segunda-feira, 27 de junho de 2016

BISPO PAULO DE OLIVEIRA LOCKMANN DESISTE DE CONCORRER AO EPISCOPADO E ANUNCIA APOSENTADORIA

Bispo Paulo Lockmann em discurso no Concílio Mundial Metodista (2012).
O Bispo Paulo de Oliveira Lockmann, candidato ao episcopado pelas 1ª e 7ª Regiões, anunciou nesse sábado um comunicado oficial sobre a desistência de concorrer às eleições para bispo no 20º Concílio Geral, conclave da Igreja Metodista que acontece entre os dias 3 a 10 de julho, em Teresópolis/RJ. Na mensagem, o Bispo afirma: “…por razões familiares e por reconhecer que depois de 28 anos de episcopado e 46 de ministério  pastoral devo isto a minha família”. Lockmann destacou no comunicado que vai se dedicar à família, pregação e a pesquisa bíblica. No final desse ano, o Bispo Lockmann deve oficializar diretamente o pedido de aposentadoria à Comissão  de Relações Ministeriais da Igreja Metodista. Leia o comunicado abaixo enviado às delegações das 1ª e 7ª Regiões Eclesiásticas:

“Queridos irmãos.
Com muita contrição e gratidão a Deus e a Igreja Metodista comunico aos/às irmãos/ãs que, desde o dia 9 de junho, comuniquei ao bispo Adonias P. do Lago meu pedido de retirada do meu nome da lista de candidatos ao Episcopado da Igreja Metodista. Por razões familiares e por reconhecer que depois de 28 anos de episcopado e 46 de ministério pastoral devo isto a minha família e oferecer a Glaucia, minha esposa dedicada, e a pesquisa bíblica outra grande paixão. Encerro um momento ministerial e começarei outro dedicado a pregação e ensino da Bíblia.
No final do ano estarei entregando meu pedido de aposentadoria à Comissão de Relações Ministeriais.
Agradecido a todos vós, rogo as bênçãos de Deus sobre o nobre trabalho desta delegação.
Bispo Paulo Lockmann”.

Perfil – O Expositor Cristão de julho publicou  os perfis dos/as candidatos/as ao episcopado Até o fechamento da edição de julho, o Bispo Paulo de Oliveira Lockmann, permanecia como um dos possíveis Bispos eleitos no 20ºCG.
O Bispo Lockmann construi ao longo da carreira ministerial, sob a graça de Deus, um ministério exemplar. Ele têm 46 anos de ministério pastoral na vida da Igreja Metodista,  é casado e tem quatro filhos. É doutor em Teologia com estudos de pós-graduação na Universidade de Marburgo, além de licenciatura em História e Teologia Novo Testamento.
O Bispo Lockmann também possui especialização em Língua Hebraica e Aramaica. Iniciou o ministério pastoral muito jovem. Aos 20 anos, ainda como seminarista, pastoreou a igreja em Canoas (2ªRE), e em Copacabana/RJ. Posteriormente, como diácono, a igreja em Jardim Botânico e, como pastor ajudante, a Igreja Metodista no Catete. Assumiu como pastor integral assim que saiu na faculdade, em 1973, passando pelas igrejas do Catete, Queimados, Méier e Jardim Botânico, todas no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, passou pelas igrejas em Vila Nova Cachoeirinha e Santo Amaro. Ocupou várias funções na instituição em terras brasileiras, entre elas, foi secretário-geral de Evangelização; professor de Novo Testamento na Faculdade de Teologia; secretário regional de Evangelização da 1ª Região; bispo assistente da Fateo; presidente do Colégio Episcopal e Cogeam. No âmbito internacional foi membro do Comitê de Evangelismo do Concílio Mundial Metodista, professor permanente do Instituto Mundial de Missões da Faculdade de Teologia Candler da Universidade de Emory (EUA), além de membro do Presidium do Concílio Mundial Metodista e presidente do Conselho das Igrejas Evangélicas Metodistas da América Latina (CIEMAL). Em 2012 assumiu como presidente do Concílio Mundial Metodista. Possui 15 livros publicados.
FONTE: Expositor Cristão

domingo, 12 de junho de 2016

DIFERENTES VERSÕES SOBRE A ORIGEM DO DIA DOS NAMORADOS


Nos EUA e na Europa, o Valentine’s Day, 14 de fevereiro, transformou no dia dos namorados, em homenagem ao Padre Valentine. Em 270 a.C., o bispo romano Valentino desafiou o imperador Claudius II que proibia que se realizasse o matrimônio e continuou a promover casamentos.

