quarta-feira, 6 de abril de 2016

Charles Thomas Studd

Charles Thomas Studd


"Se Jesus é Deus e Ele morreu por mim, então nenhum sacrifício pode ser muito grande para nós"

Charles Thomas Studd (1860-1931) poderia ter sido mais um atleta que gastou seus dias em árduas competições e apenas isso. Entretanto, sua biografia demonstra que quando Deus toca o coração de alguém, seus rumos e planos são mudados dramaticamente, de uma maneira maravilhosa. O inglês Charles Studd era considerado um dos maiores desportistas do final do século 19. Milionário, ele herdara da família a importância de 29 mil libras esterlinas, uma fortuna naquela época, mas se recusara a tirar proveito dela, temendo que o dinheiro pudesse atrapalhar seus nobres ideais.

Determinado a investir na obra de Deus, enviou cinco mil libras esterlinas para o missionário James Hudson Taylor, que se tomou uma lenda ao ser o primeiro a levar a Palavra ao interior da China; outras cinco mil libras para um pastor, William Booth, fundador do Exército da Salvação; cinco mil para Dwight L. Moody, para que este iniciasse o estabelecimento do Instituto Bíblico Moody. Studd doou ainda outras importâncias, sobrando-lhe apenas 3.400 libras, as quais ele, no dia do seu casamento, deu à esposa. Esta também doou o presente e comentou, na época: Jesus pediu ao jovem rico que desse tudo aos pobres. E Studd completou: Agora nos achamos na situação de poder dizer que não possuímos nem prata nem ouro, referindo-se ao texto de Atos 3.6. Loucura? Não. Charles Thomas Studd tinha a certeza de que o Senhor era o dono de todas as coisas. Essa demonstração de entrega total foi apenas o começo. Todavia, foi o suficiente para que o Senhor desse a Charles um novo rumo. Mais tarde, Ele o chamaria para o ministério.

Studd viajou para a China, onde trabalhou como missionário. Posteriormente, foi para a Índia e para o continente africano. Seu pensamento era: "Se Jesus é Deus e Ele morreu por mim, então nenhum sacrifício pode ser muito grande para nós". Como resultado de seus esforços, foi fundada, um pouco antes de sua morte, a Cruzada de Evangelização Mundial, que hoje conta com mais de mil missionários em todo o mundo. A mensagem deixada por Studd foi simples: enquanto a maioria investe em bens materiais, outros investem no Reino de Deus.

Família - Essas lições de Charles Studd foram aprendidas desde muito cedo. Ele era filho de um fazendeiro de origem indiana, Edward Studd, que se havia aposentado na Índia e mudado para uma casa rural no município de Tidworth, em Wiltshire, Inglaterra.

O pai de Studd, curiosamente, tinha-se convertido em 1877, quando um amigo o levou para ouvir uma pregação de Moody, o mesmo pastor que seria ajudado por seu filho, Charles Studd, anos mais tarde. Após a conversão, Edward, imediatamente, deixou as atividades seculares e passou a usar sua casa para reuniões evangelísticas até o dia de sua morte, em 1879.

Charles Studd e seus dois irmãos, Kynaston e George, estudavam longe de casa. Curiosamente, os três converteram-se a Cristo em um culto doméstico, e terminaram apaixonados pelo Evangelho. Os três irmãos eram campeões de críquete, um dos esportes mais tradicionais da Inglaterra. As habilidades excepcionais mostradas por Charles Studd naquele esporte fizeram com que ele ganhasse um lugar na seleção inglesa, em 1882, época em que a equipe havia perdido uma partida para a Austrália e estava desacreditada. Sob a liderança de Charles Studd, os ingleses jogaram na Austrália, no ano seguinte, e recuperaram o troféu.

Tempo de confrontação - Dois anos após a conquista do campeonato, no entanto, com a doença e morte de George, Charles Studd sentiu-se confrontado pela seguinte pergunta: De que adiantam toda a fama e valor de lisonja quando um homem tem de enfrentar a eternidade? Ele percebeu, então, que sua conversão, ocorrida seis anos antes, não havia produzido frutos. Resoluto, ele declarou: O críquete não vai durar; a honra também não, bem como nada neste mundo. Mas tenho que viver para o mundo que há de vir.

A partir de então, Charles começou a testemunhar de Jesus aos amigos e jogadores da mesma equipe. Sua intenção era captar recursos para o ministério de seu irmão, Kynaston, que tinha fundado uma organização missionária entre estudantes. Logo, ele teve a alegria de conduzir outros a Deus.

Até aquele momento, Studd testemunhara entre os próprios sócios e amigos. Contudo, depois de ouvir, na China, uma pregação na qual um missionário falara da necessidade de os servos de Deus agirem como pescadores de almas, tudo mudou. Ele sentiu que Deus o estava chamando. Embora seus amigos e parentes tentassem dissuadi-lo, Charles começou a considerar a pregação que ouvira e marcou uma reunião com o Pr. James Hudson Taylor, o diretor da missão no interior da China.

Rumo à China - A decisão de Studd foi seguida por mais seis amigos dele. Ao mesmo tempo em que o grupo se preparava, uma onda de conversões ocorria entre os estudantes das maiores Universidades da Grã-Bretanha, graças à missão fundada por Kynaston, anos antes. Alunos de Edimburgo, Londres, Oxford e Cambridge entregavam-se ao Senhor como jamais ocorrera antes. Eles se transformariam, anos depois, nos missionários que difundiriam a Palavra de Deus pelo mundo. Em pouco menos de dois meses, Studd e alguns amigos já estavam prontos para a viagem à China.

Lá, Charles Studd passou dez anos. Quando, finalmente, retomou à Inglaterra, ele foi convidado a visitar a América, onde Kynaston havia organizado um movimento evangelístico entre os estudantes locais. Durante aquela excursão, ele testemunhou o derramar de bênçãos poderosas em muitas faculdades e igrejas. Aquilo mexeu tanto com Studd, que ele iniciaria uma seqüência de viagens missionárias impressionante.

Missões na Índia e na África - De 1900 a 1906, Studd pastoreou uma igreja em Ootacamund, no Sul da Índia. Naquela região, diversos funcionários britânicos se converteram a Cristo. Depois de um rápido retomo à Inglaterra, ele partiu, em 1910, para o Sudão, na África. Studd ficara impressionado com o fato de a Palavra ser quase totalmente desconhecida na África Central, e lá fundou uma missão, a Heart of Africa Mission (Missão Coração da África).

Em sua primeira viagem ao Congo Belga*, em 1913, ele estabeleceu quatro missões em uma área habitada por oito tribos diferentes. A partir dali, Charles começaria a viajar sozinho — sua esposa ficara doente. Entretanto, o trabalho do Senhor e o chamado da família não mudaram. De sua casa, na Inglaterra, ela e as quatro filhas do casal coordenavam o ministério de Studd. Sua esposa era a responsável por missões em diversos países da África, do Oriente Médio e da China.

Ela fez uma última visita ao Congo em 1928, reviu o marido e faleceu pouco tempo depois. Em 1931, aos 70 anos, Charles Thomas Studd morreu, entretanto, até os seus últimos dias, ele pregou a salvação pela fé em Jesus Cristo, no campo missionário, em Málaga, na África. Foi, de fato, um gigante. Um herói da fé.

* (Até 1971, este país tinha o nome de Congo Belga. Depois, Mobuto Sese Seko o batizou com o nome de Zaire. Em 1997, passou a se chamar República Democrática do congo).

Fonte: Revista Graça


Ministério Público pede a proibição da oração do Pai Nosso em escolas públicas e gera revolta

Ministério Público pede a proibição da oração do Pai Nosso em escolas públicas e gera revolta
A oração ensinada por Jesus a seus discípulos – e compartilhada por todos os cristãos, independentemente se católicos ou evangélicos – foi proibida nas escolas públicas do estado do Mato Grosso do Sul.

A proibição foi definida após o Ministério Público Estadual (MPE-MS) emitir um parecer recomendando que a prática fosse encerrada, devido à reclamação de um pai de aluno, provavelmente ateu.

A Secretaria Municipal de Educação explicou, através de nota, que a decisão foi tomada para evitar uma ação civil pública da Promotoria de Direitos Humanos, que pedia a interrupção de todas as manifestações de cunho religioso no ambiente escolar.

Em entrevista ao telejornal Bom Dia MS na manhã da última segunda-feira, 04 de abril, o promotor de Justiça, Luciano Loubet, se manifestou favorável à decisão: “A recomendação tem dois fundamentos: pela Constituição Federal o Estado é laico, ou seja, um Estado que não tem religião, e o segundo é pela liberdade de religião. Não foi uma decisão imposta às escolas católicas ou evangélicas, mas uma decisão para escolas públicas que são pagas pelos impostos de todos”, argumentou Loubet.

No entanto, a postura do MPE-MS foi rebatida pelo promotor Sérgio Harfouche, da Vara da Infância, Juventude e Educação. Segundo informações do G1, ele entrou com um pedido de reavaliação do posicionamento da instituição: “Se é interesse de alguém não participar, que assim o faça. Mas, eu tenho uma esmagadora maioria de pais nas escolas querendo que seus filhos tenham essa liberdade de expressão. Ninguém vai ser obrigado a crer ou não crer. Ninguém vai ser beneficiado por crer e nem punido por não crer. Impedir que as pessoas, assim tenham, como se tradicionalmente se tem na escola, me parece que isso é uma violação maior do que a que se pretende proteger”, ponderou o promotor.

Para a mãe Elaine Martinez Brito, que trabalha como agente de saúde, “a oração não deve ser proibida”, pois oferece uma palavra boa para as crianças.

A pressão de militantes ateus na sociedade vem aumentando. Nos Estados Unidos, diversos casos semelhantes são registrados anualmente, e no Brasil, ações equivalentes também já foram noticiadas. Em algumas cidades, ações na Justiça obrigaram a retirada de crucifixos das repartições públicas. O caso mais extremo foi a tentativa, anos atrás, de remover a frase “Deus seja Louvado” das cédulas do real.

FONTE: Notícia Gospel

sexta-feira, 1 de abril de 2016

SER PASTOR!

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!

Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.

Eu sou pastor.

Obrigado, Senhor!

Autor: Pr. Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

quarta-feira, 30 de março de 2016

O QUE FAZER QUANDO SOMOS CRITICADOS?

Quando receber críticas, você deverá:

Ter maturidade para saber que, por melhor que você seja, não é imune a elas;

Ter humildade quando elas forem justas para rever seus conceitos e atitudes;

Ter paciência para não pagar com a mesma moeda, quando elas forem injustas;

Ter nobreza para perdoar, porque muitas serão feitas de maneira traiçoeira e por quem você menos espera;

Ter convicção de que você deve agradar a Deus, ainda que isso venha a desagradar pessoas;

Ter compaixão por aqueles que não sabem fazer nada mais na vida, do que criticar os outros.

