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terça-feira, 2 de maio de 2017

DIA DOS NAMORADOS - UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR

Com um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte, Antônio, muito apressado, pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.

O médico doutor Evandro que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.

O simpático Antônio lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.

O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:

- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?

No que o senhor respondeu:

- Não, ela já não sabe quem eu sou.

Há quase cinco anos que não me reconhece mais.

O médico então questionou:

- Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?

Antônio então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:

- Ela não sabe quem eu sou... Mas eu sei muito bem quem ela é!

Doutor Evandro teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...

O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.

O verdadeiro AMOR é aceitação...
  1. De tudo que o outro é...
  2. De tudo que foi um dia...
  3. Do que será amanhã...
  4. e do que já não é mais!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

AVALIE SEU CASAMENTO

AVALIE SEU CASAMENTO 


Você tem coragem de verificar como você está se saindo como esposa/esposo?
Então faça essas rápida pesquisa. Pegue uma caneta e some os pontos em cada pergunta. 
Vamos começar?

1. Com que frequência você elogia sua esposa/esposo?
 - Nunca (0 ponto)
 - 1 vez por mês (1 pontos)
 - 1 vez por semana (2 pontos)
 - 1 vez por dia (3 pontos)
 - Várias vezes no dia (4 pontos)

2. Quantas vezes vocês tem relação sexual?
 - Menos de 1 vez por mês (0 ponto)
 - 1 vez por mês (1 pontos)
 - 2 vez por mês (2 pontos)
 - 1 vez por semana (3 pontos)
 - Mais de 1 vez por semana (4 pontos)

3. Com que frequência vocês oram juntos?
 - Nunca (0 ponto)
 - 1 vez por ano (1 ponto)
 - Quando temos um problema (2 pontos)
 - Quase todos os dias (3 prontos)
 - Todos os dias (4 pontos)

4. Com que frequência vocês tem um tempo de Casal (sozinhos)?
 - Nunca (0 ponto)
 - Raramente (1 pontos)
 - 1 vez por ano (2 pontos)
 - 1 vez por mês (3 pontos)
 - 1 vez por semana ou mais (4 pontos)

5. Quando vocês brigam, quanto tempo vocês demoram para fazerem as pazes?
 - Nuca fazemos as pazes (0 ponto)
 - 1 mês ou mais (1 ponto)
 - 1 semana a 1 mês (2 pontos)
 - 1 dia a 1 semana (3 pontos)
 - 1 hora a 1 dia (4 pontos)

6. Como você se considera como marido/esposa?
 - Horrível (0 ponto)
 - Ruim (1 ponto)
 - Razoável (2 pontos)
 - Bom (3 pontos)
 - Excelente (4 pontos)

7. Como é sua relação com a família de seu cônjuge (sogra, cunhados, etc).
 - Horrível (0 ponto)
 - Ruim (1 ponto)
 - Razoável (2 pontos)
 - Bom (3 pontos)
 - Excelente (4 pontos)

8. Qual foi a última vez que você a/o surpreendeu positivamente?
 - Mais de 1 ano (0 ponto)
 - 1 ano ou mais (1 ponto)
 - 6 meses a 1 ano (2 pontos)
 - 1 mês a 5 meses (3 pontos)
 - 1 dia a 1 mês (4 pontos)


Resultado da auto-análise para casais

RESULTADO DA SUA AUTO-ANÁLISE:

0 a 8 pontos - Você está caminhando para a destruição do seu casamento. O tempo de começar a reverter este quadro é HOJE. Não há mais tempo a perder. Procure ajuda, converse com seus líderes espirituais, ore, jejue e principalmente, sente com sua esposa/esposo e converse sobre o relacionamento de vocês!

 

9 a 16 pontos - Com o passar dos anos você relaxou como esposo/esposa, deixou o casamento entrar na rotina, esfriar. É tempo de “voltar ao primeiro amor”. Repense o seu romantismo, a rotina de vocês. Veja alguém para deixar as crianças para vocês terem tempo de qualidade. Orem mais juntos, façam devocionais, conversem bastante. É necessário regar o casamento, para que ele volte a crescer.

 

17 a 24 pontos - Sempre é possível melhorar, vocês estão indo bem, mas se deixarem o casamento entrar na rotina podem decair na qualidade do relacionamento. É tempo de encher o tanque de combustível, para que esta viagem continue por muito tempo. Pense mais sobre o seu casamento, dedique-se um pouco mais, se declare com mais frequencia, presenteie mais, ame mais, orem mais juntos, Deus é o maior interessado na qualidade do casamento de vocês!

 

25 a 32 pontos - Cuidado para não pensar que seu casamento está indo tão bem. Peça para seu cônjuge responder as perguntas e comparem. Talvez você pense que está tudo ótimo, mas ele(angel) não tenha a mesma visão que você. Deus abençoe!


