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quarta-feira, 21 de maio de 2025

CONSEQUÊNCIAS DA QUEDA DE UM LÍDER

(Max Lucado)

Provérbios 14:12 - “Há certos caminhos que parecem perfeitos ao homem, mas quem os segue acabará encontrando a morte.”

Pensamento:

É possível ceder à tentação com este pensamento: Ninguém vai saber. Não serei pego. Sou apenas humano…

Busque a solução nos joelhos no chão, em oração!

Não estrague as coisas, fazendo algo do qual vai se arrepender. 

Anos atrás um amigo me deu este conselho: “Faça uma lista de todas as vidas que você atingirá com uma possível imoralidade sexual.” 

Eu fiz a lista e, vez em quando, eu volto a ler. 

Denalyn, minha esposa. Minhas três filhas. Meus genros. Meus netos e os netos que ainda não nasceram. Cada pessoa que já leu algum dos meus livros ou escutou uma das minhas pregações. As ovelhas que pastoreei, batizei, casei, aconselhei, etc… Meus pares (Pastores ativos e inativos), tornando seu trabalho mais difícil. Minha equipe de editores. Os membros do nosso ministério. Etc…

A lista me lembra sempre que “um ato de carnalidade é prazer muito efêmero comparado a um legado perdido.”

Você não conserta um casamento em dificuldades tendo um caso; 

Um problema de drogas com mais drogas.

Você não conserta uma situação estúpida com estupidez. 

Faça o que agrada a Deus. 

Tempos turbulentos tendem a provocar um apagão espiritual em “todo” cristão!

Atalhos vão sempre te por à prova. 

Não seja tolo nem ingênuo. 

Faça o que agrada a Deus. 

Nada mais, nada menos!

Oração:

Pai nosso que estás nos céus e no meu coração, … não me deixe cair em tentação; mas livra-me do mal [pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!

terça-feira, 27 de maio de 2014

HÁ UM MOMENTO EM QUE O DISCÍPULO DESEJA SUPLANTAR O SEU MESTRE! SERÁ ISSO POSSÍVEL, OU UMA BUSCA TOLA PELO POTE DE OURO DEPOIS DO ARCO-IRIS?

Por Rev. Paulo Assis Pereira

Um velho ditado afirma que quando o discípulo está pronto, o mestre aparece.

Algumas pessoas foram escolhidas por Deus para descobrirem e investirem em novos talentos.

Tem visão espiritual capaz de ver uma pedra bruta e imaginá-la uma jóia de grande valor!

Estas pessoas, escolhidas por Deus para descobrirem e investirem em novos talentos, habitualmente, chamamos de “mestres’.

Pessoas que, a despeito de todo trabalho que possam ter, não se importam.

Gastam tempo, enfrentam, tranquilamente, rebeldias, questionamentos e tantos dissabores, acreditando que um dia o “discípulo” ou “aluno” vai compreender a visão de seu “mestre”.

O próprio Jesus, em João 13, no lava-pés, disse que, o que Ele estava fazendo, naquele momento, seus “discípulos” só iriam entender depois.

Pensando nisso, lembrei-me de uma canção sobre o Tapeceiro Divino, que diz:

Tapeceiro, grande artista, Vai fazendo seu trabalho, incansável, paciente no seu tear.
Tapeceiro, não se engana. Sabe o fim desde o começo. Traça voltas, mil desvios sem perder o fio.

Minha vida é obra de tapeçaria. É tecida de cores alegres e vivas,
Que fazem contraste no meio das cores, nubladas e tristes
Se você olha do avesso, nem imagina o desfecho. No fim das contas, tudo se explica,
Tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem.

Quando se vê pelo lado certo, muda-se logo a expressão do rosto,
Obra de arte para Honra e Glória do Tapeceiro
Quando se vê pelo lado certo, todas as cores da minha vida
Dignificam a Jesus Cristo, o Tapeceiro Divino.

O “mestre” projeta um bom final! Ensina, corrige, exorta com amor....
Luta para que seu “discípulo” um dia se torne um referencial que dignifique o Deus que o escolheu.
Afinal de contas a glória é sempre do Deus que chamou a ambos!

No entanto, vem o dia em que o “discípulo” é desafiado a andar com suas próprias pernas. Já não tem mais seu “mestre” à sua disposição 24 horas por dia. É tempo de andar sozinho, com a ajuda de Deus.

