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sábado, 4 de fevereiro de 2017

ATENÇÃO POVO DE DEUS! OREMOS PELOS NOSSOS GOVERNANTES


Nestes dias de dúvidas, incertezas, fica uma orientação do Apóstolo Paulo, muito oportuna para todo o povo de Deus no Brasil.

OBS: Esta pregação ouvi de um pregador de Portugal. (Foi adaptada para a realidade do Brasil)

“Exorto, pois antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade”. ( 1 Timóteo 2. 1-2 )]

INTRODUÇÃO:

 A Palavra de Deus é bem clara enquanto a orar pelos nossos governantes e políticos.

 Agora, melhor do que orar pra Deus consertar uma situação é orarmos para que a situação já seja criada corretamente.

 E quando meditamos neste texto das Sagradas Escrituras, vemos que a Palavra nos exorta a fazermos muito mais do que orar.

 São súplicas, orações, intercessões e por último dar ações de graças.

 Sabe porque as mesmas Escrituras nos dizem que TODA autoridade é constituída por Deus?

 E com a nossa mente finita e limitada, questionamos: “Mas TODAS as autoridades?”

 Sim, TODAS as autoridades são constituídas por Deus, sejam elas quais forem.


DESENVOLVIMENTO:

 Mas voltamos a falar do que a Palavra de Deus nos ensina acerca de orações pelos nossos governantes e políticos:

1 – SÚPLICA - A primeira coisa que observamos no texto acima, é que se façam súplicas.

 E o que é uma súplica?

 Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, o termo súplica vem do Lat. supplicare, que significa dobrar os joelhos; pedir com instância e humildade; rogar; implorar.

 Então como vemos, é muito mais que uma oração.


2 – ORAÇÕES - Em segundo lugar, devemos fazer orações.

 Tudo o que vem de Deus para a terra, vem em resposta às orações.

 Portanto, devemos orar pelos nossos governantes e políticos.

 Quando a igreja ora, as portas são abertas – Cl 4.2,3; Ap 3.8; Ef 6.19,20.

3 – INTERCESSÕES -

 Em terceiro lugar, devemos fazer intercessões do Lat. Intercedere pedir por outrem; intervir; ser intermediário a favor de alguém;

 Como vemos em Ezequiel 22,30: “Busquei entre eles um homem que levantasse o muro, e se pusesse na brecha perante Mim por esta terra, para que Eu não a destruísse, mas a ninguém achei”.

 Intercessão, então, é muito mais que oração.

 É colocar-se na brecha para que o Senhor mude a situação das coisas em nosso país.

4 – AÇÕES DE GRAÇAS –

 E por último, a Palavra nos ensina a darmos ações de graça, isto é, agradecer a Deus pelos governantes e políticos.

 Agradecer ao Senhor porque Ele vai agir na nossa nação.

 Agradecê-Lo porque Ele domina sobre tudo e sobre todos.

 Mas como agradecer a Deus por um mal político e governante?

 A própria Palavra do Senhor em Prov.21:1 nos diz que o Senhor inclina o coração do rei para aonde Ele quer.

 Então é nossa obrigação como filhos de Deus, suplicarmos, orarmos, intercedermos e darmos ações de graças pelos nossos governantes, e assim, O Senhor poderá agir nos corações.

CONCLUSÃO:

 E por fim, por que devemos fazer isso? Para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada.

 E verdadeiramente é tudo aquilo que ansiamos e desejamos.

 Que o nosso país seja um a país próspero, sossegado e tranqüilo em todas as áreas, seja, religiosa, política, cultural, saúde, econômica, financeira, juridicamente, etc.

 Então diante desse grande desafio que está em nossas mãos, vamos orar pelos nossos governantes brasileiros.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

DILMA ARMA OFENSIVA PARA ATRAIR VOTO DOS CRISTÃO NO SEGUNDO TURNO

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, vai se aproximar mais dos cristãos no segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto, visitando igrejas e templos evangélicos, e partirá para o confronto político com o adversário do PSDB, José Serra, auxiliada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nova estratégia, aprovada por Lula, foi acertada ontem em reunião da candidata do PT à Presidência com coordenadores de sua campanha.

Mais tarde, Dilma se reuniu com governadores e senadores eleitos da base aliada em um hotel de Brasília. Foi um ato para mostrar unidade em torno de sua campanha. A portas fechadas, a candidata do PT pediu a todos que a ajudem a combater a "tática de guerrilha" que circula na internet contra ela.