FONTE: Portal Amo Família

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

VIÚVA - PENSIONISTA - QUE VOLTA A SE CASAR "NÃO" PERDE O BENEFÍCIO DO INSS

Um dos grandes fantasmas quando uma viúva que vive maritalmente se converte é se deparar, na maioria das denominações cristãs sérias, com a necessidade de regularizar sua situação conjugal. Pois, existe o medo de perder a pensão do INSS que já faz parte do seu orçamento.

Algumas, por desiformação ou informações erradas, passam um vida como simples frequentadora, pois dependem daquele único recurso financeiro para viver.

Pois bem! O Portal da Previdência Social esclarece a questão:


VIÚVA - PENSIONISTA - QUE VOLTA A SE CASAR "NÃO" PERDE O BENEFÍCIO DO INSS

Transcrevo a informação site da Previdência Social:

De Belo Horizonte (MG) - O INSS assegura ao dependente do segurado já falecido, que recebe pensão por morte e que tenha se casado de novo, escolher a pensão de maior valor, caso o novo companheiro também venha a falecer. Isso vale tanto para homens quanto para mulheres. Em geral, eles não oficializam a união com receio de deixar de receber o benefício de pensão por morte.

Mesmo contraindo um novo casamento, o pensionista do INSS não perde o direito de continuar recebendo a pensão. A Previdência Social assegura que o dependente escolha a pensão de maior valor, caso o novo companheiro venha a falecer. A pensão por morte tem por objetivo assegurar uma renda mensal aos dependentes do segurado quando do seu falecimento.

Outra vantagem é que a Previdência Social não exige carência para a concessão do benefício de pensão por morte. No entanto, é necessário que o trabalhador, na data do seu óbito, tenha a qualidade de segurado, ou seja, não tenha deixado de contribuir por um período maior que o permitido pela legislação previdenciária.

A Previdência ainda garante o recebimento da pensão por morte aos dependentes do segurado que venha a falecer após a perda da qualidade, mas que cumpriu, até o dia da sua morte, os requisitos para a obtenção da aposentadoria. O direito à qualidade de segurado é mantida por um período de 12 a 36 meses, dependendo do tempo de contribuição do segurado e também do fato de ele ter recebido ou não o seguro-desemprego.

Dependentes - São dependentes do segurado o cônjuge ou companheiro; filhos menores de 21 anos, não-emancipados ou inválidos; pais e irmãos menores de 21 anos, não-emancipados ou inválidos.

União estável - A Previdência Social reconhece o direito, para os óbitos ocorridos a partir de 5 de abril de 1991, ao benefício de pensão por morte aos parceiros homossexuais que comprovem união estável. Nesse caso, a documentação exigida pela Previdência Social é a mesma, tanto para beneficiários heterossexuais como para homossexuais. O dependente deve apresentar, além dos documentos pessoais, três provas materiais, como mesmo endereço, conta bancária conjunta, seguro de vida, seguro saúde, bens imóveis ou outros documentos que comprovem a união do casal.

Requerimento pela Internet - O benefício da pensão por morte, precedida de aposentadoria ou auxílio-doença, pode ser requerido via Internet, no endereço eletrônico www.previdencia.gov.br. Trata-se de um serviço auto-explicativo, bastando apenas seguir as instruções. Após preencher o requerimento, o dependente deve imprimi-lo, assiná-lo, anexar os documentos listados (sempre cópias autenticadas) e colocá-lo dentro do envelope, que também será impresso já com o endereço da Agência da Previdência Social, e postá-lo nos Correios. O cidadão também pode agendar atendimento para requerer a pensão por morte por meio do número 135. (Tânia Gusmão)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

IGREJA CATÓLICA PROÍBE MÚSICAS PROFANAS EM CASAMENTOS


A Diocese de Apucarana publicou um manual contendo normas e diretrizes para a celebração de casamentos que deverão ser aplicadas pelas paróquias dos 37 municípios abrangidos pela circunscrição eclesiástica. O documento tem gerado polêmica pelas proibições, entre elas a do uso de músicas que não sejam sacras e da entrada dos padrinhos nas cerimônias.
O chamado “manual” determina também que casamentos não podem ser realizados fora da igreja, que fotógrafos e cinegrafistas precisam se cadastrar nas paróquias, além de dispensar o trabalho de promoters, assessores e demais profissionais na organização da celebração.
O bispo da Diocese, Dom Celso Antônio Marchiori, disse em entrevista ao jornal Tribuna do Norte que as diretrizes tem por objetivo orientar a organização do matrimônio. “Não são proibições ou imposições. Não criamos nada de novo, apenas queremos destacar o mais importante na celebração, que são os noivos. Por isso, listamos essas orientações para que o casamento seja realizado como determina a liturgia”, disse.
O líder religioso criticou também a ‘espetacularização’ do casamento. “Muitos noivos perderam o significado sacramental do casamento. Ele está no mesmo patamar de sacramentos como a eucaristia”, criticou.
Reflexos
A decisão da Igreja deve afetar principalmente o setor de assessoria de eventos. Para o jornal Tribuna do Norte, a profissional Fernanda Neira, criticou a decisão religiosa. “Foi uma imposição da Igreja, não houve conversa. Acredito que a Diocese deveria ter chamado os profissionais para dialogar e procurar um meio-termo, ainda mais quando mexe com os sonhos das pessoas. Acho que quem perde é a própria Igreja”, diz.
Segundo ela, a maioria dos noivos e noivas não aprovou a lista de orientações. “Casamento é um sonho para muitas pessoas. Elas querem que seja o mais bonito possível, por se tratar de um momento especial. As exigências restringem o sonho de muitos noivos e noivas”, falou em entrevista.
Surpresos
Bruna Kelly Neves, bacharel em Direito, está noiva. Ela e o noivo, o estudante José Carlos Júnior, foram pegos de surpresa pelo manual de casamento. “Acho errado querer vetar coisas que já se tornaram tradicionais em casamentos, como a entrada dos padrinhos e também o uso de músicas não-sacras. As diretrizes, de certa forma, prejudicam o casamento, por causa do sonho que eu e muitas pessoas tinham”, criticaram ao jornal Tribuna do Norte.