Neste ponto, apesar do “mestre” não está fisicamente perto, está através de seus ensinamentos, que “um discípulo honesto” reconhece: Realmente, ele tinha razão! Naquele tempo eu não entedia, era rebelde, questionava, mas, hoje vejo que ele estava certo.

Sendo humilde avança! Avança como Paulo, “discípulo” do “mestre Barnabé” avançou!

Se mantiver o foco em Deus, o “Mestre dos Mestres”, um dia, também, se tornará um “mestre” para outro “discípulo”. E assim é com muitos!

Chega um dia, porém, que “alguns discípulos”, ao invés de buscarem o Deus de seus “mestres” como referencial, desejam, de forma tola, num rompante de vaidade humana e diabólica, suplantarem seus “mestres”.

Esquecem-se de quem é o verdadeiro padrão a ser seguido!

Deixam de levar em conta que Deus não somente estabelece o padrão; Ele é o padrão. "Sejam santos, porque eu sou santo" (1Pedro 1.16).

A questão não é como nos comparamos com outras pessoas e, sim, como nos comparamos com Deus.

Existem os “discípulos” que honram a Deus e seus mestres terrenos, que foram, são e, serão sempre, um bênção em suas vidas!

No entanto, outros, em determinado momento, sentindo-se incomodados, querem matar, a qualquer custo, qualquer lembrança que os arremeta a seus “mestres”!

Querem fazer algo que os supere! Querem chamar mais atenção! Querem o seu lugar!

Quanta tolice! Quanto tempo jogado fora! Quanto esforço inútil!

Deveriam estar gerando novos discípulos!

Mas, iludidos pela síndrome de lúcifer, estão atrás de um pote de ouro atrás do arco-iris!

Quanto ao “mestre”? Está em paz!

História não se apaga!

Há um livro, onde tudo está registrado, que não pode ser apagado. Está no Céu!

Nenhum ser humano tem acesso a ele. Nenhum fogo pode queima-lo! Nada pode destruí-lo!

Um arquivo que não pode ser deletado ou corrompido!

Nele está escrito a verdade!

Quem nasceu para ser “mestre” é “mestre”, porque nunca deixou de ser “aluno” do “Mestre dos Mestres” que é Jesus Cristo! Sempre O teve como primeiro referencial!

Aprenda isso meu irmão e minha irmã!

Siga o seu caminho, construa sua história sem tentar apagar a história dos outros!

Seu “mestre” é único!

Você é único/a! E cada um vai dar contas a Deus!


Soli Deo Gloria! Amém!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

ORIENTAÇÕES PRECIOSAS AOS LÍDERES DA IGREJA

A presente orientação é fruto de 41 anos trabalhando em Liderança de Igrejas, que, a meu ver, poderá ser útil para liderança de Igreja de qualquer denominação!

Amada(o) Líder da Igreja Metodista em São Pedro
Barra Mansa – RJ

Graça e Paz:

Você foi escolhida/o por Deus para ocupar uma função especial nesta Igreja. SUA GESTÃO É DE 01 DE JANEIRO A 31 DE DEZEMBRO DE 2009. Desejamos que o Deus que te chamou possa capacitá-la/o para cumprir este chamado até o fim, obtendo muito sucesso para a obra de Deus.
Para tanto, gostaria de, na qualidade de Pastor Titular, acentuar algumas orientações que, creio, ajudarão você a ser bem sucedida/o neste novo desafio, a saber:

1. Nunca perca a dimensão de que você foi chamada/o por Deus, você é capaz e Deus conta com você;

2. Procure se aperfeiçoar a cada dia na função que você ocupa. Busque a orientação de Deus, pesquise, estude bons livros sobre o assunto, faça cursos de aperfeiçoamento, participe de encontros, ouça sugestões, ouça as críticas e faça uma avaliação sincera. Seja humilde para aprender todos os dias;

3. Você é serva/o. Seus liderados são voluntárias/os, não funcionárias/os. Não exija, não mande - motive-as/os;

4. Seja você mesma/o, afinal foi você a pessoa escolhida por Deus. Tenha Jesus Cristo como modelo;

5. A Igreja Metodista em São Pedro ama você e você deve vestir a camisa da Igreja Metodista em São Pedro; Nunca fale, nem permita que falem mal da Igreja, nem de seus líderes;

6. O envolvimento com a obra do Senhor não substitui o envolvimento com o Senhor da Obra. Não negligencie a sua vida devocional; (Leitura bíblica, oração, jejum, adoração, estar na Igreja, etc);

7. Cuide do seu nome nos compromissos assumidos. Se comprou, pague. Em caso de dificuldade,converse e negocie. A partir de agora, mais do que nunca, o seu nome está associado ao da Igreja e do Evangelho.

