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sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

POR QUE CELEBRAMOS O NATAL NO DIA 25 DE DEZEMBRO?

NATAL - ESTRATÉGIA MISSIONÁRIA DA IGREJA

O Cristianismo tem uma mensagem a ser compartilhada, mensagem de Boas Novas para todos os povos (Lc 2.10).

Apesar da Teologia de Missões ser recente em sua formulação metodológica-sistemática, o ardor missionário já era presente nos primeiros passos da Igreja Cristã. A igreja cresceu porque investiu em missões. A inculturação, como prática missionária, nunca foi vista como uma paganização dos valores cristãos, mas como método de comunicação do evangelho. Isso foi praticado por Paulo (1 Co 9.19-23). Cristo havia confiado à igreja uma mensagem que precisava ser levada a todos os povos. Após a ressurreição, esta foi sua preocupação e comissionamento (cf. Mt.28. 19).

A mensagem missionária está estritamente relacionada com o indivíduo e com a sua cultura. Conhecer a cultura e se expressar na mesma produz pontes intermináveis que promovem a comunicação do evangelho.

O esforço missionário da Igreja até o quarto século foi conquistar o mundo para Cristo. Nessa prática estavam também sendo trabalhadas duas tarefas importantes: guerrear contra o paganismo e discipular os novos convertidos. A estratégia para isso foi substituir algumas comemorações pagãs, e, na mesma data, promover as Boas-Novas e o ministério de Cristo. Isso fica claro quando analisamos as festas do Natal e da Epifania.

A INTRODUÇÃO DO NATAL

A data do 25 do dezembro foi fixada pelos pagãos para celebrar o nascimento do sol Natalis solis invicti. Os pagãos só começaram a celebrar essa data no ano 274 d.C. Nesse período, a igreja estava passando pelos seus últimos e terríveis dias de perseguição. O paganismo estava ainda forte, e esta foi uma estratégia para apagar as raízes do Cristianismo e formar raízes religiosas nos pagãos. Em 336 d.C, 62 anos depois, a Igreja de Roma incluiu no calendário Filocaliano a celebração do Natal Cristão no dia 25 de dezembro. Como o Edito do Tolerância de Constantino em 313 d.C., que deu liberdade religiosa aos cristãos, abriu as portas para a evangelização, a Igreja procurou diversas estratégias, dentro de sua limitação, para colocar Jesus como o Soberano das Nações, o Deus encarnado.

Como a provocação de 274 d.C. deu certo para o lado dos pagãos, agora a igreja, gozando de liberdade, toma posse da data e proclama Jesus Cristo o Sol da Justiça, baseado em Malaquias 4.2. Na oratória de implantação do Evangelho, a frase era: “Vamos celebrar o Nascimento do nosso Rei no dia 25 de dezembro. O deus Sol está destronado”.

Além de ser uma afronta ao paganismo, foi uma estratégia para colocar Jesus no centro da vida social e derrubar os sentimentos religiosos antigos do novo convertido. Essa prática não significou uma paganização do Cristianismo como alguns desejam afirmar.

A ORIGEM DA EPIFANIA

Antes, porém de ser celebrado o 25 do dezembro como o dia do Natal, os cristãos do fim do segundo século, já celebravam a Epifania, festa realizada no dia 6 de janeiro. Já nessa época a estratégia era missionária e transcultural.

No Oriente, o dia 6 de janeiro estava ligado ao nascimento virginal de Aion/Dionísio (segundo Epifânio) e com diversas outras lendas de epifania nas quais os deuses se manifestavam aos seres humanos. Plínio discorre a respeito dos modos como Dionísio revelava a sua presença naquele dia, transformando água em fontes e fontes em vinho (Natural History).

Os cristãos, nessa época, perseguidos pelos romanos, tiveram a estratégia de celebrar, na mesma data, a epifania de Jesus (Manifestação de Jesus). Para confrontar os poderes das trevas, elegeram essa data como especial no calendário da Igreja. Nessa festa pregavam o nascimento virginal de Cristo, a visita dos magos a Jesus e seu milagre de transformar a água em vinho em Caná da Galiléia. Nessa celebração, segundo Jerônimo que morou 24 anos em Belém, o batismo era o conteúdo principal.

Muitos estudiosos vêem na Epifania uma cristianização da festa dos Tabernáculos. As duas celebrações incluíam a vigília durante a noite toda, a iluminação de círios e a procissão das luzes, as águas da vida, os ramos de palmeiras e alusões ao matrimônio. Essa prática de cristianizar festas judaicas, comuns em algumas seitas do passado, tem reaparecido na atualidade, em algumas igrejas evangélicas, com o intuito de enraizar suas práticas litúrgicas na Bíblia, principalmente no Antigo testamento, depreciando assim as festas cristãs.

