terça-feira, 16 de junho de 2015

SOFREMOS UM GRANDE PREJUÍZO ESPIRITUAL QUANDO FALTAMOS AOS CULTOS



Ev. João 20:

24: Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. 
25 Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.

26 E, oito dias depois, estavam outra vez os seus discípulos dentro, e, com eles, Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco! 
27 Depois, disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente. 
28 Tomé respondeu e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! 
29 Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram!


Todos nós temos o hábito de depreciar Tomé por sua incredulidade!
Ele não acreditou quando os discípulos disseram terem visto Jesus Ressuscitado!
Na realidade, se lermos bem o versículo 24, Tomé não estava presente no dia em que Jesus se manifestou vivo aos apóstolos. 
Ele tinha outro compromisso no dia, por isso ficou no prejuízo!
Em Hebreus, capítulo 10, verso 25, diz assim: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. 
Estar no culto é cumprir o que Senhor nos ordenou: Congregar
Quando nos reunimos, congregamos.
Deus levou a sério o nosso voto de sustentar nossa Igreja com a nossa freqüência e participação regular!
Quando o povo de Deus estava no deserto, Deus mandava um Maná, novo e fresco, todos os dias.
Assim também, em todos os cultos, Deus fala algo novo para a Igreja. 
Pessoas são recebidas à comunhão da Igreja, milagres são relatados que edificam a nossa fé, desafios são compartilhados e aumenta a unidade entre os filhos e as filhas de Deus.
Deixar de estar nos cultos, no discipulado, na Escola Dominical, etc... é deixar de aprender a vontade de Deus para nossas vidas, tornando-nos indesculpáveis por erros que cometemos por menosprezarmos os ensinos bíblicos oferecidos pela Igreja.
Quem é comprometido com Deus e com a Igreja, com certeza, é uma pessoa mais feliz, mais abençoada e mais realizada espiritualmente.
Não troque os cultos de sua Igreja por nada, a vida tem mostrado que é um tremendo prejuízo!

Com carinho

Pr. Ednaldo Breves

segunda-feira, 15 de junho de 2015

OS/AS FUTUROS/AS BISPOS/AS DA IGREJA METODISTA COMEÇARÃO A SER ESCOLHIDOS/AS PELA IGREJA LOCAL


Uma decisão do último Concílio Geral  democratizou o processo de eleição dos Bispos e Bispas no próximo Concílio Geral!

Resumo:

Todos os processos se darão sem debates e escrutínio secreto!

1 - IGREJA LOCAL - O pastor titular receberá da Sede Regional uma Cédula com o nome de todos/as os/as Presbíteros/as aptos a concorrerem! A Igreja se reunirá em Concílio Local e votará em 3 nomes. 
Os nomes dos/as 3 mais votados por maioria simples de cada Igreja serão entregues ao Superintendente Distrital!

2 - CONCÍLIO DISTRITAL - De posse dos 3 nomes eleitos por cada Igreja o/a Superintendente Distrital elaborará uma Cédula, em ordem alfabética, com todos os nomes eleitos pelas Igrejas do Distrito. Será convocado um Concílio Distrital, onde os/as Delegados/as votarão em 3 nomes contidos na Cédula dos Eleitos pelas Igrejas Locais.
Os nomes dos/as 3 mais votados por maioria simples serão entregues a/ao Bispa/o!

3 - CONCÍLIO REGIONAL - De posse dos 3 nomes eleitos por cada Distrito, o/a Bispo/a elaborará uma Cédula, em ordem alfabética, com todos os nomes eleitos pelos Distritos desta Região. Será convocado um Concílio Regional onde os/as Delegados/as votarão em 3 nomes contidos na Cédula dos Eleitos nos Distritos.
Os nomes dos/as 3 mais votados por maioria absoluta irão compor a Lista Tríplice a ser entregue ao Bispo Presidente do Concílio Geral! 
O/a Bispo/a, presidente da Região, desejando se candidatar apresenta seu nome ao Concílio Regional, para ser acrescida a lista, que passará à ser quádrupla.

