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domingo, 1 de setembro de 2019

JESUS CRISTO MUDOU O VIVER DO ZÉ!


Um conhecido grupo de amigos se reunia em um bar movimentado, de um dos nossos bairros, para "jogar conversa fora", regada a muita bebiba, quente e fria.

Durante muito tempo eles se encontravam e, naquela semana, o grupo sentiu falta do Zé, o mais conhecido enxugador de copos do grupo, considerado aquele que mais bebia, dentre todos.

Em um domingo pela manhã, o grupo estava reunido, no mesmo bar, e viram o Zé, todo arrumado, Biblia debaixo do braço e perguntaram o que estava rolando:

- agora sou um Cristão e não bebo mais.

- Mas Zé, deixe de ser careta, como voce pode explicar o milagre da transformação da água em vinho?

- Posso, ainda, nao saber explicar como o Senhor Jesus transformou a água em vinho, mas uma coisa eu sei...

... na minha casa Ele transformou:
  1. As bebidas que eu tomava, em frutas, legumes, leite, arroz, pão e feijão...
  2. Um homem temido e desprezado em pai e esposo querido...
  3. Uma mulher sofredora em esposa abençoada e feliz...
  4. Uma casa que era filial do inferno num pedaço do céu...
... Creio que isso explica...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

A BÍBLIA SAGRADA

A Bíblia funciona

Chamaram um mecânico para consertar um gigantesco telescópio. Durante a hora do almoço o chefe dos astrônomos encontrou o mecânico lendo a sua Bíblia. "O que você espera encontrar de bom neste livro? A Bíblia envelheceu. Ninguém sabe quem a escreveu.”
O mecânico ficou um tanto perplexo, mas depois olhou para o homem e disse: "O Sr. não usa muitas vezes, com segurança, a sua tabuada para fazer cálculos?"- "Sim, naturalmente", respondeu o chefe.
- "O Sr. sabe quem escreveu a tabuada?
- " Por que? Não - eu creio que - eu não sei.”
- "Como o Sr. confia na tabuada, se não sabe quem a escreveu ?" Disse o mecânico.
- "Bem, nós confiamos na tabuada porque ela funciona", disse irritado o astrônomo.
- "EU CONFIO NA BÍBLIA PELO MESMO MOTIVO, PORQUE ELA FUNCIONA", disse o mecânico.
A Bíblia é...
... como um Raio-X que traspassa. Ela ilumina o canto mais profundo da nossa vida.... como a presença de um bom amigo. Ela conhece também as preocupações e angústias ocultas.
... como a sinalização na auto estrada. Ela evita que percamos a pista na curva.... como o bisturi do médico. Ela fere, mas o faz para nos ajudar.
... como a chuva em terra seca. Ela trata de produzir novidades em nossa vida....como um espelho no qual podemos nos ver. Ela nos mostra as partes que gostamos de ocultar.
... como um refletor em noite escura. Ela nos dá nova esperança onde tudo já perdeu o sentido.
Ela é mais que um livro. É a Palavra da Boca de Deus!!! - Leia a Bíblia !!!
PARTICIPE DOS ESTUDOS BÍBLICOS, DA ESCOLA DOMINICAL E PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NAS MENSAGENS PREGADAS NA IGREJA. VOCÊ SÓ TEM A GANHAR!!!

Que Deus te Abençoe!!!

Pr Ednaldo Breves e Família

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A BÍBLIA CORTADA AO MEIO


Um vendedor de Bíblias chegou à casa de um casal para oferecer sua mercadoria. O homem desprezou a oferta da Bíblia usando palavras duras de maldição.

"Pois bem ", disse o vendedor, " se o Sr. não quer comprar nada, então certamente me permitirá presentear sua esposa com um exemplar do Livro Sagrado ".

Com estas palavras ele estendeu um Novo Testamento à mulher e foi embora.

O homem, muito nervoso, pegou um machado e disse: "Durante todo o tempo em que estivemos casados, dividimos tudo; este livro também deve ser dividido".

Com estas palavras, ergueu o machado e cortou a Bíblia aberta no meio. Tomou sua metade e se afastou.

Passou um bom tempo. Certo dia o homem disse à sua esposa:

"Você me empresta a metade de seu Novo Testamento?"

"O que você quer com ela? "perguntou a mulher.

"Eu quero saber como continua a história ", disse o homem.

"Minha metade termina com uma história onde um jovem diz: "Eu me levantarei e irei à casa de meu pai e lhe direi... ", com estas palavras termina a minha metade. Agora eu gostaria de saber o que ele disse ao Pai e o que o Pai respondeu a seu filho ".

A esposa trouxe, então, a outra metade ao seu marido e este leu o final da história do filho pródigo. Ele foi vencido pelo amor de Deus, abandonou sua rebelião e inimizade e, também ele, como o filho pródigo, voltou para casa.