8. Seja dizimista fiel. Além da exigência canônica para se ocupar funções na Igreja Metodista, a infidelidade nos dízimos e nas ofertas é uma porta de maldição aberta que atinge você e todos os que estão debaixo de sua autoridade e, por fim, prejudica e compromete os projetos da Igreja.

9. Seja leal com seus pares (demais líderes da Igreja). Não fale deles. Procure auxiliá-los no máximo, sem, no entanto, interferir em seus ministérios, departamentos e grupos societários;

10. Quando tiver alguma crítica construtiva ou reclamação a fazer, converse primeiro com a pessoa. Não exponha um líder numa reunião de CLAM ou Concílio, tendo estado com ele anteriormente e se omitido de falar-lhe. É muito cruel, antiético, cria feridas na alma e não condiz com o espírito cristão e de camaradagem que deve reinar entre a liderança.

11. Seja aluna/o da Escola Dominical e participante regular dos cultos. Afinal, você é referência e multiplicador. Talvez você não perceba, mas existem muitas pessoas na Igreja te observando e copiando a maneira como você leva a sua vida cristã.

12. Líder gera líder. Bom Líder gerará bons líderes. Não tenha medo de ensinar o que você sabe. A fonte que jorra para o seu aprendizado nunca secará, pois vem do trono de Deus. Descubra entre os seus liderados pessoas vocacionadas para substituí-la/o e invista nela/e;

13. Não negligencie sua família. Tire um tempo para seus pais, esposa(o), filhos e parentes em geral. De que vale ganhar o mundo inteiro e perder sua família?

14. Tire Férias. Planeje e tenha um período de descanso mais prolongado, pelo menos uma vez por semestre. Deixe o seu vice na liderança e, comunique ao Pastor e a seus liderados. Uma mente descansada funciona bem melhor.

15. Não falte as reuniões e os Concílios. Seja Pontual. Justifique a ausência.

16. Você está debaixo da Autoridade Espiritual de um Pastor chamado por Deus e Credenciado pela Igreja Metodista. Honre e respeite o seu Pastor. Não saia para pregar, não viaje, nem se ausente da Igreja, sem contactá-lo, sem ouvi-lo. Certamente ele terá uma palavra do coração de Deus para sua vida.

Com carinho,
Rev. Ednaldo Breves

domingo, 3 de março de 2013

PASTORES VOLTAM PARA ESCOLA BUSCANDO APRENDER "LIDERANÇA"

Artigo de CLARA ROMAN - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Responsáveis por liderar uma comunidade de 42,3 milhões de pessoas, segundo o IBGE, pastores evangélicos têm buscado melhorar sua formação com cursos de especialização para o cargo.

As disciplinas alternam noções de teologia e entendimento da Bíblia com conceitos de administração e estratégias de liderança.

Entre 2000 e 2010, os evangélicos aumentaram sua fatia na população de 15,4% para 22,2%, impulsionando também a demanda por pastores e, consequentemente, a criação de cursos e escolas para sua formação.

Na Faculdade de Educação Teológica de São Paulo, o curso é on-line e tem duração de cerca de um ano, ao custo de R$ 999. O material didático consiste em 101 apostilas, com lições de antropologia, código civil e penal, administração eclesiástica, didática e ética, entre outras.

Na aula de administração, por exemplo, são ensinados conceitos clássicos como o PODC (planejar, organizar, decidir, controlar), da obra Administração, de James Stoner e Edward Freeman.

Na estrutura organizacional, um pastor tem a incumbência de um profissional na área de marketing e vendas, analisa Antonio Sauaia, professor da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade).

Ao término das disciplinas, o pastor Lawton Ferreira, coordenador do curso, oferece consultorias nas igrejas para acompanhar a prática dos pastores. Os pastores precisam melhorar a capacidade de liderança, de coordenar equipes, afirma Ferreira.