Na avaliação do comando da campanha, Dilma perdeu votos para Marina Silva (PV), evangélica, por conta da polêmica em torno da legalização do aborto.

"Vamos disputar palmo a palmo, a partir de agora, todos os fatos e versões", avisou a candidata, na reunião com os eleitos. Sem citar o nome de Serra, ela disse que a oposição vai querer transformar o segundo turno em uma batalha entre éticos e não éticos. "Eu não vou aceitar isso", afirmou Dilma, aplaudida pelos aliados. "Tenho 25 anos de vida pública e nunca tive nenhum processo. Esse vale-tudo não é para nós e não vamos entrar nessa baixaria."

Nove governadores e 20 senadores eleitos gravaram mensagens para a propaganda de TV da petista. O horário eleitoral gratuito - agora apenas com Serra e Dilma - recomeça amanhã.

FONTE: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PRONUNCIAMENTO DO COLÉGIO EPISCOPAL SOBRE AS ELEIÇÕES NACIONAIS DE 2010





PRONUNCIAMENTO DO COLÉGIO EPISCOPAL SOBRE AS ELEIÇÕES NACIONAIS DE 2010

Dos bispos e bispa da Igreja Metodista, ministros de Jesus Cristo a serviço da Igreja, aos irmãos e irmãs metodistas de todo o Brasil. Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai, de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e do Espírito Santo, nosso fortalecedor e instrutor! Amém!

No dia 03 de outubro (em primeiro turno) e no dia 24 de outubro (em segundo turno), iremos escolher as lideranças nacionais e estaduais, além de deputados estaduais, federais e senadores. Diante disso, o Colégio Episcopal da Igreja Metodista sente-se no dever de dar a seus membros as orientações pastorais que julga necessárias neste período eleitoral.

Orientações pastorais do Colégio Episcopal

Esta pastoral é dirigida à liderança pastoral e liderança leiga que desenvolvem ações pastorais relacionadas com a formação doutrinária dos membros das igrejas metodistas.
Sob a direção e ação do Espírito Santo, lembramos-lhes que:

“A Igreja Metodista reconhece que é sua tarefa docente capacitar os membros de suas congregações para o exercício de uma cidadania plena” (Credo Social, seção IV, item 1, p. 9).

E ainda que:

“O propósito primordial desta missão é servir ao Brasil por meio da participação ativa do povo metodista na formação de uma sociedade consciente de suas responsabilidades (Credo Social, seção IV, item 2, p. 9).
Neste sentido:
                         
Acreditamos na democracia como um valor universal, e é relacionada com o amor ao próximo, a igualdade, a solidariedade, a participação e a tolerância proclamados e testemunhados pelo Evangelho de Jesus Cristo.

 Acreditamos que a democracia moderna encontra sua grande inspiração nas melhores tradições da Reforma Protestante do Século XVI.

 Afirmamos e conclamamos a participação plena, ativa e consciente de todo o povo no processo democrático, considerando que as próximas eleições são uma oportunidade para o estabelecimento da confiança popular nos mecanismos democráticos e nos meios de controle social das ações dos governos – mecanismos políticos que garantem transferência e substituição dos partidos no governo por meio do voto popular consciente, livre e soberano (Carta Pastoral “As eleições de 1994”).

O cenário político das eleições de 2010

Desde o início da história do Brasil, a classe dominante apenas deseja explorar as riquezas existentes nesta terra e não construir uma nova nação, firmada nos ideais de liberdade e justiça. Contudo, não foram poucas as lutas sociais em prol da cidadania e da democracia, levadas adiante pelos brasileiros e brasileiras nestes cinco séculos. De fato, o momento a que chegamos hoje é resultado deste esforço e trabalho.

Atualmente, “muitos acontecimentos chamam a nossa atenção e devem ser considerados nas escolhas dos/as candidatos/as (...) A credibilidade do presidente da república atinge altos níveis. Essa credibilidade é resultado da conjuntura internacional e da política econômica. É também conseqüência de uma política de elevação da renda das classes populares e da criação de mercados internos que atendem a setores antes excluídos que geram esperança de vida para muitos, ainda que esses mercados sejam frágeis, regionalizados e limitados” (Pastoral “Eleições Municipais, 2008”).

Apesar das importantes investigações contra criminosos de alto escalão, por parte da Polícia Federal, persiste uma “série de acontecimentos relacionados à corrupção, abuso do poder econômico, e avanço da lógica voraz do capital, que têm sido constantes no país”. E as más notícias, cotidianamente recebidas via meios de comunicação, geram apatia social e certa indiferença no eleitorado, interferindo na construção de um projeto democrático e cidadão pautado na ética e na paixão pela vida.