Immanuel Kant, o pensador mais inteligente do povo alemão: "A Bíblia é meu tesouro mais nobre, sem o qual eu seria um miserável".

Goethe, o maior poeta alemão: "A medida da vida e da força de um povo sempre será sua posição em relação à Bíblia ".

sábado, 15 de novembro de 2014

O TOQUE DO MESTRE

Por Myra Brooks Welch

Batido e riscado estava, e o leiloeiro
Não deu muito valor ao violino
Achou que não valia muito a pena
Mas mesmo assim o segurou sorrindo.
"Quanto me dão por ele?" gritou."
Quem começa a oferta?
Vamos ver: Um dólar, um dólar; quem dá mais?
Dois dólares, quem dá três?
"Três dólares, dou-lhe uma, dou-lhe duas..."
Mas do meio da multidão
Um senhor de cabelos grisalhos
Veio e pegou no arco então.
Tirou o pó do velho violino
As cordas soltas apertou
E tocou uma doce melodia
Que a todo mundo cativou.
A música parou, e o leiloeiro,
Agora falando de mansinho,
Disse: "Quanto dão pelo velho violino?"
E o segurou com muito carinho.
"Mil dólares, quem dá mais?
Dois, dois mil! E três, quem dá?
Três mil! Dou-lhe uma, dou-lhe duas...
Vendido!" disse ele pra fechar.
Mas leiloeiro, o que mudou o seu valor?
Foi algo que disseste?
Mas bem clara é a resposta
Foi o toque do Mestre.
Muita gente triste e perdida,
Surrada pelo pecado, em desatino
É menosprezada no leilão da vida,
Como o velho violino.
Mas quando vem o Mestre,
A multidão não consegue supor,
Que uma vida possa mudar tanto
Com um toque da mão do Senhor.
Ó Mestre! Estou desafinado
Toca-me Senhor com a Tua mão
Transforma-me, dá-me uma melodia
Para cantar a Ti no meu coração.

O Dr. Hubert Davidson visitou a famosa poetisa Myra Brooks Welch, que ficou conhecida principalmente por sua obra-prima "O Toque do Mestre". Quando ele estava de saída, Myra Welch passou a mão no braço da sua cadeira de rodas e disse: "Eu dou graças a Deus por esta cadeira!" Imagine, estar agradecida por ter que ficar entrevada numa cadeira de rodas! Mas ela só descobriu o seu talento depois que ficou paralítica! Em vez de ficar amargurada, ela decidiu deixar a sua deficiência melhorar o seu interior, e assim abriu-se-lhe a porta de uma vocação nova e maravilhosa.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

OS DOIS CAVALOS! (UMA BELA HISTÓRIA SOBRE OS VERDADEIROS AMIGOS)

Na estrada de minha casa, há um pasto onde vivem dois cavalos.

De longe, parecem cavalos normais mas, quando olhamos bem, percebe-se que um deles é cego.


Contudo, o dono não se desfez dele e arranjou um amigo, um cavalo mais jovem.
Isto é de admirar!

Ao observá-los, ouviremos um pequeno sino, e este está no pescoço do cavalo menor.

Assim, o cavalo cego sabe onde está o seu companheiro e vai até ele.

Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.

Percebemos que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes pára, para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono, desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios.
Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio, quando precisamos.

Algumas vezes somos como o cavalo cego, guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.

Outras vezes, somos como o cavalo guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

E assim são os bons amigos!

Não precisamos vê-los, mas estão presentes em nossas vidas!

Por favor, ouça o meu pequeno sino;

Eu também ouvirei o seu.


(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 7 de março de 2014

COMO VOCÊ VÊ A VIDA

Recentemente li uma história muito interessante, acompanhe comigo:

Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do País para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado. Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria: "Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ". Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu: "Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ainda.”

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase: "Os tristes acham que o vento geme; os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.”

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.

No entanto, a maneira como encaramos a vida depende basicamente de “em quem depositamos a nossa fé.” Paulo escreveu a Igreja em Corinto (II Cor. 5:7) que “Não vivemos pelo que vemos, mas pelo que cremos”.

Quando estamos em sintonia com Deus, o final é previsível: VITÓRIA!!!

Mesmo em meio ao caos e desafios presentes, pela fé, podemos antever os resultados, pois Aquele que tem todo poder está conosco.

Quando temos visão espiritual, vemos além dos problemas, vemos possibilidades em cada desafio e situações que momentaneamente não entendemos.

Deus deseja fazer de você uma pessoa feliz e bem sucedida!!!

Creia nisso, ainda que agora os teu olhos físicos não consigam enxergar esta realidade de benção!!!
COMO VOCÊ VÊ A VIDA?

