quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE "COSME E DAMIÃO"

Quem foram os irmãos Cosme e Damião?

Eles nasceram na Arábia no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram crentes em Jesus. Quando cresceram, foram estudar num lugar chamado Síria, e lá se tornaram médicos. Mas eles tinham um apelido muito interessante: “ANARGIROS”, que quer dizer, “INIMIGOS DO DINHEIRO”, pois eles não cobravam nada, nenhum centavo pelo trabalho deles.
Diocleciano, o Imperador Romano, odiava os cristãos porque eles eram fiéis a Jesus Cristo e não adoravam os ídolos fabricados por mãos humanas.
Esse homem perverso, mandou para a cidade de Egéia, aonde estavam Cosme e Damião, um representante de nome Lísias.
Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante diante de algumas imagens. Porém como seguidores de Jesus, nunca poderiam fazer isso.
A Bíblia diz:"Não farás para ti imagens de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás, porque eu o Senhor teu deus, sou Deus zeloso...” Êxodo 20:4-5.
Então, sob o comando dele, começaram a torturar Cosme e Damião.
Finalmente, depois de tortura-los... cortaram suas cabeças. Desse modo eles foram mortos no ano 283 depois de Cristo.
Foi então por obedecerem as ordens de Deus e não se encurvarem ou rezarem às imagens que eles morreram.

PARA PENSAR:
  1. Você acha que Cosme e Damião se ajoelhariam ou rezariam para uma imagem pedindo proteção ou ajuda?
  2. Como você acha que eles se sentiriam vendo vocês fazendo isso?
  3. Será que JESUS CRISTO também ficaria triste? É claro que sim, pois foi Jesus quem falou: “Eu sou o caminho e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao pai, senão por mim.” (João 14:6)
  4. Portanto não adiante pedir nada a Cosme e Damião, a São João, São Paulo, Santa Maria ou outro “santo” qualquer.
  5. Devemos buscar somente a JESUS, o FILHO DE DEUS. Foi Ele que morreu por nós numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia e hoje roga a DEUS por nós. ( I Timóteo 2:5; I João 2:1)]
  6. Isso quer dizer que comer doces de Cosme e Damião está errado? CLARO! Se eu quiser comer, compro um. Eu não como os doces de Cosme e Damião, porque quem distribui doces nesse dia faz isso porque fez promessas a eles.
  7. Você sabia que esses doces são oferecidos aos “santos”, em algum terreiro de macumba ou centro espírita como pagamento de promessas?E se eu comer estarei apoiando e concordando com o erro deles. A Bíblia diz que não pode haver amizade entre luz e escuridão, nem entre Jesus e o diabo. (II Coríntios 6:14-16) E, a Bíblia diz mais: “DEUS É LUZ E NELE NÃO HÁ TREVAS NENHUMA”. Além disso, esses que parecem ser “santos” nos terreiros ou centros, são na realidade demônios (ajudantes do diabo) que estão enganando tais pessoas. (I Coríntios 10:19-21)
  8. Viu, porque não se deve comer os doces, balas e salgados de Cosme e Damião? Pois a Bíblia diz em Romanos 10:11 que aquele que crê em JESUS nunca fica confundido ou em dúvidas nesse assunto.
Esta pesquisa foi feita na Enciclopédia Universal Ilustrada Europeo-Americana (Volume 15, págs. 1140-1142).

Fonte: APEC – Aliança Pró Evangelização das Crianças

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CALCANHAR DE AQUILES.


Calcanhar de Aquiles é uma expressão popular que significa o ponto fraco de alguém e transmite a idéia de fraqueza e vulnerabilidade. É o ponto  onde uma pessoa se sente mais frágil, não possuindo domínio suficiente para controlar uma determinada situação.

Exemplo: Era um jovem promissor na carreira que escolhera, mas, infelizmente a droga e o álcool foram o seu calcanhar de Aquiles.

Além de pessoas, o calcanhar de Aquiles também designa o ponto vulnerável de uma organização, de um projeto ou de uma tarefa a ser realizada.

Exemplo: O calcanhar de Aquiles das compras pela Internet é a demora na entrega dos produtos encomendados.

Muitas dores no calcanhar acontecem devido a uma lesão no tendão de Aquiles, o maior tendão do corpo humano. 

Exemplo: A tendinite de Aquiles é um desses exemplos e consiste em uma inflamação desse tendão.

Calcanhar de Aquiles e Mitologia Grega

 

Aquiles é um dos mais famosos heróis gregos. Filho de Tétis (deusa grega do mar) e Peleu (rei dos mirmidões), teve seu principal momento no cerco à cidade de Tróia. Participou junto com outros heróis e príncipes da Grécia de várias batalhas. Tornou-se famoso por sua bravura e força.

Conta a mitologia grega que a mãe mergulhou Aquiles, recém-nascido, nas águas do Estige (rio que dava sete voltas no inferno). Este fato tornou o filho invulnerável, salvo pelo calcanhar que não foi banhado, pois a mãe o segurava por esta parte do corpo.

Para vingar a morte de Pátroclo, seu amigo, que sucumbira às mãos de Heitor, Aquiles matou Heitor.

Após matar Heitor e arrastar o seu corpo por Tróia, Páris, irmão de Heitor trespassou uma flecha envenenada pelo calcanhar do guerreiro Aquiles e o matou.

