Este blog serve para que eu possa compartilhar com todos um pouco das pessoas, curiosidades, mensagens, estudos, pastorais e acontecimentos que são relevantes para nosso país, minha vida, família e para vida de toda comunidade onde estou inserido.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Franklin Graham se diz decepcionado com o apoio de Barack Obama ao casamento gay
Depois da Assembleia de Deus dos Estados Unidos emitir nota criticando as declarações do presidente Barack Obama sobre sua aprovação ao casamento de pessoas do mesmo sexo, quem resolveu falar contra essa postura foi o pastor Franklin Graham que chegou a apoiar a primeira candidatura do então senador Obama.
Filho de um dos pastores mais respeitados do mundo, Billy Graham, Franklin disse que a posição do presidente entristece a Deus e também comentou que a definição do que é casamento não pode ser ditada por um presidente, mas que Deus já institui há muitos anos atrás.
“A instituição do casamento não deve ser definida pelos presidentes, ou governadores, nem mesmo pela mídia. A definição foi estabelecida há muito tempo e mudar a legislação ou política nunca vai mudar a definição de Deus”, disse ele que lamentou profundamente pelos estados que já aprovaram o casamento civil entre gays.
Outro líder espiritual que condenou as declarações dadas pelo presidente na semana passada foi seu conselheiro espiritual, o pastor Jel Hunter, da Igreja Northland em Longwood, na Flórida. Para uma entrevista Hunter declarou que ficou surpreso com a declaração de Obama.
Ao saber que o pastor não se agradou de suas palavras, Obama marcou um encontro e foi pedir perdão ao pastor. “Ele saiba onde eu estava, porque eu sou evangélico e acredito no que diz a Palavra de Deus”, declarou Hunter.
Após o encontro o pastor afirmou que não vai ter sua relação abalada com o presidente, mesmo estando decepcionado, porque ele não dá apoio político a Obama, mas espiritual. “Nossa relação é pessoal e pastoral e os pastores não são executados quando as pessoas que estão orientando fazem algo que não concordam”, disse.
Fonte Gospel Prime com informações CPAD News
Barack Obama pode perder 4 de cada 10 votos por apoiar casamento gay
Na quarta-feira (9) o presidente americano Barack Obama se declarou favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Diante disso o Instituto Gallup realizou uma pesquisa para saber se esse pronunciamento vai ajudar ou atrapalhar a campanha presidencial do candidato à reeleição.
Pelo resultado desse estudo que ouviu 1.013 eleitores de todos os estados do país, quatro de cada 10 eleitores podem mudar de voto depois da declaração favorável ao casamento gay.
A pesquisa diz que para 13% dos americanos entrevistados a declaração aumenta a chance de Obama ser escolhido, mas 26% diz que depois dele apoiar o casamento entre homossexuais pode diminuir a possibilidade dele ser reeleito.
O Instituto Gallup também verificou que entre os eleitores independentes (isso é, que não se assumem como democratas, nem republicanos), Obama se mantém em 63% das declarações de voto, mas desses, 23% não gostaram do apoio dado por ele à legalização de uniões homoafetivas.
Entre os republicanos a rejeição é ainda maior, apenas 2% declararam que podem votar no atual presidente dos Estados Unidos e 52% afirmou que esse anúncio o distancia ainda mais do candidato conservador.
Nos Estados Unidos 51% da população aprova a união entre pessoas do mesmo sexo e 45% é contra. Os democratas são os eleitores mais liberais e apoiam essa decisão de Barack Obama.
Fonte Gospel Prime com informações VEJA
sexta-feira, 11 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
MMA: A VIOLÊNCIA EXPLÍCITA (A visão de um especialista)
POR ODAIR BORGES*
MMA, UFC, PRIDE e outras siglas são sinônimos de briga de rua travestida de luta.
Nos primórdios do Japão feudal, os vários estilos de lutas eram praticados com objetivo de defesa pessoal de importância vital para o guerreiro Samurai, onde os conceitos de honra, coragem, disciplina e respeito eram a essência na formação integral do homem.
Não é essa a mensagem que atualmente vem sendo disseminada pelos lutadores, instrutores e patrocinadores do MMA, que sem formação e informação acadêmica, pegam carona na bandeira da moda, o que lhes proporciona a evidente exposição midiática, e sem duvida, a pecúnia vindoura.