Queremos fazer das palavras de Eliseu, uma ministração profética para nossas vidas:

“Oh! Deus, abra os nossos olhos espirituais para que vejamos que maior é Aquele que está conosco, que aquele que está no mundo”.

Pastor Ednaldo Breves

segunda-feira, 3 de março de 2014

A NECESSIDADE DO EQUILÍBRIO EM NOSSAS ATIVIDADES


O Machado
(autor desconhecido)

Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação.
Em seu primeiro dia de trabalho, entusiasmou-se muito, pois havia derrubado 104 árvores. Vinte a mais do que a média de outros lenhadores.
No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro 97.
E assim, dia após dia, seu esforço foi aumentando e a produtividade caindo cada vez mais.
Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão.
Parou e foi pedir ajuda.
E ela veio.
O mais experiente dos lenhadores ensinou: “Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas quantas vezes você parou para afiar o machado?”

Assim somos nós. Muitas vezes nos empolgamos de tal forma com as atividades que assumimos no Reino de Deus que só pensamos em fazer, fazer e fazer. Esta empolgação é muito boa, mas pode se tornar um empecilho ao nosso crescimento espiritual. Tal como o lenhador, corremos o risco de deixar cega a nossa fé e o nosso conhecimento da Palavra, além do perigo de perdermos nossa família, nossa saúde e, por fim a nossa alegria em servir, justamente porque deixamos de organizar tempo, separando tempo para estar presente às programações da igreja, tempo para ler a Palavra, tempo para orar, tempo para nos consagrar, tempo para família, tempo para nosso cuidado pessoal (lazer, descanso, saúde, etc...) É preciso entender que todas as atividades assumidas na vida secular e no Reino de Deus só produzirão frutos se o nosso machado espiritual estiver afiado.
(Transcrito e Adaptado)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O MENINO QUE SABIA O SIGNIFICADO DA PÁSCOA CRISTÃ


Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.

Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade.

Ele se sentia diferente dos outros alunos.

Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis.

É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceita pelos seus amigos.

Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.

Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.

Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo.

O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iriam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.

Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa.

Daí a professora começou a abrir os ovos.

Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas.

Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram “Ai que lindo! Que bonito!” Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?

A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro.

Imediatamente todos começaram a rir e gritar “Isso não é justo. Que coisa estúpida. Alguém errou!”

Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.

“É meu” disse Filipe. “É meu.” As crianças começaram a rir e dizer “Ah Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!”

“Eu fiz certo, eu fiz” disse Filipe. “É o túmulo. O túmulo está vazio!”


Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas errada. De repente Filipe foi aceito pela turma.

Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não iria viver uma vida longa.

Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teria sobrevivido, Filipe faleceu.

Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.

No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico – vazio.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O HOMEM QUE PERDEU SEU FILHO PARA SALVAR A MUITOS


A época desses acontecimentos fora os ruidosos anos 20, no Estado de Oklahoma, EUA. John Griffit tinha pouco mais de 20 anos – recém-casado e cheio de otimismo. Ao lado de sua jovem e bela esposa, tinham sido abençoados por um lindo bebê de olhos azuis. Com deleite e excitação, John estava vivendo o sonho americano. Ele queria ser viajante. Imaginava como seria visitar lugares distantes com nomes difíceis de pronunciar. Decidiu ler e pesquisar sobre tais lugares. Suas esperanças eram tão vívidas que, nalgumas ocasiões, pareciam mais reais do que a própria realidade. Mas então veio 1929 e a grande quebra da bolsa de valores. Com o despedaçamento da economia norte-americana veio a devastação dos sonhos de John. Os ventos que silvavam por toda a extensão do Estado de Oklahoma, denunciavam estranhamente a força da tempestade que varriam suas esperanças. Oklahoma estava sendo sistematicamente assediado pela depressão e pelo desespero.

Assim, de coração partido, John empacotou suas poucas possessões, pegou a esposa e o filhinho, Greg, e dirigiu-se para o Leste, num carro antigo da Ford. Rumaram para o Estado de Missouri, margeando o rio de mesmo nome. Lá chegando, ele conseguiu um emprego cuja incumbência era cuidar duma grande ponte ferroviária que se elevava sobre o volumoso rio. Dia após dia, John se sentava na sala do controle e dirigia as enormes engrenagens que movimentavam a sustentavam a imensa ponte. Ele ficava olhando, pensativo, quando barcaças enormes e navios esplêndidos deslizavam graciosamente por baixo de sua ponte levadiça. Então, mecanicamente, baixava a maciça estrutura e ficava olhando com expectativa para os imensos trens passando estrondosamente, até se tornarem pouco mais que fagulhas no horizonte. A cada dia seu olhar denunciava uma tristeza. Parecia que esses veículos levavam consigo seus sonhos esmagados e as visões não realizadas de lugares e destinos exóticos.

