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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

CAVALO SE DESPEDE DE DONO EM ENTERRO


Durante cerimônia, animal deitou a cabeça em caixão de vaqueiro
 
Um cavalo comoveu a família e os amigos de um vaqueiro paraibano morto em um acidente de moto, no Rio Grande do Norte, no último domingo.

Durante velório realizado nessa terça-feira, em Cajazeiras, na Paraíba, o animal deitou a cabeça sobre o caixão e chamou a atenção de todos que estavam no local. O animal acompanhou o dono, Wagner de Lima Figueiredo, 34 anos, durante oito anos.

A vítima estava sozinha na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser levada para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Além de vaqueiro, ele também era funcionário da prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.


 

FONTE: noticias@band.com.br

quarta-feira, 10 de julho de 2013

QUANDO O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO MORRE ....

Quem já não passou pela doída tristeza de perder seu cão, gato, papagaio ou passarinho cantador?
Adultos ou crianças, não há quem não sinta a perplexidade diante da morte real. Real sim, porque as mortes que povoam os filmes e os vídeos games são ficções irreais e se tornaram objeto de prazer.
Que tamanha contradição e que confusão não se cria na cabeça das crianças que estão se habituando a cenas fictícias de morte, sem contudo compreenderem a mortalidade como um ciclo natural da vida que precisa ser enfrentado por todos nós.
Embora a morte esteja escancarada, banalizada na TV e nos games, o assunto não é tratado seriamente com as crianças e adolescentes. Mesmo os adultos fogem da reflexão sobre o inevitável enfrentamento da terminalidade do corpo físico, seja de si, de outras pessoas, de animais domésticos aos quais nos apegamos.
Especialistas em tanatologia (estudo da morte  e do morrer) alertam que as crianças não devem ser poupadas desta conscientização e de vivenciar os sentimentos de perda. Há livros infantis (servem também para adultos) que abordam em linguagem simples  o processo da finitude biológica.
Quando adquirimos um animalzinho devemos preparar as crianças explicando que aquele ser tem um tempo determinado de existência, que poderá durar alguns dias, meses ou anos.
Ensinar as crianças e adolescentes a amar os animais de estimação sem apego é uma boa oportunidade para que nós adultos também aprendamos amar sem apego, reconhecendo a transitoriedade de tudo e de todos.
O veterinário Nicolino F. Lauletta também defende esta postura e sempre que possível conscientiza seus clientes, principalmente as crianças, sobre os cuidados que se deve ter com os animais para a preservação da vida sem perder de vista a inevitável condição transitória dos seres.
Quantos adultos e crianças não ficam doentes quando morre um animal de estimação?
É natural que se fique triste, que se chore, que deparemos com um grande vazio e sintamos a perda.
Mas, quando temos a consciência da transitoriedade do corpo físico de pessoas e animais podemos enfrentar com  mais compreensão e serenidade sem grande desequilíbrio.
Exercitar esta conscientização desde a aquisição do animalzinho é uma maneira de preparar as crianças para poupar sofrimentos excessivos nos momentos de  perda. Quando a morte ocorre deve-se permitir que as crianças realizem os rituais de luto: o que fazer com o corpo do animal, como guardar lembranças dele etc.
Se você leitor, não sabe como lidar com estas situações pode começar a obter algum conhecimento. Há muitas obras, vídeos de especialistas que tratam do assunto. O conhecimento abre horizontes, proporciona um viver e morrer com qualidade. 
  
FONTE: Revista Atitude nº19 (MG)

Criança de 4 anos escreve carta para Deus cuidar de sua cadela que morreu.



Esta história aconteceu em Agosto de 2006 quando Abbey uma cadela de 14 anos de idade morreu, e a pequena Meredith de 4 anos não parava de chorar sentindo a falta do animal. Então a criança perguntou à sua mãe se poderia escrever uma carta para Deus para que ele reconhecesse Abbey assim que ela chegasse ao céu. A pequena Meredith passou a ditar as palavras e a mãe a transcrevê-las na carta.

“Querido Deus. O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está aí no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor a deixou conosco mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o  Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor reconheça logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela. Meredith.”

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ter um cachorro faz bem a saúde

Já é de conhecimento geral que cachorros podem ajudar a diminuir o estresse, no entanto, outro motivo para gostar da ideia de ter um bichinho desses em casa é que eles deixam seu coração mais forte.
Pesquisadores de uma universidade japonesa monitoraram 191 pessoas, entre 60 e 80 anos, com colesterol alto, diabetes, e pressão sanguínea alta. 
Cerca de 40% dos participantes tinham um cachorro em casa. E foram esses os voluntários que mostraram maior variação nos batimentos cardíacos – isso diminui o risco de morrer por conta de alguma doença no coração.
Entre os pacientes com problemas em alguma das artérias do coração, aqueles que tinham um cão viveram um ano a mais do que os outros doentes, segundo a pesquisa.
Os pesquisadores não sabem explicar o motivo dessa melhora, mas acredita-se que ter a companhia de um cachorro supre parte da nossa necessidade de interação social e ainda nos deixa menos estressados.
Para quem pode: Vale a pena ter um cachorro!