No Brasil, o esperto cérebro do UFC encontrou clima propício e o espaço estratégico como um grande esquema para disseminar a modalidade onde é notória, em entrevistas tanto de lutadores como entrevistadores, comentaristas e cronistas a ignorância sobre o tema lutas.
Em simples análise técnica, a luta de MMA resume-se na sua maior parte em socos sem conhecimento de boxe.
Como disse nosso grande campeão Eder Jofre “se fossem lutar na regra do boxe não aguentariam um minuto”.
Na luta no solo, alguns praticam Ju Jutsu (JiuJitsu Brasileiro), mas a fragilidade técnica não permite finalizações nas oportunidades.
Há pouco tempo, quando de transmissão direta pela TV, torcedores de uma equipe de futebol, após assistirem em sua sede as lutas de MMA, saíram às ruas e mataram a socos e ponta pés outro torcedor de equipe rival de futebol, levados que foram pela violenta emoção.
É a união perfeita: torcidas de futebol e os fanáticos adeptos do MMA.
Poucos dias antes do inicio do último circo do MMA no Rio de Janeiro, durante entrevista coletiva, torcedores em manifestação grotesca e aos gritos de “Vai morrer! Vai morrer! Vai morrer!”, impediram o lutador americano Chad Mendes, desafiante do Brasileiro José Aldo, de ouvir as perguntas dos jornalistas credenciados.
Observando lutas anteriores de MMA, já vimos “nossos famosos” e também estrangeiros que, de forma rixenta e arrogante, desrespeitam adversários.
É o retorno aos combates sangrentos da antiga Roma, demonstrando a supremacia da nova afirmação da fera sobre o homem, levando jovens praticantes a serem adestrados para demonstrações narcisistas em busca de afirmação, através da agressão física.
Estão na mídia as agressões a professores, invasão de Universidades, alunos armados e brigas de torcidas.
São jovens perdendo suas referências e seus ideais, deixando-se levar por supostos prazeres, poderes e exibições.
A mídia por sua vez, apresenta o programa de lutas ou o “Panes et Circences”, da época dos pervertidos Calígula (12-41 AD) e Cômodus (161-192 AD), como sendo a mais pura e moderna atração contemporânea.
Ao mesmo tempo, o grande público vê nesse teatro de violência a oportunidade para exteriorizar uma perigosa agressividade que transcende o evento esportivo e que muitas vezes sem motivo aparente é transferida para a convivência social.
Podemos até pensar numa mostra de indignação dos que assistem, influenciados que estão, pela destruição de valores que temos presenciado em nosso meio político e social, que nos leva a pensar sobre o que é certo ou errado no comportamento das pessoas.
Em análise acadêmica, fundamentada em pesquisa cientifica, de acordo com a teoria de aprendizagem social, (Bandura e Walters, 1963) reforçam o conceito de agressão imitativa por meio do qual, crianças expostas a uma atividade agressiva de adultos, imitam esse comportamento, especialmente quando o modelo adulto é observado sendo bem sucedido e recompensado. Segundo (Elias e Dunning, 1986) os benefícios econômicos e o prestígio fazem com que se deixe de lado a rivalidade amistosa convertendo-a em rivalidade hostil.
É bem estabelecido na literatura que o reforço influencia fortemente o comportamento futuro. Para (Skinner,1953), atos de violência, emanam de uma variedade de fontes que podem ser:
a) O grupo de referência imediato do atleta: professores, treinadores, companheiros de equipe, amigos e família.
b) A estrutura do esporte principalmente no que diz respeito: ao ambiente de aprendizado e prática, às organizações esportivas, patrocinadores, empresários esportivos, cujo objetivo é apenas o lucro financeiro sem a preocupação educacional.
c) Atitude e fanatismo de fãs e torcedores, a mídia na procura de audiência e a sociedade em geral.
A agressividade como um estereótipo masculino desejável é talvez uma causa arraigada e significativa do reforço positivo que os atletas masculinos recebem para agirem agressivamente.
Quanto a isso os pais têm um importante papel na orientação de valores apropriados no comportamento social de seus filhos.