Apenas em 1937 é que um novo sonho começou a brotar-lhe do coração. Seu garoto estava agora com oito anos de idade, e John começava a acalentar a visão duma nova vida na qual Greg trabalharia ombro a ombro com ele, uma vida de íntima comunhão e amizade. Quando o primeiro dia dessa nova vida raiou, trouxe consigo esperança e propósitos novos. Excitados, pegaram seus lanches e de braços dados encaminharam-se na direção da ponte gigantesca. Greg olhava para as coisas de olho e admirado, enquanto seu pai pressionava a alavanca que elevava ou baixava a ponte. Enquanto olhava, deve ter pensado que seu pai deveria ser, com certeza, o maior homem vivo. Admirava-se que ele pudesse controlar, sozinho, os movimentos de tão estupenda estrutura. Sem que percebessem, deu meio-dia, John tinha acabado de elevar a ponte, permitindo que alguns navios ali esperando passassem. Depois, tomando o filho pela mão, saíram para o lanche.

De mãos dadas, subiram devagar por uma escada estreita e elevada e dali chegaram ao mirante que se projetava uns quinze metros à frente, sobre o majestoso rio Mississipi. Sentaram-se, espiando boquiabertos os navios que passavam lá embaixo. Enquanto comiam, John contava ao filho, com vívidos detalhes, histórias sobre os maravilhosos destinos dos navios que passavam solenes, lá embaixo. Envolvido num mundo de pensamentos, relatava história após história, enquanto seu filho se pendurava em cada palavra que dizia... Então, de súbito, enquanto falava do tempo em que o rio inundara as suas margens, ele e seu filho foram trazidos de volta à realidade pelo apito esganiçado dum trem distante. Olhando o relógio, sem poder acreditar, John viu que já era 13h07. Imediatamente se lembrou que a ponte ainda estava levantada e que o Memphis Express passaria dentro de poucos minutos.

Não querendo alarmar op filho, disfarçou o pânico. No tom mais calmo de que pôde se valer, disse ao filho para ficar tranqüilo. Saltando rapidamente sobre os pés, desceu a escadaria. Enquanto os preciosos segundos passavam voando, ele correu como um louco para a escada de mão que conduzia à sala de controle. Uma vez lá dentro, pesquisou o rio para ter a certeza de que não havia quaisquer navios à vista. E então, como fora treinado a fazer, olhou diretamente para baixo da ponte, a fim de certificar-se que nada havia lá embaixo. Mas quando seus olhos moveram-se para baixo, John viu algo tão horrível que seu coração gelou no peito. Pois ali, abaixo dele, na maciça caixa metálica que abrigava as colossais engrenagens da gigantesca ponte levadiça, estava seu filhinho querido.

Ao que tudo indica, Greg tentara seguir o pai, mas acabou caindo da escada estreita. E agora mesmo estava metido entre os dentes de duas das principais engrenagens da caixa controladora. Embora o menino parecesse estar consciente, John podia ver que uma de suas pernas já começara derramar sangue copiosamente. Imediatamente um pensamento ainda mais horroroso traspassou-lhe a mente, pois naquele instante ele sabia que abaixar a ponte significaria matar seu filho Greg. Em pânico, sua mente investigou todas as possibilidades, buscando freneticamente uma solução. De repente, um plano lhe veio à mente. Viu-se apanhando uma corda, fazendo-a escorregar na direção de seu filho e puxando-o de volta a um lugar seguro. No instante seguinte voltaria à sala de controle e faria a ponte baixar para o trem que se aproximava veloz.

Mas logo que tais pensamentos surgiram, percebeu-lhes a futilidade. No ato ele soube que não havia tempo suficiente. A transpiração começou a crescer-lhe na testa, o terror escrito em cada centímetro do rosto. Sua mente titubeou dum lado para outro, buscando inutilmente alguma outra solução. O que faria? O que poderia fazer? Seus pensamentos voltaram, angustiados, para o trem que se avizinhava. Em estado de pânico, sua mente agoniada considerou as quatrocentas pessoas que estavam se aproximando veloz e inexoravelmente para a ponte. Logo surgiria o trem rugindo, dentre as árvores, numa tremenda velocidade. Mas aquele... aquele era seu filho, seu único filho. Seu orgulho, sua alegria. A mãe dele...podia ver o rosto dela, coberto de lágrimas. Aquele era o filho deles, seu filho amado. Ele era o pai, e aquele era o seu menino.

