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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

FRANCISCA MARTINS GARCIA – UMA SERVA DE DEUS!


Há muito tempo atrás, exatamente no dia 01 de novembro de 1932, nasceu, numa pequena cidade do interior de São Paulo, no Rio Manso, Vila dos Remédios, uma linda menina, que seus pais “Francisco e Maria” lhe deram o nome de FRANCISCA.

Ela foi crescendo em graça e sabedoria, seguindo os passos de Jesus. Participava de uma pequena Igreja da Vila dos Remédios, junto com seus pais e irmãos. Andavam léguas para chegarem à Igreja. Eram seguidores fiéis!

Nos trabalhos de casa sempre ajudava os pais, levando almoço na roça. Ajudava na secagem de arroz e na colheita dos frutos que seu pai plantava na terra onde moravam.

Com 16 anos de idade conheceu um jovem chamado Paulo e em pouco tempo namoraram e se casaram. Vieram para Barra Mansa, sendo um dos primeiros moradores do bairro São Pedro.

Em São Pedro, foram, juntamente com outras pessoas da comunidade, fundadores da Igreja Metodista, naquele bairro.

Desta união, nasceram 12 filhos e mais tarde acolheu mais uma criança em seu lar. A família foi aumentando e hoje (Novembro de 2012) tem 19 netos, 8 bisnetos e uma tataraneta.

Francisca completaria, dia 1º de novembro de 2012, 80 anos de idade, mas aprouve ao Senhor Deus, dono da vida, recebe-la no Lar Celestial no dia 25 de Outubro de 2012, no entanto, deixou para família e comunidade, um exemplo de excelente Serva de Deus, esposa, mãe, sogra, avó e amiga.

No dia 26 de outubro, às 09:00hs, por ocasião do Culto Fúnebre de gratidão pela vida da amada irmã Francisca, sua filha, em nome de toda família (filhos, netos, bisneto e tataraneta), leu esta linda mensagem, encerrando com a seguinte expressão:

“Mãe, a senhora é uma verdadeira mãe no sentido amplo da palavra, AMOR”! Nós te amamos.

O ofício teve a presença de diversos pastores, representante do Bispo Paulo Lockmann, parentes, amigos e comunidade Metodista e Católica.

No final o Pr. Ednaldo Breves, que teve o privilégio de pastorear a amada irmão Francisca por 15 anos, leu uma mensagem aos Presentes, contida em “No Cenáculo” que fala acerca da Volta ao Lar Celestial, que diz:



VOLTA AO LAR CELESTIAL
Aquele que me ama será amado por meu Pai. ? João 14.21

Uma sensação de náusea no estômago, a boca seca e as mãos suadas evidenciavam meu nervosismo quando o carro do meu namorado se aproximou da casa. Ele me levava para conhecer seus pais, e eu não tinha certeza de como seria recebida. Receava não ser a nora que eles esperavam, a esposa que eles sabiam que seu filho merecia. A presença dele ao meu lado representava minha esperança de que sua família me amasse apenas porque ele amava.

Antes mesmo que eu abrisse a porta do carro, o pai de Jim já estava na calçada, esperando por nós. Meus temores logo se acalmaram diante do grande sorriso em seu rosto, seu beijo em minha bochecha e o conforto de seu abraço. Fui aceita com base no meu relacionamento com seu filho.

Muitos de nós nos preocupamos com a recepção que teremos ao chegar à porta de Deus. Sabemos que não somos bons o bastante para estar lá. Somos indignos de estar na presença de Deus. Mas não estaremos ali sozinhos. Nossa recepção às portas do céu depende apenas do nosso relacionamento com Seu Filho, Jesus Cristo. Posso ficar descansada. A maravilhosa acolhida que recebi de meu sogro é apenas uma antecipação do que receberei, algum dia, de meu Pai que está no céu. Afinal de contas, Deus enviou Seu filho para me trazer para casa.

Oração: Ó Deus, nós Te agradecemos pela certeza do Teu amor e aceitação por meio de nosso relacionamento com Teu Filho, Jesus. No nome dEle oramos. Amém.

Pensamento para o dia: Quem ama o Filho de Deus terá dEle uma alegre recepção.

Elaine L. Bridge (Ohio, EUA)

Fica aqui a nossa gratidão a Deus pela vida e família de nossa amada irmã Francisca Martins Garcia !!!

IGREJA METODISTA EM SÃO PEDRO
Rev. Ednaldo Breves
  

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CONSOLIDAÇÃO DA PRESENÇA FEMININA NO PASTORADO LEVA À BUSCA POR NOVOS MODELOS DE LIDERANÇA

Por Vanessa Portella

Desde os tempos em que cabia às mulheres a exclusiva tarefa de ficar em casa, cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos, elas são maioria nas igrejas. Basta visitar um culto para se ter a impressão de que as mulheres são muito mais numerosas que os homens nas igrejas. Mas só há relativamente pouco tempo têm tido acesso ao local de mais destaque no templo: o púlpito. Ultimamente, o ministério feminino tem ganhado força, num mundo onde cada vez mais as mulheres se destacam. Em mais e mais igrejas evangélicas – tradicionais, pentecostais ou neopentecostais –, a figura das pastoras, diaconisas, presbíteras e até bispas já se tornou rotineira, situação bem diferente do que ocorria no passado, quando ao gênero feminino eram reservados cargos de menor visibilidade, como cuidar de crianças ou lecionar na Escola Dominical. A Igreja Evangélica brasileira chega à segunda década do século 21 com uma face mais feminina do que nunca.