(Transcrito do Facebook)

terça-feira, 29 de março de 2016

FILME "A PAIXÃO DE CRISTO" DEIXA OS MUÇULMANOS IMPACTADOS

O FILME ‘A PAIXÃO DE CRISTO’ FOI LANÇADO EM NAÇÕES ISLÂMICAS


ORIENTE MÉDIO - Muçulmanos ouvem que o filme é anti-semita e vão aos cinemas. O filme "A Paixão de Cristo" foi lançado em várias nações no Oriente Médio. A agência de notícias Prayer News Alert remeteu dois relatórios interessantes do e do Kuweit e chama para orar pelo lançamento global do filme, onde muitas outras nações islâmicas permitirão o lançamento sem censura.

Por Mark Kelley
Joel News/Advance News

RELATÓRIO DO CATAR
Para a surpresa e choque de todos, o filme ‘A Paixão de Cristo’ estreou aqui no Catar, dia 2 de abril. Até agora, nós pudemos mostrar secretamente o filme Jesus para uma minoria de catarianos em uma casa. Nas próximas semanas, potencialmente, milhares de muçulmanos árabes verão este retrato poderoso do sofrimento e morte de Cristo.

Em um período de somente duas horas, mais catarianos ouviram do Evangelho do que eu pude alcançar em quase cinco anos vivendo aqui. A legenda árabe foi totalmente precisa – eles não suavizaram nada ou alteraram qualquer linguagem que os muçulmanos não concordassem. Todos nós assistimos ao filme completamente impressionados com o que Deus fez. Os muçulmanos que sentaram perto de nós foram tocados – alguns ficavam sem ar, choravam e outros reagiam com repugnância à brutalidade que Jesus enfrentou.

Contudo, se você ouviu alguma coisa sobre o porquê os muçulmanos árabes queriam ver o filme, você deve conhecer o verdadeiro motivo: é porque eles "ouviram" que o filme é antijudeu e, como eles odeiam judeus, eles querem vê-lo. O interessante de tudo isto é que Deus está usando este filme para comunicar o Evangelho e quem está motivando para que seja assistido pode ser o espírito contrário. A mensagem de amar seus inimigos e de Jesus orando por eles para que fossem perdoados enquanto Ele estava na Cruz tocou os freqüentadores muçulmanos do filme de forma poderosa.

Por favor, orem por estes pedidos urgentes: 


1. Que este filme tenha permissão para ser mostrado durante um período significante. O filme tem sido mostrado em três teatros diferentes, até quatro vezes ao dia. Os fundamentalistas certamente farão um tumulto sobre este evento nunca antes visto. Quando imaginamos que a televisão através de satélite iria ser a forma mais significante para o Senhor plantar as sementes do Evangelho, este filme chega nas nações muçulmanas!

2. Que este filme provoque uma grande sacudida nos corações de muitos muçulmanos, levando-os a salvação.

3. Que Deus nos dirija aos homens e mulheres que foram e serão impactados por este poderoso filme.

RELATÓRIO DO KUWEIT
O filme ‘A Paixão de Cristo’ é tão popular aqui que outros filmes têm sido cancelados para que este filme seja mostrado em todos os cinemas do complexo. Eu levei um amigo na segunda noite. O filme estava passando em todos os três cinemas. Eu avaliaria que bem mais de 50% das pessoas que estavam no cinema eram muçulmanos locais, incluindo mulheres completamente cobertas com véu. Você podia perceber como este filme impactou a todos. No segundo dia, muitos dos jornais locais anunciaram o filme na primeira página.

O lançamento foi muito oportuno. A morte do líder palestino Ahmad Yassin aconteceu na manhã após a estréia do filme (21/03). A resposta árabe foi uma grande e nova onda de ódio pelos judeus, que foi demonstrada por uma grande manisfestação pública (27/03). Em um tempo em que o ímpeto dos muçulmanos de odiarem foi renovado, o Senhor trouxe ‘A Paixão de Cristo’, dizendo-lhes – “Não, amem seus inimigos! Perdoem-lhes!” O contraste é chocante.

Nota do jornal JOEL NEWS: O líder palestino Yasser Arafat assistiu a "A Paixão de Cristo’ em uma tela particular na cidade West Bank de Ramallah, e fez uma positiva afirmação a respeito do filme.

Somente hoje (02/04) duas mulheres locais me perguntaram, "Você tem o Novo Testamento em árabe? Eu e todos os meus amigos queremos lê-lo!" Um outro me perguntou onde ele poderia conseguir uma Bíblia em árabe na internet. Isto nunca aconteceu anteriormente! O filme está gerando um interesse tão grande por Jesus e pelas Escrituras que todo o cristão com quem nós temos conversado parece ter uma história parecida como a destas duas mulheres. Que isto continue a aumentar.

Os jornais têm apresentado vários artigos sobre o filme. Todos estes jornais surpreendentemente não falam nada sobre a ênfase da crença islâmica de que Jesus não morreu na cruz.

As pessoas estão falando a respeito de irem assistir ao filme. Orem para que muitas pessoas o façam, e através do filme, despertem interesse e fome de conhecer mais de Jesus e a Bíblia.

Orem para que os corações sejam alcançados pelo amor de Jesus. Orem para que cristãos aproveitem o máximo desta oportunidade para compartilharem com seus amigos e estarem disponíveis para aqueles que serão impactados pelo o que tiverem assistido.

Fonte: Joel News/Advance News

segunda-feira, 21 de março de 2016

RÁDIO LOUVORES DO CÉU

GRADE DE PROGRAMAÇÃO RÁDIO LOUVORES DO CÉU

PARCEIRA DA RTM - "RÁDIO TRANSMUNDIAL"

1 - 00:00 às 00:15 - Oração da Meia Noite
2 - 00:15 às 06:00 - Hinos Que Nunca Envelhecem
3 - 01:00 - Programa Momento Devocional
4 - 02:00 - Oração da Fé - Madrugada 
5 - 03:00 - Programa Ajuda do Alto
6 - 04:00 - Oração da Fé - Madrugada 
7 - 05:00 - Programa 180 Graus
8 - 06:00 - Oração da Fé - Manhã 
9 - 06:00 às 08:00 - Programa Sertanejo Gospel
10 - 08:00 - Programa Momento Devocional
11 - 09:00 às 09:30 - Programa Novo Alvorecer - IMSP
12 - 10:00 às 10:30 - Programa Novela da Vida Real
13 - 11:00 às 11:30 - Programa Coração Aquecido - IMSC
14 - 12:00 às 12:15 - Oração do Meio Dia
15 - 13:00 às 13:10 - Programa História das Missões 
16 - 14:00 às 14:30 - Programa Mulheres de Esperança
17 - 15:00 às 16:10 - Programa Família Hoje
18 - 16:00 às 16:10 - Programa Ajuda do Alto
19 - 17:00 às 17:10 - Programa Pensando Verde
20 - 18:00 às 19:00 - Programa Hinos da Nossa História
21 - 20:00 às 20:30 - Programa Ensinamentos Bíblicos - Pregações
22 - 21:00 às 21:15 - Programa 180 Graus
23 - 22:00 às 22:30 - Programa Rota 66 - Estudo Bíblico
24 - 23:00 às 00:00 - Programa Redescobrindo o Canto Coral

http://paineldj5.com.br:9020/stream

sábado, 12 de março de 2016

LUAU OU LUAL?

LUAU OU LUAL? 
A grafia correta é luau!
Muitos imaginam que a palavra tenha alguma relação com lua ou luar. Longe de ter se formado na língua portuguesa, luau é um termo que importamos pronto no século 20 do havaiano lu’aupor intermédio do inglês, idioma em que ele foi registrado pela primeira vez em meados do século 19.
E qual é o sentido do havaiano lu’au? O primeiro deles, que não chegou até nós, é o de um prato típico feito com brotos de taro (um tipo de taioba), frango ou polvo cozidos em leite de coco.
A segunda acepção de lu’au surgiu por extensão de sentido: as festas ao ar livre, em geral na praia, em que era servido esse prato acabaram por ganhar o mesmo nome. Foi essa, como se sabe, a acepção que importamos.
É possível que a falsa semelhança com a lua tenha desempenhado algum papel no sucesso que a palavra fez entre nós, mas certamente não tomou parte em sua origem.
Fonte: Veja - Abril

sábado, 5 de março de 2016

O JUMENTINHO VAIDOSO


Um jumentinho chegou em casa todo contente e disse para sua mãe:
- Mãe vc não sabe como sou querido!!! Fui a Jerusalém e todo mundo me aplaudiu e gritava: Viva, viva, salve, salve...
Então a mãe perguntou:
- Quem vc estava carregando?
- Ah mãe.. era um tal de Jesus Cristo!!! Então a mãe disse:
- Amanhã volte lá, mas não carregue ninguém.
No outro dia o jumentinho foi para Jerusalém e voltou triste..
- Mãe, como pode ? As pessoas nem me olharam, passei despercebido entre as pessoas, e teve gente que até me enxotou.
- É isso ai meu filho, VOC
Ê SEM JESUS É APENAS UM JUMENTINHO!!!

terça-feira, 1 de março de 2016

REFLEXÕES BÍBLICAS SOBRE A QUARESMA E A PÁSCOA

Estudo produzido pelos profs. da FaTeo Tércio Machado Siqueira, professor de Antigo Testamento, e Paulo Roberto Garcia, professor de Novo Testamento

Propomos aqui um estudo diferenciado, entre os muitos disponíveis nos livros e revistas. Ele tem duas linhas de apresentação.

Primeiramente, vamos falar sobre a base histórica da Quaresma e da Páscoa que a Bíblia apresenta.

Em segundo lugar, apresentaremos alguns elementos do amplo e variado campo semântico da teologia da Quaresma e da Páscoa.
Foram escolhidas, aqui, algumas palavras que são estreitamente relacionadas à celebração da Páscoa desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento.
O objetivo deste estudo é equipar o seu estudo bíblico para esses dois períodos litúrgicos, bem como enriquecer a sua prática pastoral.

Contexto histórico

Embora seja certo que a ciência e a fé devam andar de mãos dadas, é preciso afirmar que estas duas grandezas possuem diferentes campos de atuação. A ciência trabalha com a racionalidade e a fé gira em torno da revelação de Deus na história. Assim, o/a estudante da Bíblia deve ler a Escritura Sagrada com os olhos da razão e da fé, sem receio de ser impedido/a de compreendê-la.

Israel se constituiu, como povo, em meio ao desmantelamento do período do Bronze e a chegada do Ferro, no Antigo Oriente Médio (século XIII a.C.). O povo, mais tarde chamado Israel, teve sua origem entre os grupos de pastores semi-nômades. As figuras que fazem parte da pré-história dos israelitas - Abraão, Isaac. Jacó, Moisés, entre muitos outros - foram pastores que viveram na periferia, isto é, nas estepes da terra de Canaã. Aqui, faz-se necessário uma explicação: Israel não é nômade, pois não faz uso de camelos, mas ele é semi-nômade, pois vive da criação de carneiros e ovelhas.

Israel teve sua origem na Mesopotâmia, via Harã e Aram. A tradição dos patriarcas é transmigrante, isto é, viajavam muito, mas permaneciam por algum tempo nas regiões visitadas. É difícil saber a razão dessa cultura da transmigração. Seria a busca de uma solução para a vida dura e difícil? Seria a esperança de dias melhores? A teologia bíblica sugere que isso faz parte dos mistérios da fé.