Ele compreendeu, num momento, que só havia uma coisa a ser feita agora. Soube que tinha de fazê-lo. E, assim, escondendo o rosto de baixo do braço esquerdo, ele empurrou a alavanca. Os gritos de seu filho foram imediatamente abafados pelo som incansável da ponte, a qual se ajustava lentamente à nova posição. Em poucos segundos, o Memphis Express rugiu, passando pelas árvores, e encaminhou-se em direção à imensa ponte. John Griffit levantou o rosto coberto de lágrimas e olhou para as janelas do trem que passava. Um negociante lia o jornal matutino. Um condutor uniformizado olhava, indiferente, para seu relógio de bolso. Damas sorviam seu chá vespertino no vagão-restaurante. Um pequeno menino, parecendo-se estranhamente com seu próprio filho, metia uma colher de cabo comprido numa grande taça de sorvete. Muitos passageiros pareciam ocupados em conversa inútil ou riam-se descuidados.

Mas ninguém olhou para onde John estava. Ninguém sequer moveu os olhos para a gigantesca caixa de engrenagens que agora abrigava os restos despedaçados das esperanças e sonhos de John Griffit. Angustiado, esmurrou a vidraça da sala de controle e clamou: “Que há com vocês, gente? Não se importam? Não sabem que sacrifiquei meu filho por vocês? Que há de errado com vocês?” Mas ninguém respondeu; ninguém o ouvira. Ninguém ao menos olhara para ele. Ninguém pareceu importar-se. E tão repentinamente como começou, tudo terminou. O trem desapareceu, passando rapidamente pela ponte e sumindo no horizonte.

Essa ilustração é apenas um pequeno vislumbre do que Deus fez por você, ao sacrificar se Filho, Jesus, na cruz do Calvário. Pois era você que deveria estar na cruz por causa de seus muitos pecados, mas Deus quis que Jesus morresse em seu lugar.

Diferentemente do Memphis Express que pegou John Griffit de surpresa, Deus não foi pego de surpresa pelo pecado do homem, tanto é verdade isso que em Seu grande amor e conforme Sua soberana vontade e propósito, quis sacrificar Jesus, a fim de que você pudesse ter a Vida Eterna.

Por isso, entregue a sua vida a Jesus hoje mesmo. Confessa-lhe os seus pecados e peça-lhe perdão.

Diga-lhe que O aceita como Senhor e Salvador de sua vida. Peça que Ele mude a sua vida e que o Espírito Santo venha morar em sua vida.

Não deixe para depois, pois você não sabe o que o dia de amanhã pode estar te reservando.

Faça isso hoje, e viva uma nova vida com Cristo. Jesus te ama tanto! Tanto, que até morreu por você, pense nisso e tome já a sua decisão.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

CARGA PESADA


Alguém me contou a história de um homem que caminhava por uma estrada poeirenta carregando uma pesada mala.
Para a sua surpresa um caminhão parou e mandou que ele subisse na boléia.
Após alguns quilômetros o motorista do caminhão, incomodado, parou e perguntou ao carona porque ele continuava segurando a mala.
Ao que ele respondeu:

- O Senhor já está me levando de carona. Seria demais pedir que também levasse a minha mala.

Algumas vezes agimos assim com relação a Deus.
Apesar de sabermos que é ele quem nos mantém vivos, achamos que podemos carregar sozinhos as cargas desta vida.
É por isto que alguns de nós temos muita dificuldade para buscar a Deus e livrarmo-nos das nossas culpas.
Carregamos o peso da culpa durante dias, semanas e até anos sem conseguir imaginar que é possível encontrar alivio e descanso.
Por quê esperamos tanto?

Alguns de nós tem a impressão de que se formos a Deus muito rápido tornamos o perdão de Deus algo barato e inconsequente. "Temos que sofrer um pouco pelo mal feito!"
Outros consideram muita pretensão esperar que seja possível conseguir o perdão de Deus. E ainda existem os mais arrogantes que pensam não ser necessário envolver Deus nestes assuntos particulares.

A Bíblia nos diz que "o Deus Eterno continua esperando porque ele quer ser bondoso e ter compaixão de vocês; pois ele é Deus que faz o que é direito. Felizes são aqueles que põem a sua esperança nele.Quando vocês clamarem pedindo socorro, o Deus Eterno, os ouvirá e atenderá."
O nosso Pai Celeste sempre estará disposto a ouvir o pedido de um coração arrependido que busque perdão e descanso.

Deus demonstrou que deseja libertar-nos da culpa dos nossos pecados através da morte do seu filho Jesus na cruz. "Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós." Ali o Pai Celeste estava garantido que existiria perdão para todas as pessoas que o buscassem.

É por isto que podemos buscar a Deus a qualquer momento, certos de que na presença dele "receberemos misericórdia e encontraremos ajuda sempre que precisarmos dela."
Vivendo esta mensagem hoje:

Você está precisando livrar-se de uma culpa do seu passado?
O que está esperando para buscar a Deus e ser perdoado?
Ele ouvirá a voz do seu coração arrependido e será bondoso e misericordioso.

Você conhece alguém que vive carregando as culpas do passado?
Fale com ela sobre o perdão e descanso que ela poderá encontrar em Deus.