E agora, surge a lei da “ficha limpa”, que veda a candidatura de políticos com condenação em órgão colegiado. Esta lei nasceu como fruto das pressões da sociedade civil, que se articulou e propôs o projeto de lei de iniciativa popular. Esperamos que a aplicabilidade desta lei contribua para melhorar a gestão pública.

Como votar de modo cidadão

 Como pessoas cristãs e cidadãs, responsáveis perante Deus e comprometidas com a paz e a justiça, não devemos votar de acordo com interesses próprios e que ferem os princípios do Reino de Deus.

 Nosso voto deve refletir a consciência de que as mudanças sociais fazem parte de um caminhar em conjunto com os vários segmentos da sociedade, visando à preservação de toda a criação e da dignidade humana.
                  
 Ter conhecimento do passado do/a candidato/a e de seus reais compromissos políticos é o melhor referencial para saber se ele/a vai realmente cumprir o que está prometendo.
                  
 Exercer um voto ético, comprometido com o Reino de Deus, pois a vontade soberana do Senhor deve ser vista e sentida na vida de todos os seres humanos. Candidatos/as que a cada eleição se apresentam de maneira diferente, frutos de estratégias de marketing e alianças comprometedoras não são dignos de nosso apoio. De igual modo, ninguém deve receber nosso voto simplesmente por expressar uma religiosidade evangélica. Antes, devemos recordar que “a fé, se não tiver obras, por si só estará morta” (Tg 2.1). E ainda, o voto ético não se destina a políticos descomprometidos, e sim aos que são “sal da terra e luz do mundo”. Ele não é vendido ou trocado por bens materiais, mas “traz vida em abundância”. Não se deixa levar pelas aparências, e sim fortalece a verdade que liberta. Ele é consciente e traz à memória o que nos pode dar a esperança de uma sociedade cidadã (Adaptado da Pastoral “Eleições Municipais 2008”).

O pleito eleitoral não deve ser tratado como aprovação ou rejeição do atual governo, mas sim como uma escolha entre projetos de governo. Devemos optar por quem, a nosso ver, tenha o projeto que mais se adapte ao momento atual, seja este projeto para o executivo ou para o legislativo.

 Os candidatos devem ser dignos de nosso voto sempre que apresentem propostas concretas e abrangentes para a solução dos problemas da cidade e da sociedade em seu sentido mais amplo.

O voto consciente e cidadão é que possibilita a justiça social a ser uma prática no nosso país, apontando para:

- um sistema de saúde que proporcione atendimento de qualidade e com dignidade;
- uma segurança pública eficaz, gerando tranquilidade e confiança;
- um serviço social de qualidade, que promova a superação da vulnerabilidade e risco social;
- uma educação que viabilize o desenvolvimento da vida em sua plenitude;
- uma lógica econômica que valorize a vida.

Necessitamos conhecer o que nossos candidatos pensam a respeito desses temas, que atualmente representam clamores de nossa nação, bem como, no caso federal, saber aqueles que se comprometem em realizar as reformas tão necessárias ao país, tais como:

 A tributária, com o objetivo de fazer justiça social,
 A política, no sentido de banir os maus políticos,
 A administrativa, para que o aparelhamento estatal esteja adequado à capacidade tributária do país, investindo com eficiência o erário público arrecadado nas três esferas governamentais.

Sugestões práticas para o preparo dos membros para as eleições

Sugerimos algumas ações práticas e educativas que podem ser desenvolvidas individualmente ou em grupos de estudos, para a formação cidadã de cada metodista:

A. Estudo e discussão dos programas dos partidos políticos, procurando identificar aqueles que:

 Harmonizam-se com os ensinos de nossa Igreja Metodista;
 Desenvolvem efetivamente sua ação, comprometidos com o avanço da democracia brasileira; e
 Buscam a construção de uma sociedade mais justa e solidária.

B. Levantamento de informações consistentes sobre os candidatos e candidatas:

 Exame da coerência moral e política da trajetória e da história de cada um/uma;
 Identificação dos grupos políticos e econômicos interessados na sua eleição;
 Identificação dos/as candidatos/as comprometidos/as com as necessidades e aspirações das classes populares, por meio de debates públicos;

C. Conhecimento mínimo do processo eleitoral, visando evitar manipulação do voto popular;  

D. Conhecimento mínimo das responsabilidades inerentes aos cargos para os quais os candidatos deverão ser eleitos;

E. Percepção de que a eleição é um momento de ação cidadã fundamental, participação efetiva na vida do país. Não votar em branco, nem anular o voto.