AS FESTAS CRISTÃS

Tanto o Natal quanto a Epifania foram praticados pelos cristãos para substituir, a partir de uma visão missionária, os festivais pagãos relacionados com o solstício de inverno no Ocidente no dia 25 de dezembro, e no Oriente, em Alexandria, no dia 6 de janeiro. Ambas as festas tornaram-se mais freqüentes no século quarto.

No ano 386 d.C, a festa do Natal já havia sido introduzida em Antioquia. Crisóstomo foi um grande estrategista para que essa data fizesse parte do calendário da Igreja. Como homem de Deus, Crisóstomo observou a oportunidade missionária que a data do Natal poderia favorecer. O Sol da Justiça, Jesus Cristo, nasceu para derrotar o deus solístico. A estratégia era mostrar que a fé no Deus encarnado era um a fé poderosa.

Os grandes teólogos e pregadores capadócios Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzeno, respectivamente nos anos 370 e 380, escreveram sobre a importância dessa data e usaram os temas do Natal e da Epifania para resistir aos arianos que não criam na divindade do Jesus.

DEZEMBRO: INADEQUADO?

Hoje o Natal já não traz essa bagagem apologética e missionária da Igreja Antiga. A festa na atualidade tem duas vertentes: uma mundana e outra cristã. O mundo celebra o Natal da glutonaria, da embriaguez, do comércio e, principalmente, colocou a figura do Papai Noel para substituir a figura do bebê e da manjedoura. A Igreja, por outro lado, celebra o Natal de Jesus. Corais se preparam para cantar a história de Jesus. As crianças treinam suas peças teatrais. O culto de Natal celebra a herança da vida abundante do Cristo. Os símbolos são muitos e difíceis de serem catalogados. Hoje o Natal é a celebração do nascimento do Menino Deus. É para nós uma data festiva e alegre, rica de símbolos e adereços. É uma oportunidade para presentear quem amamos e comemorar o aniversário de Jesus.

Alguns alegam que o mês de dezembro é muito inadequado para o nascimento do Jesus. Alguns estudos colocam o nascimento de Jesus nos meses do abril ou maio. Mas Leon L. Morris não vê dessa forma. Ele diz que os pastores que estavam no campo pastoreando seus rebanhos estavam cuidando deles para os sacrifícios do Templo. Os rebanhos deviam ser guardados somente no ermo, segundo as tradições rabínicas da Mishna e do Talmude. Uma regra rabínica estipulava que qualquer animal achado entre Jerusalém e um lugar perto de Belém deveria ser considerado uma vítima sacrificial. A mesma regra encontrada na Mishna fala de achar ofertas para a Páscoa dentro de trinta dias antes daquela festa, isto é, em fevereiro. Morris conclui dizendo: “Visto que os rebanhos podem, portanto, estar nos campos no inverno, a data tradicional para o nascimento de Jesus, 25 de dezembro, não está excluída” (Lucas. Introdução e comentário. Vida Nova).

OPORTUNIDADE MISSIONÁRIA

O Natal do passado, além do significado litúrgico do nascimento de Jesus e da festa tinha o significado de oposição à idolatria e o anúncio da nova vida em Cristo, o verdadeiro Sol da Justiça. Que possamos reler o Natal e redescobrir a grande oportunidade missionária que essa data nos favorece. Reunamos nossa família diante da árvore do Natal, símbolo criado pelo reformador Martinho Lutero, e celebremos o dia 25 do dezembro com entusiasmo e vida, aproveitando para pregar o Evangelho da Reconciliação. Celebremos o nascimento do Jesus com alegria e festa. Celebremos o nosso Sol da justica!
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FONTE: Texto publicado no AVANTE de dezembro de 2000,
No Portugal Evangélico em 2003 e No Fé e Nexo em 2006.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

A IMPORTÂNCIA DO NATAL: POR QUE GOSTAR E COMO CELEBRAR?

Lucas 2:1 a 7


INTRODUÇÃO:

Apesar de algumas distorções, particularmente considero o mês de dezembro é um dos meses mais alegres de ano.
O que faz de dezembro tão especial? O natal.
Penso que nós cristãos temos 3 datas que nunca podemos deixar de reviver e celebrar: NATAL, PAIXÃO E PÁSCOA.
No entanto, no decorrer da minha vida não foi incomum encontrar pessoas dizendo: EU NÃO GOSTO DO NATAL!
Eu sempre fiquei muito perplexo com esta afirmação.
Com o tempo entendi que muitas pessoas NÃO GOSTAVA DO NATAL por causa de algum trauma sofrido: O papai noel, que dizem não esquece de ninguém, porém nunca deu as caras em sua casa; a meia que foi colocada na janela para receber os presentes e além de não receber o presente, ainda lhe roubaram a meia, solidão, perdas familiares, traumas de infância, dificuldades financeiras, etc...
No entanto, é bom que se diga que o mesmo equívoco que cometem os que tranformaram o natal numa festa comercial, cometem os que transformaram o natal numa festa pessoal, comemorando ou não por uma circunstância pessoal, POIS AMBOS ESTÃO DESINFORMADOS QUANTO A VERDADEIRA IMPORTÂNCIA DO NATAL.