Segundo as estatísticas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal), quase 60% dos crentes brasileiros são mulheres. E, embora ninguém goste de assumir qualquer discriminação, é fato notório que a membresia feminina demorou bastante para sair das posições eclesiásticas periféricas e conseguir ascender à liderança. Mas que fique claro que não foi uma transformação consciente, planejada – como acontece com a maioria das mudanças de natureza social, a revolução feminina evangélica é parte de um todo. “A Igreja passou a responder às necessidades da sociedade e essa mudança de paradigma se deu na medida em que a sociedade abriu-se para a liderança feminina nas mais diversas áreas”, diz o missionário Luis André Bruneto, coordenador de pesquisas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal).

O pesquisador situa tal metamorfose num passado recente. “Essa abertura à mulher ocorre nas décadas de 1970 e 80, e vai se refletir na Igreja principalmente nos anos 90, exatamente a época em que a Igreja brasileira mais se pulverizou e cresceu”, aponta. O surgimento de milhares de novas congregações evangélicas, fenômeno religioso contemporâneo no país, é uma explicação. “Isso se deu devido à necessidade de líderes que a própria Igreja possui”, acrescenta Bruneto. E as mulheres foram naturalmente pondo a mão no arado.

Agora, essa Igreja chega à segunda geração de líderes mulheres perguntando-se o que elas têm de melhor a oferecer. Embora, naturalmente, ainda haja muitas resistências à liderança de saias – e o Novo Testamento, de acordo com a ótica da interpretação, pode tanto legitimar como rejeitar o pastorado feminino –, diversas igrejas já se utilizam do trabalho das obreiras há bastante tempo. Denominações tradicionais como a Metodista e a Luterana adotam tradicionalmente o pastorado feminino, franqueando às mulheres até cargos de direção em suas organizações. Outras, como a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) – esta, de linha avivada –, têm nas suas origens a marcante presença feminina. Foi a canadense Aimee Mcpherson que fundou a organização, em 1923, nos Estados Unidos. Hoje, a Quadrangular está em mais de uma centena de países, inclusive no Brasil, onde é uma das dez maiores denominações evangélicas.

“Essa participação da mulher é ativa, fluente e expressiva”, concorda a coordenadora nacional das Mulheres Quadrangulares, Mara de Barros Flores. “Já está provado que temos a capacidade, o amor e a unção necessários para o crescimento da Igreja”. Ela acredita que as denominações que rejeitam a participação feminina efetiva em cargos de liderança estão perdendo tempo. “A ajuda feminina que é ativa, fluente e expressiva”. Na IEQ, mulheres atuam em todas as funções eclesiásticas, chegando a ocupar 50% do ministério. E não basta ser simplesmente casada com um pastor – a candidata ao púlpito precisa seguir os trâmites estatutários e ter o mesmo estudo e preparo dos colegas de terno. “Além, claro, do chamado, da vocação e da liderança necessárias para estar à frente de uma igreja como pastora titular.”

Sonia do Nascimento Palmeira, presidente da Confederação de Mulheres da Igreja Metodista do Brasil, cita o exemplo de Marta Watts, primeira missionária da denominação a chegar ao Brasil, para destacar a importância do protagonismo feminino na obra de Deus. A obreira, vinculada à Sociedade de Missões Estrangeiras das Mulheres da Igreja Episcopal do Sul nos Estados Unidos veio com a tarefa de educar crianças e moças. No mesmo ano, fundou o Colégio Piracicabano, em Piracicaba (SP), que hoje é conhecido como Centro Cultural Marta Watts. Criou ainda um colégio em Petrópolis (RJ) e outro em Belo Horizonte (MG), colaborando sempre com as mulheres para que tivessem acesso à educação num tempo em que este direito lhes era constantemente negado. A ênfase nestes estabelecimentos era “ministrar uma educação liberal às moças para que seu horizonte intelectual e espiritual se ampliasse, preparando-as para agir com independência”, conforme o lema do Marta Watts.

“Proveito” – Sonia considera lamentável que ainda existam igrejas dominadas apenas por homens. “Vejo isso como um equívoco muito grande, pois a Palavra de Deus ensina exatamente o contrário. Jesus valorizou as mulheres. Elas foram criadas da mesma forma que os homens, com todo o potencial que eles têm também”. Para ela, o direito de exercer papel de destaque é tanto dos homens como das mulheres. “Na nossa Confederação, estamos preocupadas como Marta Watts esteve um dia, em impulsionar as mulheres de hoje a buscarem cada vez mais o seu lugar na Igreja e no mundo”, explica.

