Mostrando postagens com marcador Casamento Gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Casamento Gay. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Franklin Graham se diz decepcionado com o apoio de Barack Obama ao casamento gay


Depois da Assembleia de Deus dos Estados Unidos emitir nota criticando as declarações do presidente Barack Obama sobre sua aprovação ao casamento de pessoas do mesmo sexo, quem resolveu falar contra essa postura foi o pastor Franklin Graham que chegou a apoiar a primeira candidatura do então senador Obama.

Filho de um dos pastores mais respeitados do mundo, Billy Graham, Franklin disse que a posição do presidente entristece a Deus e também comentou que a definição do que é casamento não pode ser ditada por um presidente, mas que Deus já institui há muitos anos atrás.

“A instituição do casamento não deve ser definida pelos presidentes, ou governadores, nem mesmo pela mídia. A definição foi estabelecida há muito tempo e mudar a legislação ou política nunca vai mudar a definição de Deus”, disse ele que lamentou profundamente pelos estados que já aprovaram o casamento civil entre gays.

Outro líder espiritual que condenou as declarações dadas pelo presidente na semana passada foi seu conselheiro espiritual, o pastor Jel Hunter, da Igreja Northland em Longwood, na Flórida. Para uma entrevista Hunter declarou que ficou surpreso com a declaração de Obama.

Ao saber que o pastor não se agradou de suas palavras, Obama marcou um encontro e foi pedir perdão ao pastor. “Ele saiba onde eu estava, porque eu sou evangélico e acredito no que diz a Palavra de Deus”, declarou Hunter.

Após o encontro o pastor afirmou que não vai ter sua relação abalada com o presidente, mesmo estando decepcionado, porque ele não dá apoio político a Obama, mas espiritual. “Nossa relação é pessoal e pastoral e os pastores não são executados quando as pessoas que estão orientando fazem algo que não concordam”, disse.

Fonte Gospel Prime com informações CPAD News

Barack Obama pode perder 4 de cada 10 votos por apoiar casamento gay




Na quarta-feira (9) o presidente americano Barack Obama se declarou favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Diante disso o Instituto Gallup realizou uma pesquisa para saber se esse pronunciamento vai ajudar ou atrapalhar a campanha presidencial do candidato à reeleição.

Pelo resultado desse estudo que ouviu 1.013 eleitores de todos os estados do país, quatro de cada 10 eleitores podem mudar de voto depois da declaração favorável ao casamento gay.

A pesquisa diz que para 13% dos americanos entrevistados a declaração aumenta a chance de Obama ser escolhido, mas 26% diz que depois dele apoiar o casamento entre homossexuais pode diminuir a possibilidade dele ser reeleito.

O Instituto Gallup também verificou que entre os eleitores independentes (isso é, que não se assumem como democratas, nem republicanos), Obama se mantém em 63% das declarações de voto, mas desses, 23% não gostaram do apoio dado por ele à legalização de uniões homoafetivas.

Entre os republicanos a rejeição é ainda maior, apenas 2% declararam que podem votar no atual presidente dos Estados Unidos e 52% afirmou que esse anúncio o distancia ainda mais do candidato conservador.

Nos Estados Unidos 51% da população aprova a união entre pessoas do mesmo sexo e 45% é contra. Os democratas são os eleitores mais liberais e apoiam essa decisão de Barack Obama.


Fonte Gospel Prime com informações VEJA



domingo, 3 de julho de 2011

Escola na Suécia quer abolir sexo das criança

Na Egalia, uma pré-escola sueca, não há meninos e meninas. Todas crianças são chamadas do mesmo jeito, sem que haja referência ao sexo. Em português é difícil reproduzir o que a escola está fazendo, pois não temos substantivos e pronomes neutros. Mas seria como se, em inglês, em vez de usar “she” (ela) ou “he” (ele), os professores chamassem as crianças de “it” (o pronome neutro que é usado para coisas, não para pessoas). Em sueco, em vez de “han” ou “hon” (ela ou ele), usa-se “hen” – uma forma que não existe oficialmente na língua, mas foi adotada pela escola.