Lawton também ensina técnicas para melhorar a comunicação com o público, como utilizar linguagem mais acessível durante os cultos.

O pastor Emerson Acioli, 32, afirma que o curso o ajudou a desenvolver uma base teórica para construir seus discursos nas cerimônias.

Nos primeiros cinco meses, teve dificuldade em compreender a linguagem dos textos, conta. Hoje, ele afirma receber uma remuneração mensal de R$ 1.500, além de ter a moradia garantida pela igreja onde ministra os cultos, mas não possui direitos trabalhistas e recolhe o INSS como autônomo.

O pastor Lawton Ferreira, que coordena curso à distância para religiosos e presta consultoria a igrejas pretende lançar um novo módulo, com o nome de Atividade Pastoral na Contemporaneidade. O objetivo desse novo curso é aumentar a expansão dos fiéis na igreja. Segundo
Lawton, sua nova técnica, que consiste em convencer os fiéis de que possuem os mesmos poderes de um pastor, fará a igreja angariar cerca de 8.000 seguidores por ano.

Métodos de administração para multiplicação de membros são também objeto de aulas na Faculdade Gospel, que mantém desde 1994, em um curso criado pelo pastor Omar Silva da Costa.

Segundo a escola, são ensinadas práticas usadas pelas igrejas Mundial e Universal do Reino de Deus. O curso tem ainda disciplinas como Estresse e Depressão ou Como Trabalhar com Homossexuais.

Apesar da multiplicação dos cursos e da perspectiva de altos salários o pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, causou polêmica ao afirmar que os salários de seus pastores variam de R$ 4.000 a R$ 22 mil, a carreira religiosa ainda enfrenta percalços.

No fim do ano, o Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o vínculo empregatício entre um pastor evangélico e a igreja Universal do Reino de Deus.

O pastor Glauber Alencar, da Assembleia de Deus do Bom Retiro em São Paulo, central de cerca de 150 filiais na cidade, diz que a profissionalização do pastor, ou seja, seu reconhecimento como empregado, é uma discussão frequente dentro das igrejas.

Alencar defende a criação de um plano de carreira para os pastores, além de benefícios sociais, como plano de saúde e previdência, de modo a inserir uma gestão mais próxima à de uma empresa.

Segundo ele, a ideia encontra resistência em setores da comunidade evangélica, sobretudo em relação a remuneração por comissão, ou seja, proporcional ao número de seguidores angariados. A Assembleia de Deus, por exemplo, é contra essa ideia.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

OS LÍDERES PRECISAM SE ACERCAR MAIS DE “NATÃs” QUE DE “JOABEs”


OS LÍDERES PRECISAM SE ACERCAR MAIS  DE “NATÃs” QUE DE “JOABEs”

Bispos, Bispas, Superintendentes Distritais, Pastores e Pastoras, enfim, todos os que exercem alguma função de liderança nunca vão conseguir trabalhar sozinhos.

Há uma canção que diz: “quem anda sozinho pode ir mais rápido, mas nem sempre vai mais longe...” Uma grande verdade!

No entanto, quem são as pessoas que nos cercam? Quais são seus verdadeiros interesses?  Que tipo de diferença eles(as) fazem em nosso ministério? Que influências sofrem e exercem em nosso ministério? São amigos(as) ou apenas interesseiros cegos e incapazes que “chamar nossa atenção”, dizendo-nos, de vez em quando: “...vejo que você está equivocado...” por medo de perder uma posição, ou simplesmente por se acovardarem?

Refletindo seriamente neste tema, fui levado a pensar em 3 personagens: O REI DAVI, NATAN E JOABE:

REI DAVI: Davi, Rei de Israel, um homem segundo o coração de Deus, viveu uma experiência terrível ao se envolver com Batseba. O desejo de ter em seus braços uma linda mulher, fez com que cometesse um grande pecado, a ponto de planejar e pedir a consumação de um terrível homicídio, mandando assassinar um homem inocente. Neste sentido, é interessante notar como o pecado muitas vezes cega o ser humano, a ponto de não permitir que enxergue os caminhos tortuosos que está trilhando. Davi se entregou tão profundamente ao erro que perdeu a noção do certo e do errado. Não conseguia enxergar que tudo aquilo que estava fazendo, que possuir a mulher de outro homem, que cometer um assassinato, era algo terrível e totalmente fora da vontade de Deus. O pecado conseguiu apagar a sua visão espiritual, o temor do Senhor que havia em seu coração.