Referência bíblicas: Isaías 30:18,19; Romanos 5:8; Hebreus 4;16.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

VALORIZE O QUE DEUS TE DEU


O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:

- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanho um papel e escreveu:

"Vende-se uma encantadora propriedade, onde os pássaros cantam ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e mareantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda."

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros...

Valorize o que você tem, as pessoas, os momentos...
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Quero Que Valorize
Armando Filho

Quero que valorize o que você tem você é um ser você é alguém tão importante para Deus
Nada de ficar sofrendo angústia e dor neste seu complexo interior
dizendo às vezes que não é ninguém

Eu venho falar do valor que você tem (­bis)

Ele está em você o Espírito Santo se move em você até com gemidos Inexprimíveis inexprimíveis
Aí você pode então perceber que prá Ele há algo importante em você
Por isso levante e cante exalte ao Senhor

Você tem valor o Espírito Santo se move em você

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A MARCA DO AMOR


Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.

Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...

A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- " Minha filhinha está lá dentro!"

Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi.

Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.

Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...

Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:

Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..

Essas também são marcas de AMOR.

Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A PARÁBOLA DE JOTÃO

Na Bíblia há uma parábola que fala sobre umas árvores que foram ungir um rei para si. Acompanhe comigo este texto.

“Foram, certa vez, as árvores ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina sobre nós. Porém a oliveira lhes respondeu: Deixaria eu o meu óleo, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores? Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós. Porém a figueira lhes respondeu: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria pairar sobre as árvores? Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós. Porém a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu vinho, que agrada a Deus e aos homens, e iria pairar sobre as árvores? Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós. Respondeu o espinheiro às árvores: Se, deveras, me ungir rei sobre vós, vinde e refugiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia do espinheiro fogo que consuma os cedros do Líbano.”Jz 9.8-15

Diga-me quem você tem escolhido para reinar sobre você?

Será que esta escolha tem lhe trazido paz e vida abençoada?

A proposta inicial tem se mantido sobre sua vida ou não?

Observe o texto, onde o espinheiro falou às árvores: “Se na verdade, me ungir rei sobre vós, vinde e refugiai -vos debaixo da minha sombra.”

Sabemos que de um espinheiro não há sombras, frutos e sim espinhos. Por que querer que ele reine sobre você?

Este espinheiro pode ser a sua opção espiritual que no começo até ofereceu sombra, mas hoje... Disse Jesus: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” Jo 15. 5 “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.” Jo 10.9 “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Jo 10.10

Deixe Jesus reinar sobre a sua vida, troque o espinheiro pela videira, agora mesmo!

“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Rm 10. 9

Pastor Augusto Sá Barretto

terça-feira, 6 de julho de 2010

O MENINO E O CÃO



O MENINO E O CÃO


Um menino entra na loja de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.

- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

- Mas, eu só tenho 3 dólares ...
- Poderia ver os filhotes?

O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco  bolinhas de pêlo. 

Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.


O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:

- O que é que há com ele?

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, mancaria e andaria devagar para sempre.


O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:

- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!

O dono da loja respondeu:



- Não, você não vai querer comprar esse. 


Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.

O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:

- Eu não quero que você o dê para mim. 


Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.

Surpreso, o dono da loja contestou:

- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.

O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar.

Olhou bem para o dono da loja e respondeu:


- Veja, não tenho uma perna ...  Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.



A HISTÓRIA DO FILHO DO REI


Há muito tempo, numa terra distante, vivia um rei, uma rainha e seu filho, o príncipe. Eles eram muito felizes no seu grande e lindo palácio. Se amavam muito e passavam momentos muito felizes. O rei e a rainha amavam o seu filho, o príncipe, e ele amava muito os seus pais.


Um dia o pai disse: “Filho, tenho algo muito importante para você fazer, algo que só você pode fazer.”


O filho respondeu: “Pai, eu amo tanto o senhor que farei qualquer coisa que me pedir.”


Então o pai disse: “Quero que você vá à cidadezinha do outro lado das montanhas levar às pessoas de lá o amor e a alegria que temos aqui no nosso palácio.”


A princípio o rapaz ficou preocupado quando ouviu as palavras do pai, pois não queria deixar o palácio e a grande felicidade que tinha lá. Mas o pai prometeu-lhe que podia voltar e que quando voltasse seria mais feliz do que nunca antes.


Quando o príncipe estava para partir, o pai se aproximou dele, colocou a mão no coração do filho, e disse: “Antes de você partir eu lhe dou poder mágico. Este é o poder de mudar os corações das pessoas. E todo aquele a quem você der este poder também poderá usá-lo para mudar o coração dos outros.”


Então o príncipe partiu para a cidadezinha do outro lado das montanhas.