Após a chegada em Canaã, a família de Abraão foi viver na periferia das terras férteis daquela região, já naquela época extremamente cobiçada pelos povos vizinhos. A clã de Abraão não foi viver com os proprietários das terras agrícolas, mas nas regiões montanhosas que circundavam a parte fértil, criando carneiros e ovelhas. Os patriarcas viveram na instabilidade própria das estepes. De um lado, eles mostravam-se frágeis, mas na verdade eles tinham uma economia bastante estável. Não pagavam tributos aos proprietários da terra, já que as estepes não tinham valor econômico para a agricultura. Além disso, os patriarcas tinham liberdade para migrar continuamente. Eles sentiam-se livres para viver. Todavia, a liberdade e o direito de ir e vir não era total: primeiro, eles eram impedidos de viverem nas regiões agrícolas, pertencentes aos cananeus; segundo, eles precisavam de água fornecida pelos poços. Como eles viviam em áreas semi-desérticas, o poço de água era uma raridade. O poço de água constituía-se algo de grande valor para a sobrevivência dos semi-nômades e os seus rebanhos.

Dentre os costumes dos pastores semi-nômades, a Bíblia preservou uma celebração: a Páscoa. Trata-se de uma cerimônia celebrada todos os anos no mesmo período. Ela é conhecida como a cerimônia da passagem da estação da Primavera para o Verão. A razão dessa celebração está nas leis da natureza. É possível viver e cuidar do rebanho, na região das estepes, durante o Outono, Inverno e Primavera. Contudo, não é possível suportar o calor do sol de Verão que queima a pouca pastagem do semi-deserto. Daí, os pastores que vivem nessas regiões são obrigados a migrarem-se para outros lugares em busca de água e alimento. O momento crítico é o da saída. Quando os sinais da chegada do Verão se faziam presentes, numa noite, os pastores celebravam a saída, em busca de outras paragens provisórias para o sustento da vida dos familiares e os seus rebanhos. É a saída para a vida. A cerimônia principal incluía o sacrifício de uma ovelha para que ela servisse de alimento para toda a família.

Quando os pastores semi-nômades, do êxodo, alcançaram a terra de Canaã e agregaram-se aos agricultores cananeus, a celebração da Páscoa ampliou com alguns elementos agrícolas da Festa dos Pães Àzimos ou Asmos.


Por que a ausência de fermento no pão?

Primeiramente, o povo bíblico procurou explicar o motivo através da história, chamando-o "pão da pressa". Entre as mais primitivas prescrições da Páscoa está recomendado que essa refeição deve ser feita "às pressas" (Ex 12.11-12), porque foi no inesperado da calada da noite que os escravos hebreus saíram do Egito.

Em segundo lugar, a ausência de fermento no pão tem a ver com a renovação da vida. Não se pode misturar o antigo com o novo. Precisa-se criar um novo fermento que dará o sentido para a nova vida, agora, em liberdade, na terra de Javé.

A celebração da Páscoa, ao longo dos séculos, antes de Cristo, sofreu algumas alterações de caráter secundário (comparar Ex 12.1-14; 21-28; 43-51; Dt 16.1-8). Contudo, a Páscoa nunca modificou o seu sentido de memória dos grandes atos de Deus em favor do Povo, a fim de que esse gesto possa renovar a esperança daqueles/as que estão oprimidos/as. É com essa finalidade que Jesus reuniu os seus apóstolos em torno de uma mesa para uma derradeira refeição. A frase que ficou na memória deles foi: "Fazei isso em memória de mim" (Lc 22.14-20).

Contexto semântico

O campo semântico dos temas "Quaresma e Páscoa" é vasto. Escolhemos algumas palavras para analisar, no âmbito do Antigo e do Novo Testamentos.


A) SALVAR
Salvar é um verbo central na Bíblia. A língua hebraica possui muitos verbos que ajudam a mostrar diversidade e a riqueza de significado que salvar possui no contexto bíblico. O verbo salvar tem muitos sinônimos: yasa' = salvar (Êx 1430), ga´al = redimir (Êx 6.6; Os 13.14), padah = resgatar (Êx 13.13, 15; Os 13.14), ´azar= socorrer (Js 10.6), nasal = livrar, libertar (Sl 59.2), palat = salvar (Sl 37.40). Certamente, este o quadro de palavras sinônimas mostra o grande interesse e importância que o tema salvar desempenha dentro do ensino bíblico. Todavia, o verbo yasa´ e seus derivados - hosya´ = ele salva; yesu' = salvação; mosia´= salvador - constituem-se os termos soteriológicos mais usados Biblia. É que yasa' é o verbo usado quando Javé ou o seu Ungido são referidos. Por essa razão, o seu uso não é comum fora do âmbito religioso e teológico.

O conceito "salvar", no Antigo Testamento, possui uma interessante peculiaridade. "Salvar" não carrega uma reflexão poética ou mitológica, mas tão somente um testemunho histórico da ação de Deus em favor dos homens e mulheres, enfim, do mundo. Assim, o ato salvífico de Javé é mostrado, na Bíblia, de forma bastante concreta. O povo sofrido lamenta e clama pela ajuda de Deus (Ex 3.7-22) que, em atenção a essa súplica, providencia toda sorte de auxílio: envia a resposta (Sl 20.6), liberta (Sl 71.2), abençoa (Sl 28.9), salva (Sl 37.40), faz justiça (Sl 54.1), protege (Sl 86.2) e redime (Sl 106.1) o povo que queixa. Assim, a Bíblia vê Javé como aquele que age e produz salvação no meio do povo (Sl 12.5). Por isso, Ele é designado como aquele que realiza atos salvíficos em toda a terra (Sl 74.12).

Salvador é um dos títulos mais usados no Antigo Testamento para designar Javé. O povo bíblico confessará que Javé o havia salvado (Is 17.10; 43.3; 51. 24.25). O nome do grande líder Josué afirma que "Javé é Salvador". O nome de Jesus tem esse mesmo significado (Lc 1.47)


B) DESERTO
No Antigo Testamento

A palavra deserto possui uma forte concentração de significado teológico em toda a Bíblia. Para entender o seu sentido é preciso partir do seu conceito geográfico. O deserto é, primeiramente, descrito como um lugar terrível (Dt 1.19), de estepes e barrancos, seco e escuro que ninguém atravessa e habita (Jr 2.6) e, também, ermo e solitário (Ez 6.14). Apesar dessas conotações negativas, a história salvífica de Javé teve como palco principal o deserto.

A memória do ato libertador de Javé tem o deserto como seu cenário central. A história bíblica narra que o povo israelita, sob a liderança de Moisés, caminhou por quarenta anos no deserto até chegar à Canaã, a terra que mana leite e mel (Êx 3.8). Os profetas disseram que esse foi o tempo mais fértil e significativo da história do povo bíblico (Os 2.14; 13.5-6), e a celebração da Páscoa inclui, na sua liturgia, a dramatização dos eventos do deserto (Êx 12.1-14; Dt 16.1-8).

Foi no deserto que os/as escravos/as aprenderam a viver comunitariamente e obedecer ao seu Deus. Além disso, foi no deserto que esse grupo reconheceu que não podia viver de modo egoísta e individualista, mas foi nesse austero espaço que os hebreus renderam desfrutar, de modo comunitário, da graça de Deus. Portanto, deserto é lugar de desolação, mas também da companhia de Deus (Êx 13.21); é o lugar sem fertilidade, mas foi o tempo pleno da palavra e da graça de Deus (Jr 22). No deserto, o peregrino olha para o alto e somente vê o sol escaldante; olha para os lados e somente vê areia quente. A sua única esperança é confiar em Deus. Esta, certamente, foi a experiência daquele bando escravos e escravas libertado por Deus, no Egito. Foi a partir dessa experiência que o profeta Oséias falou pedagogicamente ao povo esquecido e, conseqüentemente, desobediente, durante os dias do Reino de Israel - "Eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração" (2.14).


Novo Testamento

Na tradição pascal veterotestamentária, a celebração da Páscoa precedia o deserto. Na tradição sinótica, o deserto precede a Páscoa. O deserto marcou o início do ministério de Jesus, além de aparecer em algumas vezes história do ministério. Após o batismo, Jesus retirou-se ao deserto onde jejuou, orou e foi tentado. No deserto, após vencer a tentação, Ele foi servido pelos anjos. Deste modo, o deserto é lugar de provação e de providência divina. Diferentemente do povo de Deus na história da peregrinação no deserto, Jesus venceu, a provação e manteve-se fiel a Deus. Por isso, ele não experimentaria a morte às portas da terra prometida, como aconteceu com Moisés. Assim, junta-se deserto e ressurreição na história de Cristo, unindo batismo e eucaristia em um mesmo movimento. Batismo e deserto marcam o início do ministério de Jesus, enquanto a eucaristia e a ressurreição marcam o final.

A partir daí, a Igreja Cristã - como, por exemplo, as comunidades do Apocalipse - enxergam a sua provação como o deserto, onde as águas do dragão tentam engolir a comunidade (a provação) e o deserto engole a água (providência).

C) O NÚMER0 40
No Antigo Testamento

O povo tem tentado entender o significado dos números, porém é, provavelmente, impossível chegar a uma explicação plena e completa. Cada povo constrói uma simbologia muito própria. Portanto, não é possível explicar o significado hebraico do número 40, tomando por base o sentido egípcio ou cananeu.

O número 40, entre os israelitas, certamente, possui um significado teológico que tem sua origem na própria história do povo. É necessário lembrar que os ensinos, hinos, liturgias, ou outra expressão de comunicação, contidos na Bíblia, deverão ser vistas à luz da experiência histórica do povo. Assim deve ser visto o significado do número 40.

No Antigo Testamento, o número 40 ocorre muitas vezes relacionado a momentos significativos da história bíblica. Entre tantas ocorrências, quatro são destaques no Antigo Testamento: o período do dilúvio foi de 40 dias (Gn 7.4); os hebreus caminharam 40 anos pelos desertos até atingir Canaã (Js 5,6); a duração do bom reinado de Davi foi de 40 anos (2Sm 5.4); Elias caminhou 40 dias para encontrar com Deus no Sinai (lRs 19.8). Estas quatro ocorrências estão ligadas a eventos fundantes e significativos na história bíblica do Antigo Testamento. Não deveríamos entender o número 40 como um múltiplo de quatro? O número 4, provavelmente, tem a ver com os quatro pontos cardeais dos quais vêm os quatro ventos que abastecem a terra de oxigênio. O relato da Criação afirma que quatro rios irrigam toda a terra (Gn 2.10-12). Não estaríamos diante do símbolo da intervenção divina que renova a vida e a esperança no mundo? Por tudo isso que foi falado, acima, provavelmente, o número 40 sinaliza o início de um novo período de atividade de Deus.

No Novo Testamento

No NT, o simbolismo do número 40 continua. Por exemplo, Jesus recolhe-se no deserto por 40 dias e 40 noites (Mt 4.3; Mc 1.1; Lc 4.2). Uma outra ocorrência significativa, na vida e obra de Jesus, é mencionada por Atos dos Apóstolos: Jesus, após a ressurreição, permaneceu na terra 40 dias (At 1.3). Certamente, o número 40 lembra a difícil, mas significativa caminhada do povo de Israel no deserto.