Tal lugar, segundo a psicóloga Isabelle Ludovico, deve passar necessariamente por qualidades tipicamente femininas, como a doçura e a afetividade. Em seu novo livro, O resgate do feminino, ela diz que o ambiente competitivo acabou roubando das mulheres aqueles aspectos comportamentais que sempre as diferenciaram dos homens, com consequências na qualidade da vida afetiva e espiritual – e que isso precisa ser revisto. “As mulheres assumem muitas atividades na igreja, e isso é movido por sua paixão pelo Reino de Deus”, diz (veja Entrevista abaixo). “A participação da mulher em posições de liderança trouxe muito proveito para a Igreja”, endossa o pastor Carlos Barcelos, da Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo. “Considero importante o olhar feminino, que contribui para a ampliação de percepções dos vários problemas que uma comunidade pode enfrentar”. Defensor do mérito, independentemente do gênero, Barcelos diz que o papel a ser exercido pela mulher na igreja depende de suas capacidades e habilidades. “Toda posição de liderança, seja preenchida por um homem ou mulher, demanda do líder o cultivo de uma vida cheia do Espírito, pois as decisões tomadas afetam a vida de muitas pessoas”, pondera. Por isso mesmo, acrescenta, a mulher não deve deixar de lado suas características para sentir-se aceita. “Quando a mulher pretende agir como homem, está no caminho da falha.”

O pastor sugere um reestudo hermenêutico do texto bíblico de I Timóteo 2.11, que comumente é usado para justificar uma suposta posição secundária da figura feminina no contexto da Igreja. Para ele, a expressão “ficar em silêncio” deve ser entendida num contexto de disputa por autoridade, inclusive sobre o homem. “Toda situação em que o homem se retrai e a mulher entra no espaço deixado por ele costuma trazer problemas sérios”, analisa. Às mulheres com destaque na igreja, Barcelos aconselha, sobretudo, que se submetam àquilo que o Espírito Santo lhes indicar. “Isso não pode ser contrário ao que a Bíblia ensina e nem uma bandeira reivindicando posições. Se determinada Irma tem convicção de um chamado, trabalhe com paciência até que surja a oportunidade de pô-lo em prática”.

Exercício dos dons – Blanche Bruno, pastora de missões e aconselhamento da Igreja Cristã Casa da Rocha, acha que o mais importante é o exercício dos dons para abençoar a congregação. “O Espírito é o mesmo que age em todos, mas Deus criou a mulher com sensibilidades particulares”, diz a obreira. “Nossos mecanismos de percepção são diferentes dos homens, e por isso o papel feminino, tão importante na família e no trabalho, também o é no âmbito da igreja”. Blanche, que juntamente com o marido, José Bruno, eram bispos na Igreja Renascer em Cristo até o ano passado, acredita que a igreja não funciona por causa dos cargos que as pessoas nela ocupam, mas pelo cumprimento do chamado de seus membros. “Quando isso acontece, cada um está no seu devido lugar, seja homem, seja mulher”.

A jovem Alyne Romeiro, assistente pedagógica e membro da Igreja Cristã da Trindade, avalia como seria uma igreja sem a participação de mulheres na liderança. Ela atua no ministério de louvor e organiza eventos para os jovens em sua igreja e acredita que Deus chama a cada um individualmente, independente do sexo. “Uma igreja sem mulheres à frente, seria uma igreja de poucas atividades, criatividade e talvez alguns detalhes passariam despercebidos. “Deus nos fez criativas, mais emocionais, preocupadas com detalhes, mais ouvintes, temos maior facilidade em abrir mão de nossas coisas.” Alyne não consegue se imaginar sentada, sem fazer nada. Não só pelo fato de ser filha de pastor, mas sim pelo fato de ser cristã. “É como se eu fosse devedora. Se quero que todos sejam alcançados por essa graça, preciso trabalhar para isso e trabalho por amor e gratidão ao Senhor”, declara.

A valorização que Cristo fez da figura feminina é lembrada por Lia Casanova, ligada ao Ministério Desperta Débora, como principal endosso a uma participação cada vez mais ativa da mulher na obra de Deus. . “Tenho firme convicção de que Deus nunca se agradou da forma como a mulher passou a ser tratada ao longo da história, por isso Jesus se deu ao trabalho constante de mostrar aos homens como devemos ser consideradas”, advoga. Ligada a um movimento nacional de oração integrado exclusivamente por mulheres, ela lembra o exemplo de grandes mulheres de fé na Bíblia, como Maria, a mãe de Jesus, e Madalena, que não negou seu Mestre nem nos momentos de maior perigo. “Nós somos feitas por Deus e devemos nos colocar nas suas mãos para que possa nos usar para seu serviço e sua glória quando, onde e como quiser.”

QUASE 60% DOS CRENTES BRASILEIROS SÃO MULHERES


FONTE: Cristianismo hoje

Consolidação da presença feminina no pastorado leva à busca por novos modelos de liderança.