4 - CONCÍLIO GERAL - A eleição dos bispos ou bispas acontecerá no 20* Concílio Geral. A cédula de votação, preparada em ordem alfabética, terá o nome de todos os nomes que constarem nas Listas Tríplices ou Quádruplas de Cada Região!
O Bispo Presidente apresentará um histórico ministerial (modelo padrão elaborado pela Cogeam) de cada candidato/a!
Aqueles/as que alcançarem maioria absoluta de votos, até que se supram todas as vagas, serão declarados/as eleitos/as!

Em oração e submissão ao Senhor somos convidados/as a participar deste processo. 

OBSERVAÇÃO

Se ainda não estamos no processo ideal, considero que avançamos bem!
Minha oração é que em todo o processo (local, distrital, regional e nacional), a boa mão de Deus esteja guiando e abençoando todos os conciliares e os/as que forem eleitos/as, para que ao final possamos dizer: ... Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós... (Atos 15:28a)

Pr. Ednaldo Breves


quarta-feira, 3 de junho de 2015

PERMITA SER TRANSFORMADO PELAS MÃOS DE DEUS

Um ferreiro, depois de uma juventude cheia de excessos, decidiu entregar sua vida a Deus. Durante muitos anos, trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas apesar de toda a sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário; seus problemas e dívidas se acumulavam cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitava e que se compadecia de sua situação difícil comentou:
“É realmente muito estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas, apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado”.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Eis o que disse o ferreiro:
“Eu recebo o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espada. Você sabe como é feito? Primeiro, eu aqueço a chapa de aço num calor terrível, até ficar vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, pego o martelo mais pesado e aplico vários golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo ela é mergulhada em um balde de água fria, e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente”.
O ferreiro continuou:
“Às vezes, o aço chega até minhas mãos e não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria acabam de enchê-lo de rachaduras. Eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria”.
Mais uma pausa, e o ferreiro concluiu:
“Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceitado as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é:” Meu Deus, não desista até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas “. (autor Lynell Waterman)”.