D) PÁSCOA

No Antigo Testamento

O nome na Bíblia não é um simples rótulo que se coloca em uma pessoa ou acontecimento para torná-lo mais atraente. O nome representa a realidade profunda do ser que o conduz. Assim é a Páscoa. A palavra páscoa vem do hebraico pesah cujo significado é salto, movimento, caminhada, travessia. O nome pesah está estreitamente ligado à história dos acontecimentos que antecederam a saída dos/as escravos/as hebreus e hebréias, do Egito (Êx 12.11, 21, 27, 43, 48; 34.25), em direção à liberdade e à vida plena, em Canaã.

O termo pesah = salto, travessia, é histórico, mas ganha sentido teológico por várias razões: Deus passou ao largo das portas das casas dos/as escravos/as hebreus e hebréias, pintadas com sangue de carneiro sacrificado, e assim, livrando os filhos primogênitos da morte (Êx 12.12-13, 23); Deus fez com que esse grupo de escravos/as atravessassem os desertos para ganhar a liberdade na terra da promessa, Canaã. Por fim, Deus fez os hebreus e hebréias saltarem da escravidão para a liberdade, da angústia para o prazer de viver e da morte para a vida.

Todos esses motivos históricos levaram os descendentes desses/as escravos/as a organizarem uma celebração cúltica onde a ênfase seria lembrar os grandes atos salvíficos de Deus, em favor de seus pais que eram escravos/as no Egito. Assim, a partir da chegada a Canaã, os/as descendentes desses/as escravos/as passaram a celebrar, uma vez por a o, esse grande salto, dos hebreus, para ganhatem a liberdade. Naturalmente que o nome dessa celebração veio a ser pesah, isto é, páscoa. É suposto que, a partir da chegada em Canaã, fim do século XIII a.C., o povo hebreu celebrou a Páscoa, cuja finalidade primordial é ensinar as futuras gerações que Deus liberta e oferece vida plena a todos/as. Assim, quem celebra a Páscoa aprende que Deus não admite escravidão.

No Novo Testamento

A festa da Páscoa, no cristianismo, é um dos elementos que anuncia a origem judaica da fé cristã. É importante nesse caminho perceber que na celebração da Festa da Páscoa judaica o drama fundante da fé cristã se insere de forma decisiva.

Jesus, na condução da refeição pascal, anunciou o memorial que identificaria as reuniões dos futuros seguidores de seu movimento. A partir da páscoa judaica - providência divina e libertação - o cristianismo anuncia a redenção e a ressurreição. Embora pareçam distintos, esses termos têm profundas ligações com o sentido veterotestamentário.

A morte de Jesus, em meio às celebrações pascais, representou a vitória aparente das forças da morte. Os poderes instituídos venceram o Ungido de Deus. Contudo, a ressurreição é a resposta de Deus que anuncia a vitória definitiva da vida. Com isso, a ressurreição de Cristo representa a providência divina que salva o Ungido e o liberta, desta vez, da força da morte.

Deste modo, a Páscoa cristã relê a concepção judaica antiga, ampliando o campo da libertação para a libertação da morte. Com isso, o sentido de ressurreição do indivíduo - novidade no pensamento judaico - junta-se ao conceito de Páscoa definindo os contornos da fé cristã.


E) MEMÓRIA

No Antigo Testamento

No Antigo Testamento, encontramos dois verbos importantes para a compreensão do significado de celebração e culto: lembrar e esquecer. Evidentemente que lembrar é mais importante que esquecer. Na língua hebraica, lembrar é zakar. A ordem de Moisés aos escravos hebreus, no Egito, explica bem o valor de zakar = lembrar para aquele povo em formação: "Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saíste do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte Javé vos tirou de lá..." (Êx 13.3). Por outro do, xakah = esquecer possui o significado de apagar da memória tudo o que Deus fez em favor do ser humano e do mundo. Assim, a recomendação de Moisés transformou-se na mente que deu motivo e razão a toda festa ou celebração comunitária. Por isso a recomendação bíblica é enfática e urgente: "Lembrai-vos e não vos esqueçais" (Dt 9.7).

No Antigo Testamento, os verbos lembrar e esquecer estão muito relacionados à atuação de Deus mundo. Assim, não é encontrada indicação bíblica para que o povo lembre e celebre a data de aniversário de algum líder do povo. A recomendação bíblica é para que o povo lembre, primeiramente, dos atos salvíficos de Deus em favor de homens e mulheres ao longo da história. Ao mesmo tempo, a necessidade de uma ordem na comunidade fez com que os Líderes apelassem para que povo lembrasse dos mandamentos divinos.

A importância de lembrar é, na Bíblia, tão grande e fundamental para a existência da humanidade do povo bíblico que legisladores (Nm 15.39), historiadores (Dt 6.5-9; 26.20-24), sacerdotes (Sl 136), profetas (Jr 2.2; Mq 6.1-5), sábios (Ec 12.1) recomendavam ao povo a guardar na memória, bem como celebrar, os favores de Deus. Para a Bíblia, zakar = lembrar é criar, construir e lançar as bases de um povo, enquanto que esquecer é o mesmo que destruir e fazer morrer a esperança.

No Novo Testamento

A memória é a base da sobrevivência do povo judeu. Começando pela lembrança da criação e a conseqüente manutenção da vida por Deus, passando pelos atos do passado, que confirmam a ação de Deus em favor de seu povo e garantem o futuro escatológico, chega, inclusive, até a perpetuação do nome.

O verbo relembrar aparece poucas vezes no Novo Testamento, sendo que, nestas poucas vezes há uma maior concentração em textos litúrgicos, de modo especial nos textos eucarísticos, isto é, ligados à Celebração da Ceia do Senhor. Paulo usa esse verbo quando ele quer chamar a atenção da comunidade de Corinto sobre a tradição eucarística que ele recebeu (l Co 11.24). Na maioria dos casos, o uso do verbo está associado ao contexto veterotestamentário do relembrar para não morrer. Tanto que, mesmo no uso negativo do verbo que o livro de Hebreus faz, há diálogo com a tradição do AT. Para Hebreus (10.3), o relembrar da tradição mantém viva a consciência do pecado. Deste modo, para a epístola, o sacrifício de Jesus supera esse relembrar constante.

A tradição veterotestamentária fecunda os poucos textos do Novo Testamento, onde a maior parte aponta para a importância do memorial pascal e da própria pessoa de Cristo e se tornam em sinalização presente dos atos salvíficos de Deus. A pessoa de Cristo e o Espírito Santo se tornam em atualização constante da memória salvífica.

F) OVELHA, CARNEIRO

No Antigo Testamento

Entre os elementos da refeição pascal, a carne animal é, no Antigo Testamento, a mais constante, em todas as prescrições. O animal que fornece a carne para o sacrifício pascal é o kebes ou keseb cordeiro macho. A literatura do Antigo Testamento mostra que esse anima era muito querido pelo povo bíblico, por várias razões: (a) o kebes = carneiro era considerado o animal doméstico mais popular, por Israel e os povos vizinhos; (b) em Israel era proibido castra-lo ou mesmo adquiri-lo estéril de outros povo: (Lv 22.24-25); (c) não é por acaso que a legislação determinava o carneiro como animal mais desejado para o sacrifício (Êx 125); (d) ele é usado metaforicamente para exaltar a afetividade entre o ser humano e o animal (2Sm 12,3) que dá força coragem ao pastor para defendê-la do perigo (l Sm 17.34; Ez 34.1-31). Por essas razões, Israel era comparado a uma ovelha desgarrada (Sl 119.176). Contudo, o exemplo mais claro encontra-se no 4º canto do Servo de Javé (Is 52.13-53.12), quando, numa riquíssima metáfora, o povo exilado na Babilônia é comparado a uma inocente ovelha (Is 53.7).

A razão do grande carinho do povo bíblico pelo carneiro ou a ovelha tem um motivo histórico. Inicialmente, Israel foi um povo das estepes que circundavam as cobiçadas regiões agrícolas; após a chegada a Canaã, o povo bíblico alcançou as montanhas da Palestina (Jz 1.19, 27-29), e somente, mais tarde, é que eles conquistaram as planícies, tornando-se agricultores. Assim, o carneiro e a ovelha fizeram parte da história do povo bíblico nas duas primeiras fases de sua vida. Além de alimentar e proteger o povo do frio, esse animal era o símbolo da mansidão.

No Novo Testamento

O Novo Testamento usa o termo cordeiro poucas vezes. A partir da tradução da Bíblia Hebraica para o grego, (Septuaginta), há uma distinção entre a ovelha (próbaton) e cordeiro (amnós). Amnós designava o cordeiro de um ano. Essa condição era requerida para o sacrifício expiatório da tradição veterotestamentária. O cristianismo em seus escritos canônicos usa a figura do cordeiro para explicar a morte de Jesus. Ele aparece como o cordeiro que redime todo o povo (Jo 1.29-34; I Pd 1.19).

Com isso, o escândalo da cruz ganha um sentido teológico de expiação do pecado. Jesus, com sua morte, assumiu o papel de cordeiro que, mediante o sangue, expia o pecado. Esse sentido vicário surge como uma releitura do impacto negativo que a cruz causou na comunidade (que Paulo define com o termo escândalo).

G) REFEIÇÃO PASCAL

No Antigo Testamento

As prescrições para a refeição pascal não são uniformes e fáceis de compreendê-las na ordem cronológica. Todavia, tomemos uma das reportagens encontradas no Antigo Testamento (Êx 12.1-14) para esboçar a qualidade da refeição pascal.

Provavelmente, este texto contém alguns elementos primitivos dessa celebração. Primeiro, o sacrifício da ovelha deveria ser realizado no crepúsculo do dia 14 do 1º mês do ano. Segundo, o animal a ser sacrificado deveria estar escolhido e separado a partir do dia 10. Terceiro, a oferta deveria ser comida por todos os membros da família, bem como dos vizinhos e amigos convidados. Quarto, o animal deveria ser escolhido do rebanho jovem de carneiro, não devendo apresentar qualquer defeito ou mancha. Quinto, o sangue do carneiro deveria ser passado nas portas e nas travessas das casas. Sexto, a carne do carneiro sacrificado deverá ser assada no fogo e comida, à noite, acompanhada de pães ázimos e ervas amargas. Sétimo, era proibido comer carne crua ou cozida na água, bem como algumas partes do animal, como a cabeça, as vísceras e as pernas. Oitavo, toda a refeição prescrita deveria ser comida apressadamente, numa atmosfera de dramatização, isto é, com lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. Nono, as ofertas deveriam ser comidas dentro da casa, até o alvorecer. O que restasse dessa refeição deveria ser totalmente queimada.

De tudo o que foi esboçado, a partir do relato de Êxodo 12.1-14, algumas conclusões ficam salientes: (1) essa liturgia pascal quer destacar a importância da família para a sobrevivência futura do povo bíblico; (2) o valor da mesa de refeição não é somente para o alimento físico, mas também serve para o fortalecimento dos laços comunitários e com Deus; (3) essa reunião destinava-se manter viva a memória de libertação do povo, através da dramatização dos fatos ocorridos durante o processo de fuga da escravidão egípcia.