JOABE: Então Davi concebe um plano para esconder seu caso com Bate-Seba. E o pôs em ação enviando uma mensagem a Joabe, general do seu exército. A mensagem dizia, "Manda-me Urias, o heteu" (2 Samuel 11:6). Ora, Urias era o marido de Bate-Seba, e pertencia à Infantaria do exército de Israel. É evidente que Urias era parte de um grupo de elite de soldados, pois as escrituras o citam como um dos trinta e sete homens mais fortes de Davi (v. 23:39). Quando recebeu a mensagem de Davi, Joabe deve ter começado a suspeitar de algo. Ele conhecia o coração de Davi, inclusive suas tendências lascivas. Ainda assim, o general instruiu Urias a ir a Jerusalém, para ver o quê Davi tinha para dizer. Quando Urias chega, Davi o recebe na residência real e imediatamente o envolve em conversa militar. Pergunta, "Como está a guerra? E como está indo o seu general? Os soldados estão progredindo?". Urias deve ter se perguntado, "Do que se trata? Sou apenas um soldado da Infantaria. Não fiz nada para merecer esse tipo de atenção". Ou, também poderia desconfiar. Ele poderia ter ouvido algum comentário sobre o caso (apesar de que as escrituras não declaram que o caso era de conhecimento público). A verdade é que Urias estava sendo enganado por Davi. O rei achou que o problema seria resolvido se apenas conseguisse pôr Urias no leito de Bate-Seba uma noite. Então Urias pensaria que ele havia provocado a gravidez da esposa. Davi lhe diz: "Você guerreou uma batalha longa, e deve estar cansado. Vá pra casa e descanse essa noite. Mandarei manjares especiais para você aproveitar". Mas quando Urias saiu, não foi para casa. Pelo contrário, dormiu na casa dos guardas fora do palácio. Quando Davi soube disso no dia seguinte, chamou Urias de volta e perguntou: "Por que você não ficou com sua esposa ontem à noite?". Urias responde: "Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados ao ar livre; e hei eu de entrar na minha casa, para comer e beber e para me deitar com minha mulher? Tão certo como tu vives e como vive a tua alma, não farei tal cousa" (2 Samuel 11:11). Urias só conseguia pensar em seus companheiros soldados. A sua lealdade deve ter fervido a cabeça de Davi. Agora o pânico do rei cresce. Ele rapidamente ordena que Urias permaneça em Jerusalém mais uma noite. E põe em ação outro plano. Essa noite, ele iria convidar Urias para jantar, enchê-lo de muito vinho e deixá-lo bêbado. Se Urias perdesse a noção das coisas, se esqueceria dos outros soldados e iria querer dormir com a esposa. Dá para você imaginar esse piedoso rei, um pregador da retidão, tentando deixar bêbado um de seus fiéis soldados? Foi exatamente que Davi fez. E o plano funcionou: Urias ficou bêbado. Davi instruiu os guardas do palácio, "Levem esse homem para casa, e o ponham na cama". Mas outra vez, as escrituras dizem, "À tarde, saiu Urias a deitar-se na sua cama, com os servos de seu senhor; porém não desceu a sua casa" (11:13). A essa altura, o pânico de Davi saiu de controle. Ele sabia que tinha de fazer algo drástico. Então escreve uma carta a Joabe, ordenando que colocasse Urias na linha de frente em meio à pior das batalhas. Então, quando o exército inimigo ondulasse à frente, Joabe deveria recuar todas as tropas exceto Urias. Resumindo, Davi queria Urias morto. Davi entrega uma carta selada nas mãos de Urias, com instruções para que fosse dada a Joabe. O leal Urias não sabia, mas o rei tinha acabado de lhe entregar a garantia da própria morte. Quando Joabe leu a carta, entendeu a idéia de Davi. Mas obedeceu a ordem do rei mesmo assim. Enviou Urias numa missão suicida. E, exatamente como Davi tinha planejado, o soldado foi morto em batalha. O que, infelizmente, veio a acontecer. É difícil conceber que um homem piedoso e justo como Davi pudesse cair num pecado tão terrível. Mesmo hoje, com todas as notícias sobre estupro, violência e morte, a história de Davi se destaca como uma das piores quedas já sofrida por um líder. Por que? Porque aconteceu com um homem de Deus, uma pessoa apaixonada pela justiça. Provavelmente você se lembra do que aconteceu a seguir: Bate-Seba chorou a morte do marido por sete dias, segundo a lei. Aí Davi a trouxe para o palácio, onde se juntou ao seu harém de esposas (ele já tinha cinco). Posteriormente, Bate-Seba deu à luz o filho de Davi. E durante todo um ano após o assassinato, Davi não mostrou nenhum sinal de arrependimento por seus atos. Na verdade, justificou a morte de Urias junto a Joabe, dizendo que Urias tinha morrido devido aos infortúnios da guerra: "A espada devora tanto este como aquele" (11:25). Davi pode ter visto o seu pecado com leviandade, mas Deus não. As escrituras dizem: "Porém isto que Davi fizera foi mal aos olhos do Senhor" (11:27).