A FASCINANTE HISTÓRIA DO BISPO METODISTA FRANCIS ASBURY

"1º de setembro de 1784. O Rev. João Wesley, Tomás Coke e James Creighton, presbíteros da Igreja da Inglaterra (Anglicana) formaram um presbitério e ordenaram a Ricardo Whatcoat e Tomás Vasey diáconos e no dia 2 de setembro, pelas mesmas mãos, Ricardo Whatcoat e Tomás Vasey foram ordenados presbíteros e Tomás Coke, doutor em leis, superintendente para a Igreja de Deus sob nosso cuidado na América do Norte. "
João Wesley ratificou este proceder escrevendo mais tarde uma carta circular que começa assim:
"Visto que nossos irmãos americanos estão agora completamente desembaraçados, tanto do estado como da hierarquia eclesiástica inglesa, não ousamos enredar-nos novamente tanto em um como em outra. Agora estão com plena liberdade de cingir-se (prender-se, ligar-se, no sentido de submeter-se) tão só às Escrituras e à Igreja Primitiva. E nós julgamos que o melhor é que eles permaneçam firmes naquela liberdade com que Deus os fez dessa maneira providencialmente tão livres."
O título de superintendente usado para o Dr. Coke foi mudado na América pelo de bispo, porque os irmãos ali disseram que segundo as Escrituras, o uso do termo bispo era mais apropriado que o outro. Nas atas do ano de 1785 da Conferência de ministros na América, acha-se a seguinte nota:
"Como os tradutores de nossas versões da Bíblia têm usado a palavra inglesa 'bispo' em vez de 'superintendente', pensamos que seria mais conveniente, conforme as Escrituras, adotar o termo bispo."
Desta maneira Tomás Coke veio a ser o primeiro bispo da Igreja Metodista no mundo inteiro. E por certo que foi digno dessa distinção, e sua obra o justificaria. É de notar que Wesley não houvera chegado a tal extremo se não fosse porque a necessidade o obrigou, e, ao curvar-se ante a necessidade, sentiu o dever de justificar sua atitude como que para dar-lhe caráter e força de legalidade. A missão do Dr. Coke nos Estados Unidos consistia em organizar os metodistas em corpo separado, que em princípio se adequaria, com ligeiras modificações, às leis canônicas e à liturgia da Igreja Anglicana, pois parecia a João Wesley que eram as melhores que ele podia oferecer-lhes dentre, todas as demais liturgias e formas de governo eclesiástico. Além disso, ia com poderes para ordenar tantos ministros itinerantes quantos estivessem em condições de sê-lo, e consagrar superintendente em pé de igualdade com ele a Francis Asbury, que foi o líder natural do grupo (metodista) americano.
Quando o Dr. Coke tratou do assunto com Francis Asbury, este recusou aceitar como terminantes e finais as ordens de João Wesley para que ele fosse consagrado superintendente (bispo). Propôs que se convocasse uma Conferência de todos os pregadores para que eles mesmos, depois de haver-se inteirado da resolução de João Wesley, tomassem as determinações que melhor lhes parecessem. Somente aceitaria tão alta responsabilidade se os colegas americanos estivessem de acordo em elegê-lo superintendente. Então enviaram Freeborn Garrettson, um dos pregadores itinerantes de maior influência entre seus companheiros, que saiu a galope para convocar os pregadores da América que pudesse encontrar para uma Conferência Geral na cidade de Baltimore, Maryland. Nela se resolveria o futuro destino do metodismo americano e se realizaria a eleição dos que haveriam de assumir a direção da flamante igreja. Essa foi a tão lembrada Conferência de Natal.
Dos oitenta e três pregadores estiveram presentes cerca de setenta, e elegeram por unanimidade Coke e Asbury como superintendentes associados do metodismo americano. 
No segundo dia da Conferência, dia de Natal, Asbury foi ordenado diácono por Coke, assistido por Whatcoat e Vasey. 
No dia seguinte foi ordenado presbítero.
No outro, consagrado superintendente (bispo). No serviço de consagração participou também o Rev. Filipe Otterbein, ministro alemão, grande admirador e amigo pessoal de Asbury.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A VIDA DE JOÃO WESLEY - SUGESTÃO PARA ESCOLA DOMINICAL DE 24.05.2015

TEXTO BASE: Lamentações 3:21


QUEM FOI JOÃO WESLEY?
John Wesley (Epworth, Inglaterra, 17 de junho de 1703 — Londres, 2 de março de 1791) foi um clérigo anglicano e teólogo cristão britânico, líder precursor do movimento metodista e, ao lado de William Booth, um dos dois maiores avivacionistas da Grã-Bretanha.
John Wesley viveu na Inglaterra do século XVIII, uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados. A Inglaterra estava cheia de mendigos itinerantes, políticos corruptos, vícios e violência generalizada. O cristianismo, em todas as suas denominações, estava definhando. Ao invés de influenciar, o cristianismo estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Primeiro, durante o tempo de estudante na Universidade de Oxford, depois como líder no meio do povo.

INFÂNCIA.


John Wesley, décimo quinto filho do ministro anglicano Samuel Wesley e de Susana Wesley, nasceu a 17 de junho de 1703, emEpworth na Inglaterra.
Devido às atividades pastorais e políticas que impediam o Reverendo Samuel de dar a devida assistência ao lar, Susana assumiu a administração financeira da família e a educação dos filhos e filhas. Disciplinava-os com rigidez, mantendo um horário para cada atividade e reservando um tempo de encontro com cada filho para conversar, estudar e orar.

INCÊNDIO EM SUA CASA.