DESENVOLVIMENTO:

1. MAS QUAL A IMPORTÂNCIA E POR QUE GOSTAR DO NATAL?
Natal é a vinda do filho de Deus para ser filho do homem, para levar os filhos dos homens a se tornarem filhos de Deus. (João 3:16 – Hebreus 4:15 – 1:18)
Devemos gostar do Natal de Jesus porque foi um marco da fidelidade de Deus no cumprimento de sua promessa em Gênesis 3:15, também chamado de PROTO (PRIMEIRO) – EVANGELHO. A redenção da humanidade.

2. HOUVE UM HOMEM NA BÍBLIA QUE DETESTOU O NATAL – SEU NOME: HERODES
NATAL PARA HERODES ERA AMEAÇA DE PERDA, CONFRONTO, POSSIBILIDADE DE
PARA ELE O NATAL – A CHEGADA DE JESUS – significaria mudança de vida, de postura, PREÇO QUE ELE NÃO QUERIA PAGAR.
SUA IDÉIA FOI MATAR JESUS, AO INVÉS DE SE ADEQUAR AOS PRÍNCIPIOS DE DEUS.
AINDA HOJE HERODES TEM FEITO DISCÍPULOS: OS EUA QUE PROIBIRAM MENCIONAR JESUS NO NATAL – MUITOS QUE COMEMORAM ERRADO – OS QUE DEIXAM DE COMEMORAR – NÃO ESTÃO, PORVENTURA, SEGUINDO HERODES?

3. MAS COMO CELEBRAR O NATAL?

A. EM FAMÍLIA – Lucas 2:16 – Os pastores encontraram uma família reunida; Ótima oportunidade para estar em família. (Juntos, reconciliação, iniciativa para o perdão, abraços, encontros e reencontros), É LÓGICO QUE ONDE TEM PESSOAS TEM ALIMENTOS, ALEGRIA, Mas o foco principal tem de ser JESUS.

B. COM CELEBRAÇÃO – Lucas 2:13-14 – Deus mandou o anjo com uma milícia (Uma multidão - grande coral de anjos) dizendo: Glória a Deus nas maiores altura e paz na terra entre os homens a quem ele quer bem. É tempo de louvar a Deus. É TEMPO DE ESTAR NA CASA DE DEUS! É tempo de lotarmos a Igreja para adorar e louvar de todo nosso coração!

C. COM PRESENTES – Mateus 2:1 a 12 – Nos fala que Uns Magos vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar Jesus. Ao encontrá-lo deram-lhe presentes: (Ouro (realeza), incenso (divindade) e mirra (Paixão) – PRESENTES PARA JESUS. É bom e saudável presentear e ser presenteado. Sinal de lembrança. O PRESENTE MAIS IMPORTANTE TODOS GANHARAM. JESUS! MAS É O PRESENTE DE JESUS? Prov. 23:26 Dá-me o teu coração (vida) – O prazer de Deus é transformar sua vida – EU SOU O PRESENTE DE DEUS.

CONCLUSÃO:

Que Deus nos ajude a sempre manter a tradição sadia de nunca deixar morrer o natal de Jesus.
Que sejamos consciente a ponto de ensinar as pessoas que NATAL SIGNIFICA ESPERANÇA, A CERTEZA DE DIAS MELHORES.
A POSSIBILIDADE REAL DE VITÓRIA SOBRE TODAS AS FORÇAS DO MAL.
ACIMA DE TUDO, A POSSIBILIDADE REAL DE SALVAÇÃO ETERNA PARA TODAS AS PESSOAS QUE RECEBEREM JESUS CRISTO EM SEUS CORAÇÕES.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

10 MOTIVOS PARA CELEBRAR O NATAL



1 – Porque a Bíblia, em nenhuma parte, proíbe a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

2 – Porque, pelo fato de ninguém saber a data correta do nascimento de Jesus, a data foi estipulada em 25 de dezembro. Se não fosse esta data a escolhida, poderia ser qualquer outra. Então em pergunto: Se ninguém sabe a data correta, qual o problema de comemorarmos no dia 25 de dezembro?