Assumindo-se que o instinto para o comportamento agressivo do indivíduo é uma constante, cabe portanto ao educador, quando utilizar das lutas como conteúdo programático, explorar os aspectos educativo, filosófico e social, de suma importância no ensino de qualquer modalidade de luta.
Artigo publicado no Jornal Correio Popular, de Campinas.
*Autor: Prof. Ms. Odair Borges
Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP
Fonte: www.http://www.comunidadefanuel.com/Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP
quinta-feira, 3 de maio de 2012
LADRÕES DE TEMPO
"O tempo perdido não se encontra nunca mais."
(Benjamin Franklin)
No mundo moderno, há uma legião de ladrões de tempo - são os chamados "desperdiçadores". Eles agem sorrateiramente, reduzindo sua eficácia, comprometendo suas metas e causando até mesmo estresse.
Veja a seguir os principais fatores mapeados e confira se eles estão presentes em sua vida:
Comunicação Deficiente
Ocorre quando responsabilidade e autoridade não estão definidas com clareza na empresa ou quando há subordinados em excesso.
A posologia consiste em:
- defina com clareza metas e objetivos
- determine responsabilidades e atribuições
- utilize linguagem simples, concisa e sem ambigüidade
- na dúvida, pergunte - procure fazer certo na primeira vez
- forneça informações seguras para permitir tomada de decisão consistente e ação imediata
- lembre-se de que a regra de ouro chama-se Delegar
Reuniões
Muitas são desnecessárias e agendadas sem critério. Duram muito tempo, tornam-se evasivas e não geram resultados.
Para torná-las produtivas:
- agende as reuniões com antecedência
- convoque apenas as pessoas diretamente envolvidas ao tema
- defina a pauta e comunique-a a todos com antecedência
- determine horário de início e término
- mantenha a pauta e busque a objetividade
- não permita interrupções externas e mantenha telefones celulares desligados
- promova debates, tire conclusões, tome decisões e determine como agir
- faça ata ou memorando com resumo da reunião, assinado por todos os participantes
- faça reuniões curtas em pé
Telefone
Imprescindível na vida moderna! Constitui-se no maior vilão das interrupções e, por conseqüência, uma das fontes mais significativas de desperdício de tempo.
Algumas dicas:
- reserve horários para fazer e receber ligações
- relacione os telefonemas a serem feitos em ordem de prioridade
- prepare-se para cada ligação com informações em mãos
- identifique-se no início da ligação (as pessoas não são obrigadas a reconhecer sua voz...)
- deixe recados claros e concisos
- concentre-se em ouvir a pessoa com quem estiver falando, evitando desviar a atenção do papo
- nunca prometa retornar uma ligação se estiver despreparado para tal ou se não desejar fazê-lo
- nada de desculpas ou mentiras: use a honestidade para dizer que não pode atender naquele momento
- encerre suas conversas com cortesia, porém, com objetividade
Telefone Celular
Na mesma proporção em que agiliza as comunicações, ele também atua como agente de interrupções, invadindo inclusive a sua privacidade.
Sugestões para otimizar seu uso:
- desligue o aparelho quando estiver em reunião ou realizando tarefas que exigem concentração
- mantenha-o para vibrar em caso de urgência
- utilize o detector de chamadas para selecionar as ligações que merecem ser atendidas
- recolha mensagens na caixa postal duas vezes por dia e retorne as ligações em horários pré-determinados
- grave uma mensagem personalizada no correio de voz
- considere a possibilidade de habilitar um segundo aparelho apenas para emergências, mas divulgue o número com seletividade
- evite atendê-lo quando estiver em casa
E-mail
Substitui o telefone com objetividade, entretanto, quando utilizado sem critério, torna-se fonte de interrupções, mal-entendidos e até disputas judiciais.
Formas de gerenciá-lo:
- baixe suas mensagens no máximo quatro vezes por dia, em horários pré-definidos
- responda de imediato as mensagens recebidas e determine um tempo para fazê-lo
- utilize a Linha de Assunto para classificar as mensagens
- organize pastas diversas para arquivo
- crie regras de mensagens
- tenha uma assinatura eletrônica
- uilize um corretor ortográfico
Internet e intranet
São instrumentos importantes para acelerar a comunicação e a busca por informações. Vale lembrar que, às vezes, pode ser mais eficiente caminhar até a estação de trabalho de seu colega...