Este fato ocorreu durante a Guerra de Tróia, que foi retrata na Ilíada de Homero.


ENVELHECIMENTO – Mitos e Possibilidades


ENVELHECIMENTO – Mitos e Possibilidades


 TEXTO BÍBLICO: “Ensina-me a contar os meus dias e quando eu envelhecer saberei como viver.” (Salmo 90:12)


INTRODUÇÃO:

- Então chega o dia em que a gente não se reconhece mais no espelho. Alguém nos chama de Vó ou Vô; A aposentadoria vem sem ser chamada.

- Como é que alguém sabe que entrou na Terceira Idade?

- Falta-nos a idéia do processo, a compreensão de que a vida e uma rota de passagem e que estamos sempre amadurecendo, passando, mudando... até a limitação das possibilidades físicas de acompanhar estes ritmos de mudança.

- De acordo com a ONU , cerca de um milhão de pessoas no mundo, completam 60 anos de idade, todos os meses, a partir do ano 2000.

- 62% da população idosa mundial são do sexo feminino; No Brasil 62,7%;

- Há uma previsão de que, no Brasil, em 20 anos, teremos mais de 30 milhões de pessoas com mais de 60 anos – seremos o 6º país no mundo com pessoas acima de 60 anos.

- Nem sempre a política pública tem acompanhado este quadro e com isso vemos pessoas sofrendo e com medo desta fase tão bonita e especial da vida.

- Sendo assim, é tarefa coletiva, também das Igrejas, desenvolver mecanismos sociais que garantam um envelhecimento com dignidade e participação.

DESENVOLVIMENTO: MITOS E VERDADES:

1. Só os países ricos tem população idosa? NÃO. No Brasil a melhoria das condições de vida e os avanços da medicina vêm aumentando a expectativa de vida.

2. Mulheres e Homens envelhecem da mesma maneira? NÃO. As mulheres vivem mais que os homens (uma média de 8 a 10 anos). Sendo assim, as mulheres vivenciam a velhice e seus limites e alegrias de modo mais intenso.

3. As pessoas idosas são frágeis? NÃO. A população idosa vem envelhecendo cada vez mais com boas condições físicas; é capaz de desenvolver tarefas do cotidiano e desempenhar papéis fundamentas na vida familiar e comunitária.

4. As pessoas idosas já deram a sua contribuição? NÃO. O trabalho da gente na terceira idade é cada vez mais fundamental para as famílias, sociedade e economias. As pessoas idosas tem assumido tarefas no setor informal, atendendo a demando e as necessidade de grupos sociais que tanto necessitam deste apoio.

5. As pessoas idosas são um peso econômico para as gerações mais novas? NÃO. A maioria das pessoas idosas trabalhou e continua trabalhando, dando significativa contribuição para suas famílias e sociedades.

CONCLUSÃO:

- Deus tem um amor especial por todos. Em particular ele se preocupa com os idosos.

- A Bíblia sempre valorizou a pessoa idosa , tem ordenanças severas para o cuidado com as viúvas e os órfãos e tem promessas para os que tratam seus pais com honra.

- Louvamos a Deus pelo progresso que temos conseguido em nosso país, como o ESTATUTO DO IDOSO, e pedimos a Deus que toda sociedade possa colaborar para que suas letras sejam vivas e funcionem.

- Que possamos fazer a nossa parte nos cuidando. Nos amando. Zelando da nossa saúde, da nossa alimentação, fazendo exames periódicos, caminhadas, para que, muitos mais que quantidade de dias de vida, possamos ter “qualidade de vida.”

- Que possamos buscar um bom relacionamento com Deus, fazendo parte de uma comunidade de fé, onde poderemos desenvolver todo o nosso potencial.

- Que possamos buscar um bom relacionamento familiar, dialogando, amando, perdoando, enfim, cultivando os laços de família, tão importante, para a sobrevivência de nossa sociedade.

- Que não tenhamos medo de envelhecer. Que o envelhecimento não represente um castigo, mas um prêmio. A alegria de ver a família realizada, ver os filhos dos filhos; A consciência de termos combatido o bom combate, mas que continuaremos firmes sempre de prontidão para o servir.

- Grandes homens na Bíblia e na História, impactaram o mundo, vivendo na “melhor idade.” Ex. Moisés, quando libertou o povo hebreu do Egito, tinha mais de 80 anos.

- Que jamais desistamos dos nossos sonhos e projetos. A Bíblia diz: “Agrada-te do Senhor e Ele satisfará aos desejos do teu coração.” (salmo 37:4) Esta promessa não tem limitador de idades. EX: Simeão e Ana (84 anos) – tinham um sonho de ver Jesus. Não ficaram frustrados. (Lucas 2: 22 a 38)

PARA PENSAR:

- A velhice desvalorizada implica não só em isolamento do idoso, mas na transformação da relação familiar. Não havendo mais quem traga a lembrança acontecimento do passado que vão lançar luz no futuro. Assim sendo, perderemos a capacidade de aprendermos com os erros e acertos do passado.

- Quem nos trará a lembrança de como o bairro era antes e depois das construções?

- Quem nos trará a lembrança a história do primeiro tijolo da Escola e da Igreja construída?