G. Não se deixar iludir pela utilização massiva dos meios de comunicação.

H. As dependências das igrejas locais e de nossas instituições sociais e educacionais poderão servir como espaço para a informação, reflexão e debate das propostas dos candidatos, visando à conscientização das comunidades onde estão localizados os diversos trabalhos metodistas.

                         
Tal uso deverá ser feito sempre de acordo com o Regimento da Igreja, segundo o disposto no Art. 128item XXV (Cânones, Ed. 2007), ou de acordo com os Regimentos de nossas instituições;

I. Deve ser evitado todo pronunciamento dos e sobre candidatos/as no momento do culto público ou de reuniões específicas da própria Igreja, tais como a Escola Dominical (Carta Pastoral “Eleições de 1994”).

J. Ao ministério ordenado da Igreja Metodista cabe, prioritariamente, a tarefa de apoiar e sustentar pastoralmente a ação e a reflexão política dos membros leigos. Os pastores e pastoras metodistas devem procurar ajudá-los a concretizar na prática política partidária a mensagem do Reino de Deus e da sua justiça.

K. Os membros do ministério ordenado que se sentirem chamados para a postulação de cargos políticos são instados, por nós, a pedirem licença do ministério ativo. Desta maneira será evitada a partidarização de nossa vida eclesial causada por divergências políticas partidárias envolvendo pastores e pastoras de nossas congregações (Carta Pastoral “Eleições, 1994”).

Conclusão

Nós, povo metodista, somos chamados por Deus a unir-nos em prol de uma sociedade mais justa, lembrando que “o propósito de Deus é reconciliar consigo mesmo o ser humano, libertando-o de todas as coisas que o escravizam, concedendo-lhe uma nova vida à imagem de Jesus Cristo, através da ação e poder do Espírito Santo, a fim de que, como Igreja, constitua neste mundo e neste momento histórico, sinais concretos do Reino de Deus” (Plano Vida e Missão, letra b, item4).

Conclamamos a Igreja Metodista a dedicar períodos de oração e jejum em favor da Pátria, intercedendo ao Senhor, nos cultos públicos e em outras reuniões, pelas eleições deste ano. 

Com toda convicção, advinda de nossa fé no único e verdadeiro Deus proclamamos e declaramos que: “Bem aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor!”

São Paulo, Julho de 2010.


  COLÉGIO EPISCOPAL DA IGREJA METODISTA

segunda-feira, 7 de junho de 2010

PROPAGANDA POLÍTICA EM CULTO

Procuradoria Regional Eleitoral recomendou que cessem campanha

A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais) recomendou ao Conselho Estadual de Diretores da Igreja do Evangelho Quadrangular que determine aos pastores, ministros e religiosos, que cessem imediatamente a veiculação de propaganda eleitoral em benefício de pré-candidatos.

A recomendação visa a unidade do Bairro Floresta, em Belo Horizonte, e vale para o interior do templo e arredores.

A propaganda eleitoral no interior das igrejas é expressamente proibida, pois os templos constituem bens de uso comum, conforme consta no artigo 37 da Lei 9.504/97.

Em caso de desobediência à lei, o responsável ficará sujeito a multa no valor de R$ 2.000 a R$ 8.000.

Nos arredores dos templos, a propaganda eleitoral está proibida até o dia 5 de julho, podendo a multa alcançar até R$ 25 mil.

Conforme representação enviada ao PRE, no dia 2 de maio deste ano, na Igreja do Evangelho Quadrangular do Bairro Floresta, o pastor que presidia a cerimônia teria afirmado: “Eu, Jesus e meu projeto. Eu, Jesus, Mario de Oliveira para deputado federal e Antonio Genaro para deputado estadual”. O fato foi noticiado por um homem que estava presente no culto e, segundo ele, a prática vem ocorrendo em outros templos da Igreja do Evangelho Quadrangular.

A diretriz que determina a propaganda teria sido estabelecida por seu Conselho Estadual.
Além de investigar a ocorrência, para eventual propositura de representação e pedido de aplicação de multa, a Procuradoria Eleitoral resolveu expedir recomendação para evitar que a prática continue ocorrendo nos diversos templos da Igreja Quadrangular.

Fonte: Última Instância