Por Vanessa Portella

Desde os tempos em que cabia às mulheres a exclusiva tarefa de ficar em casa, cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos, elas são maioria nas igrejas. Basta visitar um culto para se ter a impressão de que as mulheres são muito mais numerosas que os homens nas igrejas. Mas só há relativamente pouco tempo têm tido acesso ao local de mais destaque no templo: o púlpito.

Ultimamente, o ministério feminino tem ganhado força, num mundo onde cada vez mais as mulheres se destacam. Em mais e mais igrejas evangélicas – tradicionais, pentecostais ou neopentecostais –, a figura das pastoras, diaconisas, presbíteras e até bispas já se tornou rotineira, situação bem diferente do que ocorria no passado, quando ao gênero feminino eram reservados cargos de menor visibilidade, como cuidar de crianças ou lecionar na Escola Dominical. A Igreja Evangélica brasileira chega à segunda década do século 21 com uma face mais feminina do que nunca.

Segundo as estatísticas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal), quase 60% dos crentes brasileiros são mulheres. E, embora ninguém goste de assumir qualquer discriminação, é fato notório que a membresia feminina demorou bastante para sair das posições eclesiásticas periféricas e conseguir ascender à liderança. Mas que fique claro que não foi uma transformação consciente, planejada – como acontece com a maioria das mudanças de natureza social, a revolução feminina evangélica é parte de um todo.

“A Igreja passou a responder às necessidades da sociedade e essa mudança de paradigma se deu na medida em que a sociedade abriu-se para a liderança feminina nas mais diversas áreas”, diz o missionário Luis André Bruneto, coordenador de pesquisas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal).

O pesquisador situa tal metamorfose num passado recente. “Essa abertura à mulher ocorre nas décadas de 1970 e 80, e vai se refletir na Igreja principalmente nos anos 90, exatamente a época em que a Igreja brasileira mais se pulverizou e cresceu”, aponta. O surgimento de milhares de novas congregações evangélicas, fenômeno religioso contemporâneo no país, é uma explicação. “Isso se deu devido à necessidade de líderes que a própria Igreja possui”, acrescenta Bruneto. E as mulheres foram naturalmente pondo a mão no arado.

Agora, essa Igreja chega à segunda geração de líderes mulheres perguntando-se o que elas têm de melhor a oferecer. Embora, naturalmente, ainda haja muitas resistências à liderança de saias – e o Novo Testamento, de acordo com a ótica da interpretação, pode tanto legitimar como rejeitar o pastorado feminino –, diversas igrejas já se utilizam do trabalho das obreiras há bastante tempo. Denominações tradicionais como a Metodista e a Luterana adotam tradicionalmente o pastorado feminino, franqueando às mulheres até cargos de direção em suas organizações.

Outras, como a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) – esta, de linha avivada –, têm nas suas origens a marcante presença feminina. Foi a canadense Aimee Mcpherson que fundou a organização, em 1923, nos Estados Unidos. Hoje, a Quadrangular está em mais de uma centena de países, inclusive no Brasil, onde é uma das dez maiores denominações evangélicas.

“Essa participação da mulher é ativa, fluente e expressiva”, concorda a coordenadora nacional das Mulheres Quadrangulares, Mara de Barros Flores. “Já está provado que temos a capacidade, o amor e a unção necessários para o crescimento da Igreja”. Ela acredita que as denominações que rejeitam a participação feminina efetiva em cargos de liderança estão perdendo tempo.

“A ajuda feminina que é ativa, fluente e expressiva”. Na IEQ, mulheres atuam em todas as funções eclesiásticas, chegando a ocupar 50% do ministério. E não basta ser simplesmente casada com um pastor – a candidata ao púlpito precisa seguir os trâmites estatutários e ter o mesmo estudo e preparo dos colegas de terno. “Além, claro, do chamado, da vocação e da liderança necessárias para estar à frente de uma igreja como pastora titular.”

Sonia do Nascimento Palmeira, presidente da Confederação de Mulheres da Igreja Metodista do Brasil, cita o exemplo de Marta Watts, primeira missionária da denominação a chegar ao Brasil, para destacar a importância do protagonismo feminino na obra de Deus. A obreira, vinculada à Sociedade de Missões Estrangeiras das Mulheres da Igreja Episcopal do Sul nos Estados Unidos veio com a tarefa de educar crianças e moças. No mesmo ano, fundou o Colégio Piracicabano, em Piracicaba (SP), que hoje é conhecido como Centro Cultural Marta Watts. Criou ainda um colégio em Petrópolis (RJ) e outro em Belo Horizonte (MG), colaborando sempre com as mulheres para que tivessem acesso à educação num tempo em que este direito lhes era constantemente negado. A ênfase nestes estabelecimentos era “ministrar uma educação liberal às moças para que seu horizonte intelectual e espiritual se ampliasse, preparando-as para agir com independência”, conforme o lema do Marta Watts.