Ainda na infância, John Wesley foi o último a ser salvo, de forma miraculosa, em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde estivera preso no segundo andar. A partir desse dia, Susana, sua mãe, dedicou-lhe atenção especial, pois entendeu que Deus havia poupado sua vida para algo muito especial.
Aos cinco anos de idade, Susana Wesley começou a alfabetizar John, usando o livro dos Salmos como apostila.
John estudou com sua mãe até os 11 anos. Entrou, então, para uma escola pública, onde ficou como aluno interno por seis anos. Aos 17 anos, foi para a Universidade de Oxford.

ESTUDOS


John Wesley iniciou seus estudos em Oxford onde começa a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários de “Clube Santo”, ele não inventou o nome: alunos, notando que os membros do grupo tinham horário e método para tudo que faziam, os tacharam como ‘metodistas’. Wesley preferia chamá-los simplesmente de ‘Metodistas de Oxford’..
Neste grupo Wesley e seu irmão Charles iniciaram visitas e evangelismos em presídios. Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia na época.
Assim, gradua-se em Teologia, e pode ajudar a seu pai na direção da Igreja Anglicana.
Isto até os 32 anos, quando atendeu a um apelo: precisava-se de missionários na Virgínia, Nova Inglaterra.

 

MISSÃO EM VIRGÍNIA

Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi a viagem missionária de Jonh Wesley aos EUA - Virgínia para “evangelizar os índios” sendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno Jonh Wesley expressa sua frustração “fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?”. Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios (grupo de cristãos pietistas que buscavam a conversão pessoal mediante o Espírito Santo) a bordo do navio que, durante uma grande tempestade, as crianças e os adultos moravios cantavam e louvavam ao nome do Senhor (Deus) e Wesley vendo a fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley por ele achar que, Deus não poderia o justifica-lo mediante seus pecados e por isso constantemente temia a morte desde sua juventude) predispôs à seguir a fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.

 

CONVERSÃO

Após 2 anos, John Wesley volta desiludido com o trabalho realizado na Virgínia. Encontra-se, então, com Pedro Böhler, em Londres. Böhler era pastor moraviano (da Morávia, Alemanha) e com ele John Wesley se convence de que a fé é uma experiência total da vida humana. Procurou, então, libertar-se da religião formalista e fria para viver, na prática, os ensinos de Jesus.

 

A EXPERIÊNCIA DO CORAÇÃO AQUECIDO

No dia 24 de maio de 1738, na rua Aldersgate, em Londres, Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, é assim narrada em seu diário:
“Cerca das oito e quinze, enquanto ouvia a preleção sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, em verdade meus, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração”.
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Charles Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.

IGREJA


Como não havia muitas oportunidades na Igreja Anglicana, Wesley pregava aos operários em praças e salões – muito embora ele não gostasse de pregar fora da Igreja – E tornou-se conhecidíssima esta sua frase: “o mundo é a minha paróquia”. Influenciados pelos moravianos, John e seu irmão Charles organizaram pequenas sociedades e classes dentro da Igreja da Inglaterra, liderados por leigos, com os objetivos de compartilhar, estudar a Bíblia, orar e pregar. Logo o trabalho de sociedades e classes seria difundido em vários países, especialmente nos EUA e na Inglaterra e estaria presente em centenas de sociedades, com milhares de integrantes. Com tanto serviço, Wesley andava por toda a parte a cavalo, conquistando o apelido de ‘O Cavaleiro de Deus’. Calcula-se que, em 50 anos, Wesley tenha percorrido 400 mil quilômetros e pregado 40 mil sermões, com uma média de 800 sermões por ano. John Wesley deixou um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais. A Igreja Metodista, como Igreja propriamente, organizou-se primeiro nos EUA e depois na Inglaterra (somente após a morte de Wesley no dia 2 de março de 1791).