A Egalia abriu no ano passado na Suécia e educa crianças de 1 a 6 anos. Sua preocupação principal é não incutir desde cedo uma imagem restrita do que é ser menino ou menina. É evitar a ideia, por exemplo, de que meninos brincam com carrinhos e, meninas, com bonecas. Todos brincam juntos, com todos os brinquedos.

Para estimular a tolerância e a inclusão, em vez de contos de fadas – em que a princesa espera a salvação do príncipe encantado -, os professores leem livros que incluem histórias sobre casais de pessoas do mesmo sexo, pais solteiros e crianças adotadas.

“A sociedade espera que as meninas sejam mulherzinhas, boazinhas e bonitas, e que os meninos sejam homenzinhos, rudes e expansivos”, diz a professora Jenny Johnsson. “A Egalia dá às crianças a fantástica oportunidade de ser quem elas quiserem”.

As questões de gênero na Suécia e outros países nórdicos são levadas a sério. A diferença de tratamento entre homens e mulheres nesses países é a menor do mundo, segundo um levantamento do Fórum Econômico Mundial. E a ideia de que as crianças precisam crescer livres dos papéis tradicionalmente vinculados a cada sexo motivou um casal sueco a não revelar o gênero da criança para ninguém. Os pais batizaram o bebê de Pop (foto abaixo) e o vestem com vestidos e calças, dependendo do dia. O penteado também varia, para que não seja identificado nem com uma menina nem com um menino.


Mais recentemente, um casal canadense decidiu fazer o mesmo com o terceiro filho. O bebê foi batizado de Storm e só cinco pessoas sabem seu sexo. A mãe, Kathy Witterick, justificou a decisão: “Quando um bebê nasce, mesmo as pessoas mais próximas a você e a quem você mais ama perguntam logo de cara: ‘É menino ou menina?’ Se você realmente quer conhecer alguém, você não pergunta o que ela tem no meio das pernas.”

Eu dificilmente teria a mesma atitude desses pais, que decidiram radicalizar o ideal de igualdade suprimindo totalmente a ideia de gênero. Mas acho válida a iniciativa da escola de se esforçar para educar crianças livres de amarras, que possam brincar com mais liberdade e que se acostumem, desde cedo, a pensar que tanto meninos e meninas podem assumir os papéis que quiserem na sociedade.

É importante que os professores não passem adiante preconceitos para que todas as crianças possam desenvolver seus potenciais na área de que mais gostem, qualquer que seja. Quando a escola falha nessa tarefa, as pesquisas mostram que as meninas acabam fugindo das ciências exatas (afinal, elas seriam melhores com as palavras do que com os números, não é mesmo?). E os meninos acabam fugindo das ciências humanas (afinal, eles seriam melhores com os números do que com as palavras, não é verdade?). A empresária de Cingapura Norma Sit, que entrevistei recentemente, disse que as meninas costumam ir pior em matemática em classes mistas. Ao que parece, elas são levadas a acreditar que são piores do que os garotos nessa disciplina. Quando estão em salas só para garotas, costumam ir melhor.

Há quem critique o método de ensino da Egalia. Para algumas pessoas, suprimir a ideia de gênero dificulta a vida das crianças fora da escola – onde elas necessariamente têm contato com isso. Eles dizem que bastaria valorizar da mesma forma o feminino e o masculino que não haveria necessidade de tentar eliminar os sexos e até criar um novo pronome! É uma crítica válida.

Você colocaria seu filho numa escola como a Egalia? O que acha da ideia de tratar as crianças como crianças, em vez de meninos e meninas?