Quando chegou, viu que havia muitas crianças. As crianças riam e brincavam e pareciam se divertir muito. Mas quando ele olhou para elas, quando falou com elas e passou a conhecê-las, viu que no fundo elas tinham medo. Pareciam felizes, mas no fundo, no fundo, estavam com medo.


Por isso, o príncipe chamou os seus novos amigos e começou a lhes contar histórias sobre o seu pai, a sua mãe e o palácio onde morava. Contou como se divertia muito no palácio, falou sobre o grande amor que havia lá, e as coisas excitantes que podia fazer. Disse-lhes que também podiam ir para lá, e que também podiam desfrutar dessas coisas.


Algumas crianças não acreditaram nele e disseram: “Você está inventando! Não existe um lugar assim! Como é que pode ser? Você não parece um príncipe, você parece igual a nós.” Não quiseram ouvir e troçaram dele.


Mas outras acreditaram. Muito embora nunca tivessem visto um rei e uma rainha, nem um palácio maravilhoso, acreditaram no que o rapaz lhes contou.


Quando o príncipe encontrou os que acreditaram no que ele disse, os chamou e, colocando a mão em seus corações, um por um, disse: “O meu pai me deu o poder mágico para mudar o seu coração. Como você acreditou no que eu disse, coloco a minha mão sobre o seu coração e lhe dou este poder mágico. Agora você também tem o poder de mudar o coração dos outros.”


Quando essas crianças receberam este poder, o medo que tinham no coração sumiu. Perderam o medo. Ficaram felizes e alegres e queriam ser amorosas e gentis por causa das palavras do seu novo amigo.


Quando chegou a hora do jovem príncipe voltar, disse aos que tinham acreditado nas suas palavras e recebido o seu poder mágico: “Vão e contem a todo o mundo a história do rei, da rainha, do seu filho e do grande palácio e da alegria que existe lá. Digam-lhes que se acreditarem nas suas palavras e receberem este poder mágico para mudar o coração das pessoas, podem ir viver no palácio para sempre, como vocês.”


Então o príncipe voltou para casa e os seus amigos começaram a contar a todas as outras crianças em todo o lugar, a história do rei e da rainha, do príncipe e do palácio. Os que acreditaram, receberam o poder mágico com grande alegria.


Você também quer receber este poder mágico?

O poder mágico é amor, o amor de Deus.

O rei é Deus, e o príncipe, o Seu Filho, é Jesus.

O palácio é o Céu, um lugar maravilhoso.


Você entende o que esta história significa?


Que o Pai, Deus, ama você e o Filho, Jesus, também ama você, e que você pode receber o poder mágico do amor se acreditar em Deus, no Seu Filho, Jesus, e no Seu amor por você.


Você também, se acreditar, pode receber o poder mágico e também pode viver para sempre no maravilhoso palácio do Céu!


Para mostrar que acredita, simplesmente fale com Deus agora mesmo e Lhe diga: “Querido Deus, eu acredito que Você enviou o Seu Filho, Jesus, para me dar o Seu Amor. Eu recebo Jesus e recebo o Seu Amor. Quero viver com Você para sempre no Seu palácio no Céu. Por favor me perdoe por todas as coisas que fiz de errado. Me ajude agora a usar o poder mágico de amor que Jesus me deu para fazer o bem pelos outros e amá-los. Amém!”


Se você fizer esta oração, se disser estas palavras, Jesus vai entrar no seu coração e na sua vida para sempre e nunca mais vai deixá-lo.


Um dia você vai viver para sempre no palácio celestial do Rei, da Rainha e do Seu Filho Jesus, o seu amigo.


Príncipe, Copyright © 1998-2008, The Family International

sábado, 12 de junho de 2010

O HOMEM E O CARRO

Extraído por Eni Rodrigues e Silva do Livro "Em tudo uma lição"

Certo homem, muito tempo atras, possuía um automóvel modelo Ford, com o qual passeava pelas ruas de sua cidade. Contentíssimo, o proprietário admirava-se sempre dos muitos recursos, da velocidade e maciez que seu novo veículo proporcionava.

Ia assim um dia, nosso amigo, quando, subitamente, o carro parou. Em plena avenida, morreu o motor e nada o fazia pegar. De tudo tentou o proprietário: deu partida várias vezes, empurrou, abriu o capo, fechou, tornou a abrir, pediu ajuda, mas nada ... nem sinal de querer funcionar. Como podia! Um carro tão bom, parar desse jeito!

O homem já ia perder a paciência quando um desconhecido solicitou licença para ajudar.
Desconsolado, o proprietário consentiu, sem confiar que qualquer coisa pudesse ser feita àquela altura.
O estranho, porém, abriu o capo, conectou um fiozinho a uma pequena peça do motor e, com um delicado toque, completou o reparo.
Suas mãos nem receberam mancha de graxa, e, dada a partida, estava perfeito o automóvel. Parece ironia ...