3 – A Bíblia diz: “Quero trazer a memória o que me pode trazer esperança” (Lamentações de Jeremias 3:21) É melhor recordar o nascimento de Jesus, expressão maior do amor de Deus, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, que entregar, em breve, esta data para celebração de Maitreya, o avatar da Era de Aquário. Já perceberam que no dia 31 de outubro, dia da comemoração da Reforma Protestante, a maioria das Igrejas Evangélicas deixaram de recordar e muitas nem sabem o que significa, tem sido ocupado para a comemoração da festa de halloween? ACORDA IGREJA!

4 – Se o natal tem tido desvios na sua maneira de celebrar, onde está a voz profética da Igreja para ensinar o povo que a vinda de Jesus ao mundo teve outro objetivo? Não seria este momento, onde a família se reúne, uma ótima oportunidade para o evangelismo comprometido?

5 – Porque, apesar do apelo comercial, posso me educar e ensinar minha família a ter domínio próprio e vivermos conforme as nossas posses.

6 - Porque a criação desta festividade foi a destronização do deus sol, para dar lugar ao verdadeiro sol da Justiça, que é o nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.

7 – Esta festa é um ótimo momento para glorificarmos a Jesus Cristo com nossa família, amigos e Igreja. Num tempo de tanta correria e atropelos, o Natal é um momento especial para buscarmos comunhão, reconciliação ou simplesmente estarmos juntos.

8 – Porque os adereços (enfeites) de natal, excluída a figura de papai noel e outras que destoam dos ensinos bíblicos, alegram qualquer ambiente e nos fazem rememorar a primeira noite de natal.

9 – O natal de Jesus nos dá uma excelente oportunidade para ensinarmos sobre a sua segunda vinda, assunto que anda muito esquecido nestes tempos de teologia da prosperidade.

10 – É interessante que a festa de natal traz em seu bojo um clima de muita alegria. É lógico que é também um momento de reflexão e saudade de pessoas que nos deixaram e deixaram um espaço vazio na mesa. Por isso, natal é, também, tempo de abraço, consolo, cura e de esperança.

COMEMORE O NATAL COM TODA INTENSIDADE!

Aproveite para orar junto com seus queridos.

Aproveite para presentear o aniversariante com a sua vida.

Dê graças pelo grande amor do Pai por todos nós.

Feliz Natal!

Rev. Ednaldo Breves

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO A TODOS OS LEITORES

Natal Tempo de Visitas de Deus - Advento – Tempo da vinda do Senhor Jesus.

O termo Advento, em nossas versões, é a tradução de palavras diversas, que, com diferentes matizes, designam a vinda, a chegada, a aparição ou presença gloriosa do Messias, do Cristo, do Filho do Homem ou do Senhor, tomando posse do seu Reino, exercendo o poder soberano e o julgamento final. Trata-se do ato ou acontecimento transcendente, para o qual está voltada a esperança da fé, que marcará o fim do tempo ou do século presente e inaugurará um tempo novo, o da manifestação da realeza dos céus na Terra.

Mas, ultimamente, passou a circular entre os evangélicos um movimento herege, cheio de argumentos históricos distorcidos contra a celebração do Natal. Foram tantos os absurdos ditos que podemos chamar esse grupo de neodocetistas, ou seja, adeptos da velha seita gnóstica surgida no primeiro século, a qual defendia que Jesus nunca encarnou, ou seja, não nasceu, mas, sim, que Ele era apenas uma aparição, alguém somente espiritual.

Sim, pois o grupo que combate a celebração do Natal, no fundo, está dizendo: Jesus não nasceu! É possível que eu esteja exagerando, mas se eu encontrar algum pastor/a metodista que tenha embarcado nesse modismo, nessa teologia sem Bíblia, com argumentos históricos muito falhos, precisarei matriculá-los de novo num curso de Teologia.

Sim, neste Natal, quero ver todos os metodistas testemunhando que Jesus veio; portanto: “Paz na terra, entre os homens e mulheres, a quem ele quer bem” (Lc 2.14). Perdoem-me os/as colegas que nem haviam ouvido falar desse modismo, dessa conspiração contra o Natal e contra os textos bíblicos que anunciam o nascimento do filho de Deus, sim, a vinda do Messias ao mundo, mas precisamos recordar os fundamentos da nossa fé.