- O que possibilita a projeção para o futuro não é o presente. É a compreensão do passado que instrui os atos do presente e abre o futuro como possibilidade.

FONTE:

- Recriar – Coordenação Nacional de Ação Docente da Igreja Metodista – 2001.
- Bíblia Sagrada;
- Experiências ministeriais do Rev. Ednaldo Breves

VELHOS OU IDOSOS?


Você se considera uma pessoa idosa, ou velha?  

E você que é jovem, como deseja chegar lá? 

Acha que é a mesma coisa? 

Pois então ouça o depoimento de um idoso de oitenta anos:  

Idosa é uma pessoa que tem muita idade.
Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade. 

 Você é idoso quando sonha.  
 É velho quando apenas dorme. 

 Você é idoso quando ainda aprende. 
 É velho quando já nem ensina. 

Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita.  
 É velho quando apenas descansa. 

Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs.  
 É velho quando seu calendário só tem "ontens". 

O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro.  E é no presente que os dois se encontram. 
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão.  Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.  

O idoso se renova a cada dia que começa;
O velho se acaba a cada noite que termina.  

O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. 
O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. 

O idoso tem planos. 
O velho tem saudades.  

O idoso curte o que resta da vida. 
O velho sofre o que o aproxima da morte.  

O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos.  
O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade. 

O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças.  Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. 
O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.  

As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso.  
As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela  amargura. 

Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração. 

Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.  

Autor desconhecido

DATAS COMEMORATIVAS EM SETEMBRO

02 de setembro - Dia do Pastor

Trata-se de uma homenagem ao dia da ordenação do reverendo Eduardo Carlos Pereira (1855-1923), em 1881, da Igreja Presbiteriana. Para fortalecer sua Igreja, o pastor incitou a criação de seminários, fundou a Sociedade Brasileira de Tratados Evangélicos, em 1883, com o objetivo de produzir literatura evangélica, e também concebeu o plano de Missões Nacionais, buscando condições para sustentar pastores, professores e evangelistas sem a ajuda estrangeira.
Fonte:Livro: A origem de Datas e Festas
Autor: Marcelo Duarte
Editora: Panda Books

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

CRISTIANISMO SEM ILUSÃO


Crentes em Cristo ficam gripados, tem enxaquecas, sofrem acidentes, são traídos, tem decepções com amigos(as)...
A Salvação não nos tornam imunes a bactérias, vírus, tristeza, dor na coluna, esterilidade, infarto, AVC ou Alzheimer.
A taxa de mortalidade entre os que professam a fé em Cristo é de 100%.
Na realidade, somos nômades no deserto desta vida, carregando desajeitadamente nossa "tenda".
No entanto, não desanimamos nunca, nem perdemos nossa fé e alegria, por uma simples razão:
Nossa existência não está limitada a uns breve 70 ou 100 anos... 
Fomos projetados para uma eternidade ao lado de Deus, de Jesus Cristo, do Espírito Santo, dos anjos e de todos os salvos.
Por isso, cada dia é uma conquista, uma dádiva, um motivo de gratidão a Deus por seu amor incondicional por cada um de nós!
Quanto aos desafios da vida, sabemos que Deus está conosco! (Mateus 28:20)
Como disse John Wesley que suspirou ao final de sua vida:
"O MELHOR DE TUDO É QUE DEUS ESTÁ CONOSCO."

Que Deus nos abençoe sempre!
Rev. Ednaldo Breves

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

SALMO 116:15 - DIFERENÇA ENTRE AS TRADUÇÕES

É preciso olhar o contexto, que ajuda a determinar o sentido em que cada palavra é empregada. 
Não é possível traduzir certa palavra do original sempre pela mesma palavra em português. 
A palavra yaqar é um bom exemplo de como o contexto ajuda a determinar o sentido das palavras. 
O texto de Salmo 116.15 aparece assim na tradução de Almeida: "Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos." 
A NTLH traduz assim: "O SENHOR Deus sente pesar quando vê morrerem os que são fiéis a ele." 
O adjetivo yaqar é aplicado, por exemplo, a pedras preciosas, e no Salmo 36.7 é fácil entender-se o que o salmista diz: "Como é precioso o seu amor!" 
Mas no contexto do Salmo 116, fica esquisito pensar-se que o salmista esteja afirmando que a morte de um dos adoradores do SENHOR seja algo que alegre ou agrade a Deus. 
Isso porque no contexto próximo (versículos 3-4,8-9) o salmista declara ter sido libertado do perigo da morte e agora anda, agradecido, no mundo dos vivos. 
O que o salmista diz é que o SENHOR não fica alegre quando um dos seus fiéis morre; ele fica triste
E fica triste porque, quando um desses fiéis morre, como pensava o povo do Antigo Testamento, vai parar no mundo dos mortos, um buraco imenso e escuro, onde reina silêncio absoluto. 
É um adorador a menos para o SENHOR, porque, como diz o Salmo 6.5 (contexto remoto): "pois no mundo dos mortos não és lembrado, e lá ninguém pode te louvar." 
No Salmo 116, portanto, yaqar quer dizer "custoso". 
A morte de um dos fiéis é "custosa" para Deus. 
Algumas Bíblias traduzem esse versículo exatamente assim: "Custa ao Senhor ver morrer um dos seus fiéis." 
A perspectiva do Novo Testamento sobre a morte é diferente. 
Mas o Antigo Testamento não pode ser traduzido pela ótica do Novo Testamento. 
Embora o Antigo Testamento faça parte do cânon da nossa Bíblia, deve ser traduzido como Escritura hebraica ou judaica. 
É preciso dar o sentido que a mensagem teve no tempo em que foi transmitida e como foi entendida pelos leitores daquele tempo. 
Isso inclui, naturalmente, preceitos éticos e conceitos teológicos considerados pré-cristãos.