No Novo Testamento

A refeição comunitária é um dos elementos importantes na fé israelita. Na fé veterotestamentária, ela define etnia e família. Por isso, era uma questão complicada para um judeu a refeição com um não judeu. O cristianismo conservou esse elemento importante da fé cristã, mas dando-lhe um sentido mais amplo, onde a refeição definia o povo de Deus, que não era retratado nem sanguineamente e nem geograficamente, mas sim pelo conceito da confissão de fé (aqueles que fazem a vontade de meu Pai).

Nos eventos pascais que marcaram a paixão de Cristo, a refeição inicia e conclui o drama. Antes da prisão, Jesus come a refeição pascal com seus discípulos e institui o memorial da Páscoa. Após a ressurreição, Jesus revive a refeição pascal, comendo com os discípulos (Lc 24,30ss; Mc 16.14).

H) RESSURREIÇÃO
O conceito de ressurreição é um conceito muito tardio na fé judaica. Alguns profetas anunciaram a ressurreição do povo como uma expectativa de redenção do povo. A ressurreição do indivíduo só vai aparecer no pensamento judaico a partir do 2º século a.C. É uma das expectativas importantes que irá fecundar o pensamento apocalíptico, que surge nesse período. Deste modo, soma-se a ressurreição dois outros importantes temas teológicos: fé em um mundo vindouro, que significaria a intervenção definitiva de Deus na história humana e o julgamento escatológico, onde os bons serão punidos e os injustos serão condenados.

No conceito de ressurreição, mais do que a vitória definitiva da vida sobre a morte, aparece o conceito da justiça divina que será exercida no momento da implementação definitiva do Reino de Deus (Reino da Justiça). É comum nos extratos mais antigos do Novo Testamento o uso do verbo levantar (egeiro) no passivo, demonstrando com isso a ação divina na salvação de Jesus da morte. Este sentido é, também, aplicado a comunidade cristã a qual participa da morte e, conseqüentemente, da ressurreição de Jesus.

I) JEJUM
Jejum - na língua hebraica sum - é a abstenção de alimento por um espaço de tempo. O jejum era um elemento da prática religiosa israelita. Todavia, ele era também praticado por pessoas de muitas religiões antigas. No Antigo Testamento, o jejum tem alguns objetivos:

ele sinaliza o pesar de alguém, em vista do falecimento de um ente querido (lSm 31.13; 2 Sm 1.12; 3.35) ou de um desastre nacional (Ne 1.4);
ele mostra o sentimento de arrependimento de alguém, por um gesto indevido. Essa atitude de arrependimento caracteriza-se como um gesto de auto-humilhação (Ne 9.1-3; Jr 14.12; Jl 1.14; S1 35.13-14);
o jejum é um exercício de fé destinado a chamar a atenção de Deus, em vista de um perigo iminente (2Sm 12.16-25; Jr 36.9; Jn 3,5);
o jejum acontece quando alguém tem que tomar uma decisão difícil ou iniciar uma missão importante e espinhosa (Et 4.16). A prática do jejum não teve, na Bíblia, aprovação unânime do povo. Alguns profetas criticaram a prática do jejum, porque ele tinha se tornado um rito meramente externo sem sentimento interior (Is 58.1-14; Jr 14,2; Zc 7.1-7). Após a destruição de Jerusalém (587 a.C.) e o exílio na Babilônia, houve uma enorme valorização da prática do jejum.

No Novo Testamento, o jejum é pouco citado, provavelmente em razão da excessiva valorização dada pelos fariseus. Jesus mostrou-se indiferente quanto ao jejum (Mt 6.16-18; Mc 2.18-20), mas não o excluiu (Mt 4.1-11). Antes, sugere que ele seja praticado às ocultas, em casa, para que ele não se torne um meio de promoção pessoal. A Igreja Primitiva adotou o jejum (At 13.2-3; 14.23) como preparação para a escolha de seus líderes, mas nas cartas dos apóstolos, o jejum não é mencionado.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

NOMEAÇÕES PARA O BIÊNIO 2016/2017 - 1ª REGIÃO ECLESIÁSTICA

1 - DISTRITO DE BARRA MANSA

Superintendente Distrital: Rev. Ananias Lúcio da Silva

ANO BOM
Flávio José Ferreira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (11)

BARRA MANSA
Ananias Lúcio da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (10), Titular  
Bernadete Maria Estevam da Silva, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (10), Coadjutora
Anderson Magno Nascimento da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2) 

BOA SORTE
Alcir Dias Cândido, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4) Titular
Vanessa Alves Lourenço de Oliveira Cândido, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4) Coadjutora

COLÔNIA
Dayse Regis de Medeiros, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4)

GOIABAL
Newton Maia, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (5)

JARDIM AMÉRICA
Clinger Cosme Campos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3) Titular
Natália de Souza Campos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

ü Congregação de São Luis
Clinger Cosme Campos, Presbítero Ativo

ROSELÂNDIA
Ernani da Silva Paixão, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (4)

SANTA MARIA II
Alexsandro Paes Leite, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (11)

SÃO PEDRO
Ednaldo Breves, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (19) Titular
Silvério Roberto Garcia, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

SIDERLÂNDIA
Wallace Silva de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)

VILA NOVA (BARRA MANSA)
Sônia Aparecida Matos Resende, Pastora Ativa, Tempo Integral, (5)

VILA ORLANDÉLIA
Edinaldo Júlio, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)

VISTA ALEGRE
Sandra Maria da Silva Barbosa, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE GETÚLIO VARGAS
Douglas Farat, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM PRIMAVERA
José Camilo de Oliveira, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (13)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM LÍDICE
Mariangela Carvalho Chaves, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (9)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PITEIRAS
Adir Marcelino da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial (4)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM VILA MARIA
Sandra Aparecida Fidélis, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (10)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM VISTA BELA
Ricardo Vieira da Silva, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SANTA CLARA
Wellington Moyses Andrade, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE SÃO SILVESTRE
Rosangela Aparecida de Freitas Vieira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE SÃO GENARO
A Suprir  




2 - DISTRITO DE BANGU

Superintendente Distrital – Rev. Paulo Vieira 

BANGU
João Rafael dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) Titular
Selmo Cândido de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Sem ônus (1) Coadjutor

BETEL BANGU
Paulo César Moraes dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Titular 
Marcos Adão da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2), Coadjutor

JABOUR
Arnaldo Monteiro da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (10) Titular
Clara Xavier da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, sem ônus, (4) Ajudante

PADRE MIGUEL
Luis Fernando de Oliveira Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4) Titular
Jorge Souza da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, sem ônus, (1) Coadjutor

RIO DA PRATA
Elias Barbosa, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (9) Titular
Hélio de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Coadjutor, (1) Coadjutor

SARAPUÍ
Rute Noemi da Silva Souza, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)

SENADOR CAMARÁ
Flávio Barbosa Serpa, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2)

VILA KENNEDY
Ailton Lourenço Machado, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SANTÍSSIMO
Francisco José Rodrigues Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)




3 - DISTRITO DE CAMPO GRANDE

Superintendente Distrital: Rev. Lúcio Sant’Anna Ferreira

BETEL CAMPO GRANDE
Lúcio Sant’Anna Ferreira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1) Titular
Fernando Schmidt e Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1), Coadjutor

ü Congregação São Mateus
Cedalina Campos de Barros, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3) Coadjutora

GETSÊMANI EM TINGUI
Lutermar Alves de Oliveira Ramos, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

GUARATIBA
Gilberto Carlos Valeriano Soares, Pastor, Tempo Parcial, Sem ônus (16)

JARDIM DAMASCO
Luis Antônio Pereira da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2)

NOVA BETEL (LAMEIRÃO)
Clovis Barbutti Lessa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)
  
PAULO DE TARSO EM SANTA MARGARIDA
Márcio Roberto Galindo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial (1)

SALVADOR EM INHOAÍBA
Robson Alexandre Pereira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

SUZANA WESLEY
Anna Paula de Oliveira Castro, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial,(1)

VILAR CARIOCA
Cléia Maria Cabral de Mello, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (1)

WESLEY
Marcos Cezar Osório, Presbítero Ativo, Tempo Parcial (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL COQUEIROS EM NOVA CIDADE
Maria do Socorro de Souza Reis, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL JARDIM GUARATIBA
Edson Ferreira de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DO BRITO
Celso Moreira de Carvalho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)
CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM AUGUSTO DE VASCONCELOS
Djalma Barbosa de Lima Filho, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (10)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM BOA ESPERANÇA
Abenir de Souza Reis, Presbítero Ativo, Tempo Parcial (4) Titular
Jelcemera da Silva Reis, Presbítera Ativa, Tempo Parcial (4) Coadjutora

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SÃO GERALDO
Geraldo Xavier Nogueira, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante




4 - DISTRITO DE CASCADURA

Superintendente Distrital: Rev. Paulo Rangel dos Santos Gonçalves

BICA
Jorge Roberto José Moreira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1) Titular 
Eliane Jesus de Oliveira Nascimento, Missionária Designada, Tempo Parcial, (2) Ajudante

CASCADURA
André Luiz Santos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) Titular
Carlos Wesley Domingues da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) Coadjutor

ü Congregação de Madureira
Renato Carlos dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Sem ônus, (1) Coadjutor

CAVALCANTE
Almir Lemos Nogueira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3), Titular
Maria Luiza dos Santos Nogueira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3), Coadjutora

DEODORO
Ricardo de Souza Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

HONÓRIO GURGEL
Roberto Luis dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)

INHAÚMA
Mary Sol Marques Pinilla, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (15)

MÉIER
Elias José da Silva Filho, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

PILARES
Paulo Rangel dos Santos Gonçalves, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3) Titular
José Luiz Dantas de Souza, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante
José Claudio Vargas Esteves, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem ônus (1) Ajudante

ü Congregação Tomáz Coelho
Gilberto Meneses Nascimento, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE ÁGUA SANTA
André Chagas dos Santos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE LINS
Luiz Daniel Nascimento, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (8)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE MALET
Nilson de Freitas Couto, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE VILA VALQUEIRE
Rafael Ferreira da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM MARECHAL HERMES
José Francisco Soares Pinto Leal, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5), Titular
Rute Lemos Nogueira Leal, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (5) Coadjutora

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PIEDADE
Magda de Lemos Fernandes, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (5) Titular
Ângelo José Alves, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante





5 - DISTRITO DO CATETE

Superintendente Distrital: Rev. Marcello José Pimenta Fraga

BOTAFOGO
Gustavo Henrique Faleiro, Presbítero Ativo, (1) Titular
Roberto Lins de Queiroz, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante
Clóvis de Oliveira Paradela, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (10), Ajudante

ü Congregação Engenho Novo
Márcio Dutra Sias, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem ônus, (4) Ajudante

CATETE
Marcello José Pimenta Fraga, Presbítero Ativo, (4) Titular   
Thiago Carreiro Miguel, Presbítero Ativo, (4) Coadjutor
Jonas Falleiro Júnior, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5), Coadjutor

