribeiro (PR)
Marcelo Miranda (PMDB)