FONTE: www.sbb.org.com

sábado, 2 de agosto de 2014

BODAS DO CORDEIROS

Pergunta: "O que é a ceia das bodas do Cordeiro?"

Resposta:Em sua visão em Apocalipse 19:7-10, João viu e ouviu as multidões celestiais louvando a Deus porque a festa das bodas do Cordeiro - literalmente a "ceia das bodas" - estava prestes a começar. O conceito da ceia das bodas é mais bem compreendido à luz dos costumes de casamento no tempo de Cristo.

Esses costumes de casamento tinham três partes principais. Primeiro, um contrato de casamento era assinado pelos pais da noiva e do noivo, e os pais da noiva pagavam um dote ao noivo ou seus pais. Esse passo dava início ao período de noivado. José e Maria estavam nesse período quando ela engravidou do Espírito Santo (Mateus 1:18, Lucas 2:5).

O segundo passo no processo geralmente ocorria um ano depois, quando o noivo, acompanhado por seus amigos, ia à casa da noiva à meia-noite, criando um desfile com tochas pelas ruas. A noiva sabia de antemão que isso ia acontecer, assim se preparando com suas servas, e todos participariam do desfile e iam à casa do noivo. Este costume é a base da parábola das dez virgens em Mateus 25:1-13. A terceira fase era a ceia das bodas em si, a qual podia durar dias, assim como ilustrada pelo casamento em Caná em João 2:1-2.

O que a visão de João em Apocalipse retrata é a festa das bodas do Cordeiro (Jesus Cristo) e Sua noiva (a Igreja) em sua terceira fase. A implicação é que as duas primeiras fases já ocorreram. A primeira fase foi concluída na terra quando cada crente colocou a sua fé em Cristo como Salvador. O dote pago aos Pais do Noivo (Deus Pai) seria o sangue de Cristo derramado a favor da Noiva. A Igreja na terra hoje, então, é a "noiva" de Cristo e, como as virgens prudentes da parábola, todos os crentes devem estar observando e esperando o aparecimento do Noivo (a Segunda Vinda). A segunda fase simboliza o Arrebatamento da igreja, quando Cristo vier para reivindicar a Sua noiva e levá-la para a casa do Pai. A ceia das bodas então segue como o terceiro e último passo.

Não só a Igreja vai participar da festa de casamento como a noiva de Cristo, mas outras pessoas também. Essas "outras pessoas" incluem os santos do Antigo Testamento que serão ressuscitados na Segunda Vinda, bem como os mortos martirizados da Tribulação. Assim como o anjo disse a João para escrever: "Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus" (Apocalipse 19:9). A ceia das bodas do Cordeiro é uma celebração gloriosa de todos os que estão em Cristo!

Leia mais:http://www.gotquestions.org/Portugues/ceia-bodas-Cordeiro.html#ixzz39IeFHHd4

terça-feira, 29 de julho de 2014

UMA GUERRA NUNCA É SANTA!