COPACABANA
Wagner Cardoso Klnig, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2), Titular
Christina Oliveira Pereira Klnig, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (2), Coadjutora

GAMBOA (SÃO JOÃO)
Valter Nogueira Lobato, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5) Titular
Maria Emília Ferreira Barros, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1) Ajudante

JARDIM BOTÂNICO
Ronan Boechat de Amorim, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5) Titular
Selma Antunes da Costa, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3) Coadjutora
Sílvio de Macedo Amaral, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, sem ônus, (4) Ajudante

ROCINHA
Nélio do Espírito Santo Andrade, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5) Titular
Élmiton Nobre Santos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor

TIJUCA
Giselma de Souza Almeida Matos, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (5) Titular
Roberto de Carvalho Rocha, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (6) Coadjutor

VIDIGAL
Ricardo Lisboa Lundgren Araújo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

VILA ISABEL
Edson Cortásio Sardinha, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5) Titular
Edmar Leonardo da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial,(3) Coadjutor
Tiago Medeiros da Costa Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial (3) Ajudante
CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DA USINA
Sávio Pereira Carvalho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DO GRAJAÚ
Edson Fernandes da Costa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)




6 - DISTRITO DE DUQUE DE CAXIAS

Superintendente Distrital: Rev. Marco Antônio da Silva Ferreira

DUQUE DE CAXIAS
Marco Antônio da Silva Ferreira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4), Titular
Flávio Ricardo Bahiense da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Coadjutor
Cassiana Maria Arruda Ferreira, Missionária Designada, Tempo Parcial, sem ônus, (2), Ajudante
Wellington Nascimento dos Santos, Missionário Designado, Tempo Parcial, (1) Ajudante

ü Congregação de Parque Suécia
 Allan José de Souza, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2) Ajudante

FILADÉLFIA
Rodrigo de Carvalho Nascimento, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

GRAMACHO
Paulo Henrique Mendes Maurício, Presbítero, Tempo Integral, (1)

JARDIM LÍDER (Cangulo)
Romeu Carlos Moreira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4) Titular

JARDIM PRIMAVERA
Thiago Pacheco Ferreira Santos, Presbítero Ativo, Integral, (3), Titular
Miriam Pacheco Loureiro Reis, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3), Coadjutora 

LOTE XV
Enio Augusto de Lima, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (3)

MANTIQUIRA
Weber Barbosa Chaves, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5), Titular

ü Congregação da Vila da Santa Alice
Jeanfranco Santos Martins, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

MORRO ALEGRE
Jorge Militino, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

PANTANAL
Ricardo Albano Pacheco, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

PARQUE FLUMINENSE
Lígia dos Santos Fernandes, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (7) Titular

PIABETÁ
Rogério Pinto Machado, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

PILAR
Geder da Costa Ladeira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

SANTA CRUZ DA SERRA
Bruno Henrique da Conceição, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

SARACURUNA
Oséas Porto Andrade, Pastor Ativo, Tempo Integral, (1)

ü Congregação em Campos Elíseos
A suprir

XERÉM
Neemias Leite, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem Ônus, (3) Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE ALIADO
Fernando Silva Cabral, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL JARDIM ANA CLARA
João Raphael Aragão Campos de Carvalho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Sem ônus (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL BETEL DE MANTIQUIRA
Paulo Cesar de Macedo Lima, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM IMBARIÊ
Sergio Murilo Menezes, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM METRÓPOLE
Urias Fuly Vieira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM NOVO HORIZONTE
Luiz Carlos da Costa Silva, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE NOVA CAMPINA
Fábio Quadrado dos Santos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PARQUE PAULISTA
Thaiana Kerlla Santos de Assis, Missionária Designada, Tempo Parcial, (2)





7 - DISTRITO DE JACAREPAGUÁ

Superintendente Distrital: Rev. Flávio dos Santos


BARRA DA TIJUCA
Rubem Andrade Mandú da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3), Titular
Guilherme de Souza Mandú, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

CIDADE DE DEUS
Luciano dos Santos Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

CURICICA
Nelson Eduardo Santos Lucas, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (8) Titular
Vagner Rosa Carvalho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Coadjutor

FREGUESIA
Péricles de Oliveira Ribeiro, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (10), Titular
Janaina Manso Ribeiro, Pastora Ativa, Tempo Parcial, (9), Ajudante

GARDÊNIA AZUL
João Carlos Rodrigues da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (11) Titular
Carlos Jorge de Carvalho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor


JARDIM OCEÂNICO
André da Conceição da Rocha Botelho, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (11) Titular
Marcus Vinícius Fernandes Bispo, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2) Ajudante


PECHINCHA
Rosa Maria de Freitas Cabreira, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (15), Titular
Flávio dos Santos Marcolino, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem ônus (2) Ajudante


TAQUARA
Flávio dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2), Titular
Rafaela da Costa Lemos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2) Ajudante
Alexandre Brilhante da Costa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)  Coadjutor

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DO JORDÃO
Luzia dos Santos Conceição, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE RIO DAS PEDRAS
William Pontes de Jesus, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus (6)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE RIO II
Paulo César Welte, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)
CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE TANGARÁ
 Lúcio Ribeiro da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

ü Congregação de Vila Sapê
A Suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DO RECREIO
Pierre Monteiro Lessa, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL VARGEM GRANDE
Carlos Alberto de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)






8 – DISTRITO DE NILÓPOLIS

Superintendente Distrital: Rev. Paulo César Braga de Abreu

BANCO DE AREIA
Paulo Ricardo Gomes da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, sem ônus, (4) Titular
Edno Ribeiro da Silva Júnior, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1) Ajudante

BETEL NILÓPOLIS
Janemery Gallindo Pacheco, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CABRAL
Tânia Lúcia Furtado dos Reis, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CABUÍS
Vanessa da Silva Gregório, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2) Titular
Samuel Gregório da Costa, MD, Tempo Parcial, (1), Ajudante

COSMORAMA
Daniel Barreto da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

EDSON PASSOS
Cezar de Souza Leite, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

NILÓPOLIS
Paulo César Braga de Abreu, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3) Titular
Claudia de Farias Braga de Abreu, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial (3) Ajudante

NOVA CIDADE
Herbert Nogueira Conceição, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial. (1)

PAULO DE TARSO
Iro Machado, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1) Titular
Álvaro Cesar de Souza Santana, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2) Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM CHATUBA
A suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM OLINDA
Abrahão Cavalcante Diniz, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (1)




9 - DISTRITO DE NOVA IGUAÇU

Superintendente Distrital: Revda. Fátima da Cruz Valente

AUSTIN
Ducinea Nascimento Silveira Class, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (13)

FERRAMENTA
Joadir Silveira, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (1) Titular

ü Congregação Jardim Nova Era
Ademir Simões Correa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5) Coadjutor

BANDEIRANTES
Eliane Maria dos Santos Souza, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (14) Titular
Denilson de Assis Moraes, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5) Coadjutor

COMENDADOR SOARES
José Luiz dos Anjos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

CORUMBÁ
José Targino de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

JARDIM ALVORADA
Osmani Bandeira da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

MONTE CASTELO
Estela Garcia Medeiros Silvério, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (11), Titular

ü Congregação de Jardim Luciana
Daniele de Oliveira Couto Costa, Missionária Designada, Tempo Parcial, (2) Ajudante

NOVA BRASÍLIA
Israel Aguiar da Silva, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (9)

NOVA IGUAÇU
Fátima da Cruz Valente, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (11)
Márcia Tavares do Carmo Ramalho, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem ônus, (2)

PARACAMBI
Ana Jarvis Fernandes da Costa Carvalho, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (1)
ü Congregação de Lajes
A suprir

QUEIMADOS
Roberto de Almeida Bastos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (7) Titular
Maurício Ramos Cartonilho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor
RANCHO NOVO
Edison Teixeira da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5), Titular

ü Congregação Tinguá
Ezequiel Apolinário de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, Sem Ônus, (3) Coadjutor

SANTA AMÉLIA
Samuel Mattos da Conceição, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

SANTA EUGÊNIA
Sônia Maria Correa Soares, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (2) Titular

ü Congregação Jardim Canaã
Paulo Roberto Acciole de Melo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (9), Coadjutor

SÃO BERNARDO
Flávio Soares Pinto, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DA POSSE
José Carlos Vieira Cardoso, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE CERÂMICA
Dilcéa Cunha Dias, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JAPERI
Isaías de Souza Cerqueira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM PARAÍSO I
Edney Linhares Ferraz, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM PARAÍSO II
Jean Carlos Delminio, Missionário Designado, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SÃO BARTOLOMEU
Rogério José de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (12), Titular

ü Congregação Jardim Marajoara
A suprir


CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL ENGENHEIRO PEDREIRA
Alexandre Teixeira de Almeida, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)




10 - DISTRITO DA PENHA

Superintendente Distrital: Carmen de Souza, Presbítera Ativa, Tempo Integral

BONSUCESSO
José Dorimar Moraes Cortinhas, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

BRÁS DE PINA
Ana Neide Ramos, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (6)

COELHO NETO
Vagner Marcos Freire, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1) Titular
Pedro Araújo de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor

ILHA DO GOVERNADOR
Lídia Pires Nunes Moreira, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (4)

IRAJÁ
Carlos Henrique Silvestre Onofre, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3), Titular
Gláucia Mendes Oliveira Silvestre, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (2) Coadjutora

JARDIM AMÉRICA
Otávio César Gomes de Andrade, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Titular
Rosilene Conceição dos Santos, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1) Coadjutora

JARDIM CARIOCA
Jairo de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1), Titular
Vânia da Cunha Fioche, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1) Coadjutora

VISTA ALEGRE
Wesley Machado Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

PENHA
Zenildo Martins Tavares, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4)

VIEIRA FAZENDA
Jorge Eduardo de Araujo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial (4)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PARQUE UNIÃO
Luis Cláudio Silva de Melo, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (6) Titular
Azerina da Conceição Fonseca, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus, (8)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM VIGÁRIO GERAL
Carlos Alberto da Silva, Evangelista, Tempo Parcial, Sem ônus, (1)




11 - DISTRITO DE REALENGO

Superintendente Distrital: Rev. Maximiliano Miler

ÁGUA BRANCA
Luciano Pereira Vergara, Presbítero, Tempo Parcial (3)

ANCHIETA
Rafael Gomes de Aguiar, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

BARATA
Francisco Dantas de Almeida, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

GUADALUPE
Marcelo de Assis Correa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

JARDIM NOVO REALENGO
Vinicius Bonifácio Tavares, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

MAGALHÃES BASTOS
Luciano Ribeiro da Silva Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Integral (1)

PARQUE ANCHIETA
Carlos Alberto da Rocha Cunha, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

REALENGO
Maximiliano Miler, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4), Titular
Oldemar Boechat de Moura, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Coadjutor

RICARDO DE ALBUQUERQUE
Edson Mudesto, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (6)

RUA CURITIBA
Marli de Almeida Tomaz, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