MEMBROS NOS ESTADOS UNIDOS



1771 – 361 membros 
1780 – 8.500 membros
1784 – 15.000 membros 
1790 – 57.621 membros 
1800 – 64.894 membros
1809 – 163.038 membros


DOUTRINA

·       Wesley ensinava que a conversão a Jesus é comprovada pela prática (testemunho), e não pelas emoções do momento.

·     Valorização dos pregadores leigos que participavam lado a lado com os clérigos da Missão de evangelização, assistência e capacitação de outras pessoas.
·     Afirma que o centro da vida cristã está na relação pessoal com Jesus Cristo. É Jesus quem nos salva, nos perdoa, nos transforma e nos oferece a vida abundante de comunhão com Deus.
·         Valoriza e recupera em sua prática a ênfase na ação e na doutrina do Espírito Santo como poder vital para a Igreja.
·     Reconhece a necessidade de se viver o Evangelho comunitariamente. John Wesley afirmou que “tornar o Evangelho em religião solitária é, na verdade, destruí-lo”.
·         Preocupa-se com o ser humano total. Não é só com o bem-estar espiritual, mas também com o bem-estar físico, emocional, material. Por isso devemos cuidar do nosso próximo integralmente, principalmente dos necessitados e marginalizados sociais.
·         Podemos afirmar que o bem-estar espiritual é o resultado da paz de Cristo que alcança todas as áreas da vida do cristão. É o resultado do bem-estar físico, emocional, econômico, familiar, comunitário. Tudo está nas mãos de Deus, nEle confiamos e Ele é fiel em cuidar de nós. Sua salvação alcança-nos integralmente.
·         Enfatiza a paixão pela evangelização. Desejamos e devemos trabalhar com paixão, perseverança e alegria para que o amor e a misericórdia de Deus alcancem homens e mulheres em todos os lugares e épocas.
·         Aceita as doutrinas fundamentais da fé cristã, conforme enunciadas no Credo Apostólico (Cremos na Bíblia, em Deus, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, no ser humano, no perdão dos pecados, na vitória por meio da vida disciplinada, na centralização do amor, na segurança e na perfeição cristã, na Igreja, no Reino de Deus, na vida eterna, na segunda vinda de Jesus, na graça de Deus para todos, na possibilidade da queda da graça divina, na oração intercessória, nas missões mundiais.
·         Cremos profundamente no Amor de Deus em nossa vida, amor dos irmãos, enfatizando o equilíbrio entre os atos de piedade (atos devocionais) e os atos de misericórdia (a prática de amor ao próximo).

LEGADO


Além de milhares de convertidos e encaminhados para a santificação cristã, houve também obras sociais dignas de destaque, como estas: Dinheiro aos pobres (Wesley distribuía). Compêndio de medicina (Wesley escreveu e foi largamente difundido). Apoio na reforma educacional. Apoio na reforma das prisões. Apoio na abolição da escravatura! Atualmente, o total de membros da comunidade metodista no mundo está estimado em cerca de 75 milhões de pessoas. O maior grupo concentra-se nos Estados Unidos: a Igreja Metodista Unida neste país é a segunda maior denominação protestante.
Faleceu a 2 de março de 1791, em Londres, Inglaterra. Encontra-se sepultado em Wesleys Chapel, Grande Londres, Londres, Inglaterra.

PARA REFLEXÃO:

  1. Deus ainda pode levantar pessoas como João Wesley ainda hoje?
  2. Qual o legado deixaremos para as próximas gerações?

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O IDIOTA E A MOEDA



Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. 
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. 
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.
Arnaldo Jabor.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

SÓ DEUS É TODO PODEROSO


DIZ A TRADIÇÃO QUE PERTO DE MORRER, ALEXANDRE, O GRANDE, FEZ 3 PEDIDOS AOS SEUS MINISTROS:

1) Que seu caixão fosse carregado pelos melhores médicos da época.

2) Que os tesouros que tinha, fossem espalhados pelo caminho até seu tumulo.