Para Claudius, um novo marido significava um soldado a menos.

Preso, enquanto esperava sua execução, o bispo Valentine se apaixonou pela filha cega de seu carcereiro, Asterius. E, com um milagre, recuperou sua visão. Para se despedir, Valentine escreveu uma carta de amor para ela. Foi assim que surgiu a expressão em inglês “From your Valentine”. Mesmo tido como santo pelo suposto milagre, ele foi executado em 14 de fevereiro.

O FERIADO ROMÂNTICO OU O DIA DOS NAMORADOS JUDAICO: desde tempos bíblicos, o 15º dia do mês hebreu de Av tem sido celebrado como o Feriado do Amor e do Afeto.

Em Israel, tornou-se o feriado das flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se ama.

Previamente, era permitido às pessoas só se casar com pessoas da sua própria tribo.

De certo modo, era um pouco semelhante ao velho sistema de castas na Índia. O 15 de Av se tornou o Feriado de Amor, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo.

Em tempos bíblicos, o Feriado do Amor era celebrado com tochas e fogueiras.

Hoje em dia, em Israel, é costume enviar flores a quem se ama ou para os parentes mais íntimos.

A significação e a importância do feriado aumentaram em anos recentes. Canções românticas são tocadas no rádio e festas ‘Feriado do Amor’ são celebrados à noite, em todo o país. (Jane Bichmacher de Glasman, autora do livro “À Luz da Menorá”).

No Brasil, a origem da data é menos romântica.

Alguns a atribuem a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948.

Outros dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo comercial que dizia: “não é só com beijos que se prova o amor”. A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine’s Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados Unidos.

É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época em que o comércio de presentes não fica tão intenso.

A idéia funcionou tão bem para os comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data.

Adaptação: Lilian Russo


(Fontes: Revista Época, edição 160/2001; IBGE Teen e Revista Eletrônica Rio Total)

sábado, 11 de junho de 2016

O N'AMOR'O - NO MEIO DO NAMORO TEM QUE TER AMOR

Uma excelente orientação para os nossos jovens ...

O NAMORO AINDA EXISTE?
PASTOR CIRO SANCHES ZIBORDI

" Quando eu era jovem e solteiro, tive a felicidade de ter sido instruído por meus pais e pastores acerca do namoro cristão. Aprendi que, para ser abençoado no casamento, é preciso começar certo, tendo um namoro de acordo com a vontade do Senhor (Rm 12.1,2), pois “... aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2.17).

Aprendi que há três fases muito importantes num relacionamento afetivo: namoro, noivado e casamento. O namoro é a fase em que o futuro casal se conhece e, por isso, deve conversar, conversar, conversar... O noivado é o período de preparação para o casamento, isto é, a união do casal propriamente dita.

Como fui abençoado nessa área, sinto-me no dever de ajudar a outros, o que procurarei fazer, nesta semana em que ocorre o chamado DIA DOS NAMORADOS, por meio deste artigo. Sei que, para muitos, o que eu vou dizer aqui parecerá ultrapassado, arcaico e rígido demais para esse tempo em que prevalecem influências filosóficas como relativismo, hedonismo, egoísmo, imediatismo e narcisismo. Mas espero ajudar pelos menos os jovens realmente interessados em glorificar a Deus em tudo (1 Co 10.31).
O que é o nAMORo?