TAPIRANGA
Rosana Antunes dos Santos Lugato, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (14) Titular
Marcos de Lima Nagem, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5) Coadjutor

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM BACIA DE ANCHIETA
Wallace de Moraes Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (6)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE MARIÓPOLIS
Jaime Machado dos Santos, Missionário Designado, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL VICÊNCIA
Marcio de Oliveira Saraiva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)



12 - DISTRITO DE RESENDE

Superintendente Distrital: Rev. Rodrigo Vieira Buçard
  
BAIXADA OLARIA
Carmen Lúcia Lopes da Silva, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (12)

CIDADE ALEGRIA
Luís Paulo da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

ENGENHEIRO PASSOS
Fernando Batista Neves, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (9) Titular

ü Congregação da União Queluz
Neide Florenzano Neves, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (8), Coadjutora

FAZENDA DA BARRA
Carlos Augusto Correa Apolinário, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (8)

PORTO REAL (Freitas Soares)
Fernando Luiz Morais Lockmann, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Integral, (1)

JARDIM PRIMAVERA (RESENDE)
Walden Emerson da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial (1) Titular

ü Congregação Morada do Contorno
Edson Ataliba Moreira Bastos Junior, Aspirante ao Pastorado, Tempo Parcial, (1)

MACEDÔNIA NO MANEJO
Clair Fernandes dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) Titular
Rachel do Nascimento Fernandes dos Santos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, sem ônus, (2) Ajudante

ü Congregação de São Caetano
Beatriz Rosa Oliveira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4) Coadjutora


PARAÍSO
Delson Goulart Lessa, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4)

RESENDE
Rodrigo Vieira Buçard, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (12) Titular

ü Congregação de Penedo
Zulima de Jesus Arruda Moreira, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, Sem ônus (7), Ajudante

VILA MODERNA
Edson Vander dos Santos Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

VILA NOVA (RESENDE)
Alberto Saraiva Sampaio, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (7) Titular

ü Congregação de Cruzeiro – SP
Natalino de Abreu, Evangelista, Tempo Parcial, (3) Ajudante

ITATIAIA
Ronald Lima da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

JARDIM BEIRA RIO
Nilton Telles Frota, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (11)


JARDIM REAL
Luciane de Sousa Costa Gaspar, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE QUATIS
Adriano Correa da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM NOVO SURUBI
Érica Fernandes dos Santos Moraes, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial (2)





13 - DISTRITO DE SANTA CRUZ

Superintendente Distrital: Rev. Bruno Leonardo Soares do Couto

ANGRA DOS REIS
Wander Xavier dos Santos, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (5)

BETEL SANTA CRUZ
Jayme Vicente da Silva Filho, Presbítero Ativo, Tempo Integral (2)

BOM PASTOR (SEROPÉDICA)
Gilmara Mendes de Oliveira, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)
COSMOS
Wanderley de Souza, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (11) Titular
Roberto Nascimento de Oliveira, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2) Ajudante

ITACURUÇÁ
Joaquim Cardoso Filho, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2)

ITAGUAÍ

Luiz Cláudio Teixeira Lima, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (7), Titular
ü Congregação Jardim Ueda
Sérgio Santiago Coelho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor

MONTE CALVÁRIO
José Caetano, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Titular

ü Congregação Pedrinha
Marco Antonio da Silva Vítor, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1) Ajudante

MURIQUI
Gilson Zanardo, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (9)

NOVA BETEL PACIÊNCIA
Josias Ferreira Barbosa, Pastor, Tempo Parcial, (2)

SANTA CRUZ
Bruno Leonardo Soares do Couto, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4) Titular
Mauro José da Silva Victor, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1) Coadjutor
Ludmila Machado da Silva Couto, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

ü Congregação de Novo Arraial
Wellington Rosa Batista, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante


TEIXEIRA
Sandro Aparecido Ribeiro, Pastor Ativo, Tempo Integral, (7)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL BELÉM 
Inaldo Lins Fontes, Evangelista, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL ITIMIRIM
João Flávio Ferreira, Evangelista, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL MONSOABA
Glauco Pires André, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL PONTE PRETA
Elizeu Faleiro, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Integral, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM BRISAMAR
José Ubirajara Soares da Cruz, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JARDIM DAS OLIVEIRAS
Alan Carlos Chiesse de Castro Rocha, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM MAMBUCABA
Daniele Mônica Mendes Rangel, Missionária Designada, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM MANGARATIBA (MURIQUI)
A Suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PARATY
Wellington Reis da Silva, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Integral, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SEPETIBA
André Luis Moreira Henriques, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (8)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL IBIRAPITANGA
João Satiro, Presbítero Inativo, Tempo Parcial, (7)





14 - DISTRITO DE SÃO JOÃO DE MERITI

Superintendente Distrital: Rev. José Magalhães Furtado

COELHO DA ROCHA
José Magalhães Furtado, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

EDEM
Altair Costa Filho, Pastor Ativo, Tempo Integral, (3)

FONTE CARIOCA
Alessandra Ayrão Martins, Presbítero Ativa, Tempo Parcial (7)

JARDIM REDENTOR                                                                               
Guilherme Moura Barbosa, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)
ü Congregação Vila São João
 A Suprir

PAVUNA 
A suprir

PARQUE ARARUAMA
Cleide Rodrigues de Abreu, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (3)
Anderson de Abreu Celestino, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2) Ajudante

PRATA
Léa de Souza Cordeiro, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (2)

SÃO JOÃO DE MERITI
Aparecida Maria Madeira da Silva, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (1)

TOMAZINHO
Eraldo Correa da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (9)

VILA TIRADENTES
Angélica Gomes de Freitas, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (9)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM JACUTINGA
A suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM VILAR DOS TELES
Rosana Figueiredo G. Pires, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3)
CAMPO MISSIONÁRIO EM VILAR NOVO
Wilson Borely Albernaz, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (8)

CAMPO MISSIONÁRIO PARQUE ALIAN
José Carlos Carriço Porto, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (4)




15 - DISTRITO DE VALENÇA

Superintendente Distrital: Rev. Cleber Rosa França

BARRA DO PIRAÍ
Cleber Rosa França, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (12) Titular

ü Congregação em Morsing
  Janice dos Santos Cezar, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4) Coadjutora


SANTANÉSIA
Celso Rodolfo Fernandes Bessa, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

VALENÇA
Levi de Oliveira Loureiro, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (9) Titular 
Ana Cristina Caldas da Rocha, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

VASSOURAS
Tânia Maria Francisco da Silva, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE PAULO DE FRONTIN
Elza Helena Dantas de Oliveira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM BOCA DO MATO
Mauro André Carraro, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM DORÂNDIA
Daniel da Silva Barreto, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PIRAÍ
A Suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM SACRA FAMÍLIA
Ademilson Maranduba Andrade, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM MENDES
Janice dos Santos Cezar, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4) Titular
Ronaldo Luis da Silva, Missionário Designado, Tempo Parcial, sem ônus, (2) Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM MIGUEL PEREIRA
A suprir

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM PATY DO ALFERES
Ronaldo Aguiar Chagas, Evangelista, Tempo Parcial, sem ônus, (3)


CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM RIO DAS FLORES
Antonio Carlos Espindola, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (3)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE ROSEIRA
Eliana Lúcia Gil de Freitas, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (16) 

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE VARGINHA
Ricardo Gorito, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, sem ônus, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE RIO CLARO
Jefferson de Araujo Alves, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL PASSA TRÊS
Jefferson de Araujo Alves, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)




16 - DISTRITO DE VOLTA REDONDA

Superintendente Distrital: Rev. Anselmo Francisco do Amaral

AÇUDE II
Ruberval da Silva Ribeiro, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (4)

CAIEIRAS
Antônio Luiz de Freitas, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7) Titular
Marilda Lima Gonçalves de Freitas, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3) Ajudante

ü Congregação de Água Limpa
A suprir

DOM BOSCO
Otamar de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Titular
Adriana Cristina Pereira Oliveira, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial (2) Ajudante

JARDIM DAS AMÉRICAS (VOLTA REDONDA)
Adriano Tenório de Souza e Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

MINERLÂNDIA
José Sebastião Nunes Filho, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (9)

PINHEIRAL
Lucélia Fabrício Pinheiro Magalhães, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (6)

REDENTOR
Djalma Regis de Medeiro Júnior, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (7)

RETIRO
Anselmo Francisco do Amaral, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (12), Titular
Miriam Isabel Gallo do Amaral, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (12), Coadjutora

ü Congregação Nova Primavera
José Carlos Paula Chagas, Missionário Designado, Tempo Parcial, (1)

SANTA CRUZ (VOLTA REDONDA)
Sebastião Breves, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

SANTO AGOSTINHO
Carlos Alexandre da Silva Reis, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (15), Titular

ü Congregação Belmonte
Mário César da Silva Santos, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (3), Ajudante


VOLDAC
Carlos Eduardo Mota Chaves, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (17), Titular

VOLTA GRANDE II
Nilo Sérgio Vieira, Pastor Ativo, Tempo Integral, (15)

VOLTA REDONDA
Daniel Silveira, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) Titular
Rafael Bernardo de Pontes, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2) Coadjutor

ü Congregação de Vila Rica
Robson Luis Dias de Oliveira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE BOA VISTA
João Gilberto Sobral e Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE CANDELÁRIA
Mauro de Paiva Luciano, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (3) Titular
Henriqueta Maria Rodrigues Pereira Luciano, Pastora Ativa, Tempo Parcial, (3) Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE JARDIM AMÁLIA
Célio Augusto Ferreira Castelo, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (7), Titular
Weberth Ventura Valerio, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2) Ajudante

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE JARDIM BELVEDERE
Douglas dos Santos Marins, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE PARQUE MAÍRA
Marcelo Alves da Silva, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL DE PONTE ALTA
Chistopher Marx Cortez Olinto, Missionário Designado, Tempo Parcial, (2)

 CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL EM NOVA BEIRA RIO
Luiz Cláudio de Souza, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (2)

CAMPO MISSIONÁRIO DISTRITAL VILA AMERICANA
Sérgio de Carvalho Braga, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)


NOMEAÇÕES E CESSÕES DE OBREIROS E OBREIRAS PARA MINISTÉRIOS ESPECÍFICOS

I)       PASTORAIS ESCOLARES E CAPELANIAS

a) INSTITUTO METODISTA DE AÇÃO SOCIAL - IMAS
Valter Nogueira Lobato, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5) Coord.
Laiza Francisca Gomes, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (6)
      Maria Emília Ferreira Barros, Aspirante ao Presbiterado, Tempo Parcial, (1)

b) INSTITUTO METODISTA ANA GONZAGA – IMAG
       Cléia Maria Cabral de Mello, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

c) LAR METODISTA ANA GONZAGA – LAMAG
      Cléia Maria Cabral de Mello, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (1)

II)    INSTITUIÇÕES REGIONAIS

a) INSTITUTO METODISTA DE FORMAÇÃO MISSIONÁRIA
Cesar dos Santos Silva, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2) - Diretor
Fábio Fabrício Arantes, Presbítero Ativo, (3)
Rogério Vanderlei Maia do Amaral, Aspirante ao Presbiterado, (3)

b) FACULDADE DE TEOLOGIA METODISTA CESAR DACORSO FILHO
Levy da Costa Bastos, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (6) – Diretor 
Nelson de Souza Motta Marriel, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (17)
Ricardo Lengruber Lobosco, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (13)