“Proveito” – Sonia considera lamentável que ainda existam igrejas dominadas apenas por homens. “Vejo isso como um equívoco muito grande, pois a Palavra de Deus ensina exatamente o contrário. Jesus valorizou as mulheres. Elas foram criadas da mesma forma que os homens, com todo o potencial que eles têm também”. Para ela, o direito de exercer papel de destaque é tanto dos homens como das mulheres. “Na nossa Confederação, estamos preocupadas como Marta Watts esteve um dia, em impulsionar as mulheres de hoje a buscarem cada vez mais o seu lugar na Igreja e no mundo”, explica.

Tal lugar, segundo a psicóloga Isabelle Ludovico, deve passar necessariamente por qualidades tipicamente femininas, como a doçura e a afetividade. Em seu novo livro, O resgate do feminino, ela diz que o ambiente competitivo acabou roubando das mulheres aqueles aspectos comportamentais que sempre as diferenciaram dos homens, com consequências na qualidade da vida afetiva e espiritual – e que isso precisa ser revisto. “As mulheres assumem muitas atividades na igreja, e isso é movido por sua paixão pelo Reino de Deus”, diz (veja Entrevista abaixo).

“A participação da mulher em posições de liderança trouxe muito proveito para a Igreja”, endossa o pastor Carlos Barcelos, da Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo. “Considero importante o olhar feminino, que contribui para a ampliação de percepções dos vários problemas que uma comunidade pode enfrentar”. Defensor do mérito, independentemente do gênero, Barcelos diz que o papel a ser exercido pela mulher na igreja depende de suas capacidades e habilidades. “Toda posição de liderança, seja preenchida por um homem ou mulher, demanda do líder o cultivo de uma vida cheia do Espírito, pois as decisões tomadas afetam a vida de muitas pessoas”, pondera. Por isso mesmo, acrescenta, a mulher não deve deixar de lado suas características para sentir-se aceita. “Quando a mulher pretende agir como homem, está no caminho da falha.”

O pastor sugere um reestudo hermenêutico do texto bíblico de I Timóteo 2.11, que comumente é usado para justificar uma suposta posição secundária da figura feminina no contexto da Igreja. Para ele, a expressão “ficar em silêncio” deve ser entendida num contexto de disputa por autoridade, inclusive sobre o homem.

"Toda situação em que o homem se retrai e a mulher entra no espaço deixado por ele costuma trazer problemas sérios”, analisa. Às mulheres com destaque na igreja, Barcelos aconselha, sobretudo, que se submetam àquilo que o Espírito Santo lhes indicar. “Isso não pode ser contrário ao que a Bíblia ensina e nem uma bandeira reivindicando posições. Se determinada Irma tem convicção de um chamado, trabalhe com paciência até que surja a oportunidade de pô-lo em prática”.

Exercício dos dons – Blanche Bruno, pastora de missões e aconselhamento da Igreja Cristã Casa da Rocha, acha que o mais importante é o exercício dos dons para abençoar a congregação. “O Espírito é o mesmo que age em todos, mas Deus criou a mulher com sensibilidades particulares”, diz a obreira. “Nossos mecanismos de percepção são diferentes dos homens, e por isso o papel feminino, tão importante na família e no trabalho, também o é no âmbito da igreja”. Blanche, que juntamente com o marido, José Bruno, eram bispos na Igreja Renascer em Cristo até o ano passado, acredita que a igreja não funciona por causa dos cargos que as pessoas nela ocupam, mas pelo cumprimento do chamado de seus membros. “Quando isso acontece, cada um está no seu devido lugar, seja homem, seja mulher”.

A jovem Alyne Romeiro, assistente pedagógica e membro da Igreja Cristã da Trindade, avalia como seria uma igreja sem a participação de mulheres na liderança. Ela atua no ministério de louvor e organiza eventos para os jovens em sua igreja e acredita que Deus chama a cada um individualmente, independente do sexo. “Uma igreja sem mulheres à frente, seria uma igreja de poucas atividades, criatividade e talvez alguns detalhes passariam despercebidos.

“Deus nos fez criativas, mais emocionais, preocupadas com detalhes, mais ouvintes, temos maior facilidade em abrir mão de nossas coisas.” Alyne não consegue se imaginar sentada, sem fazer nada. Não só pelo fato de ser filha de pastor, mas sim pelo fato de ser cristã. “É como se eu fosse devedora. Se quero que todos sejam alcançados por essa graça, preciso trabalhar para isso e trabalho por amor e gratidão ao Senhor”, declara.

A valorização que Cristo fez da figura feminina é lembrada por Lia Casanova, ligada ao Ministério Desperta Débora, como principal endosso a uma participação cada vez mais ativa da mulher na obra de Deus.