Confunde-se, hoje em dia, namoro com flerte, aventura e relacionamento sem compromisso. O chamado “ficar” parece ter chegado para ficar. E é comum ouvir jovens dizendo: “Eu só fiquei com ele naquele dia; não foi nada sério”. Entre as pessoas que não temem a Deus prevalece a idéia de que os namorados podem se relacionar intimamente, sem nenhuma restrição. E vemos pscicólogos e a própria mídia incentivando isso.
O namoro — namoro, mesmo! — é uma fase de conhecimento recíproco, que precede o período de preparação para o casamento: o noivado. Na palavra “namoro” está contido o termo “amor”, evidenciando que não se trata de um período sem importância. O nAMORo verdadeiro é para pessoas que se amam, e não para aquelas que apenas têm uma atração passageira ou simplesmente não querem ficar sozinhas.
Quando começar um nAMORo?

Para se começar um namoro, é preciso ter alcançado a maturidade, período que só vem após a adolescência, que é uma fase de transição entre a infância e a juventude. Como não se trata de passatempo, mas de uma importante etapa, só deve pensar em namoro quem realmente está determinado a casar. Quem namora por namorar está começando errado e sofrerá as conseqüências (Gl 6.7). E quem diz que namoro sério deve, necessariamente, se preocupar com as condições mínimas para um futuro casamento.

Certo rapaz que havia pedido uma jovem em casamento ouviu dela a seguinte condição: “Eu quero que você converse com o meu pai”. O rapaz concordou em pedir permissão ao pai da jovem para namorá-la (prática que, hoje em dia, é tida como retrógrada, infelizmente).
Começou, então, o interrogatório:
— Você trabalha? — perguntou o pai da jovem.
— Não, mas Deus vai me ajudar — respondeu o rapaz.
— Estuda?
— Não, precisei parar. Mas Deus vai me ajudar.
— Tem idéia de como sustentará a minha filha enquanto nenhum de vocês estiver trabalhando?
— Não, mas tenho certeza de que Deus me ajudará...
Ao ouvir as repetitivas respostas, o pai disse à jovem: “Minha filha, eu não sabia que agora eu sou Deus...”
Lembre-se: Deus ajuda aqueles que se esforçam e têm vontade de trabalhar (Jó 5.7; Pv 31.27). Quem namora — namora, mesmo! — deve ter um alvo: o casamento. E deve trabalhar em prol de tal realização.

Como encontrar a pessoa ideal para nAMORar?

Quem pensa em namorar de verdade, tendo como objetivo o casamento, precisa atentar para duas coisas importantes. Primeiro, deve orar com fé, esperando no Senhor (Sl 40.1), pois Ele é poderoso para lhe preparar a pessoa certa (Pv 19.14). Ao mesmo tempo, é necessário procurar (Pv 18.22), pois em tudo, na vida, existe a parte de Deus e a do homem (Pv 16.1,2; Tg 4.8).
O jovem cristão deve ter cuidado com os profetizadores casamenteiros (Ez 13.2,3; Ap 2.20), pois a profecia, como dom do Espírito Santo que se manifesta, usualmente, num culto coletivo a Deus, não serve, em regra geral, para ajudar os jovens crentes a encontrarem a “pessoa preparada”. As suas finalidades são edificação, exortação e consolação do povo de Deus (1 Co 14.3).
Muitos hoje são infelizes em sua vida conjugal porque deram ouvidos a falsos profetas. Namoro é coisa séria! Não se deve permitir que a escolha tenha a interferência de terceiros, exceto dos pais, que devem sim aconselhar e ajudar os filhos nessa tomada de decisão.

Deve-se, ainda, orar e procurar uma pessoa, segundo os critérios contidos na Palavra de Deus. Nessa busca, é necessário identificar qualidades, como a espiritualidade (1 Co 2.14-16; 5.11), a beleza interior (Pv 15.13). Muitos se preocupam demasiadamente com a beleza física, que é enganosa (Pv 31.30). Esquecem-se de que a beleza da alma é a mais importante (1 Sm 16.17) e permanece mesmo com o passar dos anos, enquanto a exterior é ilusória, passageira e morrerá tal como uma flor (Pv 11.22; 1 Pe 1.24,25).