3) Que suas mãos ficassem fora do caixão e a vista de todos.

Os ministros surpresos perguntaram quais são os motivos?

Ele respondeu:

1) Eu quero que os melhores médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles não têm poder nenhum sobre a morte.

2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que todos possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui ficam.

3) Eu quero que minhas mãos fiquem para fora do caixão, de modo que as pessoas possam ver que viemos com as mãos vazias, e de mãos vazias voltamos.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS DIA DAS MÃES

Quando chega o segundo domingo de maio, é gostoso receber e demonstrar amor às mães pelo seu dia.

É um dia também para se lembrar, com o coração cheio de gratidão, das mães que já se foram.

Afinal, o Dia das Mães nasceu como uma homenagem póstuma da metodista norte-americana Anna Marie Jarvis à sua própria mãe. A primeira comemoração oficial foi numa Igreja Metodista, 100 anos atrás.

No ano de 1905, Anna Marie Jarvis recebeu um duro golpe: a morte de sua mãe, exemplo de dedicação e fé. Dois anos mais tarde, em 1907, no segundo domingo de maio, Anna convidou várias amigas para sua casa na Filadélfia, EUA, para uma celebração de ação de graças pela vida de sua mãe. Na ocasião ela anunciou a idéia de se instituir um dia nacional em honra às mães.




No verão seguinte, Anna escreveu ao Superintendente da Escola Dominical da Igreja Metodista Andrews em Grafton, sugerindo que a igreja na qual sua mãe tinha dado aulas por 20 anos, celebrasse o Dia das Mães em sua homenagem.

Assim, no dia 10 de Maio de 1908, celebrou-se oficialmente o primeiro Dia das Mães da história. Em 1914, a celebração tornou-se nacional, aprovada pelo Presidente Woodrow Wilson.

Desde 1908, a homenagem às mães acontece na Igreja Metodista Andrews, agora conhecida como Capela do Dia das Mães, na cidade de Grafton, West Virginia. O local tornou-se também uma espécie de museu dedicado à comemoração.






A HISTÓRIA QUE NÃO É CONTADA:


Mas nem tudo foram rosas (ou cravos, escolhidos por Anna para simbolizar a data) na bela história do Dia das Mães. Muito cedo Anna se decepcionaria com os rumos tomados pela comemoração. Ela ficava simplesmente chocada quando via os comerciantes aproveitando-se da data. “Não era essa minha intenção! Eu queria que fosse um dia de sentimento, não de lucro!, reclamava Anna. Desgostosa, ela ironizava: “Um cartão impresso não significa nada, a não ser que você é muito preguiçoso para escrever para a mulher que fez mais por você do que qualquer outra pessoa no mundo. E doce! Você compra uma caixa para sua mãe – e come a maior parte você mesmo. Um lindo gesto!”

O mesmo empenho que Anna teve para criar e oficializar o Dia das Mães, ela teve para destruí-lo. Em 1923, moveu um processo contra o governo de Nova York para cancelar a celebração e, é claro, perdeu. Enraivecida, ela atacou uma barraca de florista (mais ou menos como Jesus fez com as mesas dos cambistas no templo de Jerusalém) e foi presa por perturbação da ordem.

Anna Jarvis nunca conseguiu fazer com que o Dia das Mães “acabasse” ou voltasse à pureza original. Morreu pobre e sozinha, aos 84 anos de idade, e foi enterrada ao lado de sua mãe.

Suzel Tunes

(traduzido e adaptado dos sites: http://www.mothersdayshrine.com/)

terça-feira, 5 de maio de 2015

MÃE MÁ - A PROPÓSITO DO DIA DAS MÃES

O referido texto foi publicado recentemente por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe - Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta.

A MÃE MÁ

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:

- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".

- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

- Estou contente, venci. Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

FOI TUDO POR CAUSA DELA!

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como ela foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

Para meditação: "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele." Provérbios 22:6

UMA HOMENAGEM A TODAS AS MÃES

Profissão Mãe

Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.