NATÃ: Mas em meio a toda essa cegueira, existiu um homem que conseguiu abrir os seus olhos. Lemos em II Samuel 12 acerca do envio de Natã a Davi. Este homem, através da unção de Deus, expôs uma história a Davi e conseguiu trazer a sua consciência o seu pecado. Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor...” (II Sam. 12:13). Naquele momento, caíram-lhe as escamas dos olhos e Davi e conseguiu compreender a extensão do mau que havia cometido. “Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares”  (Salmo 51:4). Ou seja, foi preciso que um homem se levantasse para conduzir Davi à consciência e ao perdão de Deus.

CONCLUINDO: Bispos, Bispas, Superintendentes Distritais, Pastores e Pastoras, enfim, todos os que exercem alguma função de liderança sempre serão acompanhados de “Joabes”, capazes de tudo para agradar o(a) “chefe”, sem questionar, ainda que tenha a nítida consciência que tudo aquilo vai significar uma grande perda para o(a) “chefe” e para o Reino de Deus. O pior é que a nossa tendência como líderes é de gostar e nos acomodarmos com tais “Joabes”. No entanto, por mais desagradáveis e desnecessários que possam parecer, precisamos nos acercarmos de verdadeiros “Natãs”. O problema é que os “Natãs” modernos nem sempre estão debaixo dos holofotes, nem sempre estão tomando a palavra nos microfones dos Concílios Gerais, Regionais, Distritais e Locais para se auto-promoverem. Temos de orar, nos dias de hoje, para que o Senhor levante e nos mostre muitos Natãs em nosso meio, ou seja, servos de Deus que estejam dispostos a serem usados pelo Senhor para nos fazer enxergar quando estamos equivocados, fazendo-nos perceber nossos equívocos e maus caminhos. Convém salientar, neste sentido, que qualquer um de nós pode errar e andar por caminhos tortuosos como aconteceu com Davi se não nos mantivermos vigilantes. Por este motivo, é importante que servos de Deus como Natã se levantem em nosso meio para nos conduzir à verdade quando preciso, para nos trazer cura. Uma atitude bonita em Natã, foi que ele, ao ministrar sobre a vida de Davi, não o fez com arrogância, nem apontou de imediato os seus erros, nem se portou com atitude acusadora. Percebemos que ele lhe contou uma história, levando-o a refletir sobre suas atitudes, aguçando, deste modo, a sua consciência como homem e servo de Deus. É desta forma que precisamos pedir a Deus que nos mostre os “Natãs” e trazê-los para junto de nós para que possamos ser bem sucedidos no chamado que Deus tem para nossas vidas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A DIFICIL, PORÉM BELA, ARTE DE LIDERAR