FONTE: Letícia Sorg é repórter especial de ÉPOCA em São Paulo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Colégio episcopal da Igreja Metodista se pronuncia sobre matéria do Jornal O Estado de São Paulo

Tendo em vista a notícia veiculada pelo jornal O Estado de São Paulo em 07/06/2011 de que "metodistas" estarão participando de um trio elétrico na 15ª Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, declaramos que:

1 - Nenhum indivíduo participante daquela parada o faz em nome da Igreja Metodista;

2 - A Igreja Metodista não se faz representar em paradas ou qualquer evento dessa natureza. Sua posição sobre o assunto está claramente definida nos cânones da igreja e nos documentos do Colégio Episcopal.

Rio de Janeiro, 09 de junho de 2011

Bispo João Carlos Lopes
Presidente do Colégio Episcopal

Fonte: Site da Sede Nacional



MATÉRIA IRRESPONSÁVEL PUBLICADA PELO JORNAL

Felipe Tau - O Estado de S.Paulo


A 15.ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, já começa a render polêmica nesta edição. Pela primeira vez, o evento se apropriou de uma citação religiosa - e contará com representantes de um grupo religioso desfilando na Avenida Paulista, no dia 26.

A relação do preconceito com a religião é o tema deste ano: "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" Uma carta lida ontem na coletiva de abertura do evento explicou a citação, típica do universo cristão. "Respeitosamente, nos apropriamos dela para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos", dizia o manifesto.

"O País está sendo vítima de um sistema fundado em uma moral religiosa, mas este é um recado direto para toda a sociedade brasileira", disse o presidente da Parada, Ideraldo Beltrame. A carta cita que 260 gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em 2010 por crimes de ódio, conforme dados do Grupo Gay da Bahia.

Reverendos e seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões, vão participar da passeata ao lado de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes. O grupo deverá ter um trio elétrico próprio. "Duzentas pessoas, entre protestantes, anglicanos, metodistas e luteranos, devem estar no carro", disse Beltrame, seguidor da Igreja Anglicana. Budistas e hinduístas também foram convidados.

"O trio deve chamar "O amor lança fora todo o medo", que é o que a gente prega", espera Ester Lisboa, fiel da Igreja Anglicana que ajuda a organizar o desfile. A mensagem estará estampada em camisetas usadas pela comitiva, que trarão no verso a frase "religiosos e religiosas contra a homofobia".

Reações. As reações ao tema não demoraram. O site oficial da Parada foi hackeado no fim da tarde de ontem. Em destaque na página inicial do site consta a frase "DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, NÃO EXISTE TERCEIRA OPÇÃO! (SITE HACKEADO!)". Logo abaixo lia-se "COMMAND TRIBULATION! SITE HACKEADO, APAIXO PL122!". O PL122, ao qual o texto se refere, é o projeto de lei que visa a tornar crime a homofobia. Quem acessa o link encontra uma citação bíblica creditada ao Romanos I e a frase "O salário do pecado é a morte!"

Policiamento. Na Parada de 2009, houve a explosão de uma bomba durante o evento, atribuída a um atentado. Pelo menos 30 pessoas ficaram feridas. Para garantir a segurança das 3,1 milhões de pessoas esperadas para a festa deste ano, o policiamento será reforçado nesta edição. O efetivo da Polícia Militar passará de 800 homens, em 2010, para 1.500 homens - e mais 400 seguranças particulares foram contratados.

"Pedimos que as pessoas informem eventuais ameaças e evitem comportamentos que possam sujeitá-los a atentados, como andar sozinhos e por locais ermos", disse o coronel da PM Renato Cerqueira Campos, comandante do policiamento da região central de São Paulo. Ele afirmou que cartilhas com dicas de segurança também serão distribuídas pelos PMs. / COLABOROU MARCELA GONSALVES

ESTÃO USANDO O NOME DA IGREJA METODISTA INDEVIDAMENTE E IRRESPONSAVELMENTE.