- "O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.

- "Claro que tenho um trabalho", exclamou.

- "Sou mãe".

- "Nós não consideramos "mãe" um trabalho. Vou colocar "Dona de casa", disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história
até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona da situação, perguntou:

- Qual é a sua ocupação?

Não sei o que me fez dizer isto, as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora

- "Sou Doutora em Desenvolvimento 
Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.


Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz exatamente?

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:

- "Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe(minha família), e já recebi quatro projeto (todas meninas).

Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???),o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou e, pessoalmente me abriu a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carteira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3 anos.

Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas: "Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".

As bisavós: "Doutora- Executiva- Sênior".

E as tias: "Doutora - Assistente".

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, 
mães, esposas, amigas, companheiras.

Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!

(extraído)

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas,

sexta-feira, 1 de maio de 2015

ORIGEM DO DIA DO TRABALHO

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.


A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.

Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:

- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.

FONTE: http://www.suapesquisa.com/

DIA DO TRABALHO - DIA DO TRABALHADOR



O Dia do Trabalho é uma data universal.
Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago. 

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket. 

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional. 

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

MAIS UM BRASILEIRO EXECUTADO NA INDONÉSIA

O brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, foi executado nesta terça-feira (28) por fuzilamento na ilha de Nusakambangan, na Indonésia, cumprindo uma condenação à morte por tráfico de drogas.
Ele foi o segundo brasileiro executado na Indonésia em 2015.
O paranaense foi condenado à morte em 2005, um ano após ser preso no aeroporto de Jacarta com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe.
Diagnosticado com esquizofrenia paranoide no ano passado, sua defesa tentou, sem sucesso, convencer autoridades a reverter a condenação. 
A família alegou que Gularte foi aliciado por traficantes por causa de seu estado mental.
Segundo relato do diplomata Leonardo Carvalho Monteiro, que o visitou na prisão no último sábado, Gularte reagiu com "delírio" à informação de que seria executado. Ele também rejeitou os três últimos pedidos a que teria direito antes de morrer, mas pediu para ser enterrado em Curitiba, sua cidade natal.
Depois de sua condenação há 11 anos, Gularte chegou a tentar suicídio na prisão. De acordo com sua prima Angelita Muxfeldt, sua situação médica piorou há três anos, e em 2014 uma equipe médica contratada pela família do paranaense o diagnosticou com esquizofrenia paranoide, sofrendo delírios e alucinações.
Ele foi avaliado novamente em março, mas o resultado do exame nunca foi divulgado pelas autoridades da Indonésia.
A falta de informações gerou protestos da família e do governo brasileiro.
Em nota no último domingo, o Itamaraty classificou de "inaceitável" a execução de Gularte, dizendo que o governo da Indonésia se recusou a reconhecer a doença mental do brasileiro e fugiu "ao mais elementar bom senso e a normas básicas de proteção dos direitos humanos". 

domingo, 12 de abril de 2015

PASTOREANDO COM O CORAÇÃO

Euzimar Nunes de Sousa

Jeremias 3:15

Vivemos uma crise pastoral sem precedente. E acredito que muito dessa crise se deve à falta de amor no ministério pastoral. Tanto temos pastores que têm medo de amar, e não ama; como temos igrejas que não sabem amar, e não amam. O medo a que me refiro tem feito com que muitos pastores se frustrem no ministério. Quem o pastor deve amar? Esta pergunta é inquietante porque ela nos desafia a pensar no pastorado com uma amplitude maior do que temos pensado.