Ricardo Lengruber Lobosco
 O conflito entre israelenses e palestinos tem raízes bem antigas. Entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, uma migração em massa de judeus de vários países para a Palestina provocou uma mudança na demografia local. Majoritariamente árabe, a região - que até 1917 pertencia ao Império Otomano e depois, até 1948, foi um protetorado britânico - passou a ter uma população judaica cada vez maior.
Em 1947, a ONU pôs em prática um plano de divisão do território em duas partes: uma para os judeus e outra para os árabes. A insatisfação em torno do mapa definido pela ONU gerou uma guerra civil entre os dois povos.
Um dos principais pontos de discordância era a existência de projetos nacionalistas diferentes. Discordavam sobre o que seria uma Palestina independente: uma Palestina árabe ou um Israel judaico? São projetos nacionais que disputam o mesmo território, que desejam criar um tipo de comunidade política em que o outro projeto não está incluído.
Gaza e Cisjordânia se mantiveram sob ocupação estrangeira árabe até 1967, quando a Guerra dos Seis Dias, entre Israel e as nações vizinhas, resultou na ocupação israelense da Faixa de Gaza e da Cisjordânia (incluindo a parte oriental de Jerusalém).
A partir daí, Israel assumiu uma política de colonização de Gaza e da Cisjordânia com judeus, por meio de assentamentos. Por vários anos, a ONU considerou a ocupação dos territórios palestinos ilegal e determinou que Israel retornasse às fronteiras pré-1967, o que tem sido ignorado pelo governo israelense. Essa guerra (de 1967) é o núcleo da problemática mais recente. É o empecilho da solução de dois Estados [Israel e Palestina].
Apenas em 2005, Israel decidiu retirar seus colonos e militares da Faixa de Gaza, entregando sua administração à Autoridade Nacional Palestina (ANP). Apesar disso, Israel continuou a controlar as fronteiras e o acesso marítimo a Gaza.
Na Cisjordânia, pouco mudou já que a política de assentamentos judaicos e a ocupação militar do território continuaram. Ainda hoje, grande parte desse território palestino tem sua administração civil e militar concentrada nas mãos de Israel.
Apesar da devolução de Gaza aos palestinos, o território passou a ser o principal foco de problema do conflito israelense-palestino, já que, em 2006, o Hamas, movimento fundamentalista islâmico, venceu as eleições parlamentares palestinas. Em seguida, o Hamas rompeu com o Fatah, organização política e militar palestina, tomando o controle de Gaza, enquanto seu rival político mantinha o controle sobre a Cisjordânia.
Visto como um grupo terrorista por Israel, pelos EUA e por países europeus, o Hamas sofreu uma série de sanções por parte desses países. O governo israelense ampliou a vigilância sobre Gaza, aumentando seu controle sobre as fronteiras e restringindo a circulação de produtos e pessoas entre os dois territórios. Desde então, houve uma série de confrontos abertos entre as duas partes: o governo israelense e o Hamas.
Além dos confrontos abertos que resultaram em centenas de mortes (na maioria, de palestinos), a relação entre israelenses e palestinos nas últimas décadas tem sido marcada por atentados, conflitos entre militares israelenses e civis palestinos, intifadas (revoltas populares) e tentativas frustradas de acordos de paz.
Entre os principais pontos de desacordo estão: 1) a divisão de Jerusalém, 2) a retirada dos colonos israelenses de terras palestinas, 3) o retorno de refugiados das guerras árabe-israelenses a suas antigas terras e 4) o reconhecimento da Palestina como Estado independente.
Nos últimos dias, tem-se acompanhado a intensificação do conflito na Faixa de Gaza. Até o momento, mais de 260 pessoas morreram e 2 mil ficaram feridas na sequência dos ataques iniciados em julho. A nova espiral de violência foi desencadeada após o sequestro e homicídio, em junho, de três jovens judeus na Cisjordânia (um ataque que Israel atribuiu ao Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza) seguido da morte de um jovem palestino queimado em Jerusalém por extremistas judeus. A partir daí, tiveram início os lançamentos de foguetes do Hamas e os bombardeios de Israel.
O linguista judeu, radicado nos EUA, Noam Chomsky ajuda a compreender a dor do momento: "Um bom retrato está disponível num relatório da UNRWA (a agência da ONU para refugiados palestinos). As crianças palestinas em Gaza sofrem imensamente. Uma vasta proporção é afetada pelo regime de desnutrição imposto pelo bloqueio israelense. A prevalência de anemia entre menores de dois anos é de 72,8%; os índices registrados de síndrome consuptiva, nanismo e subpeso são de 34,3%, 31,4% e 31,45%, respectivamente. E estão piorando. Quando Israel está em fase de 'bom comportamento', mais de duas crianças palestinas são mortas por semana – um padrão que se repete há 14 anos. As causas de fundo são a ocupação criminosa e os programas para reduzir a vida palestina a mera sobrevivência em Gaza. Enquanto isso, na Cisjordânia os palestinos são confinados em regiões inviáveis e Israel tomas as terras que quer, em completa violação do direito internacional e de resoluções explícitas do Conselho de Segurança da ONU – para não falar de decência."
O exército israelense, o quarto maior do mundo, mas o mais moderno e sofisticado do todos, sabe a quem mata. Não mata por engano. Mata por horror. As vítimas civis são chamadas de "danos colaterais". Em Gaza, de cada dez “danos colaterais”, três são crianças. E somam, aos milhares, os mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humano, que a indústria militar está ensaiando com êxito nesta operação de limpeza étnica.
Não há inocentes em nenhum dos lados. De Israel, um governo reacionário que entende como sua a terra e exclusivamente seu o direito, sem falar numa população que apoia ou cala cinicamente perante o terror perpetrado por seu governo; da Palestina, uma liderança extremista que tem como arma o terrorismo clássico onde gente simples vira moeda de troca sem muito valor, com muito sangue e horror.
Teologicamente, há quem pense em Israel como o legítimo filho da promessa; e nos Palestinos como bastardos que não têm os direitos a que hoje reclamam. Isso é equivocado. Ler a Bíblia sob essa ótica é reduzi-la e fazê-la dizer para o mundo contemporâneo verdades que estão circunscritas a um outro tempo. Anacronismo. A perenidade da Bíblia está na sua capacidade de nos revelar o caráter de Deus: partidário dos que sofrem; solidário com os que morrem.
E, nesse pormenor, convém ler a história de Hagar (e seu filho bastardo!) e descobrir que foi Deus quem foi salvá-la da morte no deserto, depois de expulsa por Sara e Abrão (os pais legítimos!). Convém ler as histórias do Egito opressor, de onde Deus fizera libertar os israelitas; mas é preciso não se esquecer do mesmo Egito que foi refúgio para o pequeno Jesus e sua família quando Herodes os ameaçava de morte.
Não há lugares, povos e pessoas absolutas na Bíblia. Há, isso sim, a opção preferencial de Deus pelas vítimas que sofrem. Não importa seus nomes ou "de que lado estejam". Se há vítimas, Deus está com elas. Sofre com elas.
Eu creio assim: se hoje há um rosto para Deus no oriente médio, esse rosto é árabe-palestino, porque é aí que está o sofrimento. Mas não apenas aí.
Antes de sermos "descendentes" do povo de Deus (Israel), somos discípulos de Jesus (que sofreu numa cruz como as vítimas desse mundo de terror).
Como cristãos que ousamos acreditar num mundo de paz, creio devamos nos unir em torno de ideias de humanização desse nosso tempo. Um clamor - politicamente concreto junto a governos - pelo repúdio ao expansionismo violento e violador do direitos humanos por parte de Israel e do Hamas talvez seja um bom começo. Fato é que não há lado com razão; há pessoas morrendo inutilmente. Isso precisa de um basta.
Não creio que Deus esteja desse ou daquele lado; apenas chora cada criança que sofre. Está na cruz outra vez.