“Tenho firme convicção de que Deus nunca se agradou da forma como a mulher passou a ser tratada ao longo da história, por isso Jesus se deu ao trabalho constante de mostrar aos homens como devemos ser consideradas”, advoga. Ligada a um movimento nacional de oração integrado exclusivamente por mulheres, ela lembra o exemplo de grandes mulheres de fé na Bíblia, como Maria, a mãe de Jesus, e Madalena, que não negou seu Mestre nem nos momentos de maior perigo. “Nós somos feitas por Deus e devemos nos colocar nas suas mãos para que possa nos usar para seu serviço e sua glória quando, onde e como quiser.”

quarta-feira, 7 de abril de 2010

MULHERES CRISTÃS: Hillary Clinton

Fonte: U.S. Department of State (Tradução: João Cruzué)
MULHERES CRISTÃS PELO MUNDO
Hillary R. Clinton

Sra. Secretária de Estado - Hillary Rodham Clinton




Em 21 de janeiro de 2009, a Sra. Hillary Rodham Clinton, evangélica da Igreja Metodista, foi juramentada como a 67ª Secretária de Estado dos Estados Unidos. A Secretária Clinton foi guindada ao Departamento de Estado, depois de quase quatro décadas de serviços públicos como advogada, procuradora, Primeira Dama e Senadora.

A Senhora Clinton nasceu em Chicago, Illinois, em 26 de outubro de 1947, de Hugh e Dorothy Rodham. Ela frequentou as escolas públicas locais antes de se graduar no "Wellesley College" e na Faculdade de Direito da Universidade de Yale, onde conheceu Bill Clinton. Em 1974, a Senhora Clinton mudou-se para o Arkansas, e depois de um ano, casou-se com Bil Clinton e se tornou uma procuradora de grande sucesso enquanto criava a filha do casal, Chelsea. Ela foi professora assistente da Faculdade de Direito da Universidade de Arkansas, e depois de trabalhar no fortalecimento da defensoria acadêmica local, foi indicada pelo Presidente Jimmy Carter, em 1977, para servir no quadro de Consultoria Jurídica Corporativa, que mais tarde ela presidiu.

Formatura no colégio
Durante seus 12 anos como Primeira Dama do Estado de Arkansas, ela presidiu o Comitê Normas Educativas do Arkansas, e foi co-fundadora da "Advocacia para a infância e Família" e participou da administração do Hospital da Infância do Arkansas e do Fundo de Defesa Infantil.

Em 1991, o Governador Clinton foi eleito Presidente dos Estados Unidos, e como Primeira Dama, Hillary Clinton se tornou uma defensora da reforma dos serviços de saúde e trabalhou em várias questões relacionadas com infância e família. Ela liderou com muito sucesso esforços supra-partidários para melhorar adoções e sistemas de cuidados sociais, redução de gravidez entre adolescentes, e providenciar serviços de saúde para milhões de crianças através do Programa de Seguro de Saúde Infantil. Ela também visitou mais de 80 países como um das representantes americanos, conquistando o respeito como campeão de defesa dos direitos humanos. Seu famoso discurso em Pequim, em 1995, quando ela declarou que "Direitos Humanos são direitos das mulheres e direitos das mulheres são direitos humanos" inspirou mulheres em todo o mundo e ajudou galvanizar um movimento global em favor dos direitos femininos.

Estudante de Direito em Yale
Juntamente com a (ex)Secretária de Estado Madeleine K Albright, Hillary Clinton trabalhou para o lançamento da Iniciativa Governamental das "Vozes da Democracia pela Vida". Hoje a "Vital Voices" é uma organização não governamental que continua treinando e organizando lideranças femininas pelo mundo.

Em 2000, Hillary Clinton fez história com a Primeira Dama eleita para o Senado americano e como a primeira mulher eleita ao Senado pelo Estado de Nova York. No Senado ela serviu nos Comitês de Serviços das Forças Armadas, Saúde, Educação, Trabalho e Pensões, Meio Ambiente e Obras Públicas, Orçamento e Melhor Idade. Ela também foi Comissária na Comissão de Segurança e Cooperação com a Europa.

Como Senadora, a Senhora Clinton trabalhou entre as fronteiras partidárias para construir um suporte para causas importantes do país e pra seus comitentes, incluindo oportunidades de expansão econômica e acesso aos serviços de saúde disponíveis com mais qualidade. Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, ela foi uma poderosa defensora pela consolidação e reconstrução de Nova York quanto aos cuidados de saúde dos primeiros trabalhadores que arriscaram suas vidas trabalhando no Marco Zero. Hillary Clinton também patrocinou a causa dos Militares da americanos e lutou por melhores cuidados de saúde e benefícios para os membros e veteranos da Reserva e Guarda Nacional, feridos em serviço. Ela também foi a única membro do Grupo Consultivo do Comando das Forças conjuntas do Departamento de Defesa.

Album de casamento
Em 2006, a Senadora Clinton foi re-eleita para o Senado por Nova York, e em 2007 começou sua histórica campanha para a Presidência. Em 2008, se envolveu na campanha para eleger Barak Obama e Joe Biden, e em novembro do mesmo ano, ela foi designada pelo já Presidente Obama, para servir como Secretária de Estado.