Além disso:
- avalie de maneira criteriosa o uso da intranet e de ferramenntas como ICQ e Messenger
- tal qual o telefone e e-mail, seja seletivo e coerente no envio e recebimento de mensagens
- atenção aos sites navegados em virtude do risco de vírus
- solicite suporte ao responsável pela manutenção da rede, caso note alguma irregularidade
Decerto há outros fatores de desperdício de tempo que poderíamos relacionar, mas atentando para estes sete aspectos, é certo que sua produtividade pessoal aumentará.
E esteja sempre a postos para a ocorrência de imprevistos. Eles são imponderáveis, por isso, deixe espaço em sua agenda para contratempos. Planeje seu dia e sua vida tendo em mente o tal do "E se..."....
AUTOR: Tom Coelho é formado em Economia pela FEA/USP e em Publicidade pela ESPM/SP. Tem especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP. É empresário, consultor, professor universitário, escritor, palestrante, diretor da Infinity Consulting e diretor estadual do NJE/Ciesp
Fonte: OS LADRÕES DE TEMPO – Tom Coelho - Jornal Carreira e Sucesso
OS ERROS QUE NÃO DEVEMOS COMETER NAS REDES SOCIAIS
Mesmo que você interaja apenas com amigos, os murais das redes sociais são públicos. O que você comenta ou posta na sua ou em outras páginas pode ser lido por muita gente. Portanto, é de... bom tom tomar alguns cuidados, que vão desde não divulgar informações pessoais excessivas ou adicionar desconhecidos -- por questões de segurança -- a evitar comentários que possam lhe causar problemas. “Mesmo podendo ser rapidamente apagadas da internet, as fotos e mensagens postadas demoram para sair da memória de quem leu“, alerta a consultora de etiqueta empresarial Elizabeth Farina.
A redes sociais, principalmente o Facebook, acabou acumulando uma perigosa função: a de “válvula de escape“. Ou seja, é lá que muita gente coloca sua indignação sobre algo que não gostou ou faz um desabafo pessoal. E, de cabeça quente ou sem nem perceber o deslize, acaba fazendo comentários negativos que podem comprometer a sua imagem e prejudicar também a da empresa onde trabalha. Como, por exemplo, falar mal de parceiros, clientes, colegas ou fazer alguma piada preconceituosa e escrever palavrões.
Afinal, espera-se de um funcionário uma postura similar a da sua empresa. “Não diga nada que você não diria em voz alta em uma sala repleta de gente. Coloque apenas informações sobre coisas que possam tornar a sua imagem melhor e não pior a vista dos outros”, sugere Elizabeth Farina.
FONTE: Igreja Metodista Terceira Região Eclesiástica
NOMOFOBIA: O MEDO DE FICAR SEM CELULAR
Publicado originalmente no AdNews
Uma pesquisa realizada em fevereiro no Reino Unido comprovou quão pessoal é o telefone celular. Mais que isso: trouxe na carona o nome de uma síndrome que acomete os que não suportam a ideia de ficar sem ele nas mãos. É a “nomofobia”, contração do inglês “no mobile phobia”.
Cerca de mil pessoas participaram do estudo. 66% das pessoas ouvidas se dizem “muito angustiadas” só de pensar em abandonar o telefone. Entre jovens de 18 a 24 anos, a proporção chega a 76%, de acordo com as informações fornecidas pela empresa de soluções de segurança SecurEnviy. 40% deles disseram ter mais de um aparelho.
“O fenômeno aumentou com a chegada dos smartphones e de planos ilimitados. Cada um pode ter acesso a uma infinidade de serviços: saber onde está, se existem restaurantes nas proximidades, comprar passagem para o fim de semana, planejar a noitada, etc.”, resume Damien Douani, especialista em novas tecnologias da agência FaDa, em entrevista à France Presse.
“Há alguns anos, o SMS já era uma forma de nomofobia. Falávamos até da ‘geração de polegadas’ para descrever quem enviava mensagens sem parar. Contudo, a internet móvel via smartphone, é o SMS 10 mil vezes mais poderoso”, explica.