Bispo Paulo Lockmann

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Natal proibido

O Globo, 20 de dezembro de 2003


Embora 92 por cento dos americanos celebrem o Natal, qualquer festejo natalino está proibido nas escolas públicas dos EUA. Mesmo a simples menção verbal ao nascimento de N. S. Jesus Cristo deve aí ser substituída por alusões neutras a “festas”. Infrações são punidas com suspensão ou expulsão, para os alunos, e demissão, para os professores. O nome de Jesus, qualquer prece cristã e até entrar no recinto com uma Bíblia embaixo do braço estão proibidos o ano inteiro em muitas outras repartições oficiais. São considerados violações da “separação Igreja-Estado”, preceito que não está na Constituição mas que a facção mais esquerdista do Partido Democrata conseguiu impor ao Congresso na era Clinton, cavando um abismo entre os costumes populares e a regra oficial.

A previsível reação de incredulidade do leitor brasileiro ante essas notícias provém de uma só causa: o Brasil está separado dos EUA -- e, a rigor, do resto do mundo – por um muro-de-Berlim cognitivo cada vez mais impossível de saltar.

A mídia brasileira em peso, entre lágrimas, descreve os muçulmanos nos EUA como um grupo perseguido e acuado. Mas durante o ano inteiro de 2002 as queixas de discriminação anti-islâmica registradas -- quase todas de meros suspeitos de terrorismo interrogados pela polícia e liberados, e nenhuma com denúncia de agressão física, demissão de emprego, privação da liberdade de palavra, etc. -- foram pouco mais de seiscentas. Para você fazer uma idéia do que isso significa, seiscentos é o número de advogados voluntários que trabalham para uma só associação cristã de direitos humanos e mal dão conta dos casos graves de discriminação anticristã que lhes chegam diariamente.

As amostras que tenho colhido na imprensa americana sobem a centenas de casos e estão à disposição dos leitores que me escrevam a respeito. Mais ainda são as que constam do best seller “Persecution” do advogado David Limbaugh. Alguns exemplos:

Cristãos indicados para altos cargos no governo federal têm sido invariavelmente vetados pelo Congresso, sob a alegação de que sua presença atenta contra a “separação de Igreja e Estado”.

Ron Greer, pastor de uma comunidade evangélica em Madison, Wisconsin, teve sua pregação interrompida por gritos que vinham de fora da igreja. Foi averiguar e deparou com uma multidão de manifestantes anticristãos que, em aberta incitação ao genocídio, gritavam: “Tragam os leões!”

Mildred Rosario, uma professora do Bronx, fez uma prece junto com a classe pela morte de um dos alunos, e foi demitida. O instrutor Simpson Gray perdeu o emprego por entrar na mesma escola com uma Bíblia.

Numa escola elementar de New Jersey, um menino foi punido por dar a seus colegas uns lápis com a inscrição “Jesus ama as criancinhas”. A Côrte de Apelação local deu razão à escola.

Em St. Louis, Missouri, Raymond Raines, aluno do quarto ano primário, rezou em voz alta antes do almoço na Waring Elementary School. Ganhou uma semana de suspensão.

Num programa da Nation Public Radio (estação do governo), o comentarista Andrei Codrescu exclamou: “A evaporação de quatro milhões de pessoas que acreditam nesse lixo (o cristianismo) faria do mundo um lugar melhor.”

A Biblioteca Pública de Meridien, Conn., retirou de suas paredes todas as imagens de Jesus Cristo, julgando-as ofensivas à comunidade islâmica.

No condado de Galveston, Texas, o juiz distrital Samuel B. Kent colocou policiais nas escolas públicas para que prendessem -- isto mesmo: prendessem -- qualquer estudante que violasse a “separação Igreja-Estado” pronunciando o nome de Jesus.

Em inumeráveis mesquitas americanas, na TV e nas ruas, os imams vociferam impunemente apelos à guerra mundial contra o “Grande Satã”, mas o general William G. Boykin perdeu seu posto de comando por ter dito que a luta contra o terrorismo era uma guerra contra a falsa religião. Em muitas escolas públicas da Califórnia, a prática da religião islâmica é obrigatória, enquanto a da cristã é proibida; o aluno que diga uma palavra contra o Islam é forçado a submeter-se a estágio de “reeducação da sensitividade”, que inclui recitações do Corão.

No Canadá é pior ainda. O pastor John Hagee mostrou na estação CTS de Toronto um vídeo no qual imams muçulmanos, em plena América, pregavam abertamente a violência contra os judeus. Foi punido -- ele, não os imams -- por “violar o código de ética” da emissora. Mark Harding, um canadense acusado de falar contra o Islam, foi condenado a 340 horas de serviço comunitário numa entidade muçulmana, incluindo leitura obrigatória de propaganda pró-islâmica.

Nada disso foi jamais noticiado na mídia nacional. Os EUA que o leitor brasileiro imagina conhecer são uma entidade imaginária, diversa e às vezes inversa da realidade.