O pastor precisa amar a Deus sobre todas as coisas e pessoas. Parece absurdo pensar que um pastor não ama a Deus. Mas absurdo maior é perceber que alguns não amam mesmo. Se perguntarmos a alguns crentes se Deus é prioridade na vida deles, eles vão nos responder que não. Infelizmente, esta resposta pode ser a mesma se perguntarmos a alguns pastores: Deus é prioridade na sua vida? Alguns, ou talvez muitos, vão responder que não. Alguns motivos podem explicar porque Deus não é prioridade na vida de alguns pastores, vejamos alguns:

Falta de conversão
Não é pelo fato de “ser” pastor que podemos afirmar que a pessoa é convertida. Para muitos, a palavra pastor é apenas um título e não uma função, logo, para estes, pode se ter o título mesmo que não seja convertido. Mas a falta de conversão é o grande impedimento para se ter uma boa relação de amor com Deus. Ter certeza de que Jesus é o nosso único e suficiente salvador é condição indispensável para se manter uma relação de amor com Deus.

Confusão quanto ao chamado para o ministério
Como alguém pode amar a Deus, se está realizando um ministério cheio de dúvidas? Tenho visto “colegas” sofrendo do mal da dúvida. Acham ou pensam que são chamados e às vezes acham ou pensam que não são. Esta dúvida martiriza alguns que, com sinceridade, têm procurado servir a Deus. Possivelmente, esta dúvida exista pela visão que temos desenvolvido na igreja de achar que o ministério mais importante seja o pastoral. Com isto temos motivado alguns bons evangelistas ou professores de EBD à posição de pastores. Com esta atitude perdemos bons evangelistas e professores e ganhamos pastores confusos. Creio que precisamos resgatar o valor de outros ministros e ministérios, sob pena de continuarmos penalizando bons crentes com o peso de um ministério para o qual não foram chamados.

Casamentos desajustados
Amar a Deus, estando no ministério pastoral e ao mesmo tempo vivendo um casamento desajustado, deve ser um desafio para um super-homem. Como falar do amor de Deus que concerta casamentos e não concerta o seu próprio? Como associar o amor mental, com o amor real (coração)? Como lidar com o peso de pregar sobre casamento, aconselhar casais, tendo um casamento desajustado? Certamente que não são poucos os pastores que vivem um casamento de aparência, de conflitos, de falta de amor. Precisamos nos permitir ser ajudados, ser menos auto-suficientes, ser menos hipócritas, ser mais amigo dos colegas e buscar mais colegas que sejam amigos. Precisamos empregar no nosso casamento os recursos que oferecemos aos demais casais.

Falta de vida devocional
Quando perguntaram ao Dr. Billy Grahan o que ele mudaria se começasse de novo seu ministério, ele respondeu: “eu pregaria menos e oraria mais” e ainda, acrescentou: “estudaria mais a bíblia para me alimentar e não apenas para pregar”. Muitos pastores não desenvolvem uma vida de oração e estudo da bíblia.

Falta de sucesso no ministério
O insucesso no ministério tem levado muitos pastores a pastorear sem amor. Logo vêm as cobranças; cobra a si mesmo, a família, as Igrejas, a denominação a que faz parte, os demais colegas (especialmente aqueles que parecem bem sucedidos). Muitas vezes o insucesso existe exatamente porque está faltando os pontos enumerados acima. Outras vezes o insucesso não é percebido porque está sendo medido de forma errada, isto é, às vezes se mede o sucesso no ministério pelo tamanho da igreja que pastoreia, pelo salário que está ganhando, pelo número de batismos realizados, pela quantidade de decisões que acontece quando pregam, pelos cargos que ocupa na denominação, etc. Mas acredito que estes não são necessariamente os parâmetros para se medir sucesso no ministério pastoral. Se você ama o rebanho que Deus te confiou para pastorear, se você consegue influenciar pessoas a amarem as outros, se você tem certeza que está no centro da vontade de Deus, o seu sucesso está garantido. Veja o que disse o Apóstolo Paulo em Atos 20:24 “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.” E ainda Paulo nos faz pensar em sucesso por outro lado quando ele escreve em I Timóteo 4:7 “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
Ele se mostra como um pastor de sucesso e que é este o sucesso que devemos almejar.