“O reflexo do Google foi transferido para o mobile: se preciso de uma informação e encontro resposta para tudo, isso é a facilidade encarnada”, ressalta Damien Douani.
Coisa de louco
Os britânicos não são os únicos amantes da mobilidade. Pesquisa semelhante, realizada com 1.500 pessoas na França, comprova os efeitos viciantes. Para 22% dos entrevistados, é “impossível” ficar por mais de um dia sem celular. Entre os jovens entre 15 e 19 anos, o percentual é de 34%.
“Podemos compreender que as pessoas sejam viciadas em seus smartphones, pois elas têm toda a vida programada ali, e se, por acaso, perderem o aparelho ou ele quebrar, vão ficar isoladas do mundo”, ressalta o escritor Phil Marso, organizador do Dia Mundial sem Celular, que acontece anualmente nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao aplicar a vedação da Súmula nº 126 relativa ao reexame de fatos e provas, manteve decisão que negou o pedido de um ex-rabino do Centro Israelita do Paraná de reconhecimento de remuneração lateral (por fora) durante o período em que atuou na comunidade judaica local.
O rabino descreveu, na inicial da reclamação trabalhista, que foi admitido em 2000 pelo Centro Israelita para presidir, no âmbito religioso, cerimônias como casamentos, Bar Mitzva, Bat Mitzva e Brith-Mila, pregar sermões e representar o Centro eclesiasticamente. No âmbito educacional, ministrava aulas no Colégio Israelita, de propriedade do Centro, e, no social, auxiliava as pessoas carentes da comunidade.
O religioso sustentou que teria firmado dois tipos de contratos com o Centro. Um era de trabalho por tempo indeterminado, pelo qual recebia R$ 2 mil, pagos de forma regular em folha e com todas as repercussões e incidências legais. No outro, de natureza civil, de prestação de serviço (pré-contrato), recebia uma quantia fixada em dólar, mensalmente convertida em real na data do pagamento. Pelos dois contratos, o rabino dizia receber mensalmente R$ 11,5 mil.
Após cinco anos de serviços prestados à comunidade judaica, ainda de acordo com a inicial, ele teve o seu contrato de trabalho encerrado com o Centro. Na reclamação trabalhista, pedia o reconhecimento da natureza salarial dos valores pagos no contrato de prestação de serviço e a incidência sobre eles de todas as demais parcelas trabalhistas, já que os serviços prestados estariam protegidos pelo artigo 3º da CLT, que define critérios para o vínculo de emprego.
O Centro, em sua defesa, não negou que mantinha vínculo de emprego com o rabino, contratado para trabalhar em atividades letivas e administrativas, com a carteira de trabalho devidamente assinada, e afirmou que, antes de ser contratado, ele teria atuado como líder religioso. Sustentou, porém, que os pagamentos feitos teriam sido apenas aqueles fixados no contrato de trabalho. Segundo o Centro, os valores pagos pelas atividades desenvolvidas como líder religioso eram pagos por meio de doações da comunidade judaica, e não como salário.
A 2ª Vara do Trabalho de Curitiba (PR) negou os pedidos do rabino. Segundo a sentença, no período indicado ficou comprovado que ele desenvolvia atividade religiosa e não educacional ou administrativa, e que tal atividade não se caracterizava como empregatícia, e sim voluntária. Para o juízo de primeiro grau, da análise dos extratos bancários apresentados pelo rabino, verificou-se que os valores depositados além dos salários se referiam a verbas pagas diretamente pelos fieis.
O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), ao analisar recurso ordinário, observou que não houve comprovação de pagamento "por fora" em relação ao cargo de docente/professor, pois os valores constantes dos recibos apresentados eram os mesmos depositados em conta corrente. Segundo o acórdão, houve de fato a prestação de trabalho religioso pelo rabino, porém motivado pela fé, voltado à caridade e desvinculado de pretensões financeiras.
Ainda segundo o TRT, ficou comprovado também que as taxas de serviços religiosos cobradas pelo Centro eram depositadas integralmente na conta do rabino. Assim, não cabia falar de vínculo empregatício, onerosidade, recebimento de salários ou controle de jornada, pois essa modalidade de remuneração se encontra regulamentada pela Lei nº 9.608/1998, que dispõe sobre trabalho voluntário.