A Secretária Hillary Clinton é autora de best-sellers, incluindo suas memórias, "História Viva", e do livro pioneiro sobre crianças "It Takes a Village". A Senhora Clinton e seu esposo, o ex-presidente Bill Clinton, moram na cidade de Nova York.
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Nota: A senhora Hillary Clinton é evangélica, membro da Igreja Metodista. Ela conquistou o respeito dos cidadãos americanos pelo seu comportamento público digno, discreto e cristão em face aos escândalos sexuais que seu marido, o então Presidente Bill Clintou foi protagonista nos anos 90.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

IRMÃ ROSANA MARTINS GARCIA GAYER - EXEMPLO DE FÉ


No último dia 26 de outubro de 2009, às 21:15 hs, Deus tomou para si a nossa amada irmã Rosana Martins Garcia Gauer, 47 anos.


Fica a saudade da filha, irmã, esposa, mãe, amiga, serva fiel, trabalhadora na obra de Deus, com uma história de excelente administradora e tesoureira da Igreja Metodista, além de componente do Ministério de Louvor.


Uma marca positiva na vida da Igreja Metodista em São Pedro e uma benção no meu ministério Pastoral.

Durante todo seu tratamento, a presença amiga da amada irmã Cidinha, dentre outros.

A presença pastoral e amiga do Rev. Carlos Eduardo e família teve uma grande importância na vida da família da nossa amada irmã Rosana e família.
Um culto singelo, porém marcado pela emoção, depoimentos, cânticos de hinos pedidos pela prória irmã Rosana antes de partir, com uma presença de inúmeras pessoas de diversas Igrejas, diversos Pastores, acima de tudo com a presença marcante do Deus todo poderoso, foi realizado às 11:30 Hs, do dia 27 de outubro, na Igreja Metodista em São Pedro.

Em seguida o corpo da amada irmã foi sepultado no Cemitério Parque São Francisco.

Fica aqui a nossa gratidão a Deus por esta vida abençoada e a nossa oração para que Deus dê o seu consolo para o amado irmão Renato, (esposo), Luciana (filha), Irmã Francisca (Mãe), bem como para todos os demais familiares.

Tânia, Nívia e Rosana

SEGUE O POEMA LIDO PELO PASTOR EDNALDO BREVES POR OCASIÃO DO CULTO FÚNEBRE:


O QUE O CÂNCER NÃO PODE FAZER


O câncer é tão limitado...
Não pode inutilizar o amor.
Nao pode obscurecer a esperança,
Não pode corroer a fé,
Não pode consumir a paz,
Não pode destruir a esperança,
Não pode matar a amizade,
Não pode apagar as lembranças,
Não pode silenciar a coragem,
Não pode invadir a alma,
Não pode reduzir a vida eterna,
Não pode apagar o Espírito,
Não pode diminuir o poder da ressurreição.

(Extraído do livro Nosso Pão Diário - Edição Especial - 2001)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

IRMÃ CELINA - 80 ANOS DE VIDA NA PRESENÇA DE DEUS!!!



Longevidade é uma das muitas bênçãos que Deus oferece para seus(uas) filhos(as). Hoje é um dia muito especial. É o aniversário da amada irmã Dorcelina Costa de Souza, ou simplesmente, irmã Celina. E ela merece os parabéns. Pela maneira como passou os seus dias, pela forma gentil com que atende sempre a todos, pela disposição em não poupar esforços para ajudar os familiares, os amigos e irmãos na fé. Merece parabéns pela pessoa que é. Se cada um tem que fazer a sua parte para formar um mundo melhor, fique com a consciência tranqüila, porque a irmã certamente é uma das que fazem, e com muita competência. Pois a irmã foi e é uma pessoa que fica feliz com o sucesso e a felicidade dos amigos e principalmente dos familiares e irmãos em Cristo. Obrigado pela maneira com que a irmã demonstra o quanto ama e se importa conosco. Nós temos orgulho de tê-la em nossa Igreja. Tivemos o privilégio de recebê-la a comunhão da Igreja em 09 de maio de 1999 e desde então temos sido abençoados pela vida, louvor e palavra sempre ungida, sincera e carregada de muita verdade e emoção. Sua vida e presença em nosso meio nos traz muita alegria. É uma figura! É uma mãezona! Sou, particularmente, muito feliz por ter uma ovelha que é uma segunda mãe. Irmã Celina, os nosso anos não se contam pelos frutos que colhemos, mas pelo terreno que preparamos e as sementes que lançamos. Não pela quantidade dos que nos amam, mas pela nossa capacidade de amar a todos indistintamente. Não pelos aniversários que fazemos, mas por tudo aquilo que fizemos durante os anos vividos. Não pelas vezes que celebramos o nosso aniversário, mas pelas vezes que o nosso aniversário se tornou uma celebração de vida. Irmã Celina, continue sendo esta pessoa feliz e fazendo felizes todos os que estiverem ao redor da irmã, pois não há dádiva maior nesta vida que ser um instrumento de Deus, semeando o seu grande amor, marcando positivamente a nossa geração. Neste dia, que a irmã possa dizer: Estou combatendo o bom combate, continuo a minha carreira, prossigo guardando a minha fé.