Enquanto isso, a matança de cristãos no mundo islâmico sobe a cifras assustadoras, sem que nenhum jornalista do Brasil, país nominalmente cristão, sinta o menor repuxão na consciência por ocultar do público esse genocídio sem fim. Paul Marshall, autor de Religious Freedom in the World: A Global Survey, informa que “desde que o Front Nacional Islâmico tomou o poder nos anos 80, dois milhões de sudaneses cristãos e animistas foram assassinados.” Na Arábia Saudita a religião cristã é formalmente proibida, enquanto no Irã só pode ser praticada em recinto fechado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Jesus: Um messias na rua

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"Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles."
(Mt 1.18-25)

Natal é recordação, e mesmo atualização da obra que o Filho de Deus ao nascer entre nós veio realizar. É também uma recordação permanente do papel fundamental da mulher e da criança na obra da Salvação.
Primeiro, Maria, uma mulher simples, ocupa um papel de destaque na história da Salvação, lugar antes reservado a profetas e reis, quase sempre homens.
Por outro lado, o relato deixa claro que ainda assim ela é vulnerável, pois sua gravidez é posta em suspeita, os homens tinham de legitimá-la. Se não fosse a intervenção do anjo, Maria teria permanecido rejeitada. Aqui fica claro que a Salvação começa por restabelecer a dignidade da maternidade.
A situação da gravidez de Maria segue sendo uma denúncia por não dispor de condições mínimas de segurança. O risco corrido por Maria de estar só e sem recursos segue sendo a situação de fragilidade e marginalidade que muitas mães vivem nas ruas de nossas cidades. Homens que não assumem a paternidade são mais frequente do que desejaríamos. Apenas ocasionalmente uma ou outra mulher consegue na justiça que um ou outro homem assuma sua responsabilidade.
Na verdade, o risco que Maria correu é o drama real de muitas mulheres. Com Maria o socorro de Deus veio nas expressões da mensagem do anjo de Deus. Onde estão hoje os anjos de Deus? Cabe à Igreja servir de mensageira de Deus às mulheres que solitárias dão à luz a seus filhos, algumas nas ruas de nossas cidades. Dessa forma é que entendemos Jesus como Salvador, aquele que nos envia para salvar o povo de seus pecados, ou seja, de suas misérias, injustiças, impiedades. Sim, resgatar da solidão da miséria é ajudar as pessoas a conhecerem Jesus e nele a Salvação.
Em segundo lugar, sobre uma criança, o menino Jesus, começa a se construir o sonho de Deus, aquele que como disseram os anjos aos pastores: "...eis aqui vos trago boa nova (Evangelho) de grande alegria, que o será para todo o povo." Jesus, o menino, é sinônimo de boa nova, de grande alegria. E assim também é o nascimento dos nossos filhos: é uma grande alegria acolher a chegada de uma criança, para isso nós preparamos: o ambiente, o melhor possível, o enxoval, roupas e outros utensílios, preparados em cada família quando está para nascer uma criança. A acolhida do Filho de Deus deveria ser festejada pelo povo de Israel, e recordada por nós. Deus ouviu o clamor de seu povo e lhe deus o Messias, ou, como disse Simeão, a Salvação de Deus, Redenção de Jerusalém. Mas não foi assim, o menino nascido de Deus, por sua serva Maria, foi quase rejeitado pelo pai. Além disso, foi ordenada sua morte ainda quando criança, pelo rei Herodes. E, finalmente, não havia lugar para ele, nem na estalagem. Assim, o nascimento de Jesus, além de trazer o sonho de Deus, traz denúncia ao descaso com as crianças.
Muitas das nossas crianças são mortas nas ruas das nossas cidades, fruto da violência que se instaurou ao nosso redor, mortes planejadas e ordenadas pelos novos Herodes. Até quando Senhor??? São nas ruas do Centro do Rio ou nas periferias e lugares, por todo lado vemos crianças a nos anunciar, recordar: Nasceu de novo Jesus. E do mesmo modo não há lugar para a Maria de Jesus dar à luz a sua criança. Sem lugar, sem nome, e algumas sem pai e sem mãe. Até quando Senhor???
Sim, não havia lugar para Jesus em Israel. Difícil ironia: o tão esperado não encontra lugar. Por quê? Porque o rei queria conservar seu poder seus acordos com Roma, porque a ordem social e econômica que ele organizara seria confundida.Não havia lugar para Jesus na própria religião judaica, pois os sacerdotes e escribas em sua teologia não tinham lugar para um Messias como ele. O padrão teológico da religião judaica era estranho para o padrão de Jesus: seu nascimento, suas companhias, seus discípulos, em tudo se diferenciava dos religiosos. Finalmente, não havia lugar para Jesus na vida das pessoas: os desafios pessoais apresentados por Jesus foram rejeitados por muitos; o exemplo do jovem rico, que se afasta, recusando dar o que tem aos pobres e segui a Jesus, ilustra os termos claros da boa nova: trata-se de compromisso exclusivo com Jesus, perdão e justiça aos que nEle creem, especialmente os pobres, pois, afinal, a maioria dos ricos já tem a sua consolação.
Assim. O Natal deve ser um momento de pensarmos nos anúncios que ele traz, e também as denúncias que ele sublinha. Quando estivermos fazendo nossas compras, pensemos nos verdadeiros sentidos no Natal, falemos ao derredor: Natal é mais do que estas vitrines, presentes. É verdade que já sabemos, mas não e verdade que anunciamos o que sabemos. Tampouco vamos permitir que nosso Natal ocorra somente entre quatro paredes; vamos tirar nossa festa de dentro de casa, de dentro do templo, e vamos colocá-la nas ruas, como fazem os comerciantes. Sim, sejamos criativos. Levemos o Natal para a praça, preparemos uma cantata, algo diferente. Vamos incomodar, no bom sentido, o povo; vamos chegar junto das pessoas nas ruas. Sim, preparemos a festa para todos, pois Jesus é a boa nova de alegria para todo o povo! ALELUIA!
Bispo Paulo Lockmann