PRONUNCIAMENTO OFICIAL DE QUEM TEM O DIREITO DE REPRESENTAR A IGREJA METODISTA NO BRASIL

Tendo em vista a notícia veiculada pelo jornal O Estado de São Paulo em 07/06/2011 de que "metodistas" estarão participando de um trio elétrico na 15ª Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, declaramos que:

1 - Nenhum indivíduo participante daquela parada o faz em nome da Igreja Metodista;

2 - A Igreja Metodista não se faz representar em paradas ou qualquer evento dessa natureza. Sua posição sobre o assunto está claramente definida nos cânones da igreja e nos documentos do Colégio Episcopal.

Rio de Janeiro, 09 de junho de 2011

Bispo João Carlos Lopes
Presidente do Colégio Episcopal

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

RELATORA DO PLC 122/06 NÃO SE REELEGE



A senadora Fátima Cleide, relatora do PLC 122/06, não se reelegeu ao Senado. Embora os líderes do movimento homossexual tenham feito aguerrida campanha em seu favor, ela obteve 16,05% dos votos, a metade do segundo colocado. Soube que a senadora buscou apresentar-se durante a campanha como defensora dos princípios cristãos, mas o povo de Rondônia não enguliu o discurso e mandou-a de volta para casa pelas posições claramente assumidas em favor da agenda gay.

Fátima Cleide colheu o que plantou. Sua derrota demonstra que o povo cristão está cada vez mais atento ao trabalho dos legisladores nas casas legislativas. Não custa lembrar que a senadora agora derrotada fez uso de todos os meios possíveis para aprovar a famigerada lei, forçando, inclusive, a sua entrada em pauta numa madrugada com a presença de poucos senadores no plenário. Queria aprová-la na calada da noite. Por pouco conseguiu o seu intento.

Certamente a derrota de Fátima Cleide dificultará a tramitação do PLC 122/06 no Senado. Mas todos os que estamos na trincheira da resistência não abriremos a guarda, pois os estrategistas que querem impor sobre o brasileiro o ¨delito de opinião¨, coisa inexistente como figura jurídica, buscarão outras formas para forçar a sua aprovação.

Fonte: Blog Geremias do Couto

sábado, 24 de julho de 2010

IGREJA BATISTA DA ALIANÇA EM WASHINGTON REALIZA CASAMENTO LESBICO E FIEL DECIDE PROCESSAR DENOMINAÇÃO

Para Yvonne Moore, quando sua congregação batista do Sul realizou uma “cerimônia de compromisso” lésbico, não foi só algo contra a Bíblia — foi uma traição pessoal.

A traição levou a idosa negra, que havia frequentado a Igreja Batista da Aliança em Washington D.C. durante 37 anos, a processar para que suas doações semanais fossem devolvidas — doações avaliadas em aproximadamente 250 mil dólares.

“Fiquei transtornada — eu dou para a igreja dez centavos de cada dólar. Eu pago dízimos, e eles não respeitaram os membros o suficiente para nos escutar”, disse Moore numa entrevista da CNN publicada na quinta-feira. “Não acredito nessas coisas. Sou uma batista do Sul. A Bíblia fala contra o homossexualismo — não se pode levar isso para dentro da igreja”, disse ela.

Moore diz que frequentou o evento não acreditando que ocorreria em sua igreja, e achou a cerimônia “totalmente repugnante”.

Evidentemente, Moore não é o único membro transtornado com a mudança: a reportagem da CNN menciona brevemente que a congregação perdeu metade de suas famílias por causa do descalabro. Os pastores Christine e Dennis Wiley, porém, foram obstinados em sua decisão de celebrar a união da dupla lésbica.

“Não dá para você simplesmente ler uma Bíblia e pensar que de certa maneira você não dominou a palavra de Deus”, disse Dennis Wiley.

Mais tarde Moore desistiu do processo, embora tenha dito que não voltará mais àquela igreja.

Num encontro anual neste mês, os líderes americanos dos batistas do Sul aprovaram resoluções se opondo à normalização da homossexualidade nas forças armadas e no ambiente de trabalho.

O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco estados que revogaram a definição legal de casamento entre um homem e uma mulher.

Fonte: Notícias Pró-Família / Gospel+
Traduzido de LifeSiteNews por Julio Severo