terça-feira, 22 de julho de 2014

6 TIPOS DE POSTS QUE VOCÊ DEVE EVITAR FAZER NO FACEBOOK

Por Redação Olhar Digital


Um elefante incomoda muita gente; um post no Facebook pode incomodar muito mais. Todos têm em seu feed de notícias alguma pessoa especialista em atualizar as centenas de amigos sobre absolutamente nada. 

Esta pessoa provavelmente incomoda por não contribuir para as conversas na rede social. O Wait But Why fez um longo post explicando que uma boa postagem no Facebook é relevante tanto para quem posta quanto para quem lê. Se ele for humorístico, informativo, divertido ou interessante de alguma forma, ele é válido.

Baseado nisso, o Youpix fez uma lista dos 6 tipos de posts que mais incomodam na rede social, que reproduzimos abaixo. Vale lembrar que não há modo correto de usar o Facebook e você pode continuar fazendo o que faz, caso se encaixe nos perfis abaixo, mas saiba que há pessoas incomodadas com isso.

- A frase misteriosa


É aquele post feito sobre a vida pessoal do usuário, sem nenhum tipo de detalhamento, publicado de forma aleatória, de modo que absolutamente ninguém sabe do que se trata. É um desabafo misterioso e deixa vários com a pulga atrás da orelha. Pode ser uma indireta, uma celebração, ou apenas uma reclamação sobre alguma coisa que ninguém nunca vai saber qual é.

- Quando o privado vira público


Evite expor momentos privados e pessoais para toda a sua timeline. Quando for chamar algum amigo para sair, converse com ele por Inbox. Quando for agradecer aos companheiros pela companhia em alguma festa, Inbox. Este tipo de informação não acrescenta em nada para quem não tem ligação com o post.

- Querido diário


O Facebook não é seu diário. Você não precisa postar tudo o que faz para todos os seus contatos verem, principalmente porque a maioria deles não quer saber o que você fez durante o seu dia. Apenas faça suas coisas, você não precisa divulgar que foi ao banheiro.

- Casais felizes


Você não precisa esfregar na cara de todos os seus contatos como você tem um relacionamento feliz com sua namorada ou seu namorado. A maioria, inclusive, preferia que você não fizesse isso. Curtam seus momentos, em vez de ficar publicando desnecessariamente no Facebook. Gabar-se do namoro é desnecessário.

- Discurso desnecessário


Nem todos os seus contatos no Facebook são realmente seus amigos. Agradecer a todos por alguma meta atingida sem nem ao menos dizer qual ela é certamente pegará alguns de surpresa. Estas pessoas não te ajudaram, não fizeram questão de te ajudar e, possivelmente, se você pedisse ajuda, elas se recusariam a prestá-la. Guarde agradecimentos para quem realmente foi importante.

- Capitão óbvio

Muito simples: se sua opinião é um consenso geral e já foi repetida milhões de vezes em todos os meios possíveis e estabelecida como uma verdade absoluta, por que divulgá-la para os seus contatos? Se for dar algum palpite sobre algum tema cuja opinião geral já é conhecida (corrupção atrasa o país, por exemplo), ao menos se aprofunde no assunto. A lógica é que acrescentar é bom, repetir é ruim.

domingo, 13 de julho de 2014

Estudo científico aponta que é impossível determinar a homossexualidadeatravés do DNA

Os resultados de um estudo científico exaustivo publicado no início deste ano sugerem que a homossexualidade não pode ser diretamente atribuída a um “gene gay”, mas depende bastante de uma variedade de fatores, incluindo as influências ambientais e sociais.


O estudo surge como uma frustração para ativistas pró-homossexuais que há muito alegavam que a homossexualidade e “orientações sexuais” são causadas principalmente por fatores genéticos anormais. A argumentação desses ativistas é a de que os indivíduos herdam um “gene gay” e que, portanto, têm tendência à atração por pessoas do mesmo sexo, o que as torna incapazes de apreciar os casamentos tradicionais.
Os resultados científicos foram publicados durante a Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Chicago. Durante o encontro, Michael Bailey, da Universidade Northwestern anunciou que os resultados completos da pesquisa sugerem que a genética por si só não determina a “orientação sexual”.
Em sua pesquisa, Bailey e outros cientistas examinaram o DNA de 400 homens que se descrevem como homossexuais. Em última análise, os pesquisadores concluíram que a homossexualidade não pode ser atribuída a genes específicos, segundo informou o Noticias Cristiana.
Os resultados mostram que é impossível prever com precisão o comportamento sexual de uma pessoa através da análise de seu DNA. Alan Sanders, professor da Universidade de Northwestern que liderou o estudo, confirmou que a teoria do “gene gay” é, em grande parte, infundada.
-Nós não acreditamos que a genética seja toda a história – afirmou Sanders, segundo o The Telegraph.
Bryan Fischer da American Family Association comentou o resultado obtido pelos cientistas, afirmando que o estudo demonstra que o comportamento homossexual é, em última análise, uma escolha individual.
- Se as pessoas não são biologicamente predeterminadas a seguir o estilo de vida gay, então a mudança é possível, como um fato científico. Isto leva a uma simples verdade impressionante: há esperança para o homossexual – concluiu Fischer.