É preciso se preocupar também com a compatibilidade (Am 3.3). Muitos hoje dizem que isso não é importante e pensam que podem namorar uma pessoa descrente para ganhá-la para Jesus. Fazer isso, no entanto, é o mesmo que se jogar em um poço para tentar salvar alguém que lá caiu. E ninguém faria isso. Deve-se jogar a “corda” do evangelho para o não-crente se salvar, mas sem nenhum envolvimento sentimental.

Meu conselho é: antes de começar um namoro, é preciso verificar se não há incompatibilidades espiritual, social, etária, cultural, etc. A mais perigosa é a espiritual (2 Jo vv. 10,11). Considerando que a Bíblia chama os incrédulos de filhos do diabo (1 Jo 3.10), não havendo, pois, meio-termo, relacionar-se com um significa ter o Diabo como sogro.

Não pense que um(a) filho(a) do Diabo terá Deus como sogro, em razão de se relacionar com um(a) filho(a) de Deus, equilibrando, assim, o relacionamento. Nos casos de mistura, sempre é o crente o prejudicado (Gn 6.1-4; 1 Co 10). Por quê? Porque está pecando conscientemente, ignorando o que a Palavra de Deus ensina quando ao jugo desigual com os infiéis (2 Co 6.14-18). Não há, portanto, nenhum consenso entre a luz e as trevas, entre Cristo e Satanás.

Que cuidados se deve tomar em um nAMORo?

Aos que já namoram dou alguns conselhos. É preciso ter a preocupação de não exceder nas intimidades (2 Tm 2.22). Não é preciso se sentar a um metro de distância nem pedir para alguém ficar entre os dois. Todavia, não se deve confundir carinho com carícias, que devem ser guardadas para o casamento (Pv 6.27,28; 20.21). Para isso, é preciso vencer as concupiscências, cobiças (Tg 1.14,15; 1 Jo 2.15-17), seja a dos olhos (Gn 3.6; Js 7.21; Mt 6.22,23), seja a da carne (1 Co 6.19,20). Peço ao leitores interessados no assunto que confiram todas as referências bíblicas, pois elas são muito mais relevantes (mas muito, mesmo!) do que as próprias palavras deste editor.

Quanto tempo deve durar o nAMORo?

Nem muito nem pouco tempo. Geralmente, quem prolonga o período do namoro é porque não tem vontade de casar. Alguns, após longos anos, casam, mas não são felizes. O motivo? É possível que o casamento tenha sido ocasionado por pressão, e não por amor verdadeiro. Por outro lado, quem namora pouco tempo, não se prepara suficientemente para o casamento e poderá ter problemas sérios de ajustamento conjugal.

Como conduzir o nAMORo de acordo com a vontade de Deus?

Leia sempre a Palavra de Deus (Sl 119.105); ore todos os dias (1 Ts 5.17; Jr 33.3); cultive o amor (1 Co 16.14; 13.4-8), pois, sem ele, não há razão para existir namoro; aprenda a renunciar; não seja sempre o(a) “dono(a) da verdade” (Fp 2.4); saiba viver em harmonia (Pv 17.1), aprendendo a “dar o braço a torcer” (Pv 15.1); seja fiel, pois, quem não é fiel no namoro, não o será no casamento. Quem ama de verdade se mantém fiel até o fim (Pv 5.15-20; Ml 2.14,15).

Livros do Pastor Ciro: Blog do Pastor Ciro Zibordi
Nota: ilustrações do texto: por João Cruzué

DIA DOS NAMORADOS - UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR

Com um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte, Antônio, muito apressado, pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.

O médico doutor Evandro que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.

O simpático Antônio lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.

O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:

- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?

No que o senhor respondeu:

- Não, ela já não sabe quem eu sou.

Há quase cinco anos que não me reconhece mais.

O médico então questionou:

- Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?

Antônio então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:

- Ela não sabe quem eu sou... Mas eu sei muito bem quem ela é!

Doutor Evandro teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...

O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.

O verdadeiro AMOR é aceitação...
  1. De tudo que o outro é...
  2. De tudo que foi um dia...
  3. Do que será amanhã...
  4. e do que já não é mais!