O mecânico desconhecido aproximou-se do proprietário e mostrando-lhe sua carteira de identidade, diante dos olhos curiosos de uma pequena multidão, disse:
"Meu nome é Henry Ford. Eu é que fiz estes veículos e compreendo muito bem como funcionam!"

Ninguém conhece melhor uma obra do que seu fabricante.
Melhor do que ninguém, Deus sabe tudo o que há no homem. Ele sabe como cada parte funciona em nós.
Por que não irmos, então, em busca da sua orientação, para receber o toque que este "veículo" necessita?
Por séculos, os filósofos e sábios tem tentado melhorar o homem, sem resultados, enquanto a Palavra de Deus diz que o Criador, com um único toque, regenera o coração humano e, de uma vez por todas, "faz andar o engenho".

Confiemos nele, portanto, de todo nosso coração!

"Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará." (Salmo 37:5)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

DIFERENÇA ENTRE "OS COMUNS" E "OS QUE VENCEM"

Álvaro trabalhava em uma determinada empresa. Era um funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e por isso mesmo já estava com seus quase 20 anos de casa. Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:
- Dr. Augusto, tenho trabalhado durante os últimos 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando bem mais do que eu.
O patrão, fingindo não ouvi-lo, disse:
- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e acho que você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Álvaro, sem entender direito, saiu da sala resmungando pela falta de atenção do patrão, e foi cumprir a missão. Em cinco minutos já estava de volta.
- E aí Álvaro? - perguntou o patrão.
- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
- E quanto custa?
- Isso eu não perguntei.
- Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
- quis saber o patrão.
- Também não perguntei isso, não - respondeu o Álvaro.
- E há alguma outra fruta que posso substituir pelo abacaxi?
- perguntou ainda o patrão.- Não sei não.- Muito bem, Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em oito minutos, o Juca voltou.
- E então? - indagou o patrão.
- Eles têm abacaxi, sim. E já vi que têm em quantidade suficiente para todo nosso pessoal, e se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi estão vendendo a R$ 1,50 cada; a banana e o mamão a R$ 1,00 o quilo;o melão fica R$ 1,20 a unidade; e a laranja está R$ 15,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederam um desconto de 15%. Já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou o Juca.
Agradecendo pelas informações, o patrão o dispensou.
Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado, e perguntou-lhe:
- Álvaro, o que foi mesmo que você veio me dizer?
- Nada sério não, patrão. Esqueça. Com sua licença...
E Álvaro deixou a sala...
LEMBRE-SE:

"Você tem 100% de chances de fracassar em todas as tentativas que não fizer".

Como um fiel representante de Cristo, seja sempre O MELHOR que você puder ser: na escola, no trabalho, na Igreja, em casa, na rua... em todo e qualquer lugar.

terça-feira, 18 de maio de 2010

ACOMODAÇÃO = ESTACAS MENTAIS


Uma caravana de camelos atravessava o deserto.
Chegou à hora do descanso e o cameleiro preparava-se como habitualmente para prender os camelos às estacas quando verificou que faltava uma estaca .

Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana:
- Mestre, falta-me uma estaca para um camelo. Como fazer?
- Não tenhas problema. Eles estão tão habituados a ficar preso que se tu fingires que o atas com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do sitio.

O cameleiro assim fez e o camelo ali ficou toda à noite.

No dia seguinte quando se preparavam para partir esse camelo simplesmente recusou-se a sair do sítio, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força.
Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre contando-lhe o sucedido.

- Homem, respondeu-lhe o mestre. Que fizeste ontem? Não fingiste que o ataste à estaca? Então faz o mesmo hoje. Finge que o desamarras.
O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada.

Muitas vezes não avançamos devido às nossas "estacas mentais".
É o desconforto da acomodação.

Fonte
: Solemio

sábado, 17 de abril de 2010

A VAQUINHA



A Vaquinha 

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. 
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar sem calçamento, a casa de madeira, os moradores, um casal, três filhos vestidos com roupas rasgadas e sujas então se aproximou do senhor, aparentemente o pai da família, e perguntou: 
" Neste lugar não há sinais de comércio e de trabalho, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?"
Ao que o senhor respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc. para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora.
No meio do caminho voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: 
"Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo"
O Jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre foi cumprir a ordem.
Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar àquela família, pedir perdão e ajudá-los. Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela família tivera que vender o sítio para sobreviver "apertou" o passo e chegando lá logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
"Continuam morando aqui."
Espantado ele entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): 
"Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida??????"
O senhor entusiasmado respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!!"




PONTO DE REFLEXÃO:


  1. Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua. Aproveite a proximidade do final do milênio para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.
  2. Você poderá se surpreender com o potencial e a criatividade que traz dentro de si, e que nunca teve a oportunidade de desenvolver.
ABRA-SE PARA O NOVO!!!!