Joiciléia Aparecida de Sá, que é técnica em radiologia, está noiva de Élton Vinicius Soato, que é faturista. Ela pondera. “Acho que proibir a entrada de padrinhos é razoável, porque existem pessoas que exageram e chamam dezenas de casais. Mas acho que as normas não deveriam ser tão rigorosas. Os assessores e promoters poderiam ter sido consultados, para que fossem cortados apenas os exageros”, opina.



Em algumas paróquias, as regras passaram a valer desde o último final de semana. A Igreja Católica de Apucarana ficou conhecida nacionalmente quando passou a multar as noivas que chegavam atrasadas para a cerimônia.

sábado, 4 de agosto de 2012

Parabéns Ananate e André pelo belíssimo casamento.

Desejamos toda felicidade para este casal. Casamento realizado em 04.08.2012 no templo da Igreja Metodista em Goiabal.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Parabéns Denise Carla e Saulo


Um casamento muito lindo, realizado em 03.08.2012, na residência da noiva, com a presença de familiares a amigos.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

EM 2010 DIVÓRCIO DOBRA EM SÃO PAULO

Os cartórios de notas do Estado de São Paulo realizaram, em 2010, 9.317 divórcios, um aumento de 109% sobre o ano anterior, quando ocorreram 4.459 separações. O levantamento foi feito pelo Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB-SP), entidade que representa o setor no Estado.

Segundo a entidade, esse crescimento deve-se à maior facilidade que os casais passaram a ter com a publicação, em julho do ano passado, da Emenda Constitucional 66, que extinguiu os prazos de oficialização. Antes, os casais só podiam romper o vínculo do casamento civil após um ano de separação formal ou dois vivendo em casas separadas.

Ainda segundo o comunicado, os divórcios em cartórios começaram em 2007 após a autorização obtida com a Lei 11.441. Naquele ano, ocorreram 4.080 formalizações sem a necessidade de ingresso no Poder Judiciário “porque foram resolvidos consensualmente em cartório perante um tabelião de notas”. Esse número subiu para 4.394 no ano seguinte.

O CNB-SP afirma que, com a lei, “a população não precisa mais recorrer ao Poder Judiciário para realizar divórcios, separações e inventários consensuais, desde que não haja filhos menores ou incapazes envolvidos”. Em alguns casos de menor complexidade, a documentação pode sair no mesmo dia em que o interessado deu entrada nos papéis.

Para conseguir o divórcio em um cartório, no entanto, o casal tem de estar em comum acordo, não ter filhos ou menores sob a sua responsabilidade. Na escritura pública lavrada pelo tabelião, o casal deverá estipular as questões relativas à partilha dos bens (se houver), ao pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Cláudia. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Cláudia profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Cláudia.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Cláudia sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Cláudia em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Cláudia, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Cláudia abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Cláudia. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Cláudia. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Cláudia então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Cláudia para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer, mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.

Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

IGREJA METODISTA EM SÃO PEDRO PROMOVE O JANTAR DOS CASAIS - 2010

O Ministério de Família da Igreja Metodista em São Pedro - Barra Mansa - RJ, sob a Coordenação do Casal Edinaldo e Hélia Garcia, convidam a todos os casais, casados, noivos e namorados, para o JANTAR PARA CASAIS 20l0, por ocasião do dia dos namorados, a se realizar no dia 12 de junho de 2010, às 19:30Hs, no Salão Social da Igreja Metodista, localizado na Rua Rodolfo Marques, 88, São Pedro, Barra Mansa, RJ.

O valor por casal será de R$ 20,00. Teremos o jantar, brindes, uma reflexão para casais, momento de homenagens e oração para os casais.

Não perca tempo, entre em contato com os irmãos:

Seminarista Edinaldo: 024.3328.2395
Irmã Adélia: 0249943.5976