Quanto ao pré-contrato, o Regional entendeu se tratar de um pré-acordo sobre a remuneração, pois fora levado à direção do Centro como uma proposta que, mesmo não sendo autorizada, fora aceita pelo rabino, que trabalhou junto à comunidade por vários anos recebendo o salário de professor e as doações dos fieis.
Em seu recurso ao TST, o rabino sustentou que o pré-contrato foi aceito e cumprido entre as partes, "ainda que à margem da legalidade". Pretendia, portanto, o reconhecimento de sua validade e a existência de remuneração "por fora". Para o relator do recurso na Quinta Turma, ministro João Batista Brito Pereira, para se chegar a entendimento contrário ao que ficou concluído do conjunto probatório apresentado pelo Regional seria necessário o reexame de fatos e provas, procedimento que é vedado no recurso de revista pela Súmula 126. Dessa forma, por unanimidade ,o recurso não foi conhecido.
Processo: RR-3593600-43.2007.5.09.0002
FONTE: TST
Trio Para Nossa Alegria é contratado por gravadora gospel
Aconteceu, pegou, espalhou, virou jargão: “Para nossa alegria”. Tudo começou com um vídeo caseiro postado em um canal do youtube e que arrancou gargalhadas pelo mundo à fora e correu pelas redes sociais numa velocidade absurda. “Para nossa alegria”, título da versão para a tradicional canção gospel “Galhos Secos” (Osny e Osvayr Agreste) interpretada pelos irmãos Jefferson e Suellen Barbosa de uma forma pra lá de engraçada e que virou fenômeno da internet, acumulando a um total de mais de 30 milhões de visualizações em menos de 15 dias. O vídeo atraiu Celebridades como Jair Rodrigues, Luciana Mello, Jair de Oliveira, Marcelo Adnet, Fernanda Takai e Thiaguinho, que fizeram as suas próprias versões do vídeo inspirados na dupla. Além deles, o ex-jogador Neto, o apresentador Ratinho, Marcos Mion, Ana Maria Braga e Programa Pânico na Band, também fizeram menções ao vídeo.
Mas para quem achava que o hit de internet teria vida curta pode saber que eles continuarão por mais um tempinho. O trio assinou nesta terça-feira com Salluz Productions. O CD dos irmãos Jefferson e Suellen já tem previsão de lançamento; Entre o fim de Maio e início de Junho e o grande público pode esperar um trabalho muito divertido com canções que irão alegrar os ouvintes de todas as idades e classes sociais.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
O MENINO QUE SABIA O SIGNIFICADO DA PÁSCOA CRISTÃ
Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.
Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade.
Ele se sentia diferente dos outros alunos.
Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis.
É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceita pelos seus amigos.
Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.
Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.
Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo.
O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iriam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.
Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa.
Daí a professora começou a abrir os ovos.
Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas.
Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram “Ai que lindo! Que bonito!” Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?
A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro.
Imediatamente todos começaram a rir e gritar “Isso não é justo. Que coisa estúpida. Alguém errou!”
Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.
“É meu” disse Filipe. “É meu.” As crianças começaram a rir e dizer “Ah Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!”
“Eu fiz certo, eu fiz” disse Filipe. “É o túmulo. O túmulo está vazio!”
Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas errada. De repente Filipe foi aceito pela turma.
Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não iria viver uma vida longa.
Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teria sobrevivido, Filipe faleceu.
Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.
No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico – vazio.
TIRIRICA E O EXORCIMO EM SEU GABINETE
O deputado federal Tiririca teria protagonizado um curioso episódio em seu gabinete, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, publicou informação de que o deputado teria sido procurado por uma mulher aflita que se dizia perseguida por espíritos.
De acordo com Jardim, o deputado Tirica reuniu seus assessores em volta da mulher, impôs as mãos sobre sua cabeça e fez uma oração, repreendendo aos gritos de “sai desse corpo” os espíritos que atormentavam a senhora.
Tiririca teria garantido que a mulher saiu de seu gabinete tranquila, de acordo com a coluna Radar On-Line. Esse não é o primeiro episódio curioso envolvendo o deputado: em Fevereiro, uma senhora o procurou afirmando ter uma bomba, e que precisava falar com a presidente Dilma Rousseff.
Fonte: Gospel+
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