Fonte: Gospel Mais

quinta-feira, 3 de julho de 2014

OS DOIS CAVALOS! (UMA BELA HISTÓRIA SOBRE OS VERDADEIROS AMIGOS)

Na estrada de minha casa, há um pasto onde vivem dois cavalos.

De longe, parecem cavalos normais mas, quando olhamos bem, percebe-se que um deles é cego.


Contudo, o dono não se desfez dele e arranjou um amigo, um cavalo mais jovem.
Isto é de admirar!

Ao observá-los, ouviremos um pequeno sino, e este está no pescoço do cavalo menor.

Assim, o cavalo cego sabe onde está o seu companheiro e vai até ele.

Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.

Percebemos que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes pára, para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono, desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios.
Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio, quando precisamos.

Algumas vezes somos como o cavalo cego, guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.

Outras vezes, somos como o cavalo guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

E assim são os bons amigos!

Não precisamos vê-los, mas estão presentes em nossas vidas!

Por favor, ouça o meu pequeno sino;

Eu também ouvirei o seu.


(Autor Desconhecido)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

AMIGO É COISA PRÁ SE GUARDAR DO LADO ESQUERDO DO PEITO

O Dia Internacional do Amigo, celebrado a 20 de julho, foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Com a chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, ele envioucerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas, instituir o Dia do Amigo.

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras.

A Lei 5.287, de autoria do deputado João Pedro, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial, institui o dia 20 de julho, de cada ano, como Dia do Amigo, no Calendário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. A data comemorativa, no entanto, não implicará em decretação de feriado.

A todos meus amigos e amigas que não tem seus retratos expostos nesta matéria, inclusive todos os membros e líderes da Igreja Metodista em São Pedro, Igrejas Evangélicas em Geral, clientes e familiares, minha gratidão por suas vidas.

Feliz Dia do Amigo!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A ARTE DE CUIDAR DOS ENFERMOS