A fantasia e a ludicidade nascem com o ser humano e o acompanham até à velhice. Em cada fase, porém, mudamos as características do nosso "faz-de-conta". Mas existe um período da vida, chamado de estágio Pré-operacional, que vai de dois anos de idade até por volta dos sete anos, quando a criança vive mergulhada na fantasia, pois é este o caminho que ela utiliza para se apropriar da realidade. Ou seja, para compreender a realidade, a criança brinca e vive o faz-de-conta. Ela sempre diferencia realidade de brincadeira, o que acontece é que a criança é imatura em experiências, o que a expõe ao risco. Por exemplo: quando um menino coloca uma toalha fingindo ser uma capa de super-homem e pula da janela, ele não está creditando que é super-herói. Ele sabe que está brincando. O que ele não sabe é que pode morrer quando cair e que não há volta neste caso. A grande dica é supervisionar as brincadeiras evitando sempre aquelas que estimulam a violência, além de afastar objetos perigosos do convívio da criança, independentemente da idade.
Da mesma forma que os pais procedem, por amor a seus filhos, mesmo que eles não entendam no momento, mas que no futuro agradecerão, com gratidão profunda, a seus pais pelo amor revelado ao dizer “NÃO” ou ao tirar o “brinquedo perigoso”, o Líder, seja eclesiástico, seja empresarial, precisa agir com responsabilidade, ainda que tenha que enfrentar critica, condenação, reação negativa, quando vê seus liderados na iminência de se ferir com “os brinquedos” que estão em suas mãos. O líder (e por isso é que foi levantado para ser líder) precisa ver além, ver primeiro, e nisso o líder eclesiástico leva uma grande vantagem, pois conta, além da experiência, com a bíblia e a revelação do Espírito de Deus. Muitas vezes você que é pai, mãe ou líder, no momento em que toma decisões complexas, que contrariam interesses, em favor de um bem maior da própria pessoa que “perdeu o brinquedo”, cujo tempo e a eternidade mostrará a “precisão da atitude tomada”, tende a querer dar muitas explicações. Besteira!!! Muitas vezes o filho ou liderado atingido no orgulho, está muito ferido para entender. Sua mente fica momentaneamente cauterizada. O melhor remédio então é o tempo. Com o tempo os que hoje choram e te criticam, vão voltar e te dizer “Muito Obrigado”. Liderança tem destas coisas...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

COMO MINIMIZAR ATRITOS COM O SEU LIDER?

Por: Ronildo Queiroz

Existem pessoas que não conseguem se comunicar com a sua liderança de modo produtivo e eficaz. Quem está sendo liderado seja em uma empresa, igreja ou instituição precisa aprender a emitir suas opiniões com sabedoria evitando atritos desnecessários com a liderança. Vamos começar identificando as características de um líder:

O líder é decidido, geralmente tem uma saída para tudo. Quem lidera se acostuma a guiar e não ser guiado. Os lideres são enérgicos e obstinados, são dedicados e sempre prontos para trabalhar, são determinados.

Quando um liderado deseja contribuir com uma idéia, ou até mesmo alertar sobre uma decisão tomada pelo seu líder, deve ter alguns cuidados para que tenha êxito e não seja mal compreendido, segue alguns conselhos para aquele que é liderado.

1. Use sempre a palavra sugestão (eu gostaria de sugerir) o uso dessa palavra soara aos ouvidos do líder como alguém que o respeita como líder e está disposto a cooperar com a sua liderança.

2. Evite demonstrar facialmente ou com sussurros a sua insatisfação com o líder, seja maduro diga o que pensa com humildade e mansidão foque o objetivo, não faça uma crítica sem apresentar uma solução.

3. Os resultados devem ser apresentados ou contabilizados sempre usando a frase “nós fizemos”, “nós construímos”, “nós conseguimos”. Falando dessa forma mesmo que você tenha feito uma parte importante da obra ou do projeto você deixa claro ao líder que você é parte da equipe e evita ciúmes.
4. Antes de criticar sua liderança pondere se as suas idéias contemplam as dificuldades do momento. Cuidado para não ser uma pessoa critica e não produtiva. O líder ouvirá aquele que tem em seu currículo produtividade, ou seja, você tem realizações que lhe credencie para ser ouvido.

5. Quando a sua sugestão não for aceita pelo líder considere que você pode não ter a razão, e se tiver o tempo mostrará o importante é que aconteça o que for melhor para a equipe.

6. Não incentive e não aja com rebeldia, não torça e nem aja contra sua liderança além de Deus não apoiar essa atitude você pode ficar mal visto pela equipe, tudo o que você semear você colherá.

Construa, edifique, ajude, espere sua vez seja fiel e Deus o honrará.

Para ler mais artigos sobre liderança cristã clique http://www.qidelideranca.com.br/

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

LIDERANÇA E CONQUISTAS


"Nenhum líder, por maior que seja, pode seguir liderando por muito tempo a não ser que conquiste vitórias."
(Bernard Montgomery)