III) MINISTÉRIO DE APOIO PASTORAL JUNTO ÀS FEDERAÇÕES

a) FEDERAÇÃO DE MULHERES
Giselma de Souza Almeida Matos, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (9)

b) FEDERAÇÃO DE HOMENS ASSESSOR PASTORAL
José Carlos Vieira Cardoso, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)

c) FEDERAÇÃO DE JOVENS - ASSESSOR PASTORAL
Marcos Gomes Torres, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (2)

d) FEDERAÇÃO DE JUVENIS ASSESSOR PASTORAL
Djalma Barbosa de Lima Filho, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (5)
Péricles de Oliveira Ribeiro, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

e) DEPARTAMENTO REGIONAL DE PESSOAS QUE TRABALHAM COM CRIANÇAS
Lúcia de Almeida Assis, Leiga (3)
e.1) ASSESSOR PASTORAL DO DEPARTAMENTO REGIONAL DE PESSOAS QUE TRABALHAM COM  CRIANÇA
Jonas Falleiro Júnior, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (9)

IV) MINISTÉRIOS REGIONAIS

COORDENAÇÃO REGIONAL DOS NÚCLEOS DE CAPACITAÇÃO MISSIONÁRIA
Coordenação – Livingstone dos Santos Silva, Diácono, Tempo Parcial, (16)


V) ASSESSORIA EPISCOPAL DE PROJETOS
Jorge Luiz Ferreira Domingues, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (18)

VI) PASTORAL DA JUVENTUDE EM CONFLITO COM A LEI
Maria do Carmo Moreira Lima, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (21)
André Luiz Guimarães Daniel, Leigo, (5)

VII) PASTORAL DA TERCEIRA IDADE
Ruth Silva, Presbítera Inativa, Tempo Parcial, (13)

 VIII)) ASSESSORIA PASTORAL AO MINISTÉRIO REGIONAL DE PASTORAL CARCERÁRIA
Edvandro Machado Cavalcante, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (17) - Coordenador
Wilson Aparecido Pereira, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (4)

IX) MINISTÉRIO REGIONAL DE ENSINO E CAPACITAÇÃO
Deise Luce de Sousa Marques, Leiga, (2)

X) MINISTÉRIO REGIONAL DE DISCIPULADO
Carla Simone Ferreira Alves, Rosa – Coordenadora, (3)_
Clinger Cosme Campos, Presbítero Ativo – Secretário Executivo para o Curso de TDM – Treinamento de Discípulos e Mestres, (3)

XI) ÁREAS DE AÇÃO MISSIONÁRIA

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE EXPANSÃO MISSIONÁRIA
Ronan Boechat Amorim, Presbítero Ativo, (4)

VOLUNTÁRIOS EM MISSÃO
Selma Antunes da Costa, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (4)

MINISTÉRIO REGIONAL DE MISSÕES E EVANGELIZAÇÃO
Selma Antunes da Costa, Presbítera Ativa, (16)
Ronan Boechat Amorim, Presbítero Ativo, (9)
Cesar dos Santos Silva, Presbítero Ativo, (6)
Neuza Farias, Leiga, (6)
MINISTÉRIO REGIONAL DE INTERCESSÃO
Ruth Maria Kato, Presbítera, (13)

PROJETO MISSIONÁRIO DE FÉRIAS
Anselmo Francisco do Amaral, Presbítero Ativo, (3)

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE APOIO ADMINISTRATIVO
Carlos Alberto da Silva, Leigo, (3)

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE FINANÇAS
Júlio Cesar Fernandes, Leigo, (3)

ASSESSOR PASTORAL DO MINISTÉRIO DE APOIO ADMINISTRATIVO
Ewander Ferreira de Macêdo, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (3)

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE AÇÂO SOCIAL
Edvandro Machado Cavalcante, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (7)

ASSESSORA DA PASTORAL DO PROJETO SOMBRA E ÁGUA FRESCA
Rosinete Marques Ferreira Siqueira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (11)

SECRETÁRIO DE COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO MINISTERIAL
Marcello José Pimenta Fraga, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (4)

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE AÇÂO DOCENTE
Deise Luce de Sousa Marques, Leiga, (2)

SECRETARIA REGIONAL DE PLANEJAMENTO E PROJETOS
Clóvis de Oliveira Paradela, Pastor Ativo, Tempo Parcial, (9)

SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL DA ASSOCIAÇÃO DA IGREJA METODISTA
Rosemari Pfaffenzeller, Leiga (10)

DEPARTAMENTO REGIONAL DA ESCOLA DOMINICAL
Thaiana Kerlla Santos de Assis, Missionária Designada, Tempo Parcial, (2)

XII) ASSESSORIA PASTORAL OS/ÀS ALUNOS/AS DA FACULDADE DE TEOLOGIA EM SÃO PAULO
Rev. Bruno Leonardo Soares do Couto, Presbitero Ativo, Tempo Parcial, (5)

XIII) OBREIROS CEDIDOS A ORGÃOS E INSTITUIÇÕES GERAIS

a)    PASTORAIS ESCOLARES DAS INSTITUIÇÕES GERAIS

INSTITUTO METODISTA BENNETT
Renilda Martins Garcia, Presbítera Ativa, Tempo Integral (3)
UMESP - UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO
Hércules de Andrade Araújo, Presbítero Ativo, Tempo Integral (2)
     PASTORAL UNIVERSITÁRIA DO IPA
     Joziane Ester Silvério de Freitas, Presbítera Ativa, Tempo Integral (4)

b) FATEO - FACULDADE DE TEOLOGIA DA IGREJA METODISTA – RUDGE RAMOS - SP
Rui de Souza Josgrilberg, Presbítero Ativo, (31)
Danielle Lucy Bósio Frederico, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (3)
Cláudio Augusto Kelly, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (2)
c) SECRETARIA NACIONAL VIDA E MISSÃO
Joana D´Arc Meireles, Presbítera Ativa, Tempo Integral, (10)

d) ÁREA DE EDUCAÇÃO CRISTÃ
Andreia Fernandes Oliveira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, (10)

XIV) OBREIRO CEDIDO A ORGANISMO ECUMÊNICO COMISSÃO

PASTORAL DA TERRA
Nancy Cardoso Pereira, Presbítera Ativa, Tempo Parcial, Sem ônus, (16)

XV) OBREIRO CEDIDO À ÁREA GERAL PARA SERVIÇO NO EXTERIOR

IGREJA METODISTA UNIDA - ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Jorge Luiz Ferreira Domingues, Presbítero Ativo, Tempo Integral, (20)

IGREJA METODISTA NA BOLÍVIA
Ricardo Saavedra Valência, Presbítero Ativo, Tempo Parcial, (1)  

XVI) MINISTROS INATIVOS

LICENCIADOS PARA ESTUDOS
Marcos Roberto Chaves, Presbítero

LICENCIADOS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE
Eunice dos Santos Brandão, Pastora
Irapuani Francisco de Paulo, Pastor
Julio Cesar Galvão Cáo, Presbítero
Wanda Lúcia Messias Pereira, Pastora

LICENCIADOS PARA TRATAR DE ASSUNTO PARTICULAR

Antonella Nicotina Gomes, Pastora
Denise de Alcântara Lourenço, Presbítera
Helenio Dalboni de Lima, Pastor
Ilídio Christino de Oliveira Júnior, Presbítero
José Júlio de Andrade Dias, Presbítero
Marcos José Gonçalves Ferreira, Presbítero
Orlando Amaral, Pastor
Sérgio Rodrigues Teixeira, Presbítero
Sheila Luiza de Paiva, Presbítera
Vítor Paulo Rodrigues Ferreira, Presbítero

APOSENTADOS

Abimael Tabosa de Mello - Presbítero
Abner Fernandes, Presbítero
Acir Goulart – Presbítero
Adilson Nunes Monteiro, Presbítero
Adonias Bandeira de Ataídes, Pastor Suplente
Aires Fontes, Pastor
Almir José Santana, Presbítero
Aloísio Eugênio de Almeida, Pastor
Antonio de Freitas, Pastor
Antonio de Sá Neto, Pastor-Suplente
Antonio Faleiro Sobrinho, Presbítero
Ariel Fernandes Lessa, Presbítero
Carlos Alberto Namorato, Presbítero
Carlos Octaviano Ferreira Simões, Presbítero
Cícero Rosa da Conceição, Presbítero
Dário Ladeira, Presbítero
Davi Antunes
Dilmo Maurício da Silva Barbosa, Pastor
Elizabeth Andrade Máximo, Pastora
Emílio Barbosa Rodrigues, Pastor Suplente
Ercy Teixeira Braga, Presbítero
Eser Silva, Pastor
Filipe Antonio Mesquita, Presbítero
Filipe Pereira de Mesquita, Presbítero
Francisco de Souza Dantas, Presbítero
Henrique Fernandes, Presbítero
Isaías Adão da Silva, Presbítero
Itamar Alves Barbosa, Presbítero
Ivan Porto de Souza, Pastor
Jacson Tavares de Sá, Pastor
James Edwin Tims, Presbítero
Jessé Constantino de Oliveira, Pastor Suplente
Jessé Miramar Esquerdo, Pastor Suplente
João Satiro – Presbítero
João Teixeira Filho, Presbítero
Joel Dias da Silva, Presbítero
Jonas Falleiro, Presbítero
Jorge Rodrigues Cruz Filho, Presbítero
Jorge Ferreira de Souza, Pastor
Jorge Lessa, Presbítero
José Gomes de Barros, Pastor
José Simplício da Silva, Presbítero
Josemar Batista Neves - Pastor
Jozias Pereira Jorge, Presbítero
Juarez Francisco Ferreira, Pastor
Leci Moura da Silva, Pastora
Lenício Gomes Sales, Pastor
Luiz Francisco da Silva, Pastor
Luiz Machado Morais, Presbítero
Manoel Horácio da Silva, Presbítero
Manoel Pires da Costa, Pastor Suplente
Maria das Dores dos Santos, Presbítera
Maria Oliveira Rodrigues, Presbítera
Marly Ribeiro Oberlaender – Pastora
Marocy Baptista de Souza – Presbítero
Melchias Silva, Presbítero
Moacyr Eduardo Correa, Presbítero
Natanael de Souza Sobrinho, Pastor
Niva Pereira Morais – Presbítera
Osair Martins de Souza - Pastor
Ozias Barreto, Presbítero
Oziel Gomes, Presbítero
Paulo Ayres Mattos, Bispo Emérito
Paulo Pena Schütz, Presbítero
Paulo Vieira, Presbítero
Raimundo Joe Brasileiro, Pastor
Rosângela de Oliveira, Presbítera
Ruth Maria Kato, Presbítera
Sábio Neres da Silva, Diácono
Silas Jansem de Oliveira, Pastor Suplente
Uriel Teixeira, Presbítero
Valdenir Resende Neves, Pastor
Wilson Rangel Guerrieiro, Presbítero