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

10 MOTIVOS PARA CELEBRARMOS O NATAL DE JESUS CRISTO



Diante de tantos pensamentos diferentes publicados na Internet acerca do natal, gostaria de refletir sobre ...

10 MOTIVOS PARA CELEBRARMOS O NATAL DE JESUS CRISTO

1 – Porque a Bíblia, em nenhuma parte, proíbe a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

2 – Porque, pelo fato de ninguém saber a data correta do nascimento de Jesus, a data foi estipulada em 25 de dezembro. Se não fosse esta data a escolhida, poderia ser qualquer outra. Então em pergunto: Se ninguém sabe a data correta, qual o problema de comemorarmos no dia 25 de dezembro?

3 – A Bíblia diz: “Quero trazer a memória o que me pode trazer esperança” (Lamentações de Jeremias 3:21) É melhor recordar o nascimento de Jesus, expressão maior do amor de Deus, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, que entregar, em breve, esta data para celebração de Maitreya, o avatar da Era de Aquário. Já perceberam que no dia 31 de outubro, dia da comemoração da Reforma Protestante, a maioria das Igrejas Evangélicas deixaram de recordar e muitas nem sabem o que significa, tem sido ocupado para a comemoração da festa de halloween?

4 – Se o natal tem tido desvios na sua maneira de celebrar, onde está a voz profética da Igreja para ensinar o povo que a vinda de Jesus ao mundo teve outro objetivo? Não seria este momento, onde a família se reúne, uma ótima oportunidade para o evangelismo comprometido?

5 – Porque, apesar do apelo comercial, posso me educar e ensinar minha família a ter domínio próprio e vivermos conforme as nossas posses.

6 - Porque a criação desta festividade foi a destronização do deus sol, para dar lugar ao verdadeiro sol da Justiça, que é o nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.

7 – Esta festa é um ótimo momento para glorificarmos a Jesus Cristo com nossa família, amigos e Igreja. Num tempo de tanta correria e atropelos, o Natal é um momento especial para buscarmos comunhão, reconciliação ou simplesmente estarmos juntos.

8 – Porque os adereços (enfeites) de natal, excluída a figura de papai noel e outras que destoam dos ensinos bíblicos, alegram qualquer ambiente e nos fazem rememorar a primeira noite de natal.

9 – O natal de Jesus nos dá uma excelente oportunidade para ensinarmos sobre a sua segunda vinda, assunto que anda muito esquecido nestes tempos de teologia da prosperidade.

10 – É interessante que a festa de natal traz em seu bojo um clima de muita alegria. É lógico que é também um momento de reflexão e saudade de pessoas que nos deixaram e deixaram um espaço vazio na mesa. Por isso, natal é, também, tempo de abraço, consolo, cura e de esperança.

COMEMORE O NATAL COM TODA INTENSIDADE!

Aproveite para orar junto com seus queridos.

Aproveite para presentear o aniversariante com a sua vida.

Dê graças pelo grande amor do Pai por todos nós.


Feliz Natal
Rev. Ednaldo Breves

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

OLHANDO PARA FRENTE, PARA O ALVO!!!!

Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial que Deus nos chama a receber. Fl 3:13-14

Neste final de ano de 2010, gostaria agradecer a Deus por sua fidelidade para com a nossa amada Igreja Metodista no bairro São Pedro.