Leonardo Boff*


Nos últimos anos tenho trabalhado de forma aprofundada a categoria do cuidado especialmente nos livros Saber cuidar e O cuidado necessário (Vozes). O cuidado, mais que uma técnica ou uma virtude entre outras, representa uma arte e um paradigma novo de relação para com a natureza e com as relações humanas, amoroso, diligente e participativo. Tenho tomado parte em muitos encontros e congressos de operadores da saúde, com os quais pude dialogar e aprender, pois o cuidado é a ética natural desta atividade tão sagrada. 
Retomo aqui algumas ideias referentes às  atitudes que devem estar presentes em quem cuida de enfermos, seja em casa seja no hospital. Vejamos algumas delas entre outras.
Compaixão: é  a capacidade de colocar-se no lugar do outro e sentir com ele. Não dar-lhe a impressão que está só e entregue à sua própria dor. 
Toque da carícia essencial: tocar o outro é devolver-lhe  a certeza de que pertence à nossa humanidade. O toque da carícia é uma manifestação de amor. Muitas vezes, a doença é um sinal de que  o paciente quer se comunicar, falar e ser ouvido. Quer identificar um sentido na doença. O enfermeiro ou a enfermeira ou médico e a médica podem ajudá-lo a se abrir e a falar. Testemunha uma enfermeira: “Quando te toco, te cuido; quando te cuido, te toco; se és um idoso, te cuido quando estás cansado; te toco quando te abraço; te toco quando estás chorando; te cuido quando não estás mais podendo andar". 
Assistência judiciosa: O paciente precisa de ajuda, e a enfermeira ou o enfermeiro deseja cuidar. A convergência destes dois movimentos  gera a reciprocidade e a superação do sentimento de uma relação desigual. A assistência deve ser judiciosa: tudo o que o paciente pode fazer, incentivá-lo a fazer,  e assisti-lo somente quando já não o pode fazer por si mesmo.
Devolver-lhe  a confiança na vida: O que o paciente mais deseja é recuperar a saúde. Daí ser decisivo devolver-lhe a confiança na vida: em suas energias interiores, físicas, psíquicas e espirituais, pois elas atuam como verdadeiras medicinas. Incentivar gestos simbólicos, carregados de afeto. Não raro, os desenhos que a filhinha traz para o pai doente suscitam nele tanta energia e comoção que equivale a um coquetel de vitaminas. 
Fazê-lo acolher a condição humana:Normalmente o paciente se interroga perplexo: “por que isso foi acontecer comigo, exatamente agora que tudo na vida estava dando certo? Por que, jovem ainda, sou acometido de grave doença?"Tais questonamentos remetem a uma reflexão humilde sobre a condition humaine que é, em  todo o momento, exposta a riscos  e a vulnerabilidades inesperadas.
Quem é sadio sempre pode ficar doente. E toda doença remete à saúde, que é o valor de referência maior. Mas não conseguimos saltar por cima de nossa sombra e não há como não acolher a vida assim como é: sadia e enferma, bem sucedida e fragilizada, ardendo por vida e tendo que aceitar eventuais doenças e, no limite, a própria morte. É nestes momentos que os pacientes fazem profundas revisões de vida. Não se contentam apenas com as  explicações científicas (sempre necessárias), dadas pelo corpo médico mas anseiam por umsentido que surge a partir de um diálogo profundo com seu self  ou da palavra sábia de um parente, de um sacerdote, de um pastor ou de uma pessoa espiritual. Resgatam, então, valores cotidianos que antes sequer percebiam, redefinem seu desenho  de vida e amadurecem. E acabam tendo paz.
Acompanhá-lo na grande travesia: Há um momento inevitável que todos, mesmo a pessoa mais idosa do mundo, devem morrer. É a lei da vida, sujeita à morte: uma travessia decisiva. Ela deve ser preparada por toda uma vida que se guiou por valores morais generosos, responsáveis e benfazejos. 
Mas, para a grande maioria, a morte é sofrida como um assalto e um sequestro, gerando sentimento de impotência.  E então dá-se conta de que, finalmente, deve se entregar. 
A presença discreta, respeitosa da enfermeira ou do enfermeiro ou do parente próximo ou da amiga, pegando-lhe a mão, sussurrando-lhe palavras de conforto e de coragem, convidando-o a ir ao encontro da Luz e ao seio de Deus, que é Pai e Mãe de bondade, podem fazer com que o moribundo saia da vida sereno e agradecido pela existência que viveu. 
Sussurrar-lhe ao ouvido, se possui uma referência religiosa, as palavras tão consoladoras de São João: Se teu coração te acusa, saibas que Deus é maior que teu coração (3,20). Pode entregar-se tranquilamente a Deus, cujo coração é de puro amor e de misericórdia. Morrer é cair nos braços de Deus.
Aqui o cuidado se revela muito mais como arte que como  técnica e supõe no agente de saúde densidade de vida, sentido espiritual  e um olhar que vai para além da morte. Atingir este estágio é uma missão a que o enfermeiro e enfermeira e também os médicos e médicas devem buscar para serem plenamente servidores da vida. Para todos valem as sábias palavras“A tragédia da vida não é a morte, mas aquilo que deixamos morrer dentro de nós enquanto vivemos”.  
* Leonardo Boff, teólogo e filósofo, é autor de 'Vida para além da morte' (Vozes, 2012).

SEGURANÇA: ADESIVOS PODEM SER PERIGOSOS


“Alguém pode utilizar de forma criminosa porque os dados são eficazes para a prática de crimes", afirma Benedito Antonio Valencise, delegado seccional.

A esteticista Marialba Alcântara colou um adesivo no carro e não vê problema em mostrar a família. Cada boneco representa um integrante da casa. “Eu gosto da minha família grande e quero que todo mundo veja que a gente tem uma família feliz”.Para ela "a família feliz" é um só inocente adesivo, mas tem gente que trata o assunto com mais cautela.

Carlos Augusto Evangelista se considera uma vítima do adesivo. Bandidos seguiram o segurança do banco onde sacou dinheiro até a casa onde mora. Para ele, o adesivo no carro facilitou a ação dos criminosos. “O adesivo com certeza passou alguma dica, se ele me seguindo queria alguma dica, já teve a dica no adesivo. Mediante o ocorrido eu vou retirar”.

Nas universidades, a mania entre os estudantes é colocar no carro adesivo com o nome do curso e a cidade onde fica a faculdade.

Felipe Camargo Teodoro aprova o enfeite. “Como eu faço o curso, eu senti vontade de colocar o adesivo, eu acho que não tem problema”.

“Não tem dúvida que é perigoso porque as pessoas fornecem dados importantes que permitem a identificação, localização ou até dados que possibilitam a prática de quaisquer outros crimes, como por exemplo, a extorsão”, explica Benedito Antonio Valencise.

Outros adesivos informam os nomes dos filhos que estão com a família no carro. Para o delegado seccional, um prato cheio para os golpistas. “Nós temos conhecimento de situações de pessoas que conseguiram dados dessa forma e praticaram crimes".

Além dos cuidados com os adesivos, também é preciso redobrar a atenção com as informações disponibilizadas na internet. Sites de relacionamento e as redes sociais ganham a cada dia milhares de novos usuários. Muitos não se preocupam em deixar os seus dados pessoais expostos na rede mundial de computadores, uma rica fonte de informações os golpistas.

Por isso alguns cuidados são importantes para não se tornar mais uma vítima dos criminosos. “Nós devemos advertir, as pessoas para que tenham mais moderação nesses relacionamentos digitais e coloquem informações pontuais, informações que não possam comprometer a vida pessoal e profissional dessas pessoas no futuro. Uma vez ocorrendo o ato criminoso, procurar uma delegacia de polícia”, diz Daniel Freire e Almeida, da comissão direitos na internet - OAB / SP.

Fonte: G1