FELIZ ANIVERSÁRIO

Com carinho

Do Pastor Ednaldo Breves & Família

quarta-feira, 29 de julho de 2009

... E LÁ SE FOI A AMADA IRMÃ FRANCISCA DE JESUS (VÓ TITA)


A Igreja Metodista em São Pedro agradece a Deus pela convivência com a amada irmã Tita (Francisca de Jesus).

Ela se converteu com idade bem avançada, mas foi uma conversão genuina. Era a própria alegria em pessoa.

Gostava de louvar. Tocava o seu pandeiro quando o Grupo da Terceira Idade cantava. Nos encontros de lazer promovido pela Igreja, lá estava ela com o seu pandeiro.

Há aproximadamente dois anos ficou cega, mas não perdeu a visão. Não perdeu a fé, nem a disposição de servir a Deus.

Sempre que podia estava na Igreja louvando a Deus.

O Pastor gostava de brincar com ela. Gostava de pegar em suas mãos, silenciosamente, até que ela o reconhecesse. O que ela fazia sempre.
Nunca deixava de perguntar pela Taninha, Daniela, Diogo, Mariana e da irmã, da sogra e do sogro do Pastor. Até na última visita no hospital, ela perguntou de todos e deu a sua palavra profética de benção para todos.

Anteontem, ao entrar no centro cirúrgico despediu de sua filha, avisando que não voltaria. Deus já lhe falara.

Hoje, dia 29 de julho, às 4:30 hs, O pastor levantou-se no desejo de orar pelos enfermos da Igreja, quando lá pelas 05:00 hs, ao orar pelas 05:00 hs, ao orar pela irmã Tita, não entendeu que nos seus lábios só saiu a seguinte expressão: Oh Deus dê uma boa partida para irmã Tita.

Ao se dirigir para cama novamente, o telefone toca e era a irmã Cidinha, filha da irmã Tita, avisando que a amada irmã havia falecido.

Às 15:00 hs estava sendo iniciado um Culto de Louvor a Deus com a participação da Igreja, familiares e comunidade. Participaram da Cerimônia os Pastores Ednaldo, J. Camilo e Rosângela. Além do Ministério de Louvor da Igreja, louvaram a Deus o Grupo Avante por Cristo (Homens da Igreja) e o Grupo Feminino Essência de Deus, além do genro da irmã Tita, Paulo Malta.

Às 16:30 a irmã foi sepultada no Cemitério Parque São Francisco, numa linda tarde, onde a paisagem e o sol declinando nos davam uma leve visão do Paraíso.

Graças a Deus pela certeza da ressurreição e pela vida eterna em Cristo Jesus.

Como Deus é fiel! Como é bom servir a Deus! Nem a morte pode nos vencer, Em Cristo Jesus vencemos a morte. Glórias a Deus.

Parabéns aos familiares que foram guerreiros em todo período de enfermidade da nossa amada irmã. Parabens a toda Igreja e comunidade pela dedicação.

Nossos agradecimentos ao Ministério de Família (Hélia e Edinaldo) pelo apoio, irmão Cláudio, irmã Adélia pelo suporte, Ministério de Louvor, Grupo Avante por Cristo, Grupo Essência de Deus, irmão Renato Gayer e Revda. Renilda Garcia pelo apoio fundamental neste momento tão delicado.

Oremos pelos familiares (Cidinha, Paulinho, Débora e Denise)

Pr. Ednaldo Breves

segunda-feira, 18 de maio de 2009

QUEM NÃO SE LEMBRA DA HOSANA (Dupla Jair & Hosana)?


Muitos são os que apareceram no cenário da música evangélica. Porém, da mesma forma que surgiram, desapareceram e já não se tem mais notícias deles.


No entanto, há aqueles que nem as circunstâncias e nem o tempo puderam fazer sucumbir.


Dentre esses, está a cantora Hosana. Ela foi mais conhecida pelo dueto que fazia com Jair Pires, a famosa dupla Jair e Hosana.

Milhares foram aqueles que aceitaram a Jesus como Salvador por meio de hinos como: "Jesus Nazareno..."; "Alma cansada". Pois essas foram canções gravadas ela dupla.

O tempo passou, a dupla se desfez. Segundo Hosana, surgiram muitos boatos que afirmavam que ela havia morrido. Mas Hosana está bem viva, feliz e continua louvando ao Senhor.

Hoje, residindo na Grande Vitória (ES), ela atendendo convites das igrejas.

No domingo, dia 6 de abril, ela esteve cantando em nossa Igreja (fotos), por ocasião da Santa Ceia do Senhor.

Em momentos como esse, a geração das décadas de 30 a 50 se junta aos jovens de hoje para cantar "Vem alma cansada, espera em Deus e no seu amor (poder?). Vem alma cansada, espera em Deus, confia somente no seu amor".

FONTE: Miss. Marta Azevedo - Vitória, ES, Brasil

http://manaparahoje.blogspot.com/2008/04/hosana-o-louvor-que-o-tempo-no-apagou.html