Em segundo lugar, gostaria de falar a todos os líderes, membros e visitantes assíduos de nossa Igreja.

O que quero dizer é: Muito Obrigado pela vida, pela fidelidade, pelo empenho de cada um de vocês!

Gostaria de lembrar-vos que Deus tem contemplado a vida de todos, e, que, certamente, Deus recompensará cada um de vocês com a bênção da salvação, da saúde, da alegria e da prosperidade.

Desde que cheguei nesta Igreja, em Janeiro de 1998, Deus colocou um alvo em nossos corações: Uma Igreja grande, sem perder a unidade, o calor, a receptividade; Uma Igreja cheia do Espírito Santo, avivada, um celeiro de bons obreiros(as); Uma Igreja fiel ao Evangelho genuinamente Bíblico, conduzida com muita honestidade, transparência, seriedade e unção de Deus.

De lá para cá, fico maravilhado com tudo o que Deus fez e continua fazendo em nosso meio

Confesso que, às vezes, fico admirado com a dinâmica de Deus em nosso meio. O Deus da Igreja faz nascer, leva para junto de si, leva pessoas para outros lugares, trás pessoas de outros lugares e quando o inimigo sugestiona que a Igreja vai ser derrotada, vem o renovo de Deus e, assim, como a primavera vem depois do inverno, trazendo suas folhas verdes e suas belas flores, eis que Deus nos surpreende com uma Igreja, cada dia, mais leve, mais agradável, mais amiga, mais ativa e mais abençoada!

2011 está chegando, e, sinceramente, minha fé e tranqüilidade em relação ao novo ano é muito grande! Deus tem provado que está conosco e, continuará conosco. Estamos no caminho certo!

Feliz Natal e um 2011 repleto de vitórias a todos vocês!!!

Rev. Ednaldo Breves e Família

terça-feira, 23 de novembro de 2010

10 MOTIVOS PARA CELEBRARMOS O NATAL


1 – Porque a Bíblia, em nenhuma parte, proíbe a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

2 – Porque, pelo fato de ninguém saber a data correta do nascimento de Jesus, a data foi estipulada em 25 de dezembro. Se não fosse esta data a escolhida, poderia ser qualquer outra. Então em pergunto: Se ninguém sabe a data correta, qual o problema de comemorarmos no dia 25 de dezembro?

3 – A Bíblia diz: “Quero trazer a memória o que me pode trazer esperança” (Lamentações de Jeremias 3:21) É melhor recordar o nascimento de Jesus, expressão maior do amor de Deus, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, que entregar, em breve, esta data para celebração de Maitreya, o avatar da Era de Aquário. Já perceberam que no dia 31 de outubro, dia da comemoração da Reforma Protestante, a maioria das Igrejas Evangélicas deixaram de recordar e muitas nem sabem o que significa, tem sido ocupado para a comemoração da festa de halloween?

4 – Se o natal tem tido desvios na sua maneira de celebrar, onde está a voz profética da Igreja para ensinar o povo que a vinda de Jesus ao mundo teve outro objetivo? Não seria este momento, onde a família se reúne, uma ótima oportunidade para o evangelismo comprometido?

5 – Porque, apesar do apelo comercial, posso me educar e ensinar minha família a ter domínio próprio e vivermos conforme as nossas posses.

6 - Porque a criação desta festividade foi a destronização do deus sol, para dar lugar ao verdadeiro sol da Justiça, que é o nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.

7 – Esta festa é um ótimo momento para glorificarmos a Jesus Cristo com nossa família, amigos e Igreja. Num tempo de tanta correria e atropelos, o Natal é um momento especial para buscarmos comunhão, reconciliação ou simplesmente estarmos juntos.

8 – Porque os adereços (enfeites) de natal, excluída a figura de papai noel e outras que destoam dos ensinos bíblicos, alegram qualquer ambiente e nos fazem rememorar a primeira noite de natal.

9 – O natal de Jesus nos dá uma excelente oportunidade para ensinarmos sobre a sua segunda vinda, assunto que anda muito esquecido nestes tempos de teologia da prosperidade.

10 – É interessante que a festa de natal traz em seu bojo um clima de muita alegria. É lógico que é também um momento de reflexão e saudade de pessoas que nos deixaram e deixaram um espaço vazio na mesa. Por isso, natal é, também, tempo de abraço, consolo, cura e de esperança.

COMEMORE O NATAL COM TODA INTENSIDADE!

Aproveite para orar junto com seus queridos.
Aproveite para presentear o aniversariante com a sua vida.
Dê graças pelo grande amor do Pai por todos nós.

Feliz Natal
